Notícias

Câmara de Tuparetama teve mais uma sessão

Por Nill Júnior

A Câmara de Vereadores de Tuparetama voltou a se reunir nesta segunda, dia 16. Presidida pelo vereador Danilo Augusto (PDT), a sessão teve as presenças dos vereadores Plécio Galvão (PSL) Vanda Lúcia (PSD) Orlando Ferreira (MDB) Priscila Menezes (PSL) Diógenes Patriota (SD) Idelbrando Valdevino (PSDB) Valmir Tunú (DEM) e Arlã Gomes(PSDB).

O vereador Valmir Tunú (DEM) criticou a oposição por dizer que faltou médico no PSF da Vila Bom Jesus no mês de agosto. Segundo ele havia médico e essa semana chega a nova profissional. Ele  agradeceu ao deputado Clodoaldo Magalhães (PSB) pelo apoio na visita ao DETRAN.

O vereador Orlando Ferreira (MDB) criticou o fato de quatro poços artesianos na zona rural estarem a meses com o catavento desativado e bomba sem funcionar. Ele cobrou da gestão Sávio Torres e criticou o prefeito por usar as ações do Poder Executivo para comprar o apoio das pessoas em troca de poços e empregos.

O vereador Arlã criticou a gestão anterior de Deva Pessoa por durante seis meses ter deixado os PSFs sem médicos e hospital sem ambulância. Disse que viajou esse tempo com pacientes pra fora do município. Acusou ainda a oposição de não ter união para escolher o seu candidato a prefeito. Também defendeu que está com várias ações na Saúde conseguindo cirurgias e consultas com especialista para pessoas do município.

O vereador Plécio Galvão (PSL) acusou a bancada de situação de acobertar os erros do atual governo com a gestão do Fundo de Previdência de Tuparetama (FUNPRETU) e criticou o prefeito por não ter pago a premiação do campeonato de futebol que já foi encerrado a vários dias. Também acusou a situação de estar rifando o atual vice prefeito da futura chapa.

O vereador Danilo Augusto (PDT) cobrou ao Prefeito o pagamento dos salários dos contratados da educação que está em atraso. Ainda que o prefeito disponibilize para o PSF SEDE um  médico para atender um ou dois dias na semana. Ainda que responda os requerimentos de solicitação de informações enviados pela casa.

A vereadora Priscila (PSL) criticou o prefeito por estar segundo ela aliciando eleitores de outros municípios para transferir o título de eleitor para Tuparetama. Disse que tem escola intimidando alunos e ameaçando não renovar matrícula caso não transfira o título. Ainda criticou o fato das contas de governo do ano de 2007 do atual prefeito não chegarem à Câmara para votar, visto que está a 12 anos no TCE, tentando julgar o seu último embargo.

Foram apresentados e aprovados três dos quatro requerimentos em aberto pelo vereador Danilo Augusto (PDT) solicitando  construção de casa de alvenaria para moradora de Casa Taipa no município, a quantidade de carros locados e suas respectivas placas e pesquisa de avaliação da gestão atual paga pelo poder executivo. O que solicita ao poder executivo a revisão da lei do Regime Jurídico Municipal 270/2008 está sob vistas.

O plenário aprovou 4 projetos de resolução que concedem títulos de cidadãos Tuparetamenses para Elizabeth Gomes de Freitas Silva (autor vereador Arlã), Pastor José Cláudio dos Santos (autores vereadores Diógenes e Danilo), Pastor Alex Amorim (autor Valmir Tunú) e Severino Raimundo (in memorian), com autoria da Vereadora Vanda Lúcia.

A sessão pode ser assistida no Facebook Câmara de Tuparetama, página Câmara de Vereadores de Tuparetama no YouTube e ao vivo pela Rádio Bom Jesus FM 87,9.

Outras Notícias

Núcleo do MPPE articula ações com movimentos sociais para enfrentar feminicídio

O Núcleo de Apoio à Mulher (NAM) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recebeu integrantes locais do Levante Feminista Contra o Feminicídio, um movimento nacional que luta contra o assassinato de mulheres (feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio) no território nacional.  Elas defenderam a intensificação de ações contra a violência de gênero e relataram desafios a serem […]

O Núcleo de Apoio à Mulher (NAM) do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recebeu integrantes locais do Levante Feminista Contra o Feminicídio, um movimento nacional que luta contra o assassinato de mulheres (feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio) no território nacional. 

