“Se fosse mordido por cobra, mordia de volta”, diz vereador que matou cascavel na dentada
Por André Luis
Fonte: Blog do Veras
Fonte: Blog do Veras
Para se defender, o vereador reagiu dando uma dentada por trás da cabeça do animal, que morreu na hora
Da Rádio Jornal
“Sempre brincava que se um dia fosse mordido por uma cobra, eu mordia de volta. Quando senti a picada, foi a primeira coisa que veio na minha cabeça”, disse o vereador do município de Juru, na Paraíba, Álvaro Teixeira (PSB). Na última quinta-feira (13), ele foi picado no pé por uma cascavel em seu sítio, na zona rural do município. Para se defender, o vereador reagiu dando uma dentada por trás da cabeça do animal, que morreu na hora.
“Estava cortando palma para os animais do sítio, mas na hora nem pensei em usar a faca que segurava em uma das mãos. Imobilizei a cobra com o pé, depois segurei e dei a mordida”, contou. Após ser picado e matar o animal, Álvaro dirigiu o próprio veículo até o hospital do município. Ele disse que, no caminho, sentiu náuseas e a vista embaçada. “Cheguei a vomitar, mas consegui dirigir. Meu pé também queimou um pouco”.
O político disse ainda que quando chegou ao hospital, ninguém acreditou na história. “Mas a cobra estava no carro. Voltei até o veículo peguei a cobra e mostrei”, conta o vereador, que foi encaminhado para outra unidade de saúde em Campina Grande, onde foi medicado com o soro antiofídico.
Além de vereador, Álvaro também trabalha como agente penitenciário em Juru.
Além da cacetada de Vicentinho em Carlos Veras, chamou atenção a quantidade de vereadores ausentes na última sessão da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. Dos treze, cinco não compareceram. Estiveram presentes além do presidente Vicentinho, César Tenório, Gal Mariano, Zé Negão, Simone da Feira, Douglas Eletricista, Raimundo Lima e Renaldo Lima. Se ausentaram Mário […]
Além da cacetada de Vicentinho em Carlos Veras, chamou atenção a quantidade de vereadores ausentes na última sessão da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. Dos treze, cinco não compareceram.
Estiveram presentes além do presidente Vicentinho, César Tenório, Gal Mariano, Zé Negão, Simone da Feira, Douglas Eletricista, Raimundo Lima e Renaldo Lima.
Se ausentaram Mário Martins (alegando atividade conflitante com a sessão), Edson do Cosmético (está em Brasília), Cancão (disse estar convalescente de um procedimento médico), Cícero Miguel (alegou consulta médica) e Lucineide do Sindicato (estava em agenda do movimento sindical).
Os ausentes representaram quase 40% do total de vereadores. Apesar das ausências, havia quórum e Vicentinho declarou iniciada a sessão.
Esta semana, a Rádio Pajeú homenageou o cantor Agnaldo Timóteo, falecido há uma semana aos 84 anos, de Covid-19. O Debate das Dez da última segunda relembra o legado do artista e trouxe seu último show em solo sertanejo. Foi em 2 de outubro de 2009 há pouco mais de dez anos, na festa dos 50 […]
Esta semana, a Rádio Pajeú homenageou o cantor Agnaldo Timóteo, falecido há uma semana aos 84 anos, de Covid-19.
O Debate das Dez da última segunda relembra o legado do artista e trouxe seu último show em solo sertanejo. Foi em 2 de outubro de 2009 há pouco mais de dez anos, na festa dos 50 anos da Rádio Pajeú.
Agnaldo foi uma das principais atrações escolhidas, justamente por sua ligação com a história da emissora. Com 61 anos, a Rádio Pajeú acompanhou praticamente toda a carreira do artista.
O show foi fantástico. Agnaldo não lembrava das outras passagens por Afogados da Ingazeira, onde tocou na antiga Cabana. Nem lembrava que já havia dançado com Dona Lica, mãe de Carlos Gomes, que é lembrado pela mãe como Carrinho de Lica.
Também não fazia memória da cidade e da história contada por Alani Ramos. Em uma de suas vindas à Cabana para uma apresentação, Agnaldo conheceu uma portadora de necessidade especial que lhe revelou o sonho de ter sua própria casa.
O artista realizou seu sonho, adquirindo um imóvel que fica onde fica hoje a Rua Aparício Veras. Agnaldo tinha um grande coração.
No show, último de Agnaldo em terras sertanejas, ele brincou e pedia café a todo momento. Como Diretor de Programação da Rádio Pajeú, num gesto de quem buscava intimidade, como faço com os chegados, levei a mão a seu cabelo. Percebi que aquele era ambiente intocável. “Não toque no meu cabelo”.
Na entrevista à Rádio, disse porque sempre foi um artista recheado de polêmicas presente na mídia. Lembrou que Orlando Santos foi sepultado assim como tantos outros sem nenhuma homenagem. E disse àquela época sem meias palavras que da sua geração só havia dois artistas em evidência. “Só Roberto Carlos e eu”.
