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Caminhada do Forró manteve tradição em Arcoverde

Por Nill Júnior

Arcoverde viveu a 11ª edição da Caminhada do Forró, promovida pelo COCAR, Coletivo Cultural da cidade.

A estimativa é de que o evento atraiu mais de 30 mil pessoas.

Criada em 2011, a Caminhada reúne vários sanfoneiros da região,  privilegiando o São João tradicional em uma bela puxada cultural.

Também não faltam as referências ao samba de coco,  outra tradição genuinamente arcoverdense. Os mais de trinta trios de forró raiz fazem uma saudação ao Mestre e sanfoneiro Zé Coco, um dos homenageados dessa caminhada, ao lado de Severina Lopes.

O evento tem essa beleza exatamente por seu alicerce popular, sem cordões de isolamento, com o povo liderando a puxada. Quase 300 pessoas, entre artistas, equipe de produção e técnicos, trabalharam no evento, fortalecendo a economia regional.

Da concentração no Parque Linear até a conclusão no Largo do Cecora, passaram artistas e grupos como o Coco das Irmãs Lopes, Kleber Araújo, Zé do Peba, Coco Trupé, Vandinho Paes, Orquestra Maktub,  George Silva, Erisson Porto e Kelly Rosa.

O evento teve apoio da Prefeitura de Arcoverde, Fundarpe, Secretaria de Cultura do Estado, Governo de Pernambuco e parceiros da iniciativa privada.

Fotos de Amanda Oliveira e Paulo Cézar Cavalcanti.

Outras Notícias

Itapetim: Aline e Chico inauguram comitê no Distrito de São Vicente

Na tarde do último sábado (17) , a candidata a prefeita de Itapetim Aline Karina e o vice Chico inauguraram oficialmente o comitê de campanha no Distrito de São Vicente, marcando mais um passo importante na corrida eleitoral. O prefeito Adelmo Moura esteve presente, reforçando seu apoio à candidatura de Aline e Chico, além de […]

Na tarde do último sábado (17) , a candidata a prefeita de Itapetim Aline Karina e o vice Chico inauguraram oficialmente o comitê de campanha no Distrito de São Vicente, marcando mais um passo importante na corrida eleitoral.

O prefeito Adelmo Moura esteve presente, reforçando seu apoio à candidatura de Aline e Chico, além de destacar as diversas ações realizadas no Distrito de São Vicente.

Segundo a organização, “o evento, que reuniu um grande número de simpatizantes e apoiadores, também contou com a participação dos pré-candidatos a vereador da Frente Popular.”

PT deve escolher novos líderes no Senado e na Câmara semana que vem

Da Folhapres Os parlamentares do PT retomam os trabalhos no Congresso, na próxima semana, com a incumbência de escolher um novo líder tanto no Senado quanto na Câmara. Por motivos distintos, o senador Humberto Costa (PE) e o deputado Sibá Machado (AC) devem deixar os postos já nos primeiros dias de fevereiro. Há três anos […]

Humberto Costa vai optar em se dedicar a fortalecer o partido nas eleições municipais
Humberto Costa vai optar em se dedicar a fortalecer o partido nas eleições municipais

Da Folhapres

Os parlamentares do PT retomam os trabalhos no Congresso, na próxima semana, com a incumbência de escolher um novo líder tanto no Senado quanto na Câmara. Por motivos distintos, o senador Humberto Costa (PE) e o deputado Sibá Machado (AC) devem deixar os postos já nos primeiros dias de fevereiro. Há três anos no cargo, Humberto quer se dedicar neste ano às eleições municipais para reconstruir o PT em Pernambuco.

Desde as últimas eleições, o partido perdeu representatividade no estado. O próprio senador acabou sendo derrotado quando concorreu à Prefeitura do Recife em 2012. Dos 13 prefeitos eleitos pelo partido em 2012, quatro deixaram a sigla ao longo dos anos. Além disso, o senador diz ter se cansado da liderança.

Em dezembro, ele conversou com os outros 12 senadores da bancada para anunciar a sua decisão. Apesar de não poder influenciar diretamente na escolha do novo líder, o Palácio do Planalto considera preocupante a saída do pernambucano. Isso porque uma troca no comando do principal partido da base do governo da presidente Dilma Rousseff neste momento pode acabar trazendo problemas em um momento em que ela precisa angariar apoio no Congresso.

O próprio ex-presidente Lula pediu a Humberto, no fim do ano passado, que ele permanecesse no cargo por mais um período porque avalia que este não é o momento do senador sair do posto.

Um dos nomes cotados para substituir Humberto é o do senador Lindbergh Farias (RJ), ferrenho crítico da política econômica do governo Dilma. Ex-ministra da Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PR) também está na disputa. Já o atual vice-líder do partido, Paulo Rocha (PA), corre por fora pela titularidade. A bancada da legenda no Senado se reúne terça-feira e, se não houver disputa interna, a decisão já poderá ser tomada.

A negociação em torno dos nomes de Lindbergh e Gleisi, no entanto, envolve também a indicação que o partido fará para a presidência da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, um dos colegiados mais importantes do Congresso.

O PT ainda terá que indicar no início do ano alguém para substituir o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso em novembro, em uma das etapas da Operação Lava-Jato por suspeita de ter atuado para prejudicar as investigações. Ele estava à frente da CAE desde o início de 2015.

Câmara
Já a bancada do PT na Câmara vai definir o nome que substituirá o deputado Sibá Machado (AC) à frente da liderança do partido na Casa. Até agora, o nome com mais força é o do deputado Afonso Florence (BA).

Sibá é considerado inclusive por aliados como pouco atuante e de perfil político fraco, por um deputado mais ativo na defesa do mandato de Dilma. A expectativa do Palácio e dos petistas é a de que o ano Legislativo, com início terça-feira que vem, comece com a volta da discussão do impeachment da presidente.

Além de Florence, disputam o cargo de líder do PT na Câmara os deputados Paulo Pimenta (RS) e Reginaldo Lopes (MG), todos da Mensagem ao Partido, segunda maior corrente interna do PT e detentora da vez para o posto. A ideia é que haja uma definição de nome por consenso na próxima segunda-feira para ser apresentada na reunião da bancada quarta-feira.

Segundo a reportagem apurou, integrantes do PT ponderam que Pimenta presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Câmara em 2015 e foi um dos vice-líderes do governo na Casa e agora a vez deveria ser de Florence. O deputado baiano é, inclusive, o preferido pelo Planalto, por ser ligado ao ministro Jaques Wagner (Casa Civil) e ter se notabilizado por sua atuação à frente da CPI da Petrobras.

O nome de Pimenta é defendido por aliados do ex-presidente Lula. Com perfil mais explosivo que Florence, acreditam eles, poderia ter uma atuação mais expressiva que a do atual líder, Sibá, principalmente em relação ao impeachment.

Totonho Valadares: “Tô disposto a lutar para Daniel ser o novo prefeito de Afogados da Ingazeira”

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, participou nesta quinta-feira (05) do Debate das Dez, na Rádio Pajeú. Durante a entrevista, Valadares tratou da sucessão municipal, avaliou a atual gestão e detalhou o recente episódio de saúde que enfrentou. Sucessão e apoio político Totonho descartou o retorno à disputa pelo Poder Executivo e reafirmou […]

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, participou nesta quinta-feira (05) do Debate das Dez, na Rádio Pajeú. Durante a entrevista, Valadares tratou da sucessão municipal, avaliou a atual gestão e detalhou o recente episódio de saúde que enfrentou.

Sucessão e apoio político

Totonho descartou o retorno à disputa pelo Poder Executivo e reafirmou o apoio à pré-candidatura do atual vice-prefeito, Daniel Valadares. O ex-gestor vinculou sua decisão à formação técnica do aliado e aos resultados da atual administração.

“Eu não posso desestimular de jeito nenhum, nem querer, nem pensar na minha vida em ser candidato de novo. Eu só seria candidato se não tivesse outra alternativa, se tivesse uma explosão, uma metamorfose que mudasse a estrutura. Eu não quero”, afirmou.

Sobre a atuação de Daniel, o ex-prefeito pontuou: “Na minha análise e experiência política, Daniel está sendo melhor vice-prefeito do que eu fui”. Ele citou como exemplo a articulação para a entrega de 103 títulos de propriedade no município. “Quem articulou isso foi Sandrinho e foi Daniel. Eu não posso ser contra isso não. Eu tô disposto aqui é a lutar, lutar, lutar para Daniel ser o novo prefeito de Afogados da Ingazeira”, declarou.

Gestão e aliança com Patriota

Ao comentar o cenário administrativo, Totonho mencionou o acordo político firmado com o deputado José Patriota para a composição da chapa entre Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares.

“O que eu tô vendo hoje é fruto de uma conversa muito séria que eu e Patriota tivemos quando foi pra gente abençoar essa chapa. Acho que eles estão se saindo maravilhosamente bem. Problemas existem e têm que existir; existiu no meu governo, no de Patriota, no de Orisvaldo, no de Sandrinho. E vai existir sempre, senão era um mar de rosas”, avaliou o ex-prefeito.

Relato sobre saúde

Totonho Valadares também detalhou o mal-estar sofrido em um estabelecimento comercial, que resultou em atendimento pelo SAMU e internação hospitalar.

