O governador eleito Paulo Câmara (PSB) não deve encontrar na Assembleia Legislativa a mesma tranquilidade para governar que teve o ex-governador Eduardo Campos (PSB) em seus dois mandatos. Apesar de ter o apoio de 21 partidos, Câmara pode enfrentar uma oposição barulhenta. Entre os 22 deputados novatos, alguns já prometem um perfil combativo na Casa, como Edilson Silva (PSol), Priscila Krause (DEM) e Romário Dias (PTB). Além disso, há também parlamentares reeleitos que já mostraram perfil semelhante, como Teresa Leitão (PT).
Dos quatro citados, dois integram a Coligação Pernambuco Vai Mais Longe: Romário Dias e Teresa Leitão. O grupo apoiou a candidatura de Armando Monteiro Neto (PTB) ao governo do estado e é formado por PTB, PDT, PT, PSC, PRB e PTdoB. A aliança elegeu 12 parlamentares, sendo que um deles é o deputado Guilherme Uchoa (PDT), da base governista.
Ou seja, contando somente com a aliança de Armando, são 11 parlamentares oposicionistas. Há ainda outros três que não farão parte da bancada do governo. São eles Socorro Pimentel (PSL), esposa do atual deputado Raimundo Pimentel (PSB), que apesar de ser do PSB marchou ao lado de Armando na campanha; Edilson Silva (PSol) e Priscila Krause (mesmo essa tendo sido eleita pela Frente Popular, de Paulo Câmara).
Priscila abriu mão de entrar no guia eleitoral da coligação para se manter na oposição, já que seu partido, o Democratas, integra o grupo. Ela afirmou que vai montar o Monitora Pernambuco nos mesmos moldes do Monitora Recife, plataforma colaborativa na web criada para fiscalizar a Prefeitura do Recife. “Meu mandato é consequência da minha atuação no Legislativo municipal. Vai ser fiscalizador e de cobrança”, asseverou.
O total de oposicionistas para a próxima Legislatura é de 14. Nos últimos quatro anos, o governo Eduardo Campos contava apenas com 9 opositores no Parlamento. “Eles (a Frente Popular) cansaram de dizer que iriam eleger 39 estaduais. Mas conseguimos uma marca importante e vamos ter força de coesão. Fizemos oposição na campanha e nosso mandato pretende expressar isso”, prometeu Teresa Leitão.
Edilson Silva prometeu: “Vamos fiscalizar as ações do governo, os projetos e a execução orçamentária com rigor. Além disso, vamos fazer oposição a partir dos movimentos sociais, porque a pressão tem que vir da opinião pública”. Já Romário Dias, ex-presidente da Assembleia por três vezes, disse que “Câmara vai ter muita tranquilidade para governar, desde que cumpra o que prometeu”.
Sem querer ser o supra sumo da verdade, mas como quem há 15 anos milita nesse pedaço do mundo chamada blogosfera, hoje cabe uma reflexão. O que deveria ser um universo de independência, que sirva à sociedade na ponta, ao leitor e não aos interesses de quem já tem e não se contenta com o […]
Sem querer ser o supra sumo da verdade, mas como quem há 15 anos milita nesse pedaço do mundo chamada blogosfera, hoje cabe uma reflexão.
O que deveria ser um universo de independência, que sirva à sociedade na ponta, ao leitor e não aos interesses de quem já tem e não se contenta com o poder, está virando o contrário.
Blogueiros, somados às novas figuras dos digitais influencers, alguns portais, tem sucumbido cada vez mais à venda de conteúdo editorial, no lugar de oferecer espaços para quem quiser aproveitar sua audiência e oferecer seus produtos e serviços. E isso é terrível.
Basta ver as manchetes quando o tema é política: “Zé ganha cada vez mais protagonismo no Agreste”; “Maria promete surpreender no Sertão”, “Nara é a voz da esperança não sei aonde”. Fico me perguntando se esse pessoal acha que a opinião pública cai nessa. Fora o cordão dos puxa-sacos que compartilham a matéria, qualquer leitor com o mínimo juizo crítico vai entender naquele conteúdo um chapa branquismo de dar náuseas.
