Batalhões da PM orientados a economizar combustível
Por Nill Júnior
Foto: Blog do Itamar
O Comandante do 23º Batalhão Flávio Moraes, avisou a tropa: a orientação é de contingenciamento de verbas. Segundo o blogueiro Itamar França, que é PM, a partir deste mês, o 23º BPM tem metas para reduzir o consumo de energia elétrica e combustível.
A determinação é do governador Paulo Câmara e, segundo ele, o plano é economizar. A meta faz parte do Programa de Gestão para chegar ao déficit zero e gerar recursos para novos investimentos.
“O serviço operacional do 23º Batalhão, não será atingido porque as viaturas continuarão atendendo as ocorrências normalmente”, garante o Comandante. A mesma orientação está sendo repassada em outros batalhões.
Ver essa foto no Instagram Em Solidão, oposição questiona aglomeração à frente da casa do prefeito e candidato a reeleição @djalmadapadaria . Uma publicação compartilhada por Nill Júnior (@nill_jr) em 10 de Nov, 2020 às 3:36 PST Aliados da ex-prefeita Cida Oliveira (Podemos) denunciam ao blog que o prefeito e candidato à reeleição, […]
Uma publicação compartilhada por Nill Júnior (@nill_jr) em
Aliados da ex-prefeita Cida Oliveira (Podemos) denunciam ao blog que o prefeito e candidato à reeleição, Djalma Alves (PSB) não estaria respeitando as normas da Vigilância Sanitária nem a determinação do TRE.
No vídeo, compartilhado por mais de uma pessoas ao blog, é possível ver dezenas de apoiadores na frente da casa do gestor. A campanha de Djalma ainda não se manifestou.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) tomou a decisão, através de proposta feita pelo presidente Frederico Ricardo de Almeida Neves, em sessão realizada dia 28, de proibir, em todo o estado de Pernambuco os atos presenciais relacionados à campanha Eleitoral 2020, causadores de aglomeração.
Em 7 de março de 2014: o ex-prefeito de Serra Talhada Carlos Evandro (PSB) se defendeu da decisão da Câmara de Vereadores de manter a rejeição das contas de 2008 pelo TCE questionando candidaturas até de colegas de legenda. “Eu vou ser candidato. Não sei porque essa celeuma toda só com meu nome”, disse, para […]
Em 7 de março de 2014: o ex-prefeito de Serra Talhada Carlos Evandro (PSB) se defendeu da decisão da Câmara de Vereadores de manter a rejeição das contas de 2008 pelo TCE questionando candidaturas até de colegas de legenda.
“Eu vou ser candidato. Não sei porque essa celeuma toda só com meu nome”, disse, para em seguida, citar pré-candidatos que segundo ele também estariam enrolados com o TCE.
“Anchieta Patriota já teve conta rejeitada e é candidato. Rogério Leão teve conta rejeitada e é candidato. Zeca em Arcoverde, Ângelo em Sertânia, todos tiveram e são candidatos. E porque eu não posso ser?” O questionamento foi feito em entrevista a Francys Maya na Rádio A Voz do Sertão.
Carlos Evandro afirmou que a evidência o seu nome se deve ao fato de ele ser um nome forte à disputa e despertar ciúmes políticos.
O ex-gestor ainda se defendeu da acusação de que evitou novamente receber a notificação da sessão que julgou suas contas irregulares. Apesar do presidente da Câmara Zé Raimundo garantir que houve legalidade na sessão e que ele foi procurado em casa, no trabalho e não encontrado, Carlos disse que era sabido que estava em Recife no carnaval.
“Todo mundo, até bandido tem direito à defