Camaragibe recebe Armando e João Paulo com entusiasmo
Por Nill Júnior
Panfletagem, minicarreata, caminhada e comício: a chapa majoritária da coligação Pernambuco Vai Mais Longe realizou extensa agenda em Camaragibe, na Região Metropolitana, na manhã desde sábado (30). Em todas as atividades, Armando Monteiro, Paulo Rubem e João Paulo (PT) foram recepcionados com alegria e palavras de incentivo na caminhada rumo à vitória.
O dia começou com uma panfletagem na estação do metrô e no Terminal Integrado de Camaragibe. No TI, Armando e João Paulo ouviram queixas sobre a qualidade do serviço oferecido à população. “É preciso ampliar a oferta de ônibus para que não seja esse sufoco que vemos todos os dias”, afirmou o candidato ao governo pelo PTB.
Do TI, Armando e João Paulo, ao lado do ex-candidato a prefeito de Camaragibe Demóstenes Verás (PSB), saíram em carreata rumo ao centro comercial. Em uma caminhada de pouco mais de um quilômetro, a chapa majoritária reuniu cerca de mil pessoas, na Rua Eliza Cabral, onde se concentram dezenas de estabelecimentos.
Ao fim da caminhada, Armando lembrou a importância de Camaragibe para a economia de Pernambuco e lamentou o fechamento da fábrica da Braspérola, no fim da década de 90. “Camaragibe é uma cidade símbolo da industrialização do Estado”. O candidato pediu votos para a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e salientou a necessidade de se eleger a chapa completa da coligação.
TRE-SP considerou irregular a transferência de título de eleitor do ex-juiz O Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo (TRE-SP) decidiu que o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) não poderá concorrer às eleições de 2022 por São Paulo. A informação é de Mônica Bergamo para a Folha de S. Paulo. Moro foi derrotado por […]
TRE-SP considerou irregular a transferência de título de eleitor do ex-juiz
O Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo (TRE-SP) decidiu que o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) não poderá concorrer às eleições de 2022 por São Paulo. A informação é de Mônica Bergamo para a Folha de S. Paulo.
Moro foi derrotado por um placar de 4 a 2. Ele ainda pode recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O TRE-SP considerou irregular a transferência do título de eleitor do ex-juiz para a capital paulista. E decidiu que ele está impedido de disputar qualquer cargo no estado.
O tribunal julgou nesta terça-feira (7) uma ação movida pelo deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) e pelo diretório municipal do PT que pedia o cancelamento da transferência do domicílio eleitoral do ex-juiz.
Moro nasceu no Paraná e fez carreira naquele estado.
Em março, no entanto, ele se filiou ao União Brasil e transferiu o título eleitoral para São Paulo.
Num primeiro momento, o ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro disse que pretendia disputar a Presidência da República. Vetado pela cúpula do partido, começou a sinalizar que poderia concorrer ao Senado por São Paulo.
A ação do PT alegava que o ex-juiz nunca residiu nem teve vínculo empregatício na capital paulista. Por isso, não poderia representar o estado de SP no Congresso Nacional.
Uma das evidências apontadas era a ausência de citação da cidade em suas redes sociais. A mulher do ex-juiz, Rosângela Moro, chegou a colocar fotos do sanduíche de mortadela do Mercado Municipal de São Paulo em seu Instagram. O partido alegava que isso era mais uma prova de que o roteiro do casal na capital era turístico.
O ex-juiz apresentou como comprovação de residência a locação de uma unidade de um flat na zona sul da capital paulista. Paranaense de Maringá, ele mora em Curitiba, onde foi juiz federal até 2018. Rosângela também pediu a mudança de seu domicílio eleitoral.
A transferência de Moro havia recebido aval da Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo. Em parecer, o órgão afirmou que não enxergava irregularidade na mudança. Os magistrados, no entanto, decidiram em sentido contrário.
“Não se está a afirmar que o recorrido agiu de má-fé ou dolo no sentido de ludibriar a Justiça Eleitoral, mas sim que não se comprovou nos autos, de fato, que possuía algum vínculo com São Paulo quando solicitou a transferência do domicílio eleitoral”, afirmou no julgamento o juiz Maurício Fiorito, relator do processo no TRE-SP.
“A Justiça foi feita. Moro, que em fevereiro de 2022 havia assumido a vice-presidência do Podemos no Paraná, tem OAB do Paraná, escritório no Paraná, nunca teve atividade econômica, política ou familiar em São Paulo, não provou que poderia ser candidato por São Paulo. O TRE de São Paulo disse que precisa de provas, não basta convicção”, afirma Padilha.
