Câmara de Arcoverde firma parceria para contratação de estagiários
Por André Luis
Na noite desta segunda-feira (1º), a Câmara de Vereadores de Arcoverde assinou um contrato de parceria com o Centro de Integração Empresa Escola de Pernambuco (CIEE/PE), representado por Valdenilson Pimentel, para a implantação do Programa de Estágio no legislativo municipal. A iniciativa partiu do presidente da Câmara, vereador Luciano Pacheco, que ressaltou a importância de abrir oportunidades para que jovens do município possam ter acesso ao primeiro emprego, além de gerar renda e ajudar várias famílias arcoverdenses.
Com a parceria, o programa poderá contemplar até 50 jovens de Arcoverde com idade acima de 16 anos e que estejam devidamente matriculados no Ensino Médio, Técnico ou Superior. O objetivo é oferecer estágio remunerado, possibilitando que os estudantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, ao mesmo tempo em que contribuem financeiramente dentro de suas casas, fortalecendo a economia local.
De acordo com Luciano Pacheco, a medida representa não apenas um incentivo à formação dos jovens, mas também um impacto social significativo, pois garante renda a diversas famílias que dependem do esforço dos estudantes. “Estamos dando um passo importante para preparar nossos jovens para o mercado de trabalho, ajudando-os a transformar teoria em prática e, ao mesmo tempo, garantindo um apoio financeiro para suas famílias”, destacou o presidente da Câmara.
Nos próximos dias, serão divulgados os critérios e procedimentos para a seleção dos estagiários que farão parte do programa. O CIEE/PE, que atua há décadas em defesa dos direitos sociais e na promoção de programas de aprendizagem, estágio e qualificação gratuita, será responsável por toda a mediação e acompanhamento, assegurando transparência e efetividade nessa iniciativa inédita no legislativo de Arcoverde.
A Secretaria de Saúde de Arcoverde e o PNI Municipal estarão promovendo no próximo sábado, 11 de junho, a ação ‘Arraiá do Zé Gotinha’. A iniciativa acontece a partir das 8h, na Praça da Bandeira, no centro da cidade, objetivando a atualização da caderneta de vacinação contra a Hepatite B e Antitetânica, para quem não […]
A Secretaria de Saúde de Arcoverde e o PNI Municipal estarão promovendo no próximo sábado, 11 de junho, a ação ‘Arraiá do Zé Gotinha’.
A iniciativa acontece a partir das 8h, na Praça da Bandeira, no centro da cidade, objetivando a atualização da caderneta de vacinação contra a Hepatite B e Antitetânica, para quem não estiver em dia, além de imunizações contra o Sarampo, a Covid-19 e a Gripe.
A vacinação contra a Covid-19 é direcionada nesta etapa para a população em geral a partir de 5 anos, enquanto que Sarampo e Gripe são voltadas para os grupos prioritários atuais (as duas dosagens continuam recebendo os profissionais de saúde e as crianças de 6 meses a menores de 5 anos.
Já para a dosagem apenas contra Influenza, podem receber: gestantes, puérperas, profissionais da segurança, professores, profissionais de transporte coletivo, pessoas privadas de liberdade e pessoas que possuam alguma comorbidade, idosos e caminhoneiros).
Para receber as aplicações, é necessário levar RG, CPF, Cartão do SUS, Comprovante de Residência e o Cartão de Vacinação.
A blitz da saúde também estará oferecendo no local a aferição de Pressão Arterial (PA), glicemia, além de testes rápidos de HIV, Hepatite B e C, e Sífilis.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), comemorou em suas redes sociais a autorização pela Governadora Raquel Lyra da implantação de um Sistema de Abastecimento de Água (SAA), para as comunidades de Juá, Aroeira de Cima, Aroeira de Baixo e Bom Nome. Segundo o gestor, o sistema contará com adutora, estação de tratamento, reservatórios e […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSB), comemorou em suas redes sociais a autorização pela Governadora Raquel Lyra da implantação de um Sistema de Abastecimento de Água (SAA), para as comunidades de Juá, Aroeira de Cima, Aroeira de Baixo e Bom Nome.
Segundo o gestor, o sistema contará com adutora, estação de tratamento, reservatórios e rede de distribuição, totalizando 207 ligações e beneficiando também 207 famílias, com recursos da ordem de R$ 2,2 milhões.
“Serão mais de 2 milhões de reais investidos, e mais de 800 pessoas beneficiadas. Muito obrigado Governadora Raquel Lyra”.
A ação será realizada por intermédio da Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento, com a gestão do SISAR Pajeú, compartilhada com as associações das referidas comunidades.
