Cabrobó comemora 92 anos com concurso literário e live
Por Nill Júnior
As comemorações dos 92 anos de emancipação política administrativa da cidade de Cabrobó, no sertão de Pernambuco, serão diferentes como medida preventiva contra o novo coronavírus.
Para fortalecer a cultura nordestina, a Secretaria Municipal de Educação – SEDUC, realiza o concurso literário “Cabrobó, nossa terra, nosso orgulho”, com a participação de estudantes da rede pública municipal de Ensino Fundamental (do 5º ao 9° ano) nas categorias História em Quadrinhos, Poema, Memória, Crônica e Artigo de Opinião. Obras inéditas, escritas em língua portuguesa.
De acordo com a secretária de Educação do município, Wilkislaine Carvalho, as etapas de criação e apresentação das produções já estão movimentando as escolas, de forma virtual. “A culminância, também de forma virtual, acontecerá no dia 11 de setembro, dia do aniversário da cidade, com a divulgação dos premiados e a apresentação dos trabalhos nas categorias”, ressaltou.
Ainda segundo a secretária, no dia do aniversário da cidade será realizada uma live com a participação de vários artistas da região e apresentação de diversas curiosidades históricas de Cabrobó. “Na live iremos premiar os ganhadores do 1º lugar de cada gênero literário com um Tablet; 2º lugar: 01 mini caixa de som e no 3° lugar: 01 fone de ouvido supra articular”, concluiu.
Os textos enviados pelas escolas passarão por uma comissão julgadora formada por três professores da área de língua portuguesa, não sendo permitido fazer parte da comissão, professores das escolas participantes.
A comissão escolherá três textos de cada gênero, logo após os 3 textos, passarão por uma avaliação pública que começa a partir das 00h às 23h, do dia 08 de setembro e será realizada uma votação por meio de curtidas nas redes sociais Instagram: https://www.instagram.com/seduc_cabrobo/?hl=ptbr e o Facebook: https://www.facebook.com/seduc.cabrobo da Secretária de Educação.
Os professores de matemática Fagner Magalhães e Diogo Araújo, da Escola Cônego Luiz criaram um canal no YouTube com aulas e conteúdos para apoiar os alunos em seus estudos. Os vídeos contêm assuntos relacionados a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), competições que, inclusive, tem […]
Os professores de matemática Fagner Magalhães e Diogo Araújo, da Escola Cônego Luiz criaram um canal no YouTube com aulas e conteúdos para apoiar os alunos em seus estudos.
Os vídeos contêm assuntos relacionados a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) e Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), competições que, inclusive, tem alunos medalhistas da Cônego.
Mas nem só de matemática vive o canal, em breve serão colocados outros vídeos de professores das demais disciplinas, incluindo assuntos da Olimpíada de Língua Portuguesa. O projeto tem total apoio da direção e coordenação da escola e já conta com vários alunos inscritos.
Inscreva-se no canal, divulgue para outros colegas, independente da escola em que estude, trata-se de uma ótima ferramenta de aprendizado. De acordo com o professor Fagner a ideia é também fazer lives, mas isso só é possível quando o canal atingir 1000 inscritos, então vamos lá pessoal, apoiar esse projeto tão importante para nossos jovens e adolescentes. A família também é bem-vinda no apoio. Acesse o canal aqui.
Por Igor Gielow/Folhapress Após a semana mais tensa de seu mandato, na qual pregou golpismo para multidões no 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro segue com sua reprovação em tendência de alta. Ela chegou a 53%, pior índice de seu mandato. Foi o que aferiu o Datafolha nos dias 13 a 15 de setembro, […]
Após a semana mais tensa de seu mandato, na qual pregou golpismo para multidões no 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro segue com sua reprovação em tendência de alta. Ela chegou a 53%, pior índice de seu mandato.
