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Raquel Lyra debate cooperação técnica e financiamento em Segurança Pública

Por André Luis

Integrantes do BID apresentaram projetos e modelos de inovação de políticas públicas para segurança aplicados na América Latina

Em reunião com representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento, nesta sexta-feira (3), no Palácio do Campo das Princesas, a governadora Raquel Lyra discutiu a criação de parcerias na área de segurança pública. 

Durante o encontro, foram debatidas oportunidades de cooperação técnica e financiamento a serem aplicados na segurança pública. O BID já atua em oito estados brasileiros e possui experiências exitosas nas áreas de inclusão social, equidade, produtividade, inovação e integração econômica.

“Desde o primeiro dia de governo, nós estamos trabalhando para implantar o Programa Juntos Pela Segurança, que vai encontrar novas soluções para a segurança pública de Pernambuco. A taxa de feminicídio do Estado é 40% maior do que a média nacional, e na contramão do Brasil, a violência aumentou no ano passado, enquanto a de todo o país reduziu. Conseguimos um avanço nos primeiros 30 dias de governo com a redução na quantidade de homicídios, mas iremos avançar muito mais. É preciso repensar o modelo de segurança pública no Estado, que não vem dando resultados e não está garantindo a segurança das pessoas”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

Durante a reunião, a governadora ainda ratificou a orientação prioritária para seu time de secretários de lançar o Juntos pela Segurança. 

“O programa será um novo modelo de gestão da segurança pública com fortalecimento das ações de prevenção e requalificação da inteligência policial na repressão ao crime, especialmente ao crime organizado”, explica Raquel.

De acordo com o especialista em segurança pública cidadã e justiça designado para a sede do BID em Washington, Rodrigo Serrano, o banco poderá oferecer apoio técnico ao Estado na formulação de soluções na área de segurança. 

“O BID compartilhou a experiência no tema da segurança pública e justiça pelo Brasil, na América Latina e no Caribe. Podemos apoiar tecnicamente a formulação do programa Juntos pela Segurança, oferecendo assistência técnica, trazendo as melhores experiências nos eixos que a governadora indique como prioritário para Pernambuco”. 

A secretária de Defesa Social, Carla Patrícia, afirma que a parceria com o BID poderá fortalecer o trabalho estratégico do Juntos pela Segurança. “Para a Segurança Pública, é extremamente importante que venha essa visão moderna que pense numa polícia cidadã e que procure integrar tanto o cidadão à segurança pública quanto os municípios. Nosso maior objetivo é que o cidadão pernambucano volte a se sentir seguro”, comentou a secretária de Defesa Social, Carla Patrícia.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento já executa projetos e modelos de inovação de políticas públicas para segurança, incluindo a integração de bases de dados, o georreferenciamento, modernização das polícias com avanço do policiamento proativo, transformação digital na justiça, incluindo algoritmo de prevenção da violência contra a mulher e prevenção de reincidência, melhorando o modelo de gestão do sistema prisional.

Outras Notícias

Com 4 novos casos, Tabira chega a 21 confirmações para a Covid-19

Em nota divulgada com o boletim desta sexta-feira (29), a Secretaria Municipal de Saúde de Tabira, informa, que após mapeamento e Bloqueio Epidemiológico, foram confirmados mais 04 casos de Covid-19 no município. Segundo a nota, o primeiro caso, com idade de 47 anos, residente no Sítio Baixa da Ovelha. Os outros três, com idades de […]

Em nota divulgada com o boletim desta sexta-feira (29), a Secretaria Municipal de Saúde de Tabira, informa, que após mapeamento e Bloqueio Epidemiológico, foram confirmados mais 04 casos de Covid-19 no município.

Segundo a nota, o primeiro caso, com idade de 47 anos, residente no Sítio Baixa da Ovelha. Os outros três, com idades de 22, 53 e 54 anos, residentes no Povoado do Brejinho.

Ainda segundo a nota da Secretaria, os pacientes apresentavam sintomatologia típica, e após atendimento na Emergência Respiratória, testaram positivo.

A Secretaria também informa, que todos os contatos domiciliares estão sendo acompanhados e devem seguir o protocolo de afastamento de atividades laborativas, isolamento domiciliar e diagnóstico da Secretaria Estadual de Saúde.

Com a confirmação dos 4 novos casos, Tabira agora conta com, 21 casos confirmados, 6 em investigação, 6 recuperados, 46 descartados e 2 óbitos.

