Usando os mesmos métodos e deixando um cenário de guerra em meio a tiros e explosões pela segunda vez bandidos fortemente armados destruiriam a agência do Banco do Brasil, a segunda investida contra o Banco do Brasil, na madrugada desta sexta-feira 13 em Buíque, no Agreste do Estado.
Numa ação que começou por volta das 03h35 , tiros e explosões acordaram uma boa parte dos moradores que residem ao entorno da agência bancaria localizada na Rua Cleto Campelo , próximo a casa de Saúde no centro da cidade.
Coincidência ou não, o arrombamento que deixou a agência do BB parcialmente destruída, aconteceu três dias antes de completar um mês após outra ação do mesmo tipo que aconteceu no dia 16 de dezembro na agência da Caixa Econômica Federal.
O alvo da ação era o cofre da agência, isso por que não existe sinal no local de explosão dos caixas eletrônicos . Apesar da ousadia dos bandidos, passados poucos minutos da ação criminosa, ao tomarem conhecimento dezenas de policiais militares cercaram as imediações enquanto outras dezenas saíram na captura dos suspeitos que seguiram pela PE 270 sentido Tupanatinga.
A Secretaria de Educação e Esportes da Prefeitura de Arcoverde promoveu, na noite desta quarta-feira (11), o início da 2ª Formação Continuada para o Ano Letivo de 2020. Com participação de aproximadamente 150 professores que constituem a Rede Municipal de Ensino, incluindo educadores físicos, a atividade realizada mensalmente tem por objetivo monitorar dificuldades encontradas, além […]
A Secretaria de Educação e Esportes da Prefeitura de Arcoverde promoveu, na noite desta quarta-feira (11), o início da 2ª Formação Continuada para o Ano Letivo de 2020.
Com participação de aproximadamente 150 professores que constituem a Rede Municipal de Ensino, incluindo educadores físicos, a atividade realizada mensalmente tem por objetivo monitorar dificuldades encontradas, além de possibilitar o acompanhamento sistemático e colaborar para o aprimoramento do ensino.
Os grupos de trabalho desta edição foram divididos em salas de aula da Escola Alfabeto, localizada no bairro do São Cristóvão, com turmas de professores do 3°ao 9° ano, das disciplinas de Matemática, Língua Portuguesa, Ciências e Língua Inglesa.
“A proposta do trabalho de hoje é exatamente explanar sobre a luz do Currículo de Pernambuco, através das suas concepções e de suas premissas. Todos esses professores estão trabalhando por meio de atividades práticas e também de concepções, com coordenação de formadores da Secretaria de Educação e Esportes”, afirmou a secretária municipal da pasta, Zulmira Cavalcanti, que acompanhou pessoalmente a execução da Formação Continuada em todas as turmas.
Sob comando dos professores Everton, Rosemary, Edjane, Alana, Taciana e Jéssica, incluindo o ciclo com os educadores físicos na quadra do Centro de Ensino de Jovens e Adultos Cícero Franklin Cordeiro – CEJA Arcoverde, localizado também no bairro do São Cristóvão, a Formação Continuada prossegue na próxima sexta-feira e desta vez, vai envolver somente os professores que trabalham com crianças especiais, matriculadas na Rede Municipal de Ensino.
Para a coordenadora Nedja, a etapa inicial do ciclo tem como importância analisar o que está de mais atual nos estudos do Estado, com foco em competências e planejamentos. “Já temos dos Anos Finais o resultado da Diagnóstica, a qual está sendo compartilhada com os professores. É através dela que nós fazemos todo o ano letivo e sabemos como está o nosso aluno em relação a cada ano que ele está iniciando. Esta Diagnóstica tem justamente o objetivo de percebermos as dificuldades, e a partir das dificuldades já começarmos a trabalhar com os professores os pontos específicos para que consigamos dar andamento ao trabalho”, avaliou.
A realização da Formação Continuada também foi dedicada ao público feminino. “Hoje nós estamos fazendo uma homenagem às professoras, em alusão ao Dia Internacional da Mulher e trazendo uma mensagem de apoio para elas, reafirmando que é preciso estarmos juntas, para ficarmos cada vez mais fortes”, concluiu a secretária municipal Zulmira Cavalcanti.
Diante de estudantes, autoridades, professores, pedagogos e profissionais da educação, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizou, nesta sexta-feira (25), o seminário “EJA JÁ: o MPPE em defesa da Educação de Jovens e Adultos”, no Auditório Dom Hélder Câmara – Centro de Formação de Educadores Professor Paulo Freire, na Madalena. O evento apresentou o Projeto […]
Diante de estudantes, autoridades, professores, pedagogos e profissionais da educação, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) realizou, nesta sexta-feira (25), o seminário “EJA JÁ: o MPPE em defesa da Educação de Jovens e Adultos”, no Auditório Dom Hélder Câmara – Centro de Formação de Educadores Professor Paulo Freire, na Madalena.