Foi o que aferiu o Datafolha nos dias 13 a 15 de setembro, quando o instituto ouviu presencialmente 3.667 pessoas com mais de 16 anos, em 190 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
A oscilação positiva dentro da margem de erro em relação ao recorde apontado em levantamento feito em julho, de 51% de reprovação, dá sequência à curva ascendente desde dezembro do ano passado.
O presidente é avaliado como bom ou ótimo por 22%, oscilação negativa dos 24% da pesquisa anterior, que já indicava o pior índice de seu mandato. O consideram regular 24%, mesmo índice de julho.
Isso sugere que as cenas do 7 de Setembro, com a avenida Paulista cheia por exemplo, reproduzem uma fotografia do nicho decrescente do bolsonarismo entre a população. Se queria fazer algo além de magnetizar fiéis, Bolsonaro fracassou.
Por outro lado, o recuo do presidente após a pressão institucional contra sua retórica golpista mirando o Supremo Tribunal Federal, também não trouxe impacto perceptível na forma de uma queda abrupta de apoio ao presidente na sua base –como havia sido aferido nas interações de rede social.
Essa tendência de rejeição segue constante neste ano, após um 2019 marcado pelo racha em três partes iguais da opinião da população sobre o presidente e um 2020 que o viu se recuperar da resposta errática à pandemia da Covid-19 com a primeira fase do auxílio emergencial aos afetados pela crise.
Neste ano, com a ajuda menor, não houve reação. A agudização da crise política após a cooptação final do centrão como um seguro contra impeachment, por opção exclusiva de Bolsonaro, se mostra uma aposta insuficiente em termos do conjunto da população.
Também não houve uma mudança que possa ser atribuída aos esvaziado atos convocados por entidades de direita no domingo passado (12).
Não faltaram crises desde o mais recente levantamento do Datafolha. Bolsonaro fez desfilar tanques e blindados em Brasília, sem sucesso na tentativa de intimidar o Congresso que não aceitou a volta do voto impresso.
A economia registra problemas em série, a começar pela alta da inflação e da ameaça de crise energética no horizonte próximo.
O estouro do teto de gastos é uma hipótese cada vez mais comentada, e há pouca margem de manobra orçamentária para apostar numa recuperação de popularidade amparada em pacotes populistas.
Isso tem levado ao desembarque de setores usualmente simpáticos ao Planalto, como parte do agronegócio e do mercado financeiro. Fora a contínua crise sanitária que já levou quase 590 mil vidas no país e a percepção de corrupção federal evidenciada na CPI da Covid.
Nesta rodada, o Datafolha identificou um aumento mais expressivo de rejeição ao presidente entre quem ganha de 5 a 10 salários mínimos (41% para 50%, de julho para cá) e entre as pessoas com mais de 60 anos (de 45% para 51%).
Significativamente, Bolsonaro passou a ser mais rejeitado no agregado das regiões Norte e Centro-Oeste (16% da amostra), onde costuma ter mais apoio e de onde saíram muitos dos caminhoneiros que ameaçaram invadir o Supremo na esteira do 7 de Setembro. Sob muitos protestos, eles depois foram demovidos pelo pressionado presidente.
Lá, sua rejeição subiu de 41% para 48%, ainda que esteja marginalmente abaixo da média nacional.
O perfil de quem rejeita o presidente segue semelhante ao já registrado antes. Péssima notícia eleitoral, já que perfazem 51% da população na amostra, 56% daqueles que ganham até 2 salários mínimos o acham ruim ou péssimo, assim como 61% dos que têm curso superior (21% da amostra).
Aqui, nas camadas menos ricas e escolarizadas, há um lento espraiamento das visões negativas sobre o presidente. Na já citada camada de quem ganha até 2 mínimos, em julho eram 54% os que o rejeitavam. Na daqueles que recebem de 2 a 5 mínimos, a rejeição foi de 47% para 51%, oscilação positiva no limite da margem de erro.
