Caminhonete carregada com 156 Kg de maconha é apreendida pela PRF em Sertânia
Por André Luis
Motorista alegou ter pego veículo com a droga em um posto de combustível
Um total de 156 Kg de maconha que eram transportados em uma caminhonete foram apreendidos, nesta terça-feira (17), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O motorista do veículo foi detido na BR 232, em Sertânia, no Sertão de Pernambuco.
Policiais realizavam uma fiscalização no Km 278 da rodovia, quando abordaram uma caminhonete com placas do Mercosul. Durante a abordagem, a equipe sentiu um odor típico de maconha e constatou que eram transportados 10 sacos da droga no interior e no porta-malas do veículo.
O motorista disse que havia pego o veículo emprestado com um amigo no Sertão, onde a maconha foi colocada na caminhonete e deixada em um posto de combustível. Em seguida, ele levaria a droga até o Agreste do estado.
O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Sertânia e poderá responder por tráfico de drogas.
Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar. No prédio da PF em […]
Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar.
No prédio da PF em Curitiba, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores. Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação.
Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção. Aos investigadores, ele disse que três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da estatal.
Ele esmiúça, além disso, a lógica que predominava na assinatura dos contratos bilionários da Petrobras – admitindo, pela primeira vez, que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo cujo destino final eram partidos e políticos de diferentes partidos da base aliada do governo.
Segundo o Blog do Noblat, a edição da revista Veja que começou a circular traz o nome dos seguintes políticos envolvidos com negócios sujos da Petrobras:
Edison Lobão, ministro das Minas e Energia
João Vaccari Neto, secretário nacional de finanças do PT
Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados
Renan Calheiros, presidente do Senado
Ciro Nogueira, senador e presidente nacional do PP
Romero Jucá, senador
Candido Vaccarezza, deputado federal do PT
João Pizzolatti, deputado federal do PT
Mario Negromonte, ex-ministro das Cidades
Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro
Roseana Sarney, governadora do Maranhão
Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, morto no mês passado em um acidente aéreo
Na época em que era diretor da Petrobras Paulo Roberto conversava frequentemente com o então presidente Lula, segundo contou a Polícia Federal.
Incisiva, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, disse nesta quarta-feira que as taxas de juros reais alcançaram o menor patamar dos últimos 30 anos durante a sua gestão. Dilma reiterou que o governo vem enfrentando a crise sem reduzir salários nem cortar empregos, tentando assegurar a qualidade de vida das pessoas. “Eu […]
Incisiva, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, disse nesta quarta-feira que as taxas de juros reais alcançaram o menor patamar dos últimos 30 anos durante a sua gestão. Dilma reiterou que o governo vem enfrentando a crise sem reduzir salários nem cortar empregos, tentando assegurar a qualidade de vida das pessoas. “Eu sou uma pessoa previdente, trouxe a minha tabela, o que ela mostra? De 1995 até 2014, mas eu te garanto é que nos últimos 30 anos no mínimo, nós temos hoje as menores taxas de juros reais”, disse Dilma, mostrando a jornalistas um gráfico.
“Se você ver a média (da taxa de juro real), em 1995-2002, foi 17%; a média 2003-2010 foi 8,2%; a média 2011-2014 foi 3,3%. Eu acho que é uma questão de dados, de compreensão dos acontecimentos.” Ao falar do desemprego mundial, Dilma disse que enfrentou a crise financeira sem desempregar trabalhadores brasileiros, sem reduzir salários nem diminuir direitos sociais. “Nós fizemos uma política diante da crise que é diferente. Nós tivemos uma política completamente diferente. Nós não desempregamos, não reduzimos salários, não reduzimos direitos sociais, e não paramos de investir. Eles desempregaram, reduziram direitos sociais e pararam de investir e estão numa política chamada de austeridade”, comparou a presidente.
“O que não é possível é se comportar aqui no Brasil como se não houvesse crise. Nós não estamos arrebentando, não. Não estamos revertendo nada (em relação aos índices de emprego na indústria). Em termos de emprego é bom aguardar pra gente avaliar como se desempenha agosto”, disse. “No ano passado diziam que a gente estava numa situação terrível. E fomos um dos países que mais cresceu. No ano passado diziam que o mundo ia cair na nossa cabeça. Não caiu. Vamos ter clareza de que estamos diante de uma situação bastante diferenciada”, afirmou a Dilma.
