Câmara de Iguaracy lamenta morte de Expedito Araújo
Por Nill Júnior
O Presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Chico Torres (PSB), lamentou em nota institucional o falecimento do ex vice-prefeito e ex-vereador de Afogados, Expedito Araújo, aos 92 anos.
Nesta terça-feira (23) em Iguaracy, a Câmara Municipal de Vereadores apresentou em plenária o voto de pesar coletivo em nome de Expedito Araújo, ex-vereador e ex-vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, dando assim encaminhado à sua família.
Expedito Araújo, que faleceu aos 92 anos na madrugada desta terça-feira de falência de múltiplos órgãos em consequência da luta contra o câncer. O Requerimento foi aprovado por todos os vereadores, expressando a comoção com o acontecido.
Expedito tinha origem no município de Iguaracy, tendo depois construído vida e carreira política em Afogados da Ingazeira.
“O Requerimento foi aprovado por todos os vereadores, expressando a comoção com o acontecido”, conclui a nota.
G1 A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou nesta segunda-feira (30), nova denúncia por corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT; os ex-ministros Antônio Palocci e Paulo Bernardo; o empresário Marcelo Odebrecht; e Leones Dall’agnol, chefe de gabinete da […]
A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou nesta segunda-feira (30), nova denúncia por corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT; os ex-ministros Antônio Palocci e Paulo Bernardo; o empresário Marcelo Odebrecht; e Leones Dall’agnol, chefe de gabinete da senadora.
A denúncia foi encaminhada ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). O G1 e a TV Globo buscam contato com todos os denunciados.
Segundo a PGR, a construtora Odebrecht prometeu em 2010 ao então presidente Lula – e colocou à disposição do PT – R$ 64 milhões em troca de decisões do governo que favorecessem a empresa.
Uma das contrapartidas, segundo a PGR, foi o aumento de um empréstimo concedido a Angola pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 1 bilhão – posteriormente a empresa, contratada pelo país africano, captou parte dos valores. A autorização foi assinada por Paulo Bernardo, então ministro.
A PGR também diz que na campanha de 2014 ao Senado, Gleisi Hoffmann aceitou receber doação não declarada (caixa 2) da Odebrecht no valor de R$ 5 milhões – pelo menos R$ 3 milhões teriam efetivamente recebidos naquele ano.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirma na denúncia que a acusação é baseada em depoimentos de delatores, documentos apreendidos por ordem judicial, como planilhas e mensagens, quebra de sigilos telefônicos e diligências policiais.
“Há, ainda, confissões extrajudiciais e comprovação de fraude na prestação de informações à Justiça Eleitoral. Ressalte-se que até o transportador das vantagens indevidas foi identificado”, diz um dos trechos do documento.
Na denúncia, a procuradora-geral pede:condenação do ex-presidente Lula, dos ex-ministros e do chefe de gabinete por corrupção passiva; condenação de Gleisi por lavagem de dinheiro; condenação de Marcelo Odebrecht, por corrupção ativa; pagamento, por Lula, Bernardo e Palocci, de R$ 40 milhões e outros R$ 10 milhões a título de reparação de danos, material e moral coletivo e pagamento, por Gleisi, Paulo Bernardo e pelo chefe de gabinete, de R$ 3 milhões como ressarcimento pelo dano causado ao erário.
Da revista VEJA Ex-ajudante de ordens e principal peça no quebra-cabeças que pode levar Jair Bolsonaro a um julgamento por tentativa de golpe de Estado, o tenente-coronel Mauro Cid disse em seu acordo de colaboração premiada que uma das versões da minuta golpista discutida pelo então presidente no apagar das luzes de 2022 tinha, entre […]
Ex-ajudante de ordens e principal peça no quebra-cabeças que pode levar Jair Bolsonaro a um julgamento por tentativa de golpe de Estado, o tenente-coronel Mauro Cid disse em seu acordo de colaboração premiada que uma das versões da minuta golpista discutida pelo então presidente no apagar das luzes de 2022 tinha, entre suas cláusulas, ordens para levar para a cadeia não só os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e o presidente do Senado Rodrigo Pacheco, como registra relatório da Polícia Federal, mas uma extensa lista de autoridades. O motivo: os alvos não comungavam do mesmo alinhamento ideológico do capitão.