Assim como no rádio há uma percepção de quem está vendendo a alma ao diabo, no que a política tenta se aproveitar muito bem, nos blogs, a cada dia mais profissionais aderem a essa filosofia do “pagou, calou”. Por isso, no meio a tantos, poucos ganham de fato protagonismo e respeito. É comum olhar o profissional e já dizer: “esse come de fulano”. Que feio!
O jornalismo se impõe pela condição que deveria ser inatacável de servir ao cidadão, de ter um propósito social, na luta por bandeiras republicanas, e não esse jogo caça níqueis sem pudor, na cara limpa e lisa.
Quem escreve aqui, repito, certamente tem defeitos a fole, mas nunca condicionou a oferta de espaços institucionais a veto de conteúdo. “Não negociamos linha editorial”, é o mantra que se repete a cada solicitação de tratativa.
Um exemplo: todas as recomendações ou decisões de TCE, recomendações ou ações de MP ou MPCO, do judiciário são publicadas, não importa contra quem. Claro, o recomendado ou condenado tem direito ao contraditório. Mas nunca ao veto. Não é o que ocorre no estado a depender do veículo.
Da mesma forma oferece espaços a quem milita na oposição onde quer que seja. Claro, há uma proporção editorial entre quem ocupa cargos e quem milita no campo que questiona. Mas não deve existir fechar de porta. Há quase um decreto em alguns quando fecham determinadas parcerias. “A partir de agora declaro só falar a favor de fulano. E revogam-se as disposições em contrário”.
No mais, o espaço à sociedade deve ser sagrado para a pauta cidadã, como no “Internauta Repórter” aqui criado, nas redes sociais e até para o questionamento, desde que republicano, ao próprio blog.
A ótica é justamente essa: quão mais buscar ser ético, responsável jornalisticamente, na defesa de causas e não necessariamente de agentes públicos, ser a favor da vida, de mais emprego, saúde, habitação digna, saneamento, distribuição de renda, acesso a água, combate à corrupção, mais respeito se conquista. E respeito é também a chave para condições dignas de trabalho, que são consequência e não origem da questão.
Não esqueço de um episódio: estando em Brasília, a pedido de um tio que visitei, fui ao encontro de um sertanejo que morava lá há alguns anos. Soube que eu estava lá e pediu ao tio que me levasse de todo jeito. Veio agradecer a mim pela morte da mãe. Isso mesmo, pela morte da sua mãe.
Explico: a mãe estava em leito de morte em uma unidade hospitalar da região. A Direção havia informado à família que, como era de rede complementar, não podia ficar com a paciente pelo alto custo do tratamento e que iria dar uma espécie de alta forçada para ela morrer em casa. A condição da família era precária e não permitia abrigar a mãe com a dignidade de ter ao menos medicamentos que aliviassem dor e sofrimento. Eles não permitiram e me acionaram.
Consegui o contato do Diretor e disse que, ou se decidia pela manutenção da senhora com os acompanhantes e suporte clínico digno, ou em até cinco minutos eu contaria toda a história com detalhes, escancarando o nome da empresa.
A Direção mudou de ideia e a senhora teve uma morte digna, pelo que o filho me agradeceu com um forte abraço, aos prantos. Um detalhe sobre a unidade: era um dos melhores contratos da Rádio Pajeú. Mas não valia a dignidade daquela senhora. No jornalismo, há valores que não se negociam…
Leia abaixo o texto completo da reportagem de Pedro Bassan na série “Perfis” do Jornal Nacional sobre Yane Marques. Para ver a reportagem no site do JN, clique aqui. No segundo episódio da série de reportagens com nossos personagens olímpicos, o repórter Pedro Bassan conta a história de uma sertaneja que saiu do interior de […]
Leia abaixo o texto completo da reportagem de Pedro Bassan na série “Perfis” do Jornal Nacional sobre Yane Marques. Para ver a reportagem no site do JN, clique aqui.
No segundo episódio da série de reportagens com nossos personagens olímpicos, o repórter Pedro Bassan conta a história de uma sertaneja que saiu do interior de Pernambuco.
