Blogueiro confirma affair entre João Campos e Tábata Amaral
Por Nill Júnior
Qual dos assuntos abaixo ocupou a maior parte das conversas dos membros do Diretório Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) que se reuniram em Brasília no último fim de semana?
A candidatura de Márcio França à prefeitura de São Paulo no próximo ano; A reforma do partido para atualizar seu programa e afastar-se cada vez mais do PT; A saída do PSB do chamado Fórum de São Paulo; Como atuar melhor na oposição ao governo Bolsonaro.
O assunto campeão dos comentários foi o namoro do deputado João Henrique Campos (PSB-PE), filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em 2014 em um acidente de avião, com a deputada Tábata Amaral (PDT-SP). A informação é do Blog do Noblat.
João tem 25 anos de idade. Elegeu-se deputado federal pela primeira vez sendo o mais votado no seu Estado – 460.387 votos. Tábata tem 26 anos. Elegeu-se deputada federal pela primeira vez e foi a sexta mais votada em São Paulo – 264. 450 votos.
João estava noivo há 9 anos e com casamento marcado no Recife para os próximos meses. Rompeu o noivado. Tábata namorava o colombiano Daniel Alejandro Martínez que trabalhou em sua campanha. Não namora mais.
O destino político de João está traçado: será candidato a prefeito do Recife. Tábata está sendo assediada por mais de um partido para ser candidata a prefeita de São Paulo, mas hesita. Os dois se negam a confirmar oficialmente o namoro.
Evento apresenta 63 filmes de todas as regiões e 13 estados brasileiros; destes, quatro são inéditos no país e 13 no estado; premiado internacionalmente, documentário O Processo abre a programação em Afogados. A Mostra Pajeú de Cinema anuncia, nesta terça-feira (24/4), os filmes selecionados para a sua quarta edição. No total, 63 filmes brasileiros serão […]
Evento apresenta 63 filmes de todas as regiões e 13 estados brasileiros; destes, quatro são inéditos no país e 13 no estado; premiado internacionalmente, documentário O Processo abre a programação em Afogados.
A Mostra Pajeú de Cinema anuncia, nesta terça-feira (24/4), os filmes selecionados para a sua quarta edição. No total, 63 filmes brasileiros serão exibidos em doze dias de programação. Destes, quatro fazem estreia nacional e 13 serão exibidos pela primeira vez no estado.
A MPC também atualiza sua identidade visual, a cargo da artista Simone Mendes, e que tem como elemento central o Rio Pajeú, que como uma tela de cinema, reflete a luz que vem do céu. Viabilizado pelo Funcultura / Governo do Estado e organizado pela Pajeú Filmes, a 4ª MPC será realizada de 15 a 26 de maio em Afogados da Ingazeira, Iguaracy e Ingazeira, no Sertão de Pernambuco.
A seleção de curtas formam um panorama da recente produção nacional, trazendo para o sertão 54 filmes de todas as regiões do país. São filmes de diferentes estilos, técnicas e gêneros, alguns inéditos ou pouco vistos e outros que circularam nos principais festivais do Brasil e do mundo, como o pernambucano Terremoto Santo e o mineiro A retirada para um coração bruto, exibidos no último Festival de Berlim, além de Fantasia de índio, parcialmente rodado no sertão e recentemente exibido no Festival de Tiradentes.
Abre o programa de longas O processo (RJ), novo documentário de Maria Augusta Ramos sobre os eventos que levaram à destituição de Dilma Rousseff da Presidência da República. O processo estreou em sessões lotadas no último Festival de Berlim e acaba de ser eleito o melhor filme do festival Visions du Réel (Suíça), um dos mais importantes do mundo. Outros documentários são os pernambucanos Prelúdio da fúria, que apresenta o trabalho de artistas com obras marcadas pela inflexão política; Em nome da América, que investiga a presença americana no nordeste durante os eventos que precederam o golpe militar de 1964; e o inédito Parquelândia, que olha para as condições de trabalho em parques de diversão em localidades do sertão. Completam a seleção a ficção paraibana Rebento (com Zezita Matos e Fernando Teixeira, recém-lançada em janeiro, no Festival de Tiradentes) e Arábia (MG), um dos melhores, mais premiados e esperados filmes da temporada.
Curadoria – A escolha dos longas e curtas a serem exibidos em Afogados da Ingazeira foi realizada pelo pesquisador e crítico André Dib, enquanto os curtas que serão vistos em Iguaracy e Ingazeira foram selecionados pelos diretores da MPC, Bruna Tavares e William Tenório (Iguaracy e Ingazeira). Além de programas especiais para as cidades que a partir de 2018 integram a mostra, outra novidade é a Sessão Acessível, dedicada ao público portador de necessidades especiais (cegos e surdos ou ensurdecidos), que poderá assistir curtas-metragens com recursos de Libras, audiodescrição e LSE.