A festa dos 50 anos da Pajeú, em outubro de 2009, começou dia 01 com Ney Gomes, Eduardo Rodrigues, Genailson e Banda Forró Pesado, Nando Marques e Vozes do Campo no Centro Desportivo da cidade.
Na sexta, dia 2, as atrações foram Orquestra Anos Dourados e
Agnaldo Timóteo.
No sábado, dia 3, 20h, houve Sessão Solene da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira pelos 50 anos da Rádio Pajeú e entrega do título de Cidadão Afogadense ao Monsenhor João Carlos Acioly Paz, Gerente Administrativo.
Às 22h no Centro Desportivo, Maestro Forró e Orquestra da Bomba do Hemetério, Maciel Melo e Geraldinho Lins.
E Dia 4, 18h, Missa em Ação de Graças presidida pelo Arcebispo de Vitória da Conquista-BA, Dom Luis Pepeu e 20h, Show “Consagração”, com o Pe. João Carlos Ribeiro na Avenida Rio Branco.
Promotoria recomenda que prefeituras substituam indicados políticos por servidores concursados para garantir fiscalização independente O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) emitiu uma recomendação contundente aos prefeitos de Itapetim e Brejinho, no Sertão do Pajeú, exigindo uma reforma completa na estrutura de seus Sistemas de Controle Interno. O objetivo é dar fim à prática de nomear […]
Promotoria recomenda que prefeituras substituam indicados políticos por servidores concursados para garantir fiscalização independente
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) emitiu uma recomendação contundente aos prefeitos de Itapetim e Brejinho, no Sertão do Pajeú, exigindo uma reforma completa na estrutura de seus Sistemas de Controle Interno. O objetivo é dar fim à prática de nomear ocupantes de cargos em comissão (confiança) para as funções de fiscalização, o que compromete a independência necessária para vigiar as contas da própria prefeitura.
O promotor de Justiça Samuel Farias destaca que o cargo de Controlador-Geral não deve ser uma escolha política. Baseado em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), o MPPE reforça que essas atividades devem ser exercidas exclusivamente por servidores concursados de nível superior, com formação compatível e autonomia funcional para apontar erros e desvios de recursos.
As macrofunções do Controle Interno
A recomendação detalha que uma controladoria eficiente não é apenas um setor burocrático, mas o coração da transparência municipal. Ela deve atuar em quatro frentes principais:
Auditoria: Fiscalização financeira de contratos e licitações.
Corregedoria: Investigação de condutas de servidores.
Ouvidoria: Canal direto de denúncias para a população.
Transparência: Garantia de que os dados públicos estejam acessíveis.
Prazo de 180 dias para mudanças
O documento estabelece obrigações claras para os gestores municipais, que devem ser cumpridas em até seis meses:
Criação ou Reforma de Lei: Instituir formalmente o sistema de controle por lei municipal, adaptando-o às exigências do Tribunal de Contas (TCE-PE).
Extinção de Cargos Comissionados: Eliminar os cargos de confiança que hoje executam ações de controle, substituindo-os por cargos de provimento efetivo.
Concurso e Nomeação: Nomear servidores efetivos para o cargo de Agente em Controle Interno e garantir que a chefia do órgão seja ocupada por um deles.
Fiscalização de Gastos Críticos: Monitorar rigorosamente áreas sensíveis, como o gasto com combustíveis e a folha de pagamento de pessoal.
Alerta de responsabilização
A recomendação serve como um aviso formal: caso os prefeitos ignorem as orientações, o MPPE poderá ingressar com ações judiciais por improbidade administrativa. A manutenção de um sistema de controle “frágil” ou dependente politicamente é vista como uma porta aberta para a malversação do dinheiro público.
O promotor ressalta que o controlador interno atua como um “braço direito” da legalidade, devendo comunicar ao Ministério Público qualquer irregularidade que não seja corrigida pelo prefeito, o que se torna impossível quando o fiscalizador deve seu cargo a quem deveria fiscalizar.
Decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, foi tomada durante o recesso do Judiciário e atendeu a um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta segunda-feira (3) a decisão liminar (provisória) que determinou […]
Decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, foi tomada durante o recesso do Judiciário e atendeu a um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR).
Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília
O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou nesta segunda-feira (3) a decisão liminar (provisória) que determinou o compartilhamento de dados entre as forças-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná, no Rio de Janeiro e São Paulo com a Procuradoria Geral da República (PGR).
Fachin é o relator da ação e revogou a decisão do presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.
No dia 9 de julho, Toffoli atendeu a um pedido da PGR, que relatou ter enfrentado “resistência ao compartilhamento” e à “supervisão de informações” por parte dos procuradores da República.