Elas defenderam a intensificação de ações contra a violência de gênero e relataram desafios a serem vencidos em relação a políticas públicas.

“O enfrentamento das diversas formas de violência contra as mulheres exige ações articuladas entre instituições e representantes da sociedade. Estamos renovando o diálogo com o movimento de mulheres para que o NAM possa ter uma ação voltada às demandas prioritárias”, explicou a Promotora de Justiça Maísa Oliveira, coordenadora do núcleo do MPPE.

O Levante Feminista Pernambuco requer o funcionamento por 24 horas dos órgãos que atuam na assistência às mulheres, bem como a intensificação de ações voltadas ao enfrentamento da violência de gênero nas escolas. O movimento alertou sobre a subnotificação de feminicídios de mulheres negras e pediu que o MPPE observasse a execução do orçamento estadual destinado a políticas para as mulheres. Outra questão mencionada foi a necessidade de divulgação dos direitos dos órfãos do feminicídio.

“Durante a reunião houve relatos acerca da rede de proteção e dos equipamentos de acolhimento de mulheres vítimas de violência doméstica em Pernambuco. Informamos como o MPPE tem atuado em relação aos temas referidos e destacamos a importância da articulação com os movimentos sociais para uma melhor compreensão da temática pelo NAM e outros setores do Ministério Público”, informou a Promotora Maísa Oliveira.

Domingo de eleição para escolha dos novos conselheiros tutelares

Todos os municípios brasileiros realizarão amanhã eleição para escolha dos seus novos Conselheiros Tutelares. Afogados da Ingazeira com apenas três dias de campanha, nove candidatos disputarão a eleição com o eleitor votando em um único nome. Em Tabira, 18 candidatos disputarão a preferência do eleitorado que votará em cinco nomes. Em Iguaraci cinco candidatos entre […]

Todos os municípios brasileiros realizarão amanhã eleição para escolha dos seus novos Conselheiros Tutelares. Afogados da Ingazeira com apenas três dias de campanha, nove candidatos disputarão a eleição com o eleitor votando em um único nome.

Em Tabira, 18 candidatos disputarão a preferência do eleitorado que votará em cinco nomes. Em Iguaraci cinco candidatos entre 23 serão eleitos.

Já em Ingazeira 10 nomes disputarão as cinco vagas. A eleição começa às 8h da manhã e termina as cinco da tarde. Para votar o eleitor será obrigado a apresentar o título de eleitor e documento de identificação.  Pode votar qualquer pessoa que está com o título de eleitor em dia e que tirou o documento oficial até o dia 28 de junho.

STJ equipara discriminação contra nordestinos a crime de racismo

A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar o Recurso Especial (REsp) n.º 1.569.850/ RN, equiparou a discriminação contra nordestinos a crime de racismo, conforme previsto no artigo 20 da Lei 7.716/ 1989. O caso teve origem em um recurso interposto pelo Ministério Público Federal (MPF), que buscava a autorização para quebra […]

A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar o Recurso Especial (REsp) n.º 1.569.850/ RN, equiparou a discriminação contra nordestinos a crime de racismo, conforme previsto no artigo 20 da Lei 7.716/ 1989.

O caso teve origem em um recurso interposto pelo Ministério Público Federal (MPF), que buscava a autorização para quebra de sigilo de dados cadastrais de uma pessoa que teria feito postagens de cunho racista nas redes sociais. Segundo as informações apresentadas, as mensagens teriam teor discriminatório contra os nordestinos, em decorrência de insatisfação com resultados eleitorais na região.

As postagens, que continham frases como “Ebola, olha com carinho para o Nordeste” e “E aí tudo graças aos flagelados nordestinos que vivem de bolsa esmola”, foram consideradas pelo MPF como discurso de ódio (hate speech), evidenciando preconceito em relação aos nordestinos.

Apesar do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) ter indeferido o pedido de quebra de sigilo, o STJ reformou a decisão equiparando a discriminação contra nordestinos a crime de racismo, conforme disposto na Lei 7.716/1989.