Zeinha ainda solicitou à governadora Raquel Lyra a instalação de uma unidade regional do Hemope na área da X Geres.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira é o convidado da série “Os prefeitos e os seis meses”, no Debate das Dez desta quinta-feira, no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Gestão, Expoagro, trânsito, mobilidade, entregas, desafios, são alguns temas na pauta. Sandrinho foi reeleito em 2024 com 13.061 votos, ou 57,61% dos votos válidos. O opositor, […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira é o convidado da série “Os prefeitos e os seis meses”, no Debate das Dez desta quinta-feira, no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
Gestão, Expoagro, trânsito, mobilidade, entregas, desafios, são alguns temas na pauta.
Sandrinho foi reeleito em 2024 com 13.061 votos, ou 57,61% dos votos válidos. O opositor, Danilo Simões, teve 42,39%, ou 9.609.
O gestor foi reeleito com a promessa de calçar ou asfaltar todas as ruas com dez imóveis ou mais, tendo por base o ano de 2024. Também a municipalização do trânsito, melhora na interlocução com os bairros e zona rural.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total.
Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9956-1213. Você ainda pode assistir pelo YouTube e Facebook.
A violência política é uma ameaça à representatividade e à democracia. O alerta foi feito pelos debatedores da audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na tarde desta quinta-feira (17). A audiência foi uma sugestão do presidente da CDH, senador Humberto Costa (PT-PE), que presidiu o encontro virtual. Conforme afirmou […]
A violência política é uma ameaça à representatividade e à democracia. O alerta foi feito pelos debatedores da audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na tarde desta quinta-feira (17). A audiência foi uma sugestão do presidente da CDH, senador Humberto Costa (PT-PE), que presidiu o encontro virtual.
Conforme afirmou Humberto Costa, a violência política pode ser entendida como um ato de violência com motivação política, que vitima principalmente mulheres, negros e a comunidade LGBTQIA+, tendo como consequência, além dos potenciais danos físicos e psicológicos às pessoas atingidas, uma ameaça real às instituições democráticas e à regularidade do processo eleitoral.
Com base em pesquisa realizada pelas organizações Terra de Direitos e Justiça Global, o presidente da CDH informou que, entre janeiro de 2016 e setembro de 2020, houve em média um ato de violência política a cada quatro horas no país. Os principais alvos foram mulheres, negros e comunidade LGBT.
“São ações que buscam silenciar aqueles que, depois de anos de luta, conquistaram um espaço com representação política”, destacou.
Humberto Costa afirmou que a desigualdade de gênero e a intolerância com os negros e com a comunidade LGBT terminam por fomentar a violência política.
Segundo o senador, esse tipo de violência vem sendo alimentada pelo presidente Jair Bolsonaro, que tem dado seguidas declarações contra minorias. Humberto destacou, no entanto, que há aqueles que lutam por uma representação política mais diversa e democrática.
De acordo com Humberto Costa, a violência política é misógina, racista e homofóbica. Ele disse que é importante publicizar e denunciar esses atos de violência. O senador informou que a CDH tem um canal específico para o recebimento de denúncias, pelo e-mail violenciapolí[email protected]. Ele sugeriu que as comissões de Direitos Humanos do Senado e da Câmara de Deputados realizem diligências para acompanhar situações de violência política.
“É fundamental que o Congresso Nacional não fique em silêncio diante de tantas atrocidades vividas por representantes políticos no país”, declarou o senador.
Luta
Para o senador Fabiano Contarato (PT-ES), vice-presidente da CDH, é preciso sempre lembrar que a Constituição de 1988 registra que “todos são iguais”. Ele admitiu, no entanto, que a prática mostra uma realidade diversa e questionou se o Congresso tem representado, de fato, toda a diversidade da população brasileira.
Contarato lembrou que, dos Três Poderes, o único que ainda não foi presidido por uma mulher é o Legislativo. Segundo o senador, o trabalho e a luta por uma maior representatividade precisam ser constantes.
“Infelizmente, o Congresso Nacional é preconceituoso, é racista, é homofóbico, é misógino. Isso também é uma violência política”, destacou Contarato.
A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) destacou a luta histórica de mulheres e negros pela representação política. Ela lamentou o “desmonte de políticas públicas” em favor da inclusão de minorias, como os indígenas e a comunidade LGBT.
A senadora também disse que a flexibilização de normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – DL 5.242, de 1943) atingiu, em grande parte, as minorias do país.
“Não acredito em democracia com racismo e preconceito contra as minorias”, ressaltou a senadora.
Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Carlos Veras (PT-PE), a violência política precisa ser considerada inadmissível em um ambiente democrático. Ele lembrou que representantes políticos são legitimados pela lei e pelo povo. Veras lamentou o clima de ódio na política nos últimos anos e pediu união na luta pela democracia.