Ambos os grupos somam 86% da população na amostragem do Datafolha. Outro grupo importante, o daqueles com ensino fundamental (33% da amostra) viu uma subida ainda maior, de 49% para 55%, enquanto houve estabilidade (49% para 48%) entre quem cursou o nível médio (46% dos brasileiros).
Em nichos, há rejeições bastante expressivas entre gays e bissexuais (6% dos ouvidos), de 73%, e entre estudantes (4%): 63%.
Na mão contrária, os mais ricos são o grupo em que a reprovação do presidente mais caiu de julho para cá, de 58% para 46%, retomando pontualmente uma correlação que remonta à campanha que levou o capitão reformado à Presidência.
Entre eles, 36% o consideram ótimo e bom. Integram esse contingente 3% da população pesquisada. O Sul (15% da amostra), bastião do presidente desde a disputa de 2018, segue avaliando ele melhor do que outras regiões: 28% dos ouvidos lá o aprovam.
Pormenorizando, os empresários (2% dos ouvidos) permanecem com os mais fiéis bolsonaristas, com 47% de aprovação. É o único grupo em que o ótimo e bom supera o ruim e péssimo (34%).
No segmento evangélico, outra base do bolsonarismo, as notícias não são boas para o presidente. Desde janeiro, a reprovação ao presidente já subiu 11 pontos, e hoje está superior (41%) à sua aprovação (29%). Na rodada anterior, havia empate técnico (34% a 37%, respectivamente).
Isso ocorre em meio à campanha por ora frustrada de emplacar o ex-advogado-geral da União André Mendonça, que é pastor, para uma vaga no Supremo.
A tensão institucional deste julho para cá foi das maiores de um governo já acostumado a bater recordes no setor. Igualmente, Bolsonaro só perde para Fernando Collor de Mello (então no PRN) em impopularidade a esta altura do mandato, contando aqui apenas presidentes eleitos para um primeiro mandato.
O hoje senador alagoano tinha neste ponto de seu governo 68% de rejeição, ante 21% de avaliação regular e só 9% de aprovação. Acabaria sofrendo a abertura de um processo impeachment na sequência, em 1992, renunciando para evitar a perda de direitos políticos.
Fernando Henrique Cardoso (PSDB), por sua vez, registrava 16% de ruim e péssimo, 42% de regular e 39% de aprovação. O petista Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, marcava 23%, 40% e 35%, respectivamente, e sua sucessora Dilma Rousseff (PT), semelhantes 22%, 42% e 36%.
A Assessoria Jurídica de Nicinha de Dinca, prefeita e pré-candidata à reeleição de Tabira, através dos advogados Mirella Fernanda de Sá Amaral, e Vinícius Carvalho da Silva, emitiram nota ao blog se posicionando sobre a notícia de que a gestora estaria em falta com uma quitação eleitoral. O blog publicou documento de fé oficial, uma […]
A Assessoria Jurídica de Nicinha de Dinca, prefeita e pré-candidata à reeleição de Tabira, através dos advogados Mirella Fernanda de Sá Amaral, e Vinícius Carvalho da Silva, emitiram nota ao blog se posicionando sobre a notícia de que a gestora estaria em falta com uma quitação eleitoral.
O blog publicou documento de fé oficial, uma certidão emitida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atestando que a prefeita não está em conformidade com suas obrigações eleitorais por conta de uma multa pendente.
Mas, diz a defesa de Nicinha, a multa mencionada na reportagem encontra-se devidamente parcelada e todos os pagamentos estão em dia, conforme comprovantes já apresentados à Procuradoria da Fazenda Nacional.
“Portanto, não há inadimplência por parte da Prefeita Maria Claudenice Pereira de Melo Cristovão, conhecida como Nicinha de Dinca”, dizem os advogados .
“É de competência exclusiva da Procuradoria da Fazenda Nacional informar o juízo eleitoral de Tabira sobre a situação das multas eleitorais. Assim sendo, qualquer pendência ou regularização deve ser comunicada oficialmente por este órgão, garantindo a veracidade e a atualização das informações perante a Justiça Eleitoral”, acrescentam.
