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Campanha da Fraternidade 2026 é lançada com presença de João e Raquel

Por Nill Júnior

O lançamento daCampanha da Fraternidade 2026, promovida anualmente durante a Quaresma pela Igreja Católica, iniciou suas atividades nesta quarta-feira (18). A celebração contou com a presença dos principais candidatos ao Governo de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) e do prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Dividindo um mesmo banco na fileira da frente da Igreja Concatedral do Santíssimo Coração Eucarístico de Jesus, no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife, eles estavam acompanhados por familiares e pelos vices, Priscila Krause (PSD) e Victor Marques (PCdoB), respectivamente.

Este ano, a Campanha da Fraternidade 2026 tem como tema“Fraternidade e Moradia”, que visa trazer uma reflexão sobre o direito à habitação digna e os desafios enfrentados por famílias que vivem em situação de vulnerabilidade.

Ao longo de todo o período quaresmal, paróquias, movimentos e pastorais devem promover iniciativas ligadas ao tema, culminando com a Coleta Nacional da Solidariedade, marcada para o dia 29 de março, quando os recursos arrecadados serão destinados a projetos sociais.

A missa de lançamento na capital pernambucana integra também o caminho do Sínodo Arquidiocesano e as celebrações que marcam os 350 anos da Arquidiocese de Olinda e Recife.

Por problemas de saúde, Raquel Lyra não falou com a imprensa. A voz do governo na ocasião ficou por conta de Priscila Krause que afirmou que através do programa estadual Morar Bem mais de 45 mil famílias já foram impactadas. “Entre regularização fundiária, entrega da moradia e a possibilidade do financiamento da entrada dessa moradia, que é o programa Morar Bem Entrada Garantida”, pontuou a vice-governadora.

Já João Campos ressaltou as iniciativas municipais na área da habitação. “A gente está diante de mais uma Campanha da Fraternidade, uma iniciativa extraordinária da Igreja Católica, da qual eu faço parte. Esse ano falando de moradia. Moradia é uma prioridade para qualquer cidade do mundo, inclusive Recife. Na área de políticas públicas a gente está com volume recorde de investimento em habitação. Mais de 3 mil unidades estão contratadas em obras. A gente tem mais de 16 mil famílias que estavam em situação de risco e que foram protegidas por obras da prefeitura e em obras coletivas.”

Outras Notícias

João de Maria pleiteia Orelhão Digital para São José do Egito

O Presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, esteve no Recife pleiteando o Orelhão Digital para o município. “Estive na Capital do Estado dando início oficial as tratativas de convênio com a Secretaria de Defesa Social, Instituto Tavares Buril, para termos na Câmara de Vereadores de São José do […]

O Presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, João de Maria, esteve no Recife pleiteando o Orelhão Digital para o município.

“Estive na Capital do Estado dando início oficial as tratativas de convênio com a Secretaria de Defesa Social, Instituto Tavares Buril, para termos na Câmara de Vereadores de São José do Egito um Posto de Atendimento para Serviço centralizado do Orelhão Digital”, destacou João de Maria em suas redes sociais.

Em um único ponto de atendimento, o Orelhão Digital reúne acesso a alguns serviços oferecidos pela Neoenergia, Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PE), Expresso Cidadão, Delegacia de Polícia, redes municipal e estadual de saúde, Receita Federal (RF), além de consultas a processos em andamento no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), bem como viabiliza a participação em audiências virtuais. 

Na região o Orelhão Digital funciona exitosamente em Brejinho, Tuparetama e Afogados da Ingazeira.

Professores de Calumbi decretam greve por tempo indeterminado

Os professores ativos e inativos da rede de ensino do município de Calumbi, decretaram greve por tempo indeterminado, em assembleia realizada na manhã da segunda-feira (11). A assembleia teve a participação de outros funcionários aposentados da prefeitura local e as categorias estão reivindicando o recebimento dos salários atrasados. “O Sindicato Único dos Profissionais do Magistério […]

Assembleia dos professores. Foto: Portal Nayn Neto
Assembleia dos professores. Foto: Portal Nayn Neto

Os professores ativos e inativos da rede de ensino do município de Calumbi, decretaram greve por tempo indeterminado, em assembleia realizada na manhã da segunda-feira (11). A assembleia teve a participação de outros funcionários aposentados da prefeitura local e as categorias estão reivindicando o recebimento dos salários atrasados.

