Bom resultado na pesquisa não altera decisão de Josete Amaral em não disputar prefeitura de Tabira
Por Nill Júnior
Pela primeira vez o ex-prefeito Josete Amaral(PSB) comentou o resultado da pesquisa Múltipla em que no primeiro cenário estimulado contra Nicinha de Dinca e o prefeito Sebastião Dias, lidera com 36%. Foi falando a Anchieta Santos no programa Cidade Alerta da Cidade FM.
O médico agradeceu a lembrança, mas disse que sua decisão está tomada em não mais disputar a Prefeitura de Tabira. Perguntado se a direção estadual do PSB pressionou pra ele disputar a prefeitura quando de sua recente filiação, Josete disse que não, pois quando ingressou na legenda, todos já sabiam de sua posição.
O ex-prefeito voltou a defender renovação na política de Tabira e admitiu que o candidato do Grupão das Oposições será o que reunir maiores condições. Se Edgley somar mais, será ele. Josete considerou muita alta a rejeição de 44% do prefeito Sebastião Dias.
“Não é bom um prefeito que disputa reeleição, ter um número desse”. Sobre os muitos pré-candidatos que Tabira tem, ele disse que vai enxugar e ficarão no máximo 3.
Alertado sobre as provocações de Dinca, que questionou seu nome na pesquisa e nas entrelinhas teria deixado no ar a impossibilidade de Josete disputar a eleição. O socialista rebateu: “Não vou nem citar o nome pra não dar direito de resposta. Não tenho nenhuma pendencia. A única coisa que tive que justificar foi a junção de duas cozinhas comunitárias em uma, durante o meu governo. E só.”.
Sobre ter ido ao aniversário do ex-vereador Tadeu Sampaio onde estava o Prefeito Sebastião Dias, respondeu não ter inimizade com ninguém e que mantém sua posição (na oposição).
Dinca e seu comentário de poeta: chamou a atenção a afirmação do ex-prefeito Dinca Brandino (PMDB) ao comentar a pesquisa Múltipla para a sucessão de Tabira. Disse o ex-prefeito: “A Pesquisa foi positiva, mas deixou muito a desejar”. É ou não é um poeta?
Um encontro entre o presidente Jair Bolsonaro e os governadores da Amazônia Legal está marcado para a próxima terça-feira (27), depois que os chefes dos poderes executivos estaduais solicitaram uma reunião urgentemente para tratar do combate a focos de incêndio na floresta. Um dos pedidos dos governadores é que o governo federal estabeleça uma agenda […]
Um encontro entre o presidente Jair Bolsonaro e os governadores da Amazônia Legal está marcado para a próxima terça-feira (27), depois que os chefes dos poderes executivos estaduais solicitaram uma reunião urgentemente para tratar do combate a focos de incêndio na floresta. Um dos pedidos dos governadores é que o governo federal estabeleça uma agenda permanente de proteção, conservação e desenvolvimento sustentável da Amazônia.
Os governadores, que integram o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, divulgaram neste sábado (24) uma carta endereçada ao presidente da República datada desta sexta-feira (23), em que solicitam não apenas a reunião, mas a “ imediata cooperação das estruturas dos Estados da Amazônia Legal e as do Governo Federal no emprego específico de combate a focos de incêndio”.
“A situação se agrava a cada dia, comprometendo a biodiversidade da região em razão da destruição de quilômetros de flora e da morte de milhares de espécies da fauna amazônica. Já se cogita, inclusive, que em algumas regiões as queimadas passarão a ser um risco real e imediato ao equilíbrio ambiental do planeta impactando na integridade da saúde humana”, destaca o documento.
A carta menciona ainda que a floresta amazônica é considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, “sendo obrigação de todos os cidadãos brasileiros e do Estado, sua conservação e preservação”.
Também neste sábado, o Ministério da Defesa instalou o Centro de Operações Conjuntas na sede da pasta em Brasília, para centralizar e administrar as ações de combate às queimadas que atingem a região amazônica. E o ministro da Justiça, Sérgio Moro, assinou portaria autorizando o uso da Força Nacional no combate ao desmatamento ilegal em Rondônia e no Pará. A Força Nacional vai agir apoiando o trabalho do Ibama até o dia 31 de outubro, com possibilidade de renovação caso seja solicitado pelo órgão ambiental.
Se você reclama de partes da região sem ações na área de infraestrutura, saiba que nem tudo está parado. Em São José do Egito, Evandro Valadares recebeu novamente Luiz de Castro, Diretor regional da 5ª região do DER. Na pauta, foi apresentado o plano de reestruturação para melhoria das rodovias da 5ª região do estado. […]
Se você reclama de partes da região sem ações na área de infraestrutura, saiba que nem tudo está parado.
Em São José do Egito, Evandro Valadares recebeu novamente Luiz de Castro, Diretor regional da 5ª região do DER. Na pauta, foi apresentado o plano de reestruturação para melhoria das rodovias da 5ª região do estado.
