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Bolsonaro deu “informação dúbia” sobre pandemia, diz Mandetta

Por André Luis

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta disse nesta terça-feira (04.05) ter sido “publicamente confrontado” pelo presidente Jair Bolsonaro durante o enfrentamento inicial da pandemia de coronavírus. 

Em depoimento à CPI da Pandemia, Mandetta afirmou que o Brasil deveria ter demonstrado “unidade” e “fala única” sobre as medidas de combate à covid-19, como o isolamento social. No entanto, segundo o ex-ministro, o presidente da República contribuiu para que a sociedade recebesse “uma informação dúbia” sobre como lidar com a doença.

“O Ministério da Saúde foi publicamente confrontado, e isso dava uma informação dúbia à sociedade. O objetivo do Ministério da Saúde era dar uma informação, e o presidente dava outra informação. Em tempos de epidemia, você tem que ter a unidade. Tem que ter a fala única. Com esse vírus, o raciocínio não pode ser individual. Esse vírus ataca a sociedade como um todo. Ele ataca tudo”, destacou.

Mandetta ficou à frente do Ministério da Saúde até o dia 16 de abril de 2020. No dia 28 de março, ele diz ter entregue uma “carta pessoal” a Jair Bolsonaro. No texto, ele “recomenda expressamente que a Presidência da República reveja o procedimento adotado” para evitar “colapso do sistema de saúde e gravíssimas consequências à saúde da população”.

De acordo com o ex-ministro, o presidente Jair Bolsonaro foi diretamente comunicado sobre a escalada da pandemia no Brasil. Antes de deixar a pasta, Mandetta apresentou a Jair Bolsonaro, conforme disse, uma estimativa de que o país poderia chegar a 180 mil mortos no final de 2020. A previsão acabou sendo superada, e o Brasil encerrou o ano passado com quase 195 mil óbitos confirmados.

“Todas as recomendações as fiz com base na ciência, na vida e na proteção. As fiz em público, em todas as minhas manifestações. As fiz nos conselhos de ministros. As fiz diretamente ao presidente e a todos os que tinham de alguma maneira que se manifestar sobre o assunto. Sempre as fiz. Ex-secretários de saúde e parlamentares falavam publicamente que essa doença não ia ter 2 mil mortos. Acho que, naquele momento, o presidente entendeu que aquelas outras previsões poderiam ser mais apropriadas”, afirmou.

Embora nunca tenha tido, segundo disse, “uma discussão áspera” com o presidente da República, Luiz Henrique Mandetta reconhece que entre os dois “havia um mal-estar”. Ele afirmou acreditar que Jair Bolsonaro recorria a “outras fontes” e a um “assessoramento paralelo” para buscar informações sobre a pandemia de coronavírus.

“Isso não é nenhuma novidade para ninguém. Havia por parte do presidente um outro olhar, um outra decisão, um outro caminho. Todas as vezes que a gente explicava, o presidente compreendia. Ele falava: ‘Ok, entendi’. Mas, passados dois ou três dias, ele voltava para aquela situação de quem não havia talvez compreendido, acreditado ou apostado naquela via. Era uma situação dúbia. Era muito constrangedor para um ministro da Saúde ficar explicando porque estávamos indo por um caminho se o presidente estava indo por outro”, afirmou.

Cloroquina e “falsas versões”

Questionado pelo relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o ex-ministro da Saúde criticou o uso da cloroquina como um tratamento preventivo contra a covid-19. 

Embora o presidente Jair Bolsonaro defenda publicamente o uso da substância pela população, Mandetta lembrou que, no enfrentamento de outras doenças, a droga é utilizada em ambiente hospitalar. O ex-ministro disse ainda desconhecer porque o Laboratório do Exército tenha intensificado a produção dos comprimidos no ano passado.

“A cloroquina é uma droga que, para o uso indiscriminado e sem monitoramento, a margem de segurança é estreita. É um medicamento que tem uma série de reações adversas. A automedicação poderia ser muito, muito perigosa. A cloroquina é já produzida para malária e lúpus pela Fiocruz e já tínhamos suficiente. Não havia necessidade, e tínhamos um estoque muito bom para aquele momento”, afirmou.

Mandetta rebateu o que classificou como “falsas versões” sobre a atuação dele no Ministério da Saúde. Segundo uma dessas “cantilenas”, apenas pacientes com “sintomas mais severos” deveriam buscar atendimento hospitalar nos primeiros meses da pandemia.

