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Professores de Calumbi decretam greve por tempo indeterminado

Por Nill Júnior
Assembleia dos professores. Foto: Portal Nayn Neto
Assembleia dos professores. Foto: Portal Nayn Neto

Os professores ativos e inativos da rede de ensino do município de Calumbi, decretaram greve por tempo indeterminado, em assembleia realizada na manhã da segunda-feira (11). A assembleia teve a participação de outros funcionários aposentados da prefeitura local e as categorias estão reivindicando o recebimento dos salários atrasados.

“O Sindicato Único dos Profissionais do Magistério Público das Redes Municipais de Ensino no Estado de Pernambuco já havia mantido contato com a Prefeitura de Calumbi, em outra assembleia realizada pela categoria, no dia 30 de março, do corrente, onde foi estipulado o prazo  para que o secretário de educação ou o prefeito se pronunciasse. Porém a gestão do município não se pronunciou e houve a necessidade de tomarmos esta medida extrema”, disse Josenildo Vieira, Presidente do SINDUPROM-PE, em Calumbi, ao portal Nayn Neto.

“A categoria está insatisfeita com a maneira como vem sendo tratada pelo Gestor Municipal, Erivaldo José da Silva (PSB), mais conhecido por Joelson. Esta deveria ser uma das classes mais respeitadas dentro da sociedade”, pois somos formadores de opinião, agora tendo que pedir ajuda à população para não passar fome, depois de ter trabalhado a vida inteira para o município, isso é uma vergonha”, reclamou um professor que preferiu não se identificar.

Além dos professores ativos que nunca recebem seus salários em dia, funcionários aposentados de outras categorias estão sofrendo com quase seis meses de salários atrasados, segundo as denúncias.

Durante a assembléia, ficou marcado para a próxima segunda-feira (18), que todos os funcionários, unidos, farão um protesto reivindicando seus direitos em frente a sede da Prefeitura Municipal de Calumbi, a partir das 08h, tendo início na praça local.

Outras Notícias

Ato pela paz une Serra Talhada, finalmente

Finalmente  ato que teve unidade da comunidade serra-talhadense em torno da paz, depois do clima de tensão que tomou a cidade, com declarações desencontradas e agentes públicos atrapalhando mais que ajudando. A Caminhada Pela Paz, puxada por vários setores da comunidade serra-talhadense tomou as ruas de Serra Talhada. Puxada pela Igreja Católica e instituições da […]

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Fotos: Agência Papiro/Caderno 1

Finalmente  ato que teve unidade da comunidade serra-talhadense em torno da paz, depois do clima de tensão que tomou a cidade, com declarações desencontradas e agentes públicos atrapalhando mais que ajudando.

A Caminhada Pela Paz, puxada por vários setores da comunidade serra-talhadense tomou as ruas de Serra Talhada. Puxada pela Igreja Católica e instituições da sociedade civil.

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O prefeito Luciano Duque além de vereadores e políticos  participou do evento com representantes de sua equipe de governo. Bom seria vê-lo abraçado a adversários como Sebastião Oliveira, Carlão, Dantas e outros. Mas o desinteresse somado a ausência de alguns não possibilitou a cena.

Foto: Ascom Serra
Foto: Ascom Serra Talhada

É dessas notícias que Serra Talhada precisa. Nesse contexto, lideranças políticas, nós da imprensa e sociedade civil precisamos falar a mesma língua. De nada adianta a troca de farpas, declarações que mais incendeiam que ajudam a resolver e a cultura de tentar tirar proveito até de um momento tão delicado.

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Apurar os crimes é dever e obrigação do Estado. Cobrar apuração e estimular iniciativas pela paz é nosso papel. Em um clima onde uma palavra mal empregada pode dar força a quem quer puxar o gatilho, nossa voz tem que ir no mesmo caminho, o da cultura de paz.

Nessa hora, mais importante que o desejo de aparecer pensando no futuro político ou na audiência é dar a Serra a tranquilidade da qual ela anseia, deseja e merece.