O evento apresentou o Projeto Institucional desenvolvido pela 22ª Promotoria de Justiça de Defesa de Cidadania da Capital, com atuação em Defesa do Direito Humano à Educação, e co-organizado pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação (CAO Educação).
O objetivo do projeto é induzir políticas públicas, que criem condições favoráveis e contribuam para a redução anual dos índices de analfabetismo de jovens e adultos em Pernambuco, que, conforme dados do IBGE de 2019, cerca de 56% da população com 25 anos ou mais não concluiu a educação básica, um número que supera a média nacional.
No que se refere a pessoas com 15 anos ou mais completamente analfabetas, trata-se de mais de 11%, o que equivale a quase o dobro da média nacional (6,6%). Além do mais, o “EJA JÁ: o MPPE em defesa da Educação de Jovens e Adultos” também visa fazer com que jovens e adultos alfabetizados, mas que abandonaram a escola, regressem e permaneçam estudando até a conclusão.
O Procurador-Geral de Justiça do MPPE, Marcos Carvalho, definiu o projeto como essencial para resgatar a cidadania de pessoas que, por algum motivo, não seguiram em frente com seus estudos.
“É um desafio grande para todos que fazem a educação, assim como para o Ministério Público em ser agente fomentador de políticas públicas e parceiro das entidades, fazer a busca ativa para que as pessoas voltem à sala de aula, dar condições e novas oportunidades. Só poderá ser vencido com a colaboração e a articulação dos envolvidos”, comentou ele.
O Promotor de Justiça Salomão Aziz Ismail Filho, idealizador e coordenador do projeto, defende que Promotores e Promotoras de Justiça precisam dialogar com os gestores municipais para encontrarem juntos formas de atuar, de acordo com as particularidades de cada região.
“Temos que encontrar soluções, que não virão prontas. É uma construção para se pactuar metas a serem cumpridas, criando condições favoráveis para que as pessoas voltem a estudar”, afirmou ele. “Cabe a nossos membros dialogar com os gestores das Secretarias de Educação, acompanhar o desenrolar observando o número de matrículas, quantidade de pessoas que se formam, monitorando e identificando problemas e sucessos”, complementou.
Para a Coordenadora do CAO Educação, Isabela Bandeira, o EJA Já deve ser visto como educação prioritária, para que a recomposição da aprendizagem ganhe fôlego e atinja bons índices. “É necessário dar condições de acesso e permanência nas escolas. Assim, a alimentação escolar é um ponto importante a ser incluído, pois é uma medida de combate à insegurança alimentar”, explicou.
Ela também citou que para que a busca ativa funcione a contento, se faz necessário vencer dificuldades de acesso, adequar tempo e espaço físico para as aulas, despertar interesse dos estudantes com currículos de seus interesses, ter material didático apropriado, formação adequada de professores e gestores, entre outros.
Zara Figueiredo, que é Secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI) do Ministério da Educação (MEC), foi a palestrante convidada para destrinchar as medidas planejadas para o EJA a nível nacional.
Segundo ela, os movimentos sociais e as instituições precisam ter uma participação importante na construção e não apenas serem aprovadores. “Um pacto federativo sólido, para que a busca ativa em regiões rurais, onde há muita dispersão populacional, dê certo”, revelou.
Outro fator importante é a destinação adequada de verbas para que as políticas públicas avancem. “Política social precisa ser bem financiada. EJA não pode ser uma política de segunda classe”, disse. “Não pode ser um apêndice, mas fazer parte da Política Educacional em sua concepção integral.”
Mais um ponto discutido foram as formas de pensar métodos pedagógicos para grupos distintos. “Uma pessoa de 60 anos precisa de um modelo que não será o mesmo para um jovem de 19 anos. São modos diferentes de ler o mundo”, comentou Zara Figueiredo.
Assim, segundo a Secretária, é preciso que o EJA seja uma política de Estado sem ficar a mercê de trocas de gestão, que tenha construção intersetorial com vários ministérios participando, feita com diálogo e transparência, atrativa para as necessidades de cada estudante e de grande mobilização nacional, com engajamento da sociedade civil em um pacto pela educação.
O Tribunal de Contas do Estado divulgou nesta quarta-feira (08), os resultados da ‘Operação Ordenada Educação Infantil 2023’ que avaliou a estrutura e a oferta de vagas em creches e pré-escolas públicas de Pernambuco. O trabalho teve início no dia 09 de outubro, e fez parte das ações do TCE voltadas para a garantia dos […]
O Tribunal de Contas do Estado divulgou nesta quarta-feira (08), os resultados da ‘Operação Ordenada Educação Infantil 2023’ que avaliou a estrutura e a oferta de vagas em creches e pré-escolas públicas de Pernambuco.