“Eu digo: ‘Luiz, eu vou cair’. Ele me segurou e tomou todas as providências. Quando eu voltei [do desmaio], eu disse: ‘Rapaz, dessa vez foi sério, porque fui no outro mundo e voltei’. Eu tenho um medo de morrer danado! Mas acho que o homem lá disse: ‘Não, rapaz, volta, tu ainda tem alguma coisa para cumprir, tua missão lá na Terra’. E eu vim para cá”, relatou.

Ao final da entrevista, o ex-prefeito convidou a população para o bloco “Tô na Folia”, agremiação solidária que leva seu nome há 25 anos e desfila na segunda-feira de Carnaval.

Governo anuncia R$ 200 bilhões para socorrer trabalhadores e empresas

Medidas provisórias e auxílio de R$ 600 devem sair até amanhã. O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (1º) cerca de R$ 200 bilhões em medidas para socorrer trabalhadores e empresas e ajudar estados e municípios no enfrentamento aos efeitos da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Em pronunciamento à imprensa no Palácio do Planalto, […]

Foto: Reprodução/TV Brasil

Medidas provisórias e auxílio de R$ 600 devem sair até amanhã.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (1º) cerca de R$ 200 bilhões em medidas para socorrer trabalhadores e empresas e ajudar estados e municípios no enfrentamento aos efeitos da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Em pronunciamento à imprensa no Palácio do Planalto, Bolsonaro explicou que, de hoje para amanhã, serão editadas três medidas provisórias (MP) e sancionado o projeto que prevê o auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa.

Ao lado do presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, explicou que esse auxílio custará R$ 98 bilhões aos cofres públicos e deve beneficiar 54 milhões de brasileiros. “De forma que eles tenham recursos nos próximos três meses para enfrentar a primeira onda de impacto, que é a onda da saúde. Há uma outra onda vindo de desarticulação econômica que nos ameaça”, disse.

O governo federal também vai transferir R$ 16 bilhões para os fundos de participação dos estados e dos municípios. “É para reforçar essa luta no front, onde o vírus está atacando, os sistemas de saúde e segurança”, explicou Guedes.

Manutenção de empregos

De acordo com o ministro, as outras medidas são para ajudar as empresas na manutenção dos empregos. São R$ 51 bilhões para complementação salarial, em caso de redução de salário e de jornada de trabalho de funcionários, e R$ 40 bilhões (R$ 34 bilhões do Tesouro e R$ 6 bilhões dos bancos privados) de crédito para financiamento da folha de pagamento.

“Então a empresa que resolver manter os empregos, nós não só complementamos o salário como damos crédito para o pagamento. A empresa está sem capital de giro e reduziu, por exemplo, em 30% a jornada e o salário, nós pagamos 30% do salário. E ela está sem dinheiro para pagar os outros 70% que se comprometeu a manter, nós damos o crédito”, explicou.

Segundo o ministro Guedes, as medidas custarão ao Tesouro o correspondente a 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

*As informações são da Agência Brasil.

Renato Duque presta depoimento em processo da Odebrecht na Lava Jato

O ex-diretor da Petrobras Renato Duque é o último réu a prestar depoimento em um dos processos que envolvem a empreiteira Odebrecht na Operação Lava Jato. A oitiva, marcada para as 9h30 desta terça-feira (3), encerra uma das fases da ação penal. Duque foi acusado pelo MPF pelos crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem […]

duque_-_cpi2O ex-diretor da Petrobras Renato Duque é o último réu a prestar depoimento em um dos processos que envolvem a empreiteira Odebrecht na Operação Lava Jato. A oitiva, marcada para as 9h30 desta terça-feira (3), encerra uma das fases da ação penal.

Duque foi acusado pelo MPF pelos crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro. Recentemente, tentou um acordo de delação premiada com os procuradores, mas não há confirmação de que tenha sido aceito ou mesmo homologado. O ex-diretor foi apontado pelas investigações como um dos homens que recebia propinas para o PT no esquema revelado pela Lava Jato.

Na sexta-feira (30), o presidente da Odebrecht S.A., Marcelo Odebrecht, teve que prestar depoimento à Justiça Federal. No entanto, em vez de responder os questionamentos do juiz Sérgio Moro, ele protocolou um documento na Justiça em que respondia às acusações formuladas pelo MPF.

Outros executivos ligados à empresa também foram ouvidos no dia 30 de outubro. Todos negaram a participação nos atos ilícitos apontados pelo MPF. Antes disso, delatores como Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco e Alberto Youssef haviam confirmado as declarações que deram em depoimentos anteriores e reiteraram que houve irregularidades

Após os depoimentos dos réus, que se encerram nesta terça-feira, o juiz Sérgio Moro deverá dar um prazo para que o MPF e as defesas apresentem as alegações finais no processo. A partir disso, os autos voltam para que Moro defina as sentenças contra cada um dos acusados. Independente do resultado – condenação ou absolvição – caberá recursos tanto às defesas quanto para os procuradores.