O boletim ainda traz a informação que nas últimas 24 horas, 18 tabirenses foram notificados na Quarentena Domiciliar Monitorada e 43 concluíram o Monitoramento Domiciliar.

Guarda de Tabira prende suspeito de ação contra lotérica e recupera moto roubada em Afogados

Com informações da Assessoria da Guarda Municipal de Tabira A Guarda Municipal de Tabira, através dos Grupamentos de Ronda Ostensiva Municipal (ROMU) e de Rondas de Apoio ao Cidadão (RONDAC), em operação coordenada pelo Subcomandante Vasconcelos, prendeu um suspeito do assalto a Casa Lotérica Real, em Tabira. Ainda recuperou uma motocicleta Honda, CG 150 FAN […]

Com informações da Assessoria da Guarda Municipal de Tabira

A Guarda Municipal de Tabira, através dos Grupamentos de Ronda Ostensiva Municipal (ROMU) e de Rondas de Apoio ao Cidadão (RONDAC), em operação coordenada pelo Subcomandante Vasconcelos, prendeu um suspeito do assalto a Casa Lotérica Real, em Tabira.

Ainda recuperou uma motocicleta Honda, CG 150 FAN ESDI, ano 2013/2014, placa PGO5939, cor preta, tomada de assalto essa manhã na cidade de Afogados da Ingazeira.

A motocicleta e o suspeito foram encontrados em uma residência na Rua Patrício Alves Pequeno, 67, Jureminha. Segundo o Subcomandante, a motocicleta estava escondida no último cômodo da casa.

O suspeito e a motocicleta foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil, em Tabira. O nome ainda não foi revelado.

Suspeita de interferência de Bolsonaro eleva pressão por CPI do MEC no Senado

Senadores querem protocolar requerimento na terça para cobrar Pacheco; oposição juntou 28 assinaturas, 1 além do necessário Com uma assinatura a mais que o mínimo necessário, a oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI sobre as suspeitas que envolvem o Ministério da Educação. […]

Senadores querem protocolar requerimento na terça para cobrar Pacheco; oposição juntou 28 assinaturas, 1 além do necessário

Com uma assinatura a mais que o mínimo necessário, a oposição no Senado ainda tenta engrossar com ao menos mais dois nomes o requerimento para criação de uma CPI sobre as suspeitas que envolvem o Ministério da Educação.

A ideia é ter força suficiente para pressionar o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a não segurar a instalação do colegiado, como fez com a CPI da Covid no ano passado, que só foi instalada por ordem do STF (Supremo Tribunal Federal).

O entendimento é que as suspeitas de interferência do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas investigações ajudaram a aumentar essa pressão sobre o chefe do Senado.

Os oposicionistas também tentam evitar que haja defecções de nomes que já assinaram a lista, como o do senador Alexandre Giordano (MDB-SP), um dos últimos a defender a criação da comissão investigativa.

Ao mesmo tempo, a bancada do governo tenta desidratar as intenções dos opositores sugerindo a instalação de CPI que investigue suspeitas relacionadas aos governos do PT.

A possibilidade de instalação de uma CPI do MEC ganhou força após a prisão, na última quarta-feira (22), do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, suspeito de beneficiar um balcão de negócios de pastores que gerenciava liberação de verbas da pasta.

Até o momento, 28 senadores já assinaram o requerimento para que haja a CPI. O mínimo necessário é 27. A ideia é que o pedido seja protocolado nesta terça-feira (28).

Pacheco tem indicado que vê com ressalvas a instalação de uma comissão sobre o tema. Ele afirmou considerar que a proximidade do período eleitoral “prejudica o escopo de uma CPI”.

Além disso, afirmou que a prisão de Ribeiro foi um “fato relevante”, mas não “determinante” para a abertura da comissão.

Essas falas, porém, foram feitas antes da divulgação de uma escuta em que o ex-ministro afirma à filha ter recebido um telefonema do presidente Jair Bolsonaro no qual o chefe do Executivo teria indicado que haveria busca e apreensão por parte da PF.

No ano passado, Pacheco segurou por mais de dois meses a instalação da CPI da Covid e leu o requerimento apenas após decisão do STF.

Desta vez, ele não deve se posicionar oficialmente a respeito do tema da CPI do MEC até a medida estar protocolada.