Oficinas – Estão abertas as inscrições para três oficinas gratuitas da MPC: crítica de cinema com Heitor Augusto (SP), documentário com Marlom Meirelles (PE) e cineclubismo com Yanara Galvão (PE). Informações no site www.mostrapajeudecinema.com.br
Sobre a MPC – A 4ª edição da Mostra Pajeú de Cinema é organizada pela Pajeú Filmes, com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e conta com apoio do Movimento #CineRuaPE, Rádio Pajeú AM, Gerência Regional de Educação – Sertão do Alto Pajeú, Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Educação de Iguaracy, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo de Iguaracy, Secretaria de Educação de Ingazeira e Secretaria de Cultura de Ingazeira.
A noite de ontem da Expoagro foi a mais cultural do evento. A programação foi aberta por Lindomar Souza. O forrozeiro afogadense não é mais promessa e sim uma realidade. No palco, desfilou pelos grandes sucessos do forró autêntico e declarou sua admiração por Flávio José, de quem é fã. Ninguém ficou parado com seu […]
A noite de ontem da Expoagro foi a mais cultural do evento. A programação foi aberta por Lindomar Souza. O forrozeiro afogadense não é mais promessa e sim uma realidade. No palco, desfilou pelos grandes sucessos do forró autêntico e declarou sua admiração por Flávio José, de quem é fã. Ninguém ficou parado com seu repertório escolhido a dedo.
Enquanto Lindomar fazia sua apresentação, profissionais da imprensa aguardavam a oportunidade de conversar com o genial Alceu Valença. Alceu estava empolgado, principalmente quando provocado a falar de sua admiração pelos poetas do Pajeú. Na entrevista, lembrou muito Lourival Batista e dos seus encontros com o poeta.
Este blogueiro, Alexandre Moraes (Cultura Coisa e Tal) na conversa com Alceu
Alceu também falou muito sobre o tempo. Impressionante como o artista gosta de cantar e falar sobre ele. Desde a curiosidade de dizer não costumar comemorar seu aniversário (Alceu como Afogados é de 1º de julho), como dos projetos de cinema e literatura.
Alceu também reclamou da forma como a indústria midiática tenta empurrar tudo por goela abaixo. “Nos Estados Unidos tocam blues, ninguém vai ouvir forró lá. Na Inglaterra, ninguém vai ouvir um tango. Daqui a pouco pra fazer sucesso eu vou ter que falar com Obama”, brincou.
Foi a deixa para a mensagem que quis deixar como mais forte, a de que não devemos abrir mão da nossa resistência cultural. “Minha região tinha cantadores, não tem mais. Vocês não podem perder essa característica. O que precisarem de mim, estou a disposição para ajudar que isso não morra”.
Este blogueiro, a filhota Nívea Victória, Alceu Valença e Evandro Lira
Ao final, o simpático e genial Flávio José fez um show que de tão perfeito parecia ter sido “clonado” de seus CDs. Antigos e novos sucessos embalaram o público no Centro Desportivo. Flávio não reclamou quando ouviu que já deveria ter vindo há mais tempo à Exposerra. “Vim agora porque era o tempo e vontade de Deus”. Com uma tranquilidade surpreendente, tocou assim, de forma divina.
O governo da Itália autorizou a extradição do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato para o Brasil, segundo informou o Ministério Público nesta sexta-feira (24). As autoridades brasileiras ainda não receberam oficialmente o comunicado da Itália. Pizzolato, que tem cidadania italiana, foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão no julgamento do […]
O governo da Itália autorizou a extradição do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato para o Brasil, segundo informou o Ministério Público nesta sexta-feira (24). As autoridades brasileiras ainda não receberam oficialmente o comunicado da Itália.
Pizzolato, que tem cidadania italiana, foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão no julgamento do mensalão do PT, pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Em 2013, quando foi expedido o mandado de prisão, fugiu para a Itália.
Após ele ser preso pela polícia local em Maranello, em 2014, o governo brasileiro entrou na Justiça italiana com pedido de extradição. O pedido foi negado pela Corte do Bolonha. A PGR, no entanto, entrou com recurso, que foi acatado pela Corte de Cassação de Roma em fevereiro deste ano. Desde então, faltava a palavra final do governo italiano para decidir se Pizzolato cumpriria ou não a pena no Brasil.
Condições dos presídios: Uma das alegações da defesa de Pizzolato era de que os presídios brasileiros não possuem condições de garantir a proteção dos direitos humanos dos presos. Esse foi um dos argumentos que pesaram na decisão de primeira instância, na Corte de Bolonha, que negou o pedido brasileiro. (G1)
Integrantes do BID apresentaram projetos e modelos de inovação de políticas públicas para segurança aplicados na América Latina Em reunião com representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento, nesta sexta-feira (3), no Palácio do Campo das Princesas, a governadora Raquel Lyra discutiu a criação de parcerias na área de segurança pública. Durante o encontro, foram debatidas […]
Integrantes do BID apresentaram projetos e modelos de inovação de políticas públicas para segurança aplicados na América Latina
Em reunião com representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento, nesta sexta-feira (3), no Palácio do Campo das Princesas, a governadora Raquel Lyra discutiu a criação de parcerias na área de segurança pública.