VEJA teve acesso ao trecho da delação de Cid em que ele explica as reuniões de novembro e dezembro de 2022 durante as quais personagens como o então assessor para Assuntos Internacionais Filipe Martins e o advogado Amauri Saad elaboraram uma série de “considerandos” na tentativa de embasar juridicamente uma possível anulação das eleições. Na mesma época, os três comandantes militares foram consultados sobre medidas a serem tomadas. Foi em um desses encontros, em 7 de dezembro de 2022, que o comandante Almir Garnier, chefe da Marinha na época, teria dado guarida à sublevação.
Nas declarações que integram seu acordo de colaboração, Cid diz “que o documento tinha várias páginas de ‘considerandos’, que retratava as interferências do Poder Judiciário no Poder Executivo e no final um decreto que determinava diversas ordens que prendia (sic) todo mundo”.
Braço-direito de Bolsonaro ao longo dos quatro anos de governo, o delator afirma também que, além dos ministros Alexandre e Gilmar, e do senador Rodrigo Pacheco, os alvos das prisões planejadas na minuta eram “autoridades que, de alguma forma, se opunham ideologicamente ao ex-presidente”. Cid, no entanto, não nominou a quem estava se referindo.
A minuta do que a Polícia Federal trata como uma evidência inequívoca de que havia um golpe em curso no país anunciava ainda que novas eleições seriam convocadas, mas não detalhava, nas palavras de Mauro Cid, “quem iria fazer, mas sim, o que fazer”.
Foi a partir dessa reunião que Jair Bolsonaro, depois de tomar conhecimento do teor do documento, pediu que a minuta de decreto fosse editada para que só contassem a prisão de Alexandre de Moraes e a realização de nova disputa eleitoral sobre o pretexto de “fraude no pleito”.
Em 7 de dezembro daquele ano, em uma nova rodada de discussões no Palácio da Alvorada, em Brasília, Bolsonaro chamou os três comandantes das Forças Armadas para apresentar a eles os “considerandos”. Na versão apresentada por Cid à Polícia Federal, àquela altura “o ex-presidente queria pressionar as Forças Armadas para saber o que estavam achando da conjuntura”, e os militares não foram informados de que faziam parte dos planos prender o principal algoz do bolsonarismo no Supremo e convocar novas eleições.
No relatório que embasou, no início de fevereiro, uma série de buscas contra militares de alta patente, a Polícia Federal afirma que o ex-ajudante de ordens apontou Almir Garnier como o comandante que teria colocado as tropas à disposição do golpe.
Sem estar presente na conversa em que o chefe da Marinha teria dado o ok para a insurreição, Mauro Cid diz ter ouvido do general Marco Antônio Freire Gomes, então comandante do Exército, o teor do que fora discutido. Nas palavras de Cid registradas na colaboração premiada, “o ex-presidente apresentou o documento aos generais com o intuito de entender a reação dos comandantes das forças em relação ao seu conteúdo”.
O I Seminário dos Dirigentes Municipais de Educação, promovido pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Pernambuco (Undime/PE) nesta terça-feira, 28 de janeiro, contou com a presença da governadora Raquel Lyra. Durante o evento, a gestora destacou os avanços alcançados ao longo de dois anos de governo e ouviu as principais demandas dos […]
O I Seminário dos Dirigentes Municipais de Educação, promovido pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Pernambuco (Undime/PE) nesta terça-feira, 28 de janeiro, contou com a presença da governadora Raquel Lyra.
Durante o evento, a gestora destacou os avanços alcançados ao longo de dois anos de governo e ouviu as principais demandas dos secretários municipais, com foco na construção de creches e a distribuição de novos ônibus escolares.
Ao se comprometer com a ampliação da rede de creches em todo o estado, Raquel Lyra destacou o apoio do governo estadual aos municípios.
“A construção de creches é uma prioridade. Se o terreno for municipal, firmamos convênio; se for privado, desapropriamos. Não vamos deixar de construir creches para quem mais precisa. Os secretários podem contar com o Governo de Pernambuco para enfrentar juntos esse desafio”, afirmou a governadora.