Foto: Ascom Serra Talhada
Foto: Ascom Serra Talhada
Lula diz a aliados que só eles acreditavam em voto favorável de Rosa Weber

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um desabafo ao ser informado do voto da ministra Rosa Weber. Segundo aliados, o ex-presidente disse que nunca alimentou expectativas sobre o voto da ministra e chegou a ironizar a boa-fé de petistas. Lula disse que só seus aliados acreditavam em um voto favorável de Rosa. A ministra decidiu por […]

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um desabafo ao ser informado do voto da ministra Rosa Weber. Segundo aliados, o ex-presidente disse que nunca alimentou expectativas sobre o voto da ministra e chegou a ironizar a boa-fé de petistas.

Lula disse que só seus aliados acreditavam em um voto favorável de Rosa. A ministra decidiu por negar habeas corpus a ele.

Ainda segundo petistas, Lula insistiu na tese de que existe um golpe para tirá-lo da disputa eleitoral e que os responsáveis não desistiriam dele agora. Lula estava em uma sala sem TV durante praticamente toda a sessão do STF. Ele assistiu a trechos do voto do ministro Luís Roberto Barroso, mas desistiu pouco depois da metade.

Depois da declaração de voto de Rosa, o petista conversou com dirigentes do Instituto Lula e governadores petistas. Lula foi refratário ao ser informado sobre futuros passos legais que teria à sua disposição.

O ex-presidente do PT Rui Falcão informou a ele sobre a possibilidade de um pedido de vista ainda ao longo do julgamento. O ex-prefeito Fernando Haddad levou a Lula a mesma informação. O ex-presidente disse que preferia esperar o fim do julgamento.

Prefeito Sebastião Dias admite ajustes na equipe e adianta mudanças na Saúde

Reeleito para governar Tabira o prefeito Sebastião Dias falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O Poeta atribuiu a vitória sobre os concorrentes Zé de Bira e Nicinha de Dinca, ao trabalho em equipe e a força do seu palanque. Perguntado se o poder econômico pesou no resultado final, o gestor tabirense admitiu […]

vitoriaReeleito para governar Tabira o prefeito Sebastião Dias falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O Poeta atribuiu a vitória sobre os concorrentes Zé de Bira e Nicinha de Dinca, ao trabalho em equipe e a força do seu palanque.

Perguntado se o poder econômico pesou no resultado final, o gestor tabirense admitiu que o lado adversário teria usado mais que ele. Advertido que a vitória as vezes esconde erros e que se elegeu com menos da metade do eleitorado lhe apoiando, Sebastião respondeu que muita coisa precisa mudar para a próxima gestão, inclusive adiantou a primeira alteração, o filho Alan Dias deixará a pasta de saúde para o novo governo.

Se no mandato atual a vice prefeita Genedy Brito admitiu que o prefeito havia lhe entregue a área de saúde para o preenchimento de cargos, Dias prometeu que desta vez não loteará cargos.

Até o final do ano Sebastião Dias admitiu que concluirá obras como a Escola Dona Toinha, UBSs dos Bairros de Fátima e Vitorino Gomes, conclusão do asfalto da Rua Rosa Xavier.

Ele reclamou do governo do Estado pela não liberação dos recursos do FEM 2014/2015 e 2016 e garantiu ter prestado contas de tudo que recebeu. Para 2017 prometeu empenho para fazer a cobertura da feira de frutas, estádio de futebol e melhorar o atendimento do hospital, estruturando a equipe para que os tabirenses possam voltar a nascer na cidade.

O prefeito reeleito não deixou de alfinetar o Governo do Estado. Além de reclamar do FEM, também disse que as promessas da Escola Técnica e do sistema viário foram feitas apenas por ser período eleitoral.

No final da entrevista o vice Zé Amaral agradeceu a votação recebida e juntos, prefeito e vice, que são compadres, prometeram fazer o mandato lado a lado.

Congresso aprova mudança da meta fiscal e autoriza deficit de até R$ 170,5 bi

O Congresso Nacional aprovou, na madrugada desta quarta-feira (25), a alteração da meta fiscal do governo para este ano, medida considerada como o primeiro grande teste do apoio ao presidente interino Michel Temer no Legislativo. O governo Temer havia pedido autorização do Congresso para mudar a meta e ampliar o rombo previsto nas contas públicas. […]

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O Congresso Nacional aprovou, na madrugada desta quarta-feira (25), a alteração da meta fiscal do governo para este ano, medida considerada como o primeiro grande teste do apoio ao presidente interino Michel Temer no Legislativo.