“De um lugar cheio de estrelas
Onde a gente possa vê-las
Facilmente a olho nu
Com astros de canto a canto
E bênçãos de um mesmo tanto
Ou é céu, ou é Pajeú”.
No vale do Pajeú, o sertanejo já viu de tudo, mas medalha brotando no chão é a primeira vez.
Essa é a história de um esporte que surgiu bem longe dali. Diz a lenda que, durante uma guerra na Europa, um soldado recebeu uma missão: entregar uma mensagem cruzando os campos de batalha. O soldado pegou um cavalo que não conhecia e saiu. Para atravessar as linhas de frente teve que combater usando o revólver e a espada. Mas, no meio do caminho, um problema sério tornou a missão ainda mais difícil. O cavalo se feriu e o soldado teve que completar o percurso a pé, atravessando lagos e rios.
Surgiu assim o pentatlo moderno. Cavalgar, correr, nadar, atirar, e enfrentar adversários com a espada. No sertão nordestino, surgiu uma brasileira capaz de fazer tudo isso.
Para juntar cinco esportes em um só, Yane Marques carrega a força do sertão:
“Essa origem do sertão, não tem como me desvincular disso. São características e valores que a gente leva para a vida toda. Uma vez sertaneja, eternamente sertaneja”.
Afogados da Ingazeira, Pernambuco. O quintal de cada criança é a cidade inteira.
“Suco gelado, cabelo arrepiado, qual é a letra do seu namorado?”
Nas brincadeiras antigas, o esforço e o sorriso andam juntos. E assim, sem perceber, aos poucos as meninas vão se tornando atletas, vão se tornando Yane Marques.
“Ela sempre fez tudo ao mesmo tempo”, diz a irmã Cristina.
“Corria demais, subia nas árvores, era pior do que um… um… gato”, lembra a avó Tila, rindo.
Determinada. Desde pequena quebrando recordes. A escola guarda até hoje o boletim da melhor aluna. Em qualquer matéria, a vontade de estudar. E em qualquer esporte, a vontade de se superar.
Aos 11 anos, quando a família se mudou para o Recife, ela escolheu o vôlei.
“Com certeza no voleibol ela também iria se dar bem”, confirma a antiga professora de educação física Mônica Andrade.
E pelo jeito, também no futebol. No basquete. Faltou alguma coisa?
“Nas minhas férias eu aproveito para viver um pouquinho isso. Eu brinco que no tênis eu chego na bola, mas erro a raquetada”, brinca Yane.
Aos 15 anos, finalmente Yane sossegou num lugar só.
Na piscina, chegou a ser campeã brasileira de revezamento. Mas, de repente, no meio do caminho tinha uma palavra: pentatlo. Se você nunca tinha ouvido, não se preocupe.
“Ela também não sabia o que era pentatlo. Quando ela recebeu o convite ela também não sabia”, conta a mãe Goretti.
“E eu pensei: pô, pentatlo, que deve ser? Deve ser nadar, correr, pedalar e mais dois, né”, relembra Yane.
O treinador Nuno Trigueiro explicou.
“A estratégia era justamente essa: a gente tentar fazer com que uma nadadora conseguisse aprender a cavalgar, aprender a atirar, aprender a esgrimar, aprender a correr”.
Depois do espanto inicial, Yane descobriu que tinha acertado na mosca. Não parou mais, até porque, no pentatlo, para pendurar as chuteiras é preciso pendurar o tênis, a bota, a espada, os óculos…
“Em Afogados da Ingazeira são 18h50. Nós queremos com muita satisfação registrar a presença aqui da equipe da TV Globo”.
E nós queremos com muita satisfação apresentar o locutor. Vanderlei é o pai de Yane Marques. E o que ele tem a ver com o pentatlo? Sem saber, teve muito. O locutor de vaquejada apresentou para a filha uma das modalidades.
“A gente como locutor de vaquejada, eu sempre levava a Yane comigo. A Yane não deixava os amigos vaqueiros sossegados, pedindo o cavalo, que ela queria andar a cavalo e aquela história toda. Hoje nós temos uma das maiores pentatletas do mundo”, conta o pai Vanderlei Galdino.