Concluem afirmando que os aspectos de elegibilidade da Sra. Claudenice estão todos aptos e em conformidade com a legislação eleitoral vigente. “Todas as condições necessárias para o registro de sua candidatura serão devidamente demonstradas no momento oportuno, conforme exigido pela Justiça Eleitoral”.
“Dessa forma, reiteramos o compromisso da Prefeita Nicinha de Dinca com a transparência e a legalidade de todos, primordialmente em estando sempre à disposição para prestar esclarecimentos à população e às autoridades competentes”.
A Secretaria de Saúde de São José do Egito, informou em seu boletim desta quarta-feira (27), que o município confirmou 4 novos casos de Covid-19. Segundo o boletim, os pacientes encontram- se com estado de saúde estável e seguem sendo monitorados pela equipe da Secretaria de saúde. Ainda segundo informações da Secretaria, as confirmações aconteceram […]
A Secretaria de Saúde de São José do Egito, informou em seu boletim desta quarta-feira (27), que o município confirmou 4 novos casos de Covid-19.
Segundo o boletim, os pacientes encontram- se com estado de saúde estável e seguem sendo monitorados pela equipe da Secretaria de saúde.
Ainda segundo informações da Secretaria, as confirmações aconteceram através de teste rápido, e os pacientes não eram investigados, se enquadravam no protocolo para testagem, e tiveram a confirmação.
Também foi informado no boletim, que mais 4 pacientes foram curados clinicamente. O município agora conta com 25 casos confirmados, 17 curados, 17 descartados e 4 casos em investigação.
Das certezas para 2026 em Serra Talhada, uma delas é a do afastamento desenhado entre a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, do PT, e do vice-prefeito, Faeca Melo, do AVANTE. A questão é óbvia. Márcia tem feito uma movimentação que indica um alinhamento político com o prefeito do Recife, João Campos, do PSB. A […]
Das certezas para 2026 em Serra Talhada, uma delas é a do afastamento desenhado entre a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, do PT, e do vice-prefeito, Faeca Melo, do AVANTE.
A questão é óbvia. Márcia tem feito uma movimentação que indica um alinhamento político com o prefeito do Recife, João Campos, do PSB. A aposta de Márcia tem um pé na estratégia política. Márcia aposta na eleição do socialista para ter o protagonismo que entende como necessário para fortalecer sua gestão e emplacar um nome competitivo à prefeitura em 2028.
A arrumação passa por 2026, quando a gestora deverá lançar o marido, Breno Araújo, do PSB, como candidato a Estadual, para “marcar” e evitar uma derrota ampla para o Estadual e candidato a reeleição Luciano Duque, que gere impressão de perda de força no xadrez político da principal cidade da região.
A decisão também tem outro efeito colateral: o afastamento de Sebastião Oliveira, que a apoiou em 2024 e indicou o vice, Faeca Melo. Como Sebastião optou pelo palanque de Raquel Lyra, Márcia ganhou um álibi para não apoiá-lo em 2026. Nomes como Waldemar Oliveira invocam o cumprimento de um acordo que teria sido feito entre Conrado e Sebastião. Márcia sinaliza, entretanto que a definição já está tomada.
A decisão a afasta cada vez mais do vice, tido como “soldado” de Sebastião Oliveira. Faeca esteve em atos recentes das duas lideranças, quando inaugurou sistema de abastecimento com Sebastião Oliveira, sem a presença de Márcia, e a inauguração da Avenida Waldemar Oliveira, sem Sebá presente. Os sinais recentes, entretanto, indicam cada vez mais distanciamento da gestora, pelo princípio da fidelidade.
No momento, os dois têm demonstrado bom convívio e relação política. Mas essa relação, por questões óbvias, tem prazo de validade…
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