Foi julgado hoje pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco o Embargo de Declaração apresentado por Dinca Brandino tentando desmontar a decisão que favoreceu o radialista Anchieta Santos no processo que moveu contra o ex-prefeito. O TJPE havia definido em sentença indenização de R$ 10 mil ao radialista por danos morais imputada contra o ex-prefeito de Tabira […]
Dinca e Anchieta já tiveram alguns encontros após a crítica do ex-prefeito ao radialista em entrevistas na Cidade FM, onde o tratamento foi mais ameno. Na Justiça, o radialista ganhou mais um round na luta por indenização por danos morais.
Foi julgado hoje pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco o Embargo de Declaração apresentado por Dinca Brandino tentando desmontar a decisão que favoreceu o radialista Anchieta Santos no processo que moveu contra o ex-prefeito.
O TJPE havia definido em sentença indenização de R$ 10 mil ao radialista por danos morais imputada contra o ex-prefeito de Tabira Dinca Brandino.
Na decisão, o relator, Desembargador José Carlos Patriota Malta cita decisões anteriores e jurisprudência em casos similares. “Das provas acostadas, fica evidente que a manifestação ofensiva em programa de rádio excedeu os limites da liberdade de expressão e atingiu a honra e imagem do apelado, conduta que gera dever de indenizar por danos morais sofridos”, afirma.
Dinca já havia ingressado com apelação e perdeu. Depois, com Embargo de Declaração, não acatado por unanimidade. Agora, são necessários quinze dias para a ação transitar em julgado, caso Brandino não interponha recurso para o STJ. Já são três derrotas de Dinca, mas ele ainda pode recorrer.
Na esfera criminal, já havia sido julgada improcedente a queixa crime ajuizada contra o ex-prefeito Dinca. O vice-presidente do TJPE também negou seguimento ao STJ.
Recorde o caso: No final de 2011, Brandino criticou duramente o radialista em entrevista à Rádio Pajeú. Tudo porque Anchieta criticou o não cumprimento de promessa de entrega de prêmios em uma campanha de atualização de IPTU para clientes que estavam em atraso com o imposto no município de Tabira.
Dinca agrediu verbalmente o profissional chegando a chamá-lo de irresponsável e mau caráter. Anchieta reuniu a gravação da entrevista e documentos que comprovariam que a fala de Dinca o afrontou moralmente.
Inscrições para a nova edição terminam no dia 1º de agosto. Desde o início do programa, já foram investidos cerca de R$ 40 milhões O governador Paulo Câmara anunciou, nesta terça-feira (22.06), a abertura do 6º chamamento público do Programa para o Fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais em Pernambuco – Força Local. Serão investidos R$ […]
Inscrições para a nova edição terminam no dia 1º de agosto. Desde o início do programa, já foram investidos cerca de R$ 40 milhões
O governador Paulo Câmara anunciou, nesta terça-feira (22.06), a abertura do 6º chamamento público do Programa para o Fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais em Pernambuco – Força Local. Serão investidos R$ 7 milhões – R$ 1 milhão a mais que na edição anterior – contemplando 50 projetos.
O programa direciona recursos para impulsionar o crescimento dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) e outros segmentos de relevância para os municípios, fortalecendo, assim, as cadeias econômicas do Estado. A iniciativa já contabiliza aproximadamente R$ 40 milhões em investimentos totais, contemplando os aportes da Adepe e das contrapartidas.
“Já estamos em 100 municípios, percorrendo todas as regiões de Pernambuco. São muitas entidades beneficiadas. O Força Local é um programa que veio para ficar, fortalecendo os arranjos produtivos e dando condições de gerar emprego e renda em Pernambuco”, destacou Paulo Câmara.
De acordo com o diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Roberto de Abreu e Lima, o programa tem transformado os pequenos e médios negócios do litoral ao sertão.
“Esse programa é a consolidação de uma política pública exitosa e bem executada. Investimos mais porque vemos os bons resultados na vida dessas pessoas. Viajamos o Estado conferindo de perto cada projeto, e nos dá muito orgulho ver tantas iniciativas boas se fortalecendo”, pontuou.
As inscrições para a nova edição do programa seguem até o dia 1º de agosto e a divulgação do resultado final acontece no dia 27 de setembro. Os interessados podem conferir o edital e realizar as inscrições no site www.adepe.pe.gov.br .
Os projetos enviados por representantes dos povos e comunidades tradicionais (PCTs) e os projetos com foco em sistemas orgânicos de produção ou com base agroecológica receberão pontos extras na seleção. Como nas edições anteriores, também haverá pontuação extra para APLs com pelo menos 80% de participação feminina, em conformidade com o projeto Pernambuco com Elas.