“Isso não é verdade. Estávamos no mês de janeiro e fevereiro e não havia um caso registrado dentro do país. O que havia naquele momento eram pessoas em sensação de insegurança e pânico. As pessoas procuravam hospitais em busca de fazer testes, mas em 99,9% dos casos eram outros vírus. Se houvesse um paciente lá positivo, ele iria contaminar na sala de espera. Tenho visto essa máxima ser repetida e tenho percebido que é mais uma guerra de narrativa”, destacou.

Mandetta disse que, na gestão dele, o Ministério da Saúde equipou 15 mil leitos de UTI com respiradores e iniciou a negociação para a aquisição de 24 mil testes para a detecção do coronavírus. Ele defendeu a vacina como a única “porta de saída” para a pandemia.

“Nós tínhamos a perfeita convicção. Doença infecciosa a vírus a humanidade enfrenta com vacina desde a varíola, passando por pólio, difteria e todas elas. A porta de saída era vacina. Em maio, depois que saí dos Ministério da Saúde, os laboratórios começaram a realizar os testes de fase 2. Só ali eles começam a abordar os países com propostas de encomendas. Na minha época não oferecido. Mas eu rezava muito para que fosse. Teria ido atrás da vacina como atrás de um prato de comida”, afirmou.

Questionado pelo vice-presidente da CPI da Pandemia, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Luiz Henrique Mandetta disse que a atuação do então ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, dificultou a aquisição de insumos para o enfrentamento da pandemia. O ex-ministro da Saúde disse que “conflitos” dos filhos do presidente Jair Bolsonaro com a China também geravam “mal-estar”.

“Eu tinha dificuldade com o ministro das Relações Exteriores. O filho do presidente que é deputado federal [Eduardo Bolsonaro] tinha rotas de colisão com a China através do Twitter. Um mal-estar. Fui um certo dia ao Palácio do Planalto, e eles estavam todos lá. Os três filhos do presidente [deputado Eduardo Bolsonaro, vereador Carlos Bolsonaro e senador Flávio Bolsonaro] estavam lá. Disse a eles que eu precisava conversar com o embaixador da China. Pedi uma reunião com ele. ‘Posso trazer aqui?’ ‘Não, aqui não’. Existia uma dificuldade de superar essas questões. Esses conflitos com a China dificultavam muito a boa vontade”, disse Mandetta.

Fonte: Agência Senado

Outras Notícias

Incêndios e infestação de pulgas expõem fragilidades na manutenção da UFPE

Uma infestação de pulgas no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) e três incêndios registrados em um intervalo de oito dias ampliaram a atenção sobre as condições de manutenção e segurança da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife. A ocorrência mais recente envolve o CFCH, onde foram identificadas pulgas em espaços entre o […]

Uma infestação de pulgas no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) e três incêndios registrados em um intervalo de oito dias ampliaram a atenção sobre as condições de manutenção e segurança da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife.

A ocorrência mais recente envolve o CFCH, onde foram identificadas pulgas em espaços entre o térreo e o quarto andar. A direção chegou a anunciar a suspensão das atividades presenciais a partir da próxima segunda-feira (19), mas a universidade informou posteriormente que o funcionamento será retomado na própria segunda, após medidas de controle.

Segundo a UFPE, uma primeira etapa da pulverização foi realizada na quinta-feira (15), e uma segunda aplicação está prevista para segunda-feira, a partir das 8h. A Superintendência de Infraestrutura informou que o procedimento não oferece risco para a circulação de pessoas depois da aplicação.

A universidade também investiga a possível origem da infestação. Entre as hipóteses analisadas estão a entrada de animais silvestres no prédio e a presença de cães e gatos nas áreas próximas. O trabalho envolve a Comissão de Bem-Estar Animal da instituição.

A situação ocorre em meio a questionamentos sobre os serviços de controle de pragas. Segundo apuração do Diario de Pernambuco, a UFPE não possuía, até quinta-feira (15), contrato vigente para prestação regular de serviços de dedetização e desinsetização. Uma nova contratação estava em fase final de tramitação. Em janeiro, a dedetização do CFCH foi custeada com recursos do próprio centro.

O episódio se soma a uma sequência de três incêndios registrados na universidade em oito dias. O primeiro ocorreu em 30 de setembro, em um laboratório do Departamento de Física. No dia 4 de outubro, outro incêndio atingiu o Laboratório de Citogenética e Evolução Vegetal.

O caso de maior proporção ocorreu em 7 de outubro, quando as chamas atingiram um prédio que abrigava laboratórios e estruturas de pesquisa nas áreas de fármacos, genética e informática. Não houve vítimas.