Durante o evento, a presidente da Undime/PE, Andreika Asseker, que é secretária de educação de Igarassu, frisou o trabalho orientador da Undime, ao afirmar a importância de momentos como o desta terça.
“A Undime/PE tem sido essencial para orientar e fortalecer os gestores municipais de educação neste momento desafiador. Este seminário é um espaço para reflexão e troca de experiências que nos permite criar soluções para o desenvolvimento da educação em Pernambuco”, afirmou.
O seminário, que reúne secretários municipais de educação de todo o estado, discute ao longo do dia temas como o Censo Escolar, o Fundeb e as ações do Ministério da Educação. O encontro segue durante a tarde, com palestras e debates voltados para o fortalecimento da gestão educacional nos municípios pernambucanos.
A Polícia Civil de Pernambuco, por meio das Equipes das Delegacias de Afogados da Ingazeira (DP 167ª Circ, 20ª DESEC, e 13ª DEAM), Iguaraci, Tabira e Itapetim, deu cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal de Afogados da Ingazeira, objetivando reprimir crimes contra a vida. Os mandados foram cumpridos em […]
A Polícia Civil de Pernambuco, por meio das Equipes das Delegacias de Afogados da Ingazeira (DP 167ª Circ, 20ª DESEC, e 13ª DEAM), Iguaraci, Tabira e Itapetim, deu cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal de Afogados da Ingazeira, objetivando reprimir crimes contra a vida.
Os mandados foram cumpridos em três residências, nos Bairros São Francisco e Padre Pedro Pereira, em Afogados da Ingazeira, e no Sítio Poço da Pedra, na zona rural de Tabira.
Um homem de 29 anos foi preso em flagrante, por portar uma arma de fogo do tipo Revólver, de fabricação artesanal, cujo calibre seria de 38, além de duas munições.
O preso em flagrante também é investigado pela prática de um homicídio ocorrido no dia 31 de maio de 2023, em Afogados da Ingazeira.
Foi morto na oportunidade o músico Antônio Clécio, conhecido como Chocolate dos Teclados. Ele foi assassinado a tiros no Bairro Planalto.
Essas ações operacionais integram um protocolo de prevenção e repressão de homicídios, na cidade de Afogados da Ingazeira, instituídos pelos gestores das unidades locais da Polícia Civil.
Júnior Campos Fiéis ligados à Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Flores receberam seu novo Pároco neste sábado (26). O líder religioso chegou ao município por volta das 18h30, em carro aberto, prestigiado por uma caravana de religiosos da cidade de Tabira-PE que, fizeram questão de acompanhar o novo padre da Paróquia de Flores. Recepcionado […]
Fiéis ligados à Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Flores receberam seu novo Pároco neste sábado (26). O líder religioso chegou ao município por volta das 18h30, em carro aberto, prestigiado por uma caravana de religiosos da cidade de Tabira-PE que, fizeram questão de acompanhar o novo padre da Paróquia de Flores.
Recepcionado pelo o Bispo Diocesano, Dom Egídio Bisol, por padres das paróquias da região, por autoridades do executivo e católicos da cidade; Padre Aldo Guedes seguiu a pé, pela Avenida Deputado Wilson Santana até a Igreja Matriz.
Durante o percurso, ao som da filarmônica Manoel Wanderley Padre Guedes foi acompanhando por uma multidão.
Fazendo o paralelo da mensagem bíblica escrita no evangelho de Lucas 4.43, o Bispo Diocesano, Dom Egídio Bisol, em sua pregação destacou que, “esta é a boa nova que ele veio anunciar foi por isso que ele veio”.
Depois da pregação do Bispo houve o rito jurídico de posse, que oficializou o exercício do novo Pároco do Município, por 8 anos. Após ser legitimado como o novo administrador paroquial, Padre Aldo agradeceu pelo carinho recebido pela comunidade católica de Tabira-PE e ao Bispo Dom Egídio Bisol, “pela confiança” e ao se referir aos fiéis de Flores, disse estar recebendo uma nova família. Padre Aldo Guedes chega ao município para substituir o Monsenhor João Carlos Acioly, que esteve à frente da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, por quase 10 anos.
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