O governo Temer havia pedido autorização do Congresso para mudar a meta e ampliar o rombo previsto nas contas públicas. Assim ele poderá fechar o ano com um deficit (diferença entre a arrecadação e os gastos) de R$ 170,5 bilhões. Anteriormente, a presidente afastada Dilma Rousseff havia proposto um deficit de R$ 96 bilhões.

A longa e conturbada sessão durou mais de 16 horas, e foi encerrada pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL) pouco antes das 4h desta quarta.

Grande parte da sessão, no entanto, foi destinada à votação de 24 vetos presidenciais, dos quais um foi rejeitado integralmente e dois tiveram trechos também derrubados. A votação da meta fiscal começou por volta das 1h15 e durou cerca de três horas.

Além desses vetos presidenciais, a sessão foi marcada pelas tentativas da oposição de obstruir a votação. Os parlamentares oposicionistas, além de atacarem o ex-ministro do Planejamento, também pediram, diversas vezes, que a mudança da meta fosse votada na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Renan Calheiros precisou intervir para evitar que a sessão se arrastasse ainda mais.

Caso a medida não fosse aprovada até o fim deste mês, o governo teria que cortar despesas e poderia ficar sem dinheiro para programas federais, já que teria que seguir a meta atualmente prevista na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de fechar o ano com uma economia de R$ 24 bilhões.

Numa sinalização da importância do tema, Temer foi pessoalmente entregar a proposta da nova meta ao presidente do Senado Renan, Calheiros (PMDB-AL), na segunda-feira (23).

Em reunião com líderes partidários na semana passada, Temer chegou a afirmar que, sem a aprovação da proposta, “quem estará cometendo pedalada sou eu”, disse, em referência às pedaladas fiscais, objeto da denúncia de impeachment contra Dilma.

Em pronunciamento na manhã desta terça (24), Temer pediu que os parlamentares que “se esforcem” para aprovar a medida e disse que ela iria “ajudar a tirar o país da crise”.

“No dia de hoje [terça] temos uma votação de uma matéria importante para o governo, que é a ampliação da meta [fiscal]”, disse Temer.

A sessão do Congresso desta terça-feira foi aberta às 11h30 pelo presidente do Senado, Renan Calheiros. Antes de votar a meta, os deputados e senadores tiveram que analisar 24 vetos presidenciais que trancavam a pauta e impediam a análise de novos projetos.

Parlamentares de oposição ao governo interino também questionaram o fato de a meta ter sido aprovada sem passar por votação na CMO (Comissão Mista de Orçamento).

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) também questionou que, como o texto foi enviado por Temer ao Congresso no dia anterior, não houve tempo para que os parlamentares apresentassem emendas ao projeto.

Romero Sales Filho, Danilo Simões e Edson Henrique tem agenda com Secretária de Saúde

Reunião também contou com o Diretor da unidade, Sebastião Duque Filho O Deputado Estadual Romero Sales Filho, ao lado de Danilo Simões e Edson Henrique, hoje na Casa Civil do Estado, teve agenda com a Secretária de Saúde Zilda Cavalcanti e do Diretor do Hospital Regional Emília Câmara, Sebastião Duque. Na pauta, a implantação de […]

Reunião também contou com o Diretor da unidade, Sebastião Duque Filho

O Deputado Estadual Romero Sales Filho, ao lado de Danilo Simões e Edson Henrique, hoje na Casa Civil do Estado, teve agenda com a Secretária de Saúde Zilda Cavalcanti e do Diretor do Hospital Regional Emília Câmara, Sebastião Duque.

Na pauta, a implantação de um centro de hemodiálise no município, além de uma unidade do Hemope.

Ainda a solicitação de recursos para a conclusão do ambulatório Orisvaldo Simões, pai de Danilo, em homenagem ao ex-prefeito do município.

“Reforçamos o apoio ao Hospital Emília Câmara, que já vem recebendo investimentos do Governo do Estado desde o início da gestão da governadora Raquel Lyra”, disse o Deputado em sua rede social.