Bombeiros seguem no rescaldo da estrutura do Museu Nacional, no Rio
G1
O incêndio que destruiu o Museu Nacional, na Zona Norte do Rio, e transformou em escombros parte da história do país, foi controlado durante a madrugada desta segunda (3) e, desde o início da manhã, bombeiros trabalham no rescaldo das chamas. Agentes de 12 quartéis permanecem no local.
Segundo bombeiros, praticamente tudo foi destruído. Quando as equipes chegaram ao local, por volta das 19h30, conseguiram recuperar itens da parte de botânica e alguns documentos. O restante foi completamente consumido pelas chamas.
O Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do país e tinha um acervo de mais de 20 milhões de itens. Aproximadamente 3 milhões de itens estavam em outro prédio.
“É inestimável, incomensurável. A gente está falando de um museu que formou uma coleção histórica na época que os grandes museus da Europa estavam se formando. Tinha pesquisa acontecendo, tinha a reserva técnica de material arqueológico. Perdemos a oportunidade de conhecer parte do passado do próprio Brasil”, lamentou Claudio Prado de Mello, arqueólogo e historiador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Os dois hidrantes próximos ao Museu Nacional apresentavam problemas no começo do combate às chamas. Não havia pressão suficiente. A solução foi apostar para um plano B: retirar água de um lago próximo para o caminhão da corporação e, assim, levar ao local do incêndio. O problema atrasou o combate às chamas.



Nesta quarta-feira (30), às 19h, vai ao ar mais um episódio do podcast Causos & Causas, com transmissão ao vivo pelo canal da Ello TV no YouTube. O tema da vez é “Bastidores do Controle: Como TCE e MPPE Julgam e Fiscalizam Prefeitos e Vereadores”, e o convidado é o advogado municipalista João Luiz Lima Valeriano Júnior, conhecido como Júnior Valeriano.
Uma solenidade no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (11), marcou o acordo que vai proporcionar a solução para um problema antigo, que atinge cerca de 14 mil famílias que viviam nos chamados prédios-caixão no Recife e Região Metropolitana.

O Secretário Paulo Jucá respondeu a questionamento sobre a queda na qualidade do atendimento com a chegada da Organização Social João Paulo II para gerir o Hospital Maria Rafael de Siqueira.
Encontro aconteceu de 6 a 10 de março em Brasília












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