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Sessão da Câmara teve ausência de quase 40% dos vereadores

Por Nill Júnior

Além da cacetada de Vicentinho em Carlos Veras, chamou atenção a quantidade de vereadores ausentes na última sessão da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. Dos treze, cinco não compareceram.

Estiveram presentes além do presidente Vicentinho, César Tenório, Gal Mariano, Zé Negão, Simone da Feira, Douglas Eletricista, Raimundo Lima e Renaldo Lima.

Se ausentaram Mário Martins (alegando atividade conflitante com a sessão), Edson do Cosmético (está em Brasília), Cancão (disse estar convalescente de um procedimento médico), Cícero Miguel (alegou consulta médica) e Lucineide do Sindicato (estava em agenda do movimento sindical).

Os ausentes representaram quase 40% do total de vereadores. Apesar das ausências, havia quórum e Vicentinho declarou iniciada a sessão.

Outras Notícias

Evaldo Campos foi um dos homenageados no TEAM Contabilidade, em Caruaru

O XV Encontro  de Negócios da TEAM Contabilidade, que aconteceu em Caruaru, contou com a participação de mais de 350 empresários do estado de Pernambuco no segmento de supermercados, atacadistas e farmácias. Evaldo Campos, Presidente do Sicoob Pernambuco foi um dos homenageados. Ele aproveitou a oportunidade para  contar a história do Sicoob Pernambuco e a […]

O XV Encontro  de Negócios da TEAM Contabilidade, que aconteceu em Caruaru, contou com a participação de mais de 350 empresários do estado de Pernambuco no segmento de supermercados, atacadistas e farmácias.

Evaldo Campos, Presidente do Sicoob Pernambuco foi um dos homenageados. Ele aproveitou a oportunidade para  contar a história do Sicoob Pernambuco e a importância do cooperativismo para o fortalecimento das empresas.

“No evento, vários associados estavam presentes e tivemos a oportunidade de convidar diversas empresas a fazer parte do Sicoob Pernambuco”, disse o Gerente da agência de Caruaru, Elias Maciel.

Super Mix: o Sicoob também esteve na Super Mix, a maior feira de negócios do segmento de varejo do Norte e Nordeste, realizada pela Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores – ASPA, a Associação Pernambucana de Supermercados –  APES e organizada pela Insight Feiras e Negócios.

O evento é o encontro de expositores dos setores de alimentação e bebidas, higiene pessoal, limpeza doméstica, perfumaria, cosméticos, miudezas, utilidades para o lar, equipamentos, tecnologia e transporte de cargas e segurança, entre outros segmentos.

Além disso, é uma oportunidade ímpar de entrar em contato com os principais tomadores de decisões, promovendo relacionamento, experiências e negócios entre empresários e executivos do setor. O Sicoob esteve presente no stand do Sescoop Pernambuco

 

X GERES implanta Unidade Regional do CIEVS

Na manhã da quarta-feira (11), aconteceu no prédio da X GERES reunião com os servidores da Vigilância em Saúde da unidade.  Na oportunidade, foi apresentado a implantação da Unidade Regional do CIEVS (Centro de Informações Estratégicas da Vigilância em Saúde) da X Região de Saúde. A Rede CIEVS é um serviço de inteligência epidemiológica que […]

Na manhã da quarta-feira (11), aconteceu no prédio da X GERES reunião com os servidores da Vigilância em Saúde da unidade. 

Na oportunidade, foi apresentado a implantação da Unidade Regional do CIEVS (Centro de Informações Estratégicas da Vigilância em Saúde) da X Região de Saúde.

A Rede CIEVS é um serviço de inteligência epidemiológica que faz parte do Programa Vigiar-SUS no âmbito do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde. Tem como objetivo atuar na detecção, monitoramento, avaliação de eventos de importância para saúde pública e comunicação de riscos.

Lava Jato manipulou impeachment de Dilma, diz Aloysio Nunes, do PSDB

Em entrevista à Folha, ex-chanceler diz que telefonemas sob sigilo mostra que operação vendeu ‘peixe podre’ ao STF. José Marques e Felipe Bächtold/Folha de São Paulo Um dos defensores do afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) agora considera que houve uma “manipulação política do impeachment” pela força-tarefa […]

Foto: Lucas Seixas/Folhapress

Em entrevista à Folha, ex-chanceler diz que telefonemas sob sigilo mostra que operação vendeu ‘peixe podre’ ao STF.

José Marques e Felipe Bächtold/Folha de São Paulo

Um dos defensores do afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) agora considera que houve uma “manipulação política do impeachment” pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e pelo ex-juiz Sergio Moro, atual ministro do governo Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo o tucano, isso ficou provado após a divulgação de mensagens trocadas entre procuradores da operação, obtidas pelo site The Intercept Brasil por meio de fonte anônima e também analisadas por outros veículos, entre eles a Folha.

No ano seguinte ao impeachment, Aloysio se tornou ministro das Relações Exteriores do governo Michel Temer (MDB). Neste ano, passou a chefiar a Investe SP (agência de fomento de São Paulo) no governo João Doria (PSDB), mas deixou o cargo em fevereiro, após ser alvo de busca e apreensão na 60ª fase da Lava Jato, a Ad Infinitum.  ​

Na mesma fase, foi preso preventivamente Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, suspeito de ser operador do PSDB.

No último mês, também foi revelado que o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro relatou, em sua proposta de acordo de delação, que Aloysio teria pedido propina a campanhas do PSDB em troca da liberação de recursos de obras em São Paulo.

Aloysio diz que o relato de Léo Pinheiro é absurdo e cita apenas informações que não podem ser sujeitas à comprovação (leia mais aqui). Já sobre a Lava Jato diz que após as revelações das mensagens de procuradores ficou “profundamente chocado com o que aconteceu”.