O reitor Alfredo Gomes estimou em cerca de R$ 100 milhões as perdas de equipamentos, insumos e materiais provocadas pelo incêndio. Pesquisas e dados científicos acumulados ao longo de anos também foram atingidos.

A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar as circunstâncias e as possíveis causas do incêndio de 7 de outubro. Até o momento, não há confirmação oficial de relação entre as três ocorrências.

Após os incêndios, a UFPE informou que iniciou levantamentos e avaliações das condições de segurança nos ambientes de trabalho. A instituição também disse possuir contrato vigente para manutenção de extintores desde maio deste ano.

Entre as medidas anunciadas estão treinamentos específicos para ambientes de maior risco, a elaboração de uma cartilha de prevenção e emergência e a avaliação da retomada das brigadas de incêndio nos prédios da universidade.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

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Datafolha: 50% veem democracia brasileira com grandes defeitos

Metade dos brasileiros considera que o país vive sob uma democracia com grandes defeitos, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (17). Outros 23% apontam pequenos problemas, 16% dizem que o Brasil não é uma democracia e 7% avaliam o regime como pleno. A percepção sobre o funcionamento da democracia apresentou poucas mudanças em relação à […]

Metade dos brasileiros considera que o país vive sob uma democracia com grandes defeitos, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (17). Outros 23% apontam pequenos problemas, 16% dizem que o Brasil não é uma democracia e 7% avaliam o regime como pleno.

A percepção sobre o funcionamento da democracia apresentou poucas mudanças em relação à última vez em que o Datafolha fez a mesma pergunta, em março de 2024. Naquele levantamento, 46% apontavam grandes defeitos, 28% identificavam pequenos problemas, 16% afirmavam que o país não era uma democracia e 6% consideravam o regime pleno.

Na comparação, a parcela que vê grandes problemas cresceu quatro pontos percentuais, de 46% para 50%, enquanto o grupo que identifica pequenos defeitos caiu de 28% para 23%. O percentual dos que dizem que o Brasil não é uma democracia permaneceu em 16%.

O instituto também havia feito a pergunta em fevereiro de 2014. Na ocasião, 61% consideravam que a democracia brasileira tinha grandes problemas, 21% apontavam pequenos defeitos, 9% não reconheciam o país como uma democracia e 3% avaliavam o regime como pleno.

O levantamento mostrou diferenças na percepção de acordo com a intenção de voto no segundo turno presidencial. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), 23% dizem que o Brasil não é uma democracia e 2% consideram o regime pleno. Entre os que declaram voto em Lula (PT), esses percentuais são de 8% e 12%, respectivamente.

O debate sobre a qualidade da democracia também passou a integrar a campanha presidencial. Após o primeiro turno, Flávio Bolsonaro questionou publicamente se o Brasil vive uma democracia plena e anunciou que pretende propor mudanças constitucionais com o argumento de “redemocratizar” o país.

A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 13 e 14 de outubro, com 2.520 entrevistas presenciais em 153 municípios, entre eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-00466/2026.

Fonte: O Globo
Foto: Custodio Coimbra

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Papa Leão XIV deve receber alta do hospital neste sábado (17), diz Vaticano

O Papa Leão XIV deve deixar o Hospital Gemelli, em Roma, neste sábado (17), quatro dias após passar por uma cirurgia no pulmão. Segundo o Vaticano, exames realizados pela manhã confirmaram condições clínicas para a alta. Leão XIV está internado desde terça-feira (13), quando foi submetido a uma cirurgia para retirada de um adenocarcinoma pulmonar, […]

O Papa Leão XIV deve deixar o Hospital Gemelli, em Roma, neste sábado (17), quatro dias após passar por uma cirurgia no pulmão. Segundo o Vaticano, exames realizados pela manhã confirmaram condições clínicas para a alta.

Leão XIV está internado desde terça-feira (13), quando foi submetido a uma cirurgia para retirada de um adenocarcinoma pulmonar, com remoção do lobo inferior do pulmão direito.

De acordo com comunicado divulgado neste sábado, a decisão sobre a alta foi tomada após a análise de exames de sangue, uma radiografia do tórax e a avaliação do quadro clínico do pontífice.

“Considerando os resultados dos exames de sangue e do controle radiológico do tórax realizados esta manhã, bem como a avaliação do quadro clínico, o Santo Padre foi considerado apto a receber alta hospitalar”, informaram os médicos responsáveis.

A previsão é que o Papa deixe o Hospital Gemelli no início da tarde, no horário de Roma, e retorne ao Vaticano.