“O Sindicato Único dos Profissionais do Magistério Público das Redes Municipais de Ensino no Estado de Pernambuco já havia mantido contato com a Prefeitura de Calumbi, em outra assembleia realizada pela categoria, no dia 30 de março, do corrente, onde foi estipulado o prazo  para que o secretário de educação ou o prefeito se pronunciasse. Porém a gestão do município não se pronunciou e houve a necessidade de tomarmos esta medida extrema”, disse Josenildo Vieira, Presidente do SINDUPROM-PE, em Calumbi, ao portal Nayn Neto.

“A categoria está insatisfeita com a maneira como vem sendo tratada pelo Gestor Municipal, Erivaldo José da Silva (PSB), mais conhecido por Joelson. Esta deveria ser uma das classes mais respeitadas dentro da sociedade”, pois somos formadores de opinião, agora tendo que pedir ajuda à população para não passar fome, depois de ter trabalhado a vida inteira para o município, isso é uma vergonha”, reclamou um professor que preferiu não se identificar.

Além dos professores ativos que nunca recebem seus salários em dia, funcionários aposentados de outras categorias estão sofrendo com quase seis meses de salários atrasados, segundo as denúncias.

Durante a assembléia, ficou marcado para a próxima segunda-feira (18), que todos os funcionários, unidos, farão um protesto reivindicando seus direitos em frente a sede da Prefeitura Municipal de Calumbi, a partir das 08h, tendo início na praça local.

Representante da Pfizer confirma: governo não respondeu ofertas feitas em agosto de 2020

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Presidente regional da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo afirmou em testemunho à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (13) que os primeiros contatos da empresa com o governo brasileiro para apresentação de seu imunizante aconteceram entre maio e junho de 2020.  Ele também declarou que a empresa chegou a oferecer, na […]

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Presidente regional da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo afirmou em testemunho à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (13) que os primeiros contatos da empresa com o governo brasileiro para apresentação de seu imunizante aconteceram entre maio e junho de 2020. 

Ele também declarou que a empresa chegou a oferecer, na segunda e na terceira propostas apresentadas ao Ministério da Saúde em agosto do ano passado, 1,5 milhão de doses para serem entregues ainda em 2020, o que não ocorreu por não ter havido resposta governamental.

Segundo Murillo, a primeira oferta oficial, feita ao Ministério da Saúde, ocorreu em 14 de agosto de 2020, com duas possibilidades: 30 milhões de doses ou 70 milhões de doses, ambas com a entrega de 500 mil doses ainda em 2020.

Na segunda oferta, em 18 de agosto de 2020, e na terceira, em 26 de agosto, também foram propostos os volumes de 30 milhões e 70 milhões, mas com uma nova possibilidade: 1,5 milhão de doses para serem entregues em 2020. O valor contratual seria de U$ 10 por dose, definido a todos os países de renda média.

“Nossa oferta de 26 de agosto tinha uma validade de 15 dias. Passados os 15 dias, o governo brasileiro não rejeitou, tampouco aceitou a oferta”, esclareceu Murillo.

Depois disso, novas ofertas teriam sido feitas, mas somente em 19 de março foi assinado contrato com a empresa para a oferta de 14 milhões no segundo trimestre de 2021 e mais 86 milhões para o terceiro trimestre. O segundo contrato, que estaria para ser assinado, prevê a entrega de mais 100 milhões no quarto trimestre deste ano.

O presidente regional da Pfizer confirmou que em 12 de setembro do ano passado — conforme dito na quarta-feira (12) pelo ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Fabio Wajngarten à CPI — a Pfizer enviou uma carta a seis autoridades brasileiras sobre as ofertas feitas ao Brasil e sobre o interesse em negociações. 

Murillo disse que a carta foi encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro, ao vice-presidente, Hamilton Mourão, aos ministros Paulo Guedes (Economia), Eduardo Pazuello (que nessa época era o ministro da Saúde), Walter Braga Netto (então na Casa Civil) e ao embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nestor Forster.

Murillo garantiu que as negociações com o governo brasileiro sempre foram lideradas por ele, junto ao Ministério da Saúde, em especial com o ex-secretário-executivo da pasta, Élcio Franco. Murillo também confirmou a assessoria de dois escritórios externos de advocacia à empresa.