Durante o encontro, foram debatidas oportunidades de cooperação técnica e financiamento a serem aplicados na segurança pública. O BID já atua em oito estados brasileiros e possui experiências exitosas nas áreas de inclusão social, equidade, produtividade, inovação e integração econômica.
“Desde o primeiro dia de governo, nós estamos trabalhando para implantar o Programa Juntos Pela Segurança, que vai encontrar novas soluções para a segurança pública de Pernambuco. A taxa de feminicídio do Estado é 40% maior do que a média nacional, e na contramão do Brasil, a violência aumentou no ano passado, enquanto a de todo o país reduziu. Conseguimos um avanço nos primeiros 30 dias de governo com a redução na quantidade de homicídios, mas iremos avançar muito mais. É preciso repensar o modelo de segurança pública no Estado, que não vem dando resultados e não está garantindo a segurança das pessoas”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Durante a reunião, a governadora ainda ratificou a orientação prioritária para seu time de secretários de lançar o Juntos pela Segurança.
“O programa será um novo modelo de gestão da segurança pública com fortalecimento das ações de prevenção e requalificação da inteligência policial na repressão ao crime, especialmente ao crime organizado”, explica Raquel.
De acordo com o especialista em segurança pública cidadã e justiça designado para a sede do BID em Washington, Rodrigo Serrano, o banco poderá oferecer apoio técnico ao Estado na formulação de soluções na área de segurança.
“O BID compartilhou a experiência no tema da segurança pública e justiça pelo Brasil, na América Latina e no Caribe. Podemos apoiar tecnicamente a formulação do programa Juntos pela Segurança, oferecendo assistência técnica, trazendo as melhores experiências nos eixos que a governadora indique como prioritário para Pernambuco”.
A secretária de Defesa Social, Carla Patrícia, afirma que a parceria com o BID poderá fortalecer o trabalho estratégico do Juntos pela Segurança. “Para a Segurança Pública, é extremamente importante que venha essa visão moderna que pense numa polícia cidadã e que procure integrar tanto o cidadão à segurança pública quanto os municípios. Nosso maior objetivo é que o cidadão pernambucano volte a se sentir seguro”, comentou a secretária de Defesa Social, Carla Patrícia.
O Banco Interamericano de Desenvolvimento já executa projetos e modelos de inovação de políticas públicas para segurança, incluindo a integração de bases de dados, o georreferenciamento, modernização das polícias com avanço do policiamento proativo, transformação digital na justiça, incluindo algoritmo de prevenção da violência contra a mulher e prevenção de reincidência, melhorando o modelo de gestão do sistema prisional.
Da Agência Brasil O número de linhas ativas de telefonia fixa caiu mais uma vez no Brasil em novembro do ano passado. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou 43,83 milhões de linhas no penúltimo mês de 2015, o que representa uma queda de 2,6% em relação ao início do ano. Na comparação com outubro, […]
O número de linhas ativas de telefonia fixa caiu mais uma vez no Brasil em novembro do ano passado. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou 43,83 milhões de linhas no penúltimo mês de 2015, o que representa uma queda de 2,6% em relação ao início do ano. Na comparação com outubro, a queda é de 0,48%.
Segundo a Anatel, em novembro a densidade do serviço estava em 21,38 linhas para cada grupo de 100 habitantes. Já a teledensidade da telefonia celular no Brasil é de 131,5 linhas móveis para cada grupo de 100 pessoas – ou seja mais de uma linha por habitante.
Assim como na telefonia celular, o Distrito Federal é a unidade da federação onde há mais linhas de telefones fixos ativas por habitante, com 33,79 linhas para cada 100 pessoas. O menor índice está no Maranhão, onde existem 5,1 linhas por 100 habitantes.
Na telefonia fixa, as empresas concessionárias ainda detêm a maioria das linhas no país – 58,43%. As empresas autorizadas a prestar o serviço tem 41,57%. As concessionárias são empresas que atuam em regime público em suas áreas de concessão, têm as tarifas regulamentadas pela Anatel e devem seguir as obrigações de continuidade e de universalização. Já as autorizadas atuam sob regime privado, com liberdade de preços.
Para especialistas, a crise econômica pode ser uma explicação para a queda no número de linhas de telefonia fixa nos últimos meses, assim como vem ocorrendo na telefonia móvel. Em entrevista recente à Agência Brasil, o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, disse que o país já vinha registrando uma migração dos usuários das empresas concessionárias de telefonia fixa para as autorizadas. “Mas o número total se mantinha estável, com um pequeno crescimento, e este ano estamos vendo uma queda. Acredito também que seja devido à crise econômica”, avalia.
Segundo a Anatel, em novembro do ano passado, foram registradas 176,7 mil linhas de telefone popular, que permite que as famílias incluídas no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal possam ter acesso ao serviço de telefonia fixa em condições especiais. O número de orelhões registrado em novembro chegou a 863,5 mil em todo o país.
Você precisa fazer login para comentar.