O julgado da 6ª Turma do STJ ressaltou que o delito previsto no artigo 20, § 2º, da referida lei consiste na expressão de superioridade em contraposição à inferioridade de coletividades humanas, equiparando-o ao discurso de ódio previsto na Convenção Interamericana de Direitos Humanos.

Além disso, foi destacado que a Lei 14.532, de 2023, incluiu o Artigo 2º-A na Lei 7.716/1989, igualando as penas de injúria às do racismo, reforçando a importância do combate a manifestações de preconceito de procedência nacional.

Enquanto o racismo é entendido como um crime contra a coletividade, a injúria é direcionada ao indivíduo, ressaltando a necessidade de coibir qualquer forma de discriminação e garantir o respeito à dignidade e ao decoro de todos os cidadãos. Com informações do Jusbrasil.

Sicoob Pernambuco realiza o Dia de Cooperar 2026 com ações voltadas à conservação da natureza.

Neste 28 de julho, data em que celebramos o Dia Mundial da Conservação da Natureza, o Sicoob Pernambuco realizou o Dia de Cooperar 2026, com uma ação voltada à preservação do meio ambiente e ao fortalecimento das comunidades onde está presente. A iniciativa foi realizada em 26 municípios da área de atuação da cooperativa, beneficiando […]

Neste 28 de julho, data em que celebramos o Dia Mundial da Conservação da Natureza, o Sicoob Pernambuco realizou o Dia de Cooperar 2026, com uma ação voltada à preservação do meio ambiente e ao fortalecimento das comunidades onde está presente.

A iniciativa foi realizada em 26 municípios da área de atuação da cooperativa, beneficiando mais de 1.000 pessoas. A ação contou com o engajamento dos colaboradores do Sicoob Pernambuco, que também atuam como voluntários transformadores, promovendo conscientização ambiental e incentivando o cuidado com a natureza.

Além de contribuir para a preservação do meio ambiente, a ação fortaleceu os laços entre o Sicoob Pernambuco, a comunidade e as instituições municipais, por meio da parceria com várias Secretarias Municipais de Meio Ambiente. A iniciativa também contou com o importante apoio do SESCOOP/PE e OCB/PE, reforçando o compromisso do cooperativismo com a sustentabilidade e o desenvolvimento das comunidades.

Fim do Auxílio Emergencial acende alerta de gestores para crise financeira

Segundo o Datafolha, 36% das famílias que recebem o auxílio emergencial no Brasil não possuem outras fontes de renda. Em Pernambuco, conforme dados da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), 3,5 milhões de pessoas recebem, hoje, o abono assistencial.  Destas, 1,5 milhões também são beneficiárias do programa Bolsa Família, ou seja, seus […]

Segundo o Datafolha, 36% das famílias que recebem o auxílio emergencial no Brasil não possuem outras fontes de renda. Em Pernambuco, conforme dados da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), 3,5 milhões de pessoas recebem, hoje, o abono assistencial. 

Destas, 1,5 milhões também são beneficiárias do programa Bolsa Família, ou seja, seus núcleos familiares encontram-se em situação de pobreza (renda por pessoa entre R$ 89,01 a R$ 178,00) ou extrema pobreza (renda por pessoa de até R$ 89,00 por mês).

Com a descontinuação do Auxílio Emergencial, prevista para ocorrer já no início de 2021, R$ 2,5 bilhões deixarão de circular mensalmente no Estado, causando prejuízos à economia local e, principalmente, à vida de quem recebia o benefício. Governador e prefeitos, no entanto, não devem concordar em pagar essa fatura.

José Patriota (PSB), prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), diz que os gestores municipais aguardam tempos difíceis com o fim do benefício, sobretudo para cidades de menor porte, que não possuem grande arrecadação e dependem do comércio local. 

“O auxílio ajudou demais as prefeituras, principalmente as menores, durante esse ano. As pessoas tinham dinheiro para consumir e foi só por isso que muitas cidades não quebraram. Sem o benefício isso acaba, e a pressão em cima de quem está na ponta, os prefeitos, aumenta demais, porque as pessoas passam a demandar muito mais da administração municipal”, explicou Patriota. A informação é do JC Oline.