“Não podemos permitir que a legislação eleitoral seja manipulada por interesses escusos de quem quer que seja. Sérgio Moro nunca teve qualquer tipo de relação com o Estado de São Paulo. Natural, pois, que não seja candidato por este Estado. Decisão histórica e restauradora. Ganham os cidadãos de São Paulo e a credibilidade do nosso sistema de justiça”, diz o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas.
Em nota enviada à imprensa, Moro diz que ficou ‘surpreso’ com a decisão do TRE-SP, mas afirma que não desistirá do Brasil. “Recebi surpreso a decisão do TRE de São Paulo na ação proposta pelo PT. Nas ruas, sinto o apoio de gente que, como eu, orgulha-se do resultado da Lava Jato e não desistiu de lutar pelo Brasil. Anunciarei em breve meus próximos passos. Mas é certo que não desistirei do Brasil.”
Em Tabira, a gestão Sebastião Dias (PTB) estará realizando a pavimentação de 10 ruas em vários bairros da cidade. Os recursos para a execução das obras são da emenda do então senador, hoje Ministro de Estado, Armando Monteiro Neto. O Convênio celebrado entre a Prefeitura de Tabira e o Ministério das Cidades, via Caixa, Contrato […]
Em Tabira, a gestão Sebastião Dias (PTB) estará realizando a pavimentação de 10 ruas em vários bairros da cidade. Os recursos para a execução das obras são da emenda do então senador, hoje Ministro de Estado, Armando Monteiro Neto.
O Convênio celebrado entre a Prefeitura de Tabira e o Ministério das Cidades, via Caixa, Contrato de Repasse 806488/2014 foi aprovado pela CEF (Caixa Econômica Federal) no valor de R$ 749.500,00 (setecentos e quarenta e nove mil e quinhentos reais).
A empresa RM Construção Ltda, vencedora do processo licitatório recebeu a ordem de serviço para iniciar os trabalhos.
As ruas contempladas são: Travessa Santa Luzia e Rua Projetada 02, no Bairro Vitorino Gomes; Rua Projetada e Maria Gouveia de Moraes, Bairro das Missões; Rua Martins Lopes da Silva, Bairro de Fátima, Rua Antônia Alexandrina de Menezes, Ruas Projetada 03 e 04, nos Barreiros, Rua Patrício Alves Pequeno, Jureminha e Travessa Minervina Goes Pires, no Bairro João Cordeiro, bem como rampas de acessibilidade.
“Nossa vontade é de atender a todas as ruas que precisam de pavimentação. Fizemos vários projetos, estamos agora aguardando as liberações. A liberação da emenda beneficiará 10 (dez) ruas”, acrescentou segundo nota.
Por Magno Marins, jornalista A cultura de um povo é o seu maior patrimônio. Preservá-la é perpetuar valores, permitir que as novas gerações não vivam sob as trevas do anonimato. Isso só não é prática em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, a 386 km do Recife. Lá, o poder público não está nem aí. […]
A cultura de um povo é o seu maior patrimônio. Preservá-la é perpetuar valores, permitir que as novas gerações não vivam sob as trevas do anonimato.
Isso só não é prática em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, a 386 km do Recife. Lá, o poder público não está nem aí. Do contrário, preservaria seus casarões incorporados à história.
Como é o caso da belíssima casa da professora e historiadora Letícia Goes, na Praça Arruda Câmara, coração da cidade. Ao ver a sua demolição, em imagem postada no site de Nill Júnior, diretor da Rádio Pajeú, sofri um golpe, uma dor profunda na alma e no espírito. Casarão de muitas histórias, lindo, estilo colonial clássico, com detalhes nas paredes que refletiam o modelo europeu importado, a velha morada de Dona Letícia vai deixar muita saudade.
Era ali que, ao entardecer, ela me recebia – e tantos e tantos alunos – para um chá cultural. Expressava-se em latim, francês, espanhol e inglês fluentemente. Dava lições de moral, ética e comportamento doméstico. Era a mãozona da cidade sem nunca ter parido.
Suas aulas no Colégio Normal eram precedidas pelo hino francês La Marseillaise. Allons enfants de la Patrie/ Le jour de gloire est arrivé! Contre nous de la tyrannie/ L’étendard sanglant est levé. Quem não cantasse de pé, com a mão no peito, não assistiria sua aula.