Os senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Ciro Nogueira (PP-PI) contestaram que a Pfizer pudesse entregar as vacinas ainda em dezembro ao Brasil, diante do fato de que somente em 11 de dezembro essas vacinas foram autorizadas pela agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (FDA), tendo sido iniciada a vacinação naquele país em 14 de dezembro.

Os dois parlamentares alegaram que em dezembro não havia disposto legal para aceitação contratual com a empresa no Brasil, o que só teria ocorrido após a publicação em março de 2021 da Lei 14.125, de 2021, que dispõe sobre a responsabilidade civil relativa a eventos adversos pós-vacinação contra a covid-19.

“Há três cláusulas jurídicas consideradas incompatíveis com a legislação brasileira. Imposição da farmacêutica: que o Brasil dispusesse de valores em uma conta no exterior, da Pfizer, como garantia de pagamento, na chamada pré-compra; que qualquer questão contratual fosse julgada em um tribunal de Nova York, nos Estados Unidos; e que o Estado brasileiro assumisse a responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina. A legislação não permitia, até então, a assinatura do contrato com cláusulas impostas nessas condições. Foi por isso que o Senado Federal e o Congresso brasileiro tiveram que aprovar uma legislação permitindo ao governo assinar esse contrato com a Pfizer”, pontuou Marcos Rogério.

Para Ciro Nogueira, “caem por terra” narrativas como a de que a população estaria vacinada se essas tratativas tivessem acontecido.

“Acho que ficou bem claro, pelos números, contra esses fatos, o que Dr. Carlos Murillo colocou, que a quase totalidade das vacinas ofertadas pela Pfizer é para o terceiro semestre em diante, em especial o segundo semestre, no nosso país. E a segunda [narrativa] é a de que o país teria condições legais de ter comprado essas vacinas no ano passado.”

As colocações de Marcos Rogério e Ciro Nogueira foram contestadas por vários senadores. O presidente da CPI, senador Omar Aziz, destacou que até 18,5 milhões de doses poderiam ter sido entregues ao Brasil até o segundo semestre de 2021, caso o governo tivesse aceito a oferta de 26 de agosto.

“Eu conversei há pouco com o Dr. Dimas Covas, que é presidente do Instituto Butantan. Perguntei: “Dr. Dimas, quando é que chegou a CoronaVac ao Brasil?”. Ele falou: “Em novembro, nós tínhamos seis milhões de doses”. Aí, a aprovação na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] só foi em janeiro. Tanto é que a Anvisa aprovou em janeiro, num domingo, ao que todos nós assistimos pela televisão, e dois dias depois já estavam distribuindo as vacinas. O caso específico em relação à Pfizer poderia ter sido no mesmo sistema. Teríamos as doses, esperaríamos a Anvisa aprovar, como foi feito com a CoronaVac”, argumentou Omar.

O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que, se o Brasil tivesse atendido a todos os pré-requisitos exigidos pela Pfizer no mês de janeiro, no começo desse mesmo mês os brasileiros já estariam sendo vacinados com o imunizante americano.

“A situação que nós estamos vivendo hoje, neste momento, de falta de vacina, sem dúvida nenhuma é [resultado da] política equivocada do governo federal.”

Fonte: Agência Senado

Covid-19: AstraZeneca e governo firmam parceria para produção de vacina

Foto: Nelson Almeida/AFP Diário de Pernambuco O laboratório AstraZeneca e o governo federal assinaram, nesta sexta-feira (31), um documento para atuar como parceiros na produção de uma vacina contra a Covid-19. O documento ainda é uma fase preliminar, ou seja, funciona como base para o acordo de parceria. De acordo com o Ministério da Saúde, […]

Foto: Nelson Almeida/AFP

Diário de Pernambuco

O laboratório AstraZeneca e o governo federal assinaram, nesta sexta-feira (31), um documento para atuar como parceiros na produção de uma vacina contra a Covid-19. O documento ainda é uma fase preliminar, ou seja, funciona como base para o acordo de parceria. De acordo com o Ministério da Saúde, a expectativa é que o início da produção ocorra a partir de dezembro deste ano.

Ainda segundo a pasta, o documento assinado garante a transferência de tecnologia e da produção de 100 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus, caso a eficácia e a segurança sejam comprovadas.