“Era o contato que eu tinha com cavalo, que é totalmente diferente dos cavalos que eu lido hoje no hipismo. Mas acho que é o mesmo bicho. E esse lance de ter medo do animal eu meio que pulei essa etapa quando entrei para o pentatlo porque eu já tinha tido esse contato anteriormente. Preciso reconhecer que eu acho que nasci para isso”, diz Yane.
O destino foi preparando aos poucos a menina sertaneja. Só não preparou o coração da mãe. Enquanto as mãos de Yane levam o cavalo, dona Goretti leva a fé na ponta dos dedos.
“Eu tenho medo da prova de equitação É perigoso. Ela levou uma queda já, e foi grande, e eu fiquei muito assustada. Aí eu ainda hoje tenho medo. Eu não vejo a prova dela”, afirma Goretti.
“Quando eu termino a equitação, onde eu estiver, eu tenho que ir atrás de um telefone, de alguma coisa a dizer: mãinha, tudo bem”, confessa Yane.
Pentatlo. Com Yane Marques, o Brasil aprendeu a pronunciar o nome de cinco esportes de uma vez só. E num dia só. Às 10h, natação; meio-dia, esgrima; 15h, hipismo; 18h, o apogeu, o evento combinado. A atleta sai da calma absoluta do tiro para a agitação da corrida.
O pentatlo é a arte de se transformar.
“Largar aquela pistola, agora não sou mais tranquila, agora sou tipo uma leoa: vou correr”, explica Yane.
Às 18h40, premiação. Em Londres ela estava lá, pegando o bronze, surpreendendo o mundo. Surpreendendo quase todo mundo.
“A gente que acompanha de perto sabe o que o atleta está fazendo, toda a preparação. Eu sabia que era possível, sabia que era possível”, fala a mãe.
“Correr, nadar, atirar, usar cavalo e espada
Para uma autêntica sertaneja isso tudo não é nada.
Pois sertaneja é assim: faz de tudo e nada erra
E ainda não abre mão de exaltar a sua terra.
Em Afogados da Ingazeira, onde o sol mais forte brilha
Brilha o brilho de Yane, sua mais brilhante filha”.
Por André Luis Inspirado em uma fala do vereador Augusto Martins durante o Debate das Dez da Rádio Pajeú, da terça-feira (27), em que revelou o desejo de que gostaria que a Frente Popular se unisse em torno do seu nome para candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira nas eleições municipais de 2020, o […]
Inspirado em uma fala do vereador Augusto Martins durante o Debate das Dez da Rádio Pajeú, da terça-feira (27), em que revelou o desejo de que gostaria que a Frente Popular se unisse em torno do seu nome para candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira nas eleições municipais de 2020, o ouvinte e comerciante Denílson Inácio, também muito ativo em redes sociais fez uma postagem apoiando a fala do vereador e ex-vice.
A postagem causou polêmica pelo debate que gerou nos comentários.
Denílson postou: “será uma covardia da Frente Popular não dar uma chance a Augusto Martins”. A publicação, a partir de nota do blog comentando a fala de Martins gerou comentários de apoio e de questionamentos. Foram cerca de 60 comentários.
O comentário que mais chamou a atenção foi do ex-vereador Vicente Zuza (Vicentinho), aí dizer que “Augusto nunca”. Denilson defendeu: “um cara sério, honesto, dois mandatos de vice, cinco de vereador, sempre militante da Frente. A questão aí é ganância de poder”.
Outros comentários se sucederam. Quando Vicentinho voltou, a crítica foi pesada: “Gente que só viveu do poder público, nunca trabalhou de verdade. Ainda é mal-agradecido. Votei nele, sei o que ouvi depois. É um covarde. Por poder faz tudo, depois zomba de quem o ajudou”, criticou Vicentinho.
Alguns internautas concordaram com Vicentinho, outros defenderam o nome de Augusto e o debate foi se ampliando, passando a esfera estadual e chegando a nacional. Para quem esperava uma disputa morna em Afogados da Ingazeira, os bastidores da política municipal já estão pegando fogo.
O nome de Augusto já havia gerado polêmica nos bastidores quando afirmou que “não tinha elementos” para avaliar a gestão Patriota, mesmo sendo tido como um dos legisladores com maior bagagem na casa e da base governista.