Confira aqui a íntegra da reportagem de Matheus Teixeira e José Marques na Folha de S. Paulo.

Cidades do Alto Pajeú que sonham com água de adutora vão esperar três anos, diz Compesa

Por Anchieta Santos O coordenador da Compesa Whashington Jordão, admitindo que enquanto Afogados da Ingazeira e Tabira vivem situação de conforto com a água que recebem da Adutora do Pajeu pela bateria de Poços do Caruá e da Barragem de Brotas, Por outro lado, o dirigente admitiu as dificuldades de cidades como Itapetim e Brejinho, […]

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Por Anchieta Santos

O coordenador da Compesa Whashington Jordão, admitindo que enquanto Afogados da Ingazeira e Tabira vivem situação de conforto com a água que recebem da Adutora do Pajeu pela bateria de Poços do Caruá e da Barragem de Brotas, Por outro lado, o dirigente admitiu as dificuldades de cidades como Itapetim e Brejinho, abastecidas atualmente por carros pipa.

A barragem de Santa Terezinha ainda tem água para mais 6 meses. Iguaracy, São José do Egito, Ingazeira e Tuparetama abastecidas pela Barragem do Rosário com 4% apenas de sua capacidade, já preocupam.

De acordo com Washington Jordão as últimas chuvas não alteraram a situação de nenhum reservatório da região. Em Solidão o abastecimento com dois poços e o incremento de água transportada por carros pipa depois do colapso da barragem Nossa Senhora de Lurdes, poderá ter o rodizio de um dia com água e dois sem água, alterado.

Ele também revelou que a 3ª etapa da Adutora do Pajeu que trará água do canal de Sertânia para cidades como Tabira, São José do Egito, indo até a Paraíba, somente entrará em funcionamento em 2018.

Filho de Teori desabafa após bomba: “o PMDB está no poder desde sempre. Mataram meu pai”

Diante da revelação da gravação de Michel Temer avalizando a “compra” do silêncio de Eduardo Cunha na prisão, o filho do ex-ministro do STF Teori Zavascki, Francisco Prehn Zavascki, divulgou um texto em seu Facebook em que acusa o PMDB de tentar barrar a Operação Lava-Jato a qualquer custo. “Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. […]

Diante da revelação da gravação de Michel Temer avalizando a “compra” do silêncio de Eduardo Cunha na prisão, o filho do ex-ministro do STF Teori Zavascki, Francisco Prehn Zavascki, divulgou um texto em seu Facebook em que acusa o PMDB de tentar barrar a Operação Lava-Jato a qualquer custo.

“Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. Do que eles são capazes? Será que só pagar pelo silêncio alheio? Ou será que derrubar avião também está valendo?”, postou Francisco, que completou “Não tenho como não pensar que não mandaram matar o meu pai!”. O post foi deletado logo em seguida.

Confira a íntegra da declaração:

O PMDB está no poder desde sempre e, como todos sabemos, estava com o PT aproveitando tudo de bom que o Governo pode dar… até que veio a Lava jato.

A ordem sempre foi a de parar a Operação (isto está gravado nas palavras dos seus líderes). Todavia, ao que parece, até para isso o PT era incompetente e, ao que tenho notícia, de fato, o PT nunca tentou nada para barrar a Lava Jato (ao menos o pai sempre me disse que nunca tinham tentando nada), o que sempre gerou fortes críticas de membros do PMDB.

O problema é que as investigações começaram a ficar mais e mais perto e os líderes do PMDB viram como única saída, realmente, brecar a Operação a qualquer custo. Para isso, precisava do poder. Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. Do que eles são capazes? Será que só pagar pelo silêncio alheio? Ou será que derrubar avião também está valendo?

O pai sabia de tudo isso. Sabia quanto cada um estava afundando nesse mar de corrupção. Não é por acaso que o pai estava tão afilho [sic] com o ano de 2017.

Aflito ao ponto de me confidenciar que havia consultado informalmente as Forças Armadas e que tinha obtido a resposta de que iriam sustentar o Supremo até o fim!

Que gente sínica [sic]. Não tem coisa que me embrulha mais o estômago do que lembrar que, no dia do velório do meu pai, diante de tanta dor, ainda tive que cumprimentar os membros daquele que foi apelidado naquele mesmo dia de o “cortejo dos delatados”.

Impeachment já!

Desculpem o desabafo, mas não tenho como não pensar que não mandaram matar o meu pai!