A proximidade de Luiz de castro com Evandro e as obras tocadas na área de São José do Egito tem causado questionamentos de áreas onde a ação não chegou.
Mas, garante Evandro, Luiz de Castro informou que “descerá” para o Médio Pajeú. “Ele me garantiu que ai atender as outras cidades. Está acertado já. Não tem favorecimento a São José não”, disse ao Debate do Sábado, na Gazeta FM.
Já Adelmo Moura, de Itapetim, fez mais uma visita à PE-263, ligando São Vicente à divisa com a Paraíba, para acompanhar o serviço de colocação do asfalto em um dos trechos da estrada. “Tá ficando arretado demais”, comemorou Adelmo. Ele esteve acompanhado do vice-prefeito Chico, do secretário de Agricultura Júnio Moreira, do diretor de Infrastrurura Seu Dido, do vereador Carlos Nunes, e de correligionários.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), tem dado sinais cada vez mais evidentes de alinhamento político com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), possível candidato ao Governo de Pernambuco em 2026. A movimentação, vista como estratégica, marca um distanciamento progressivo da petista em relação à governadora Raquel Lyra (PSD), de quem foi […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), tem dado sinais cada vez mais evidentes de alinhamento político com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), possível candidato ao Governo de Pernambuco em 2026. A movimentação, vista como estratégica, marca um distanciamento progressivo da petista em relação à governadora Raquel Lyra (PSD), de quem foi aliada até pouco tempo.
Nesta sexta-feira (13), o pré-candidato a deputado estadual Bruno Araújo — marido de Márcia — publicou nas redes sociais fotos de um almoço em Petrolina ao lado de João Campos, do senador Fernando Bezerra Coelho, do ex-prefeito Miguel Coelho e do atual gestor da cidade, Simão Durando. O encontro aconteceu no tradicional Bodódromo e reuniu lideranças que devem estar no mesmo palanque nas eleições de 2026.
“Almoço bom é aquele que junta boas amizades, boas conversas e muito compromisso com o futuro de Pernambuco”, escreveu Bruno, destacando a presença de João Campos como uma das lideranças com quem compartilha “projetos de desenvolvimento para o estado”.
A agenda pública fortalece a leitura de que Márcia Conrado deve se engajar na construção de uma frente ampla em torno do nome de João Campos para disputar o Governo do Estado. A prefeita, que vinha orbitando a base governista desde o início do mandato de Raquel Lyra, passou a reduzir a interlocução com o Palácio do Campo das Princesas e intensificou o diálogo com lideranças ligadas ao PSB.
O gesto tem peso político no Sertão do Pajeú, região estratégica para qualquer projeto estadual, e coloca Márcia em posição de protagonismo nas articulações de 2026. A aliança com João Campos, se confirmada, pode reposicionar o grupo político da prefeita no tabuleiro estadual.
Flores confirmou um óbito nesta quinta-feira (26). Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta quarta-feira (26.11), o Pajeú totaliza 11.326 casos confirmados de Covid-19. Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região […]
Flores confirmou um óbito nesta quinta-feira (26).
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta quarta-feira (26.11), o Pajeú totaliza 11.326 casos confirmados de Covid-19.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 4.913 confirmações. Logo em seguida, com 1.430 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, Tabira conta com 1.071, São José do Egito está com 921, Santa Terezinha tem 455, Carnaíba está com 417 e Triunfo tem 364.
Itapetim tem 286, Flores está com 269, Brejinho está com 209, Calumbi tem 197 casos, Iguaracy tem 177, Quixaba tem 153, Solidão tem 152, Tuparetama tem 134, Santa Cruz da Baixa Verde está com97 e Ingazeira está com 81 casos confirmados.
Mortes – Com mais um óbito confirmado em Flores, a região tem no total, 197 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 66, Afogados da Ingazeira tem 19, Carnaíba tem 15 óbitos, Flores tem 13, Triunfo, Tabira e São José do Egito tem 12 cada, Santa Terezinha tem 11, Iguaracy tem 10, Tuparetama tem 8, Itapetim tem 6, Quixaba tem 4, Brejinho tem 3, Calumbi e Santa Cruz da Baixa Verde tem 2 cada e Ingazeira tem 1 óbito.
Detalhes do óbito
Idosa, 84 anos, residente na Rua Agamenon Magalhães (Sítio dos Nunes), apresentando sintomatologia característica de Covid-19, foi admitida na Unidade Dr. Nezinho, em Flores.
Conforme preconizado foi realizado Coleta de Swab no dia 13/11, em seguida foi transferida para o Hospital de Campanha Eduardo Campos em Serra Talhada-PE, obtendo resultado Positivo para Covid-19 no dia 19/11, indo a óbito nesta quinta-feira (26), às 06:50h.
Recuperados – A região conta agora com 10.593 recuperados. O que corresponde a 93,52% dos casos confirmados.