Aliados de Patriota viram a frase como uma tentativa de não dar mote para ter a fala usada contra ele depois. Augusto é cotado para candidato a vice do ex-prefeito Totonho Valadares, hoje no PSDB. O vereador nega e diz que ainda não definiu seu futuro.
A educação básica foi um dos principais temas abordados durante o Fórum dos Governadores do Brasil, nesta terça-feira (23.04), em Brasília. O governador Paulo Câmara defendeu maior contribuição do Governo Federal para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), hoje sustentado basicamente pelos Estados e municípios. “A reunião de hoje do Fórum […]
A educação básica foi um dos principais temas abordados durante o Fórum dos Governadores do Brasil, nesta terça-feira (23.04), em Brasília.
O governador Paulo Câmara defendeu maior contribuição do Governo Federal para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), hoje sustentado basicamente pelos Estados e municípios.
“A reunião de hoje do Fórum dos Governadores foi uma oportunidade para colocarmos na mesa questões prioritárias para os Estados e para a nossa população. Defendemos uma ampliação gradativa da participação da União no financiamento do Fundeb, porque é incompreensível que Estados e municípios arquem com a maior parte dos recursos da educação básica”, advertiu Paulo Câmara.
O governador acrescentou que para promover uma verdadeira transformação social, o Brasil inteiro precisa passar a tratar a Educação como o seu maior valor. “E, para isso, a União precisa assumir sua parte da responsabilidade, contribuindo mais fortemente com o financiamento”, completou o gestor pernambucano.
A defesa feita por Paulo Câmara foi endossada pela governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, que apresentou proposta para que o Fundeb deixe de ser um Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) e seja inserido permanentemente na Constituição Federal, com um aumento da contribuição da União, de forma progressiva, até chegar a 40% do total dos fundos.
Também foram feitas cobranças ao Governo Federal para que exponha o mais breve possível o escopo do Plano Mansueto e apresente algum encaminhamento do grupo de trabalho que vai tratar da questão da cessão onerosa.
Ao final do fórum, os 27 governadores decidiram ir juntos ao Congresso Nacional, no dia 8 de maio, para apresentar aos parlamentares uma pauta comum de pontos prioritários dos Estados a ser defendida no Legislativo. Essa mesma pauta também será discutida pelo grupo com o Governo Federal.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, informa que está iniciando nesta segunda (26), o pagamento do funcionalismo público municipal referente ao mês de outubro. Com o pagamento dos servidores, serão injetados mais de R$ 2 milhões na economia local, segundo nota. Confira o calendário: Segunda, 26 de outubro: Secretarias de Administração, Agricultura, Assistência Social, Cultura e […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, informa que está iniciando nesta segunda (26), o pagamento do funcionalismo público municipal referente ao mês de outubro. Com o pagamento dos servidores, serão injetados mais de R$ 2 milhões na economia local, segundo nota. Confira o calendário:
Segunda, 26 de outubro: Secretarias de Administração, Agricultura, Assistência Social, Cultura e Esportes, Controle Interno, Infraestrutura, Finanças, Transportes, além da ouvidoria, procuradoria, coordenadoria da mulher e gabinete.
Terça, 27 de outubro: Secretaria de Educação – Aposentados e pensionistas que recebem um salário mínimo, por ordem alfabética, de acordo com a primeira letra do nome (A a L). O salário deve estar disponível no banco a partir das 13h.
Quarta, 28 de outubro: Secretaria de Saúde – Aposentados e pensionistas que recebem um salário mínimo, por ordem alfabética, de acordo com a primeira letra do nome (M a Z). O salário deve estar disponível no banco a partir das 13h.
Quinta, 29 de outubro: Aposentados e pensionistas com vencimentos de até 1.500 Reais. O salário deve estar disponível no banco a partir das 8h.
Sexta, 30 de Outubro: Aposentados e pensionistas com vencimentos entre R$ 1.501,00 e R$ 3.000,00. O salário deve estar disponível no banco a partir das 8h. Aposentados e pensionistas com vencimentos acima de R$ 3.000,00. O salário deve estar disponível no banco a partir das 8h.
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