Ele afirma que a divulgação de telefonema entre a então presidente Dilma e o ex-presidente Lula em 2016, que resultou em decisão do Supremo Tribunal Federal que barrou a posse de Lula como chefe da Casa Civil do governo, impediu o governo petista de recompor sua base e barrar o impeachment.

As conversas que estavam mantidas em sigilo enfraqueceram a hipótese adotada na época por Moro de que a nomeação de Lula como ministro tinha como objetivo travar as investigações sobre ele, transferindo seu caso de Curitiba para o STF.

As conversas interceptadas naquele dia e relevadas agora mostram que Lula relutou em aceitar o convite, só aceitou ser ministro após sofrer pressões de aliados e estava empenhado em buscar reaproximação com o PMDB para evitar o impeachment de Dilma.

“Eles manipularam o impeachment, venderam peixe podre para o Supremo Tribunal Federal. Isso é muito grave”, afirma Aloysio. Na entrevista, ele também falou sobre a fase da Lava Jato na qual foi alvo, em fevereiro. Leia a íntegra da entrevista clicando aqui.

Subsídio da Câmara em Afogados é tema de fala do Vigário Geral e reunião entre vereadores e movimento

Monsenhor disse que decisão de bancada governista era coerente com sua sugestão. Encontro entre vereadores e Fiscaliza Afogados teve muitos debates, mas nenhum encaminhamento importante Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Monsenhor João Carlos Acioly Paz disse entender que era coerente com a sua proposta a decisão dos vereadores firmando compromisso […]

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Reunião entre vereadores e representantes do Movimento Fiscaliza Afogados: muito debate sobre a polêmica

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Monsenhor disse que decisão de bancada governista era coerente com sua sugestão. Encontro entre vereadores e Fiscaliza Afogados teve muitos debates, mas nenhum encaminhamento importante

Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Monsenhor João Carlos Acioly Paz disse entender que era coerente com a sua proposta a decisão dos vereadores firmando compromisso de só aumentar vencimentos se houver melhora da arrecadação municipal. Segundo ele, a posição bate com que havia defendido em entrevista recente, de que um aumento como esse não se justificaria pelo atual momento econômico.

“Disse que se a conjuntura fosse outra até poderia ser, pois que categoria não quer aumento”. Segundo o sacerdote, a posição é coerente com o que ele defendeu há alguns dias. “Podem verificar o que disse na gravação”, afirmou. Ele parabenizou o movimento “Fiscaliza Afogados” pela iniciativa e deixou claro que sua posição é pessoal, cabendo à sociedade acompanhar e fiscalizar.

“Espero que o movimento não seja fogo de palha e fiscalize nos quatro anos”, defendeu, dizendo também que a Câmara , através da Comissão que o procurou,  reconheceu que a forma da discussão foi equivocada.

Reunião – a convite dos vereadores, a comissão do grupo Fiscaliza Afogados se reuniu para ouvir o que eles tinham a colocar. Em suma, os vereadores reafirmaram que a sessão foi antecipada do dia 3 para o dia 1, porque atentaram para o fato de que ao votação teria que ser dia 1º para que houvesse respeito à constituição e lei orgânica, que preconizam prazo limite para a votação.

Eles alegaram com base nesta informação que não houve má fé na forma como a sessão foi antecipada. Também reafirmaram o compromisso feito ao Monsenhor João Carlos e criticaram a imprensa, mais especificamente o blog e a Rádio Pajeú,  pela forma como repercutiu a votação. Alguns vereadores relataram que pela repercussão estão sendo intimidados.

O vereador Zé Carlos chegou a falar em ameaças e receio de ser agredido. Integrantes do Fiscaliza Afogados afirmaram também estarem eventualmente sendo intimidados.  O grupo manteve a disposição de discutir o tema em audiência pública dia 20, 19h30 no Cine São José. E hoje a Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira tem sessão, a primeira depois das eleições.

Ex-candidata a vereadora pelo PT, Juliana Teles declara apoio a Miguel e Luciano Duque

A assistente social Juliana Teles, ex-candidata a vereadora pelo PT nas eleições municipais de 2024 em Serra Talhada, anunciou neste sábado (12) apoio às pré-candidaturas de Miguel Duque (Podemos) para deputado federal e Luciano Duque (Solidariedade) para deputado estadual. Juliana é reconhecida por sua atuação na área social e pelo trabalho desenvolvido junto à APAE, […]

A assistente social Juliana Teles, ex-candidata a vereadora pelo PT nas eleições municipais de 2024 em Serra Talhada, anunciou neste sábado (12) apoio às pré-candidaturas de Miguel Duque (Podemos) para deputado federal e Luciano Duque (Solidariedade) para deputado estadual.

Juliana é reconhecida por sua atuação na área social e pelo trabalho desenvolvido junto à APAE, onde atua em projetos voltados à inclusão e defesa das pessoas com deficiência. Sua adesão reforça o diálogo do grupo de Luciano e Miguel Duque com lideranças que atuam em pautas sociais e comunitárias.

A ex-petista disputou sua primeira eleição em 2024, quando obteve 200 votos, e integrou o grupo político da prefeita Márcia Conrado (PT). Em janeiro de 2025, oficializou sua saída do partido e passou a se aproximar do campo de oposição em Serra Talhada.

Com o anúncio, Juliana Teles passa a apoiar as articulações estaduais e federais lideradas por Luciano e Miguel Duque, fortalecendo o projeto político que vem reunindo diversas lideranças no Sertão do Pajeú. As informações são do blog do Júnior Campos.