Nessa sexta-feira (16), ainda durante a internação, Leão XIV celebrou uma missa em uma sala preparada no décimo andar do hospital. Participaram integrantes das equipes médica e de enfermagem que estavam fora de serviço, além de membros da Gendarmaria do Vaticano.

Durante a celebração, o Papa agradeceu aos profissionais de saúde pelo trabalho desenvolvido no atendimento aos pacientes e pelos cuidados recebidos durante sua internação. O Vaticano também divulgou imagens da missa celebrada no hospital.

Os exames realizados nessa sexta já haviam indicado melhora constante do estado geral de saúde. O Vaticano informou ainda que Leão XIV seguia com sessões de fisioterapia respiratória e conseguia realizar as atividades cotidianas com autonomia.

Neste domingo (18), o pontífice deverá fazer sua primeira aparição pública após a cirurgia. A previsão é que conduza a oração do Angelus da janela do apartamento pontifício, no Vaticano.

Fonte: g1
Foto: Vaticano

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Janones convoca apoiadores de Lula a publicar fotos de verde e amarelo nas redes

O deputado André Janones (Rede) convocou neste sábado (17) integrantes do canal “Exército do Lula” a publicar fotos vestindo verde e amarelo e fazendo o “L” com a mão. A mobilização foi organizada para as redes sociais durante o segundo turno da eleição presidencial. A convocação foi feita pelo deputado, que administra o canal “Exército […]

O deputado André Janones (Rede) convocou neste sábado (17) integrantes do canal “Exército do Lula” a publicar fotos vestindo verde e amarelo e fazendo o “L” com a mão. A mobilização foi organizada para as redes sociais durante o segundo turno da eleição presidencial.

A convocação foi feita pelo deputado, que administra o canal “Exército do Lula” no WhatsApp. A ação começou às 9h deste sábado.

Em vídeo divulgado aos apoiadores, Janones afirmou que o objetivo era retomar o uso das cores verde e amarela pela esquerda, em referência à associação desses símbolos com apoiadores do bolsonarismo nos últimos anos.

A mobilização também chegou ao X. Segundo o Diário de Pernambuco, apoiadores de Lula levaram aos assuntos do momento as hashtags #OVerdeAmareloENosso, #BrasilInteiro e #RetomamosNossasCores.

O movimento ocorre na reta final do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), marcado para 25 de outubro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Reprodução

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Iguaracy discute obras de abastecimento para Irajaí e Picos com Governo de Pernambuco

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, se reuniu com representantes do Governo de Pernambuco para tratar de ações de abastecimento de água no município. Entre as pautas estão uma obra estimada em R$ 1,12 milhão para Irajaí e demandas do povoado de Picos e de comunidades rurais. A reunião aconteceu nessa quinta-feira (15), na Secretaria […]

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, se reuniu com representantes do Governo de Pernambuco para tratar de ações de abastecimento de água no município. Entre as pautas estão uma obra estimada em R$ 1,12 milhão para Irajaí e demandas do povoado de Picos e de comunidades rurais.

A reunião aconteceu nessa quinta-feira (15), na Secretaria de Recursos Hídricos e de Saneamento de Pernambuco. Pedro Alves esteve acompanhado do deputado estadual Luciano Duque e foi recebido pelo secretário executivo Artur Paiva Coutinho.

Segundo as informações apresentadas no encontro, o projeto de abastecimento de Irajaí está concluído, tem investimento estimado em R$ 1,12 milhão e já conta com ordem de serviço emitida.

De acordo com Artur Coutinho, o início da obra depende agora da chegada da tubulação necessária para a execução do serviço.

O povoado de Picos também entrou na pauta da reunião. A assessoria municipal informou que foram discutidas ações para melhorar a qualidade da água na localidade, mas não detalhou quais intervenções serão executadas nem apresentou prazo.

As necessidades de comunidades rurais também foram abordadas. Entre as alternativas discutidas estão a implantação de dessalinizadores e a substituição de equipamentos antigos.

Em junho, Artur Coutinho esteve em Irajaí para uma vistoria técnica destinada a avaliar alternativas para o abastecimento da localidade. Entre as possibilidades analisadas estava a implantação de uma Estação de Tratamento de Água.

Pedro Alves também defende que seja estudada a possibilidade de levar água da Adutora do São Francisco para o distrito.

Durante a reunião, o prefeito citou a participação de Luciano Duque nas articulações e o diálogo com o Governo do Estado e com o secretário José Almir Cirilo.

Segundo a assessoria, Duque afirmou que as demandas do município já foram encaminhadas aos setores responsáveis.

Foto: Divulgação

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