“Vamos seguir nessa luta permanente, contra todos preconceitos e contra toda a violência. Quando um representante político é agredido, é uma agressão ao povo”, registrou o deputado.
Minorias
A cientista política Rafa Ella Brites Matoso, representante do Movimento #VoteLGBT, relatou vários casos de violência contra políticos ligados aos direitos da comunidade LGBT. Para ela, é preciso destacar a diversidade sexual em um debate democrático. Rafa Ella lembrou que a expectativa de vida da população trans no Brasil é de apenas 35 anos e cobrou cuidado com essas populações.
“Debater a violência política contra essas populações minoritárias é urgente. É a urgência da vida, da proteção da vida”, declarou Rafa Ella.
Para a pedagoga Iêda Leal, representante Movimento Negro Unificado, os deputados e senadores precisam ter consciência da “oportunidade histórica” de atuar em defesa das minorias do país.
Iêda Leal afirmou que violência política tem a estratégia de eliminar representantes de minorias das instâncias representativas de poder. Ela ainda manifestou solidariedade a todos os brasileiros vítimas de violência e de racismo.
“Sabemos o que é lutar o tempo todo pelo direito de viver. Escravidão não é brincadeira, mas é motivo de muita dor”, apontou a pedagoga.
A jornalista Anielle Franco, irmã de Marielle Franco e fundadora do instituto que leva o nome da vereadora assassinada em março de 2018, lembrou que a morte da irmã é um exemplo claro do ponto a que pode chegar a violência política.
Segundo Anielle Franco, a morte de Marielle não pode ser “colocada em um pedestal”, pois muitos outros assassinatos ocorrem no cotidiano do país. Ela ainda afirmou que nenhuma mulher pode ser assassinada por decidir entrar para a política.
“O que aconteceu com minha irmã e com muitas outras mulheres é inadmissível. Essa violência política assassinou Marielle e mostra que a democracia brasileira ainda é frágil”, lamentou a jornalista.
A coordenadora Nacional do Fórum Nacional de Mulheres de Instâncias de Partidos Políticos, Miguelina Vecchio, apontou que a violência política já começa nas instâncias partidárias e cobrou um marco legal mais efetivo sobre a participação feminina na política.
A coordenadora de Incidência Política na organização de direitos humanos Terra de Direitos, Gisele Barbieri, disse que a violência política compromete a democracia brasileira, ao criar barreiras cotidianas para as minorias.
“Em um ano eleitoral, a violência política se torna um desafio para o Congresso e para toda a sociedade brasileira”, registrou.
Interativa
A audiência foi realizada em caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. Humberto Costa destacou algumas mensagens que chegaram por meio do portal e-Cidadania.
Joice Furtado, do Rio de Janeiro, comentou que as mulheres são tratadas como inferiores, mesmo ocupando os mesmos cargos que os homens. Samanta Aragão, também do Rio de Janeiro, pediu mais delegacias de mulheres. Rafael Matos, do Rio Grande do Sul, apontou a violência como um problema cultural e cobrou mais empatia de todos os brasileiros. As informações são da Agência Senado.
Bandidos fizeram um arrastão na PE 360 na noite desde sábado (25) entre os municípios de Floresta e Ibimirim, no Sertão pernambucano. Entre as vítimas, quatro vereadores de Belém do São Francisco. Eles retornavam da cidade de Bonito, onde participavam da eleição para escolha da nova diretoria da UVP. Segundo informações do Blog Didi Galvão, […]
Bandidos fizeram um arrastão na PE 360 na noite desde sábado (25) entre os municípios de Floresta e Ibimirim, no Sertão pernambucano. Entre as vítimas, quatro vereadores de Belém do São Francisco.
Eles retornavam da cidade de Bonito, onde participavam da eleição para escolha da nova diretoria da UVP. Segundo informações do Blog Didi Galvão, Joase Campos, presidente da Câmara de vereadores de Belém do São Francisco, informou que estava em seu veículo na companhia do vereador Vandinho Marcula e das vereadoras Aida Nogueira e de Aurora Guedes.
Os criminosos forçaram os motoristas a pararem os veículos e em seguida levavam dinheiro e os pertences dos ocupantes dos carros.
Dos parlamentares, levaram todos os documentos, aparelhos de celular, dinheiro em espécie e outros objetos. Os vereadores foram a Floresta e prestaram queixa.
O ex prefeito de Belém do São Francisco, Gustavo Caribé, também foi vítima de arrastão no mesmo trecho. Há várias cobranças ao Estado para reforço dá segurança na área e investigação rigorosa para chegar ao grupo responsável pelas investidas.
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