A deputada estadual Priscila Krause (DEM) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para repercutir os dados apresentados na pesquisa de Eficiência dos Estados (REE-F), publicada pela Folha de São Paulo em parceria com o instituto Datafolha, na edição de domingo(19). De acordo com a parlamentar, há divergências nas informações de pelo menos […]
A deputada estadual Priscila Krause (DEM) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para repercutir os dados apresentados na pesquisa de Eficiência dos Estados (REE-F), publicada pela Folha de São Paulo em parceria com o instituto Datafolha, na edição de domingo(19). De acordo com a parlamentar, há divergências nas informações de pelo menos três parâmetros utilizados: a receita total de Pernambuco em 2017, as despesas de pessoal do Poder Executivo no mesmo exercício e, por fim, a métrica utilizada em relação à qualidade da malha viária pernambucana. “Chamou nossa atenção por estar descolado da vida dos pernambucanos e daí, com a nossa experiência no assunto, fomos checar os dados”, explicou.
Segundo a parlamentar, que é componente da Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação da Alepe, o dado utilizado para registrar a receita total no ano passado não se alinha com a realidade, visto que, em vez dos R$ 33,3 bilhões registrados, a receita total de Pernambuco foi de R$ 32,34 bilhões. Os R$ 33,3 bilhões registrados referem-se à despesa total, que se refletiu num déficit de R$ 972 milhões, amplamente divulgado pela imprensa, o maior do Nordeste em 2017. “É uma questão de justiça aos fatos e, principalmente, da importância de trazermos o debate real da situação fiscal de Pernambuco. Gastou-se mais do que se arrecadou e isso precisa ser colocado. Provavelmente trata-se de um lapso que deve ser corrigido, sobretudo pela credibilidade inquestionável do veículo, um dos mais importantes do País”, registrou.
Em relação aos números da despesa com pessoal, que afetam diretamente o quesito de avaliação da situação fiscal do estado, Priscila apresentou os dados do Relatório de Gestão Fiscal do último quadrimestre de 2017 como fonte, também utilizando os exemplos dos estados da Bahia e do Ceará. Enquanto as despesas com pessoal ativo em Pernambuco registram R$ 6,9 bilhões nos dados utilizados pelo ranking, a Secretaria da Fazenda aponta que, na realidade, somam R$ 8,2 bilhões, uma diferença de R$ 1,3 bilhão. Sobre a despesa total do Poder Executivo, que inclui ativos e inativos, o ranking aponta R$ 12,2 bilhões enquanto o próprio governo coloca R$ 15,4 bilhões.
“A reportagem especial inclusive traz um quadro que aponta a situação das despesas de pessoal de Pernambuco, no que concerne à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), muito mais preocupantes que as do Ceará e da Bahia, mas quando vamos para os dados do ranking essas posições são trocadas e Pernambuco aparece confortavelmente, o que não é a realidade. Já encontramos divergências como, por exemplo, a exclusão de uma série de gastos com pessoal que não estão computados corretamente pela fonte utilizada, que também tem grande credibilidade, um estudo do IPEA”, explicou. Em relação ao parâmetro de gastos com pessoal do Executivo, conforme a LRF, Pernambuco alcançou comprometimento de 48,97% em 2017, enquanto Ceará e Bahia somaram menos: 42,45% e 43,06%, respectivamente.
Enquanto em Pernambuco a diferença entre o número do Relatório de Gestão Fiscal oficializado pelo governo e os dados da Folha, para a despesa de pessoal, apontam diferença de mais de R$ 3,2 bilhões, no Ceará e na Bahia as informações são mais consonantes entre o que as administrações estaduais apontaram e a informação trabalhada para a confecção do ranking, havendo distorções de, no máximo, R$ 300 milhões. Na Bahia, a despesa total do Executivo, segundo o governo, foi de R$ 17,89 bilhões, enquanto o ranking registra R$ 17,8 bilhões e no Ceará o dado da Secretaria da Fazenda aponta R$ 8,82 bilhões enquanto o estudo aponta R$ 9,2 bilhões. “É preciso que o governo de Pernambuco escolha entre os dados oficiais, de sua própria autoria, ou aqueles que, no momento, são convenientes”, acrescentou.
Por fim, Priscila Krause questionou a metodologia do estudo no que concerne à infraestrutura, especificamente a qualidade das estradas. A fonte utilizada pelo ranking foi pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), que avalia anualmente, por unidade federativa, a qualidade das rodovias. No ranking de eficiência dos governos estaduais, no entanto, foi utilizado o dado referente a todas as estradas do estado, enquanto a própria CNT disponibilizou os dados seccionados entre as estradas de responsabilidade do governo federal e as de responsabilidade do governo estadual.
O número utilizado de ótimo e bom na pesquisa (44%) é muito superior à avaliação de ótimo e bom das estradas de jurisdição estadual, que alcança 5,9%. “A pesquisa traz com clareza que na manutenção e conservação das estradas o governo estadual é muito ineficiente, mas isso não foi levado em consideração. Ganharam uma nota por uma atuação que não é deles. É como se o aluno que não estudasse recebesse a nota daquele que fez o dever de casa”, apontou.
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