O ministério explicou, ainda, que o processo ainda está na segunda etapa das negociações entre o governo federal, o laboratório AstraZeneca e a Embaixada Britânica. A primeira etapa aconteceu em 27 de junho, quando a parceria foi anunciada.

De acordo com a nota emitida pela pasta, há a previsão do investimento de R$ 522,1 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos. Além disso, outros R$ 1,3 bilhão são referentes a pagamentos previstos no contrato de Encomenda Tecnológica.

No documento divulgado pelo ministério, está, ainda, estipulado pelo acordo o início da produção da vacina no país: a partir de dezembro deste ano. Além de garantir “total domínio tecnológico para que Bio-Manguinhos tenha condições de produzir a vacina de forma independente”. Consta, ainda, que a vacina produzida será distribuída pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), que atende o Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Dia Nacional do Rádio fecha nosso ciclo na Revista da Cultura

Está ao ar o meu último programa da temporada 2020-2021 da Revista da Cultura, na Cultura FM, de Serra Talhada. Vamos falar sobre esse veículo fantástico que é o rádio no dia nacional dedicado a ele. Comigo os comunicadores que fazem a Cultura FM e os ouvintes falando da importância desse veículo tão especial. Em […]

Está ao ar o meu último programa da temporada 2020-2021 da Revista da Cultura, na Cultura FM, de Serra Talhada.

Vamos falar sobre esse veículo fantástico que é o rádio no dia nacional dedicado a ele. Comigo os comunicadores que fazem a Cultura FM e os ouvintes falando da importância desse veículo tão especial.

Em tempo, informo que continuo parceiro da emissora que me abrigou após convite feito por seu Diretor e amigo, Alisson Lima. “Essa parceria agregou valor à Cultura. E vai continuar por muito tempo por nosso respeito mútuo”, disse em reunião virtual na noite de ontem.

A decisão foi tomada por mim e responde a uma necessidade humana. Além do ritmo de trabalho como comunicador e Gerente da Rádio Pajeú, editor desse blog e Presidente da ASSERPE , aceitei em agosto do ano passado o convite para apresentar um projeto da CDL, o Momento Empreendedor e a Revista da Cultura.

O programa só ganhou força, como nas eleições do ano passado, nos debates e nas pesquisas em parceria com o Instituto Múltipla. Com o fim de ciclo do Momento Empreendedor, mantivemos a Revista da Cultura com uma audiência excepcional, fruto das pautas que buscavam o diferente, o novo, o exclusivo, botando os ouvintes pra pensar e debater os temas que movimentavam Serra Talhada e região.

Mas apesar de amar o espaço, humanamente exigia muito depois de uma semana tão carregada, ainda dedicar o sábado à produção e apresentação do projeto. A recente morte de Anchieta Santos, que vai exigir um pouco mais de esforços na Rádio Pajeú, a necessidade de manutenção de um padrão mínimo de qualidade de vida e saúde me levaram a essa decisão que já vinha em construção, sacramentada em uma reunião virtual ontem com muita maturidade e respeito.

Estamos avaliando a manutenção do meu comentário diário na emissora, dentro do Sertão Notícias, que exige menos tempo e de nossa parte não terá nenhum impedimento. A emissora também avalia levar ao ar mais edições do programa até o fim do ciclo com os patrocinadores ou em outro formato. No mais, continuo vivendo a vida de Serra Talhada como jornalista sertanejo, que cobre a cena cotidiana e política de toda a região. Serra Talhada em hipótese alguma sai do radar do blog, que conquistou muitos amigos e leitores ao longo desses quase vinte anos de blogosfera.

Aproveito para agradecer  à gestão, em nome de Gláucia Pereira Kherle e Alyson Lima, a todos os profissionais que interagiram comigo nesse período, a partir de Tonny Alencar e Ranilson Clebson, que estão no atual ciclo do programa, dois grandes amigos, profissionais e parceiros, além de Orlando Santos, Karen Diniz, Marina Ferraz, Sebastião Costa, Chico Silva, Lailson Silva, Victor Wellesson, Alexandre Silva e claro, aos tantos ouvintes, convidados e patrocinadores que rechearam o programa. Sigamos, deixando portas abertas e amizades alicerçadas!