Dona Letícia era linda! Dicção perfeita, entonação irrepreensível, elegância incomparável, sempre perfumada e disponível. Já levei muitos carões dela, mas eram finos, suaves, como o vento no entardecer do seu casarão. Seu túmulo deve ter remexido com as marretadas de ontem em sua casa, que não era dela, como dizia, mas patrimônio do município.
A notícia é que em seu lugar surgirá uma farmácia quando deveria ser um museu se o poder público tivesse sensibilidade. Gasta-se o dinheiro do povo com tantas futilidades, nunca com a preservação da história. Um povo que não se preocupa em preservar sua memória perde-se na história e se aniquila a curto prazo, na sua cultura.
As nossas raízes, cultura, memória e história são fatores fundamentais de preservação. O maior legado de uma sociedade é a sua cultura e o seu patrimônio preservados. A cultura milenar dos Maias preservada, ainda nos dias de hoje, proporciona beleza sem comparação de plena sabedoria ancestral.
Minha terra devia chorar hoje ao invés de aplaudir essa violência. Arrancaram um pedaço de Afogados da Ingazeira, apagaram da história a professora Letícia e seu trono como um supérfluo qualquer. A cidade é como um corpo. Todo corpo tem sua alma, tal qual a cidade com sua cultura. Ambos, portanto, precisam ser preservados.
Por André Luis Na tarde deste sábado (15), um grupo de afogadenses que apoiam a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), à Presidência da República, promoveram uma carreata pelas ruas da cidade. A concentração aconteceu às 16h, no Posto Brasilino II, de onde o grupo seguiu em carreata noite a dentro pelas principais ruas da […]
Na tarde deste sábado (15), um grupo de afogadenses que apoiam a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), à Presidência da República, promoveram uma carreata pelas ruas da cidade.
A concentração aconteceu às 16h, no Posto Brasilino II, de onde o grupo seguiu em carreata noite a dentro pelas principais ruas da cidade. Nas redes sociais, o grupo comemora o resultado da mobilização, principalmente pela falta de apoio político no município e no estado.
“Sem vereador, sem prefeito, sem deputado estadual, sem deputado federal, sem governador, sem senador. Com Jair Bolsonaro, com o Brasil acima de tudo e com Deus acima de todos”, escreveu em seu perfil no Facebook um eleitor que participou da carreata.
Nesta segunda-feira (6), dia em que se comemora o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, instituído pela Lei nº 11.489/2007, os policiais civis da Delegacia de Polícia Especializada em Atendimento à Mulher de Afogados da Ingazeira – 13ª DEAM realizaram ações voltadas a sensibilizar e mobilizar os homens […]
Nesta segunda-feira (6), dia em que se comemora o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, instituído pela Lei nº 11.489/2007, os policiais civis da Delegacia de Polícia Especializada em Atendimento à Mulher de Afogados da Ingazeira – 13ª DEAM realizaram ações voltadas a sensibilizar e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher, convocando outros homens a demonstrar seu apoio à causa na campanha “Laço Branco”.
Foram distribuídos laços e informações a policias miliares e civis, advogados e especialmente a outros homens atendidos pela Delegacia.
A Campanha Laço Branco surgiu a partir de um triste episódio. No dia 6 de dezembro de 1989, um jovem chamado Marc Lepine, de 25 anos, invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Montreal, Canadá. Ele ordenou que os homens se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres e gritou “vocês são todas feministas!”, em seguida, ele começou a atirar enfurecidamente e assassinou 14 mulheres, cometendo suicídio logo após o ataque.
O rapaz deixou uma carta na qual afirmava que havia feito aquilo porque não suportava a ideia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino.
O crime mobilizou a opinião pública de todo o país. Assim, um grupo de homens do Canadá decidiu se organizar para dizer que existem homens que cometem a violência contra a mulher, mas existem também aqueles que repudiam essa atitude.
Eles elegeram o laço branco como símbolo e adotaram como lema: jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência.
Foi então lançada a primeira Campanha do Laço Branco (White Ribbon Campaign): homens pelo fim da violência contra a mulher.
Nas duas últimas décadas, a Campanha foi implementada em diferentes países: na Ásia (Índia, Japão e Vietnã), Europa (Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Alemanha, Inglaterra e Portugal), África (Namíbia, Quênia, África do Sul e Marrocos), Oriente Médio (Israel), Austrália e Estados Unidos. No Brasil, o lançamento oficial da Campanha foi realizado em 2001.
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