Pela decisão do presidente do STF, as forças-tarefa deveriam entregar “todas as bases da dados estruturados e não-estruturados utilizadas e obtidas em suas investigações, por meio de sua remessa atual, e para dados pretéritos e futuros, à Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise do gabinete do procurador-geral da República”.
Na decisão desta segunda-feira, Fachin determina que ela tem eficácia retroativa. Na prática, isso significa que eventuais dados compartilhados não poderão ser mais acessados pela PGR.
Fachin afirma que o tipo de ação utilizada pela PGR, uma reclamação, não era cabível para tratar do compartilhamento de dados. Isso porque o recurso ao STF usou como base um julgamento do tribunal sobre deslocamentos de procuradores dentro do MPF.
Além de negar o recurso da PGR, Fachin retirou o sigilo da ação e considerou que o processo deve tramitar de forma pública. Ele lembrou que a Constituição prevê a publicidade dos atos processuais como regra. As exceções, citou o ministro, são os casos em que a defesa da intimidade ou do interesse social exigem o sigilo.
Dados lacrados
Em relatório técnico enviado ao STF em julho, a PGR detalhou o procedimento de armazenamento dos dados a ser repassados pelas forças-tarefa da Lava Jato.
O documento deixa claro que o material estará codificados, desde a origem até o destino, e à disposição do procurador-geral da República, Augusto Aras.
Segundo o documento, as “imagens forenses criptografadas não serão acessadas, nem decifradas, até que haja a solicitação formal para disponibilização do conteúdo para análise pelo Gabinete do Procurador-Geral da República”.
Foro privilegiado
Um dos argumentos utilizados pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, no pedido ao STF foi o de que há suspeita de as investigações da Lava Jato terem atingido pessoas com foro privilegiado.
Medeiros citou que a força-tarefa da Lava Jato de Curitiba suprimiu sobrenomes dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, em uma ação que investiga lavagem de dinheiro ligada a contratos da Petrobras.
Os nomes sem os sobrenomes completos aparecem na denúncia da Lava Jato do Paraná oferecida à Justiça em dezembro do ano passado.
Os dois parlamentares têm foro privilegiado no STF. Os procuradores da Lava Jato negam ter investigado políticos com foro.
Segundo Fachin, esta questão está sendo discutida em outro processo em andamento no STF e que vai tratar da eventual usurpação da competência do Supremo nos casos dos presidentes da Câmara e do Senado.
Roberta Mascena usou uniforme de faxineira da mãe durante a formatura. O G1 Santos destacou neste domingo (28), a história da jovem Roberta Mascena, de 25 anos, que resolveu usar o uniforme de faxineira da mãe para homenageá-la durante a sua formatura na faculdade de Pedagogia em Santos, no litoral de São Paulo. A história […]
Roberta Mascena usou uniforme de faxineira da mãe durante a formatura.
O G1 Santos destacou neste domingo (28), a história da jovem Roberta Mascena, de 25 anos, que resolveu usar o uniforme de faxineira da mãe para homenageá-la durante a sua formatura na faculdade de Pedagogia em Santos, no litoral de São Paulo.
A história de vida da mãe, de pobreza, luta e resistência, sempre inspirou a jovem. A faxineira, que parou de estudar aos 13 anos, retomou os estudos com a ajuda da filha e pagou a faculdade dela. Marlene, a mãe, não conseguiu segurar as lágrimas de tanta emoção após receber a homenagem.
Filha de nordestinos, a jovem Roberta Mascena, sempre se inspirou na história da mãe Marlene Cordeiro de Oliveira para não desistir de seus objetivos. Ela conta que Marlene morava em Afogados de Ingazeira, no sertão de Pernambuco. Aos 13 anos, saiu de casa para trabalhar como empregada doméstica na residência de outras famílias e parou de frequentar a escola.
Já adulta, ela veio para Santos, no litoral de São Paulo, onde conheceu Roberto Mascena de Lima, pai de Roberta. Ao longo da vida, a nordestina foi vendedora, cuidadora de idosos e há 10 anos trabalha como encarregada de limpeza em um prédio em Santos. Após ver os filhos crescerem, ela resolveu retomar os estudos e concluiu o Ensino Fundamental em 2010 com a ajuda de Roberta.
“Quando eu estava na 8ª série, ajudei minha mãe a estudar. Ela cursava a EJA na Escola Barão do Rio Branco. Não sabia muito, mas ajudei no que pude. Lembro dela saindo superfeliz das provas de matemática porque tirava as notas mais altas da sala”, contou Roberta, a repórter Mariane Rossi.
Após estudar em escolas públicas, a jovem resolveu cursar Pedagogia na Universidade Metropolitana de Santos. O pai taxista e a mãe faxineira conseguiram pagar os estudos da jovem com muito esforço até ela conseguir uma bolsa de estudos e concluir o curso.
Você precisa fazer login para comentar.