“Temos visto o quanto o Força Local tem ajudado no desenvolvimento dos municípios pernambucanos, olhando sobretudo para os pequenos e médios produtores. Estamos aportando a maior ordem de investimentos pela Adepe nesta edição”, pontuou, João Suassuna, diretor de Fomento, Inovação e Arranjos Produtivos da Adepe.
Todo o montante investido será destinado à capacitação das equipes das APLs, compra de equipamentos, reforma de espaços e desenvolvimento de negócios. O programa é liderado pela Adepe, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado. As propostas, que podem estar relacionadas a desenvolvimento econômico e social ou infraestrutura, devem incluir projeto detalhado, plano de trabalho, cronograma de atividades, entre outras especificações.
FORÇA LOCAL – Desde a sua primeira edição, o programa contabiliza, aproximadamente, 300 projetos recebidos, 125 aprovados, 65 entidades parceiras, beneficiando um total de 9.620 pessoas em 100 municípios do Estado, atuando na gestão, regulamentação, estruturação, produção, logística e comércio.
Também participaram da solenidade a vice-governadora Luciana Santos; o prefeito de Pesqueira, Sebastião Leite; o diretor de Desenvolvimento Econômico de Pesqueira, Flávio Eduardo; e a presidente da Associação de Renascença Cheia de Graça, Maria Ivoneide da Silva.
Do G1, em Brasília Manuscrito apreendido pela Lava Jato no escritório do executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Jr. sugere que houve formação de cartel e pagamento de propina em obra do governo Geraldo Alckmin (PSDB) em 2002, de acordo com reportagem publicada neste sábado (26) no jornal “Folha de S.Paulo”. A anotação, de […]
Manuscrito apreendido pela Lava Jato no escritório do executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Jr. sugere que houve formação de cartel e pagamento de propina em obra do governo Geraldo Alckmin (PSDB) em 2002, de acordo com reportagem publicada neste sábado (26) no jornal “Folha de S.Paulo”.
A anotação, de uma página, tem como título o nome Mogi Dutra, em referência à obra de duplicação da rodovia. Logo abaixo, aparece escrito: “valor da obra = 68,730,00 (95% do preço DER)”. Depois, na linha seguinte, a anotação é: “custos c/ o santo = 3,436,500”. A palavra “santo” aparece escrita sobre a palavra “apóstolo”, que foi riscada.
Nas linhas seguintes, o manuscrito tem a expressão “acomodação de mercado”. Segundo a “Folha”, isso sugere que as empreiteiras que participaram da licitação da obra formaram cartel e depois dividiram os valores.
O jornal afirma ainda que a construtora que venceu a licitação foi a Queiroz Galvão, que apresentou o menor preço: R$ 68.678.651,60. As outras participantes da disputa, segunda a Folha, apresentaram preços acima de R$ 70 milhões, com variação pequena entre a que ficou em 2º lugar (a OAS) e a que ficou em 5º (a Odebrecht).
Segundo a “Folha”, o padrão de preços muito parecidos em licitações é parecido com o observado entre as mesmas construtoras nos contratos da Petrobras investigados na Lava Jato.
No manuscrito apreendido, há ainda uma anotação ao lado das iniciais da Construtora Norberto Odebrecht (CNO) o percentual de 19%. Segundo a “Folha”, esse é o percentual do contrato que caberia à construtora. Ao G1, a assessoria de imprensa do governador Alckmin e do DER disseram que quem deve dar respostas sobre as anotações é quem fez o manuscrito.
“A licitação para a referida obra foi vencida pela empresa Queiroz Galvão. Quem tem que explicar as anotações mencionadas pela reportagem é quem as fez. A licitação para a referida obra foi vencida pela empresa Queiroz Galvão. Como a regra do governo do Estado é a total transparência, o documento foi enviado para apuração da Corregedoria Geral da Administração. Já a partir de segunda-feira, o corregedor-geral, Ivan Agostinho, irá requerer à Polícia Federal permissão para o acesso a depoimentos que esclarecem essas anotações.”, afirma nota do governo.
A Odebrecht não quis emitir comentários sobre os documentos apreendidos no escritório de seu executivo. “Os esclarecimentos foram prestados durante as oitivas realizadas pela Polícia Federal”, afirmou a construtora. A Queiroz Galvão afirmou que não comenta investigações em andamento.
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