O trabalho teve início no dia 09 de outubro, e fez parte das ações do TCE voltadas para a garantia dos direitos da primeira infância, uma das prioridades da gestão do presidente Ranilson Ramos.
Durante a fiscalização, 92 auditores do TCE visitaram 2.500 unidades de ensino infantil em todos os 184 municípios pernambucanos, sendo aproximadamente 60% do total de creches e de escolas com educação infantil existentes no Estado.
O blog teve acesso às imagens disponibilizadas pelo TCE sobre a realidade de algumas creches, em cidades como Floresta, Betânia e Ouricuri. A descrição nas imagens é do próprio Tribunal.
Expor essas realidades de como estão sendo cuidadas nossas crianças no Estado mostra a importância de um trabalho como esse.
Por André Luis Primeira mão Durante a Sessão Ordinária do Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), realizada nesta quarta-feira (23), foi avaliado e respondido o processo de Consulta formulado pelo prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, referente ao exercício financeiro de 2023. O relator do processo foi o Conselheiro Carlos Neves. […]
Durante a Sessão Ordinária do Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), realizada nesta quarta-feira (23), foi avaliado e respondido o processo de Consulta formulado pelo prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, referente ao exercício financeiro de 2023. O relator do processo foi o Conselheiro Carlos Neves.
O tema da consulta girava em torno da acumulação de acréscimos pecuniários para fins de cálculos de acréscimos ulteriores, levantando questões sobre a legalidade e constitucionalidade dessa prática. A resposta do Tribunal de Contas de Pernambuco foi emitida de forma unânime, após análise detalhada do processo.
Em relação às questões levantadas na consulta, o Tribunal deliberou nos seguintes termos:
Foi destacado que a Constituição da República veda, em seu artigo 37, inciso XIV, a acumulação de acréscimos pecuniários para fins de cálculo de acréscimos ulteriores, sob o mesmo fundamento. Essa vedação tem como base a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), que considera incompatível tal acumulação.
O Tribunal ressaltou que o transcurso do tempo, embora possa ser um requisito para obtenção de mais de uma vantagem salarial, pode ter causas diversas e estar relacionado a benefícios de naturezas distintas. Portanto, em casos nos quais a acumulação se justificaria por causas diversas, não há que se falar em acréscimos salariais pelo mesmo fundamento.
O parecer do Tribunal de Contas de Pernambuco considerou constitucional a percepção simultânea de adicional por tempo de serviço e benefício financeiro proveniente da progressão funcional por antiguidade. Isso se deve à diferença na natureza e nos fundamentos dos acréscimos salariais correspondentes a esses benefícios.
Juristas e professores universitários protocolaram na tarde desta segunda-feira (25) um pedido de impeachment contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O documento, entregue à Assembleia Legislativa, contou com quase 6.000 assinaturas. A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Paraná. Ele esteve presente no […]
Juristas e professores universitários protocolaram na tarde desta segunda-feira (25) um pedido de impeachment contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O documento, entregue à Assembleia Legislativa, contou com quase 6.000 assinaturas.
A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Paraná. Ele esteve presente no embate entre professores e a Polícia Militar, no dia último 29 de abril, no Centro Cívico de Curitiba, e que deixou mais de 200 feridos, segundo a prefeitura.
“O impeachment do governador cabe porque ele cometeu crime de responsabilidade. O mais grave de tudo é que por duas horas ele não mandou seu corpo de policiais parar de jogar bombas nos professores”, conta Violin, que também foi atingido com estilhaços de bomba.
O crime de responsabilidade, instituto pela lei nº 1.079 de 1950, corresponde às infrações cometidas por políticos — presidente da República, ministro de Estado ou governador, por exemplo – no exercício de suas funções. As sanções são apenas políticas.
O governador que comete um crime de responsabilidade, segundo a legislação, é suspenso e não pode ocupar cargos pelos próximos anos. Caso perca o mandato, assume a vice-governadora do Estado – no caso do Paraná, seria Cida Borghetti (Pros).
Não há casos no Brasil de chefes do Executivo estadual que tenham sofrido impeachment, segundo o professor e advogado Guilherme de Salles Gonçalves. “Impeachment de governador é raríssimo. Não me lembro de ter tido nenhum caso. Só sei que tem que ter um desgaste político muito grande para que ocorra. Mas olha, eu nunca vi na minha vida, desde que me lembro por gente, um governo do Paraná estar tão desgastado quanto esse do Beto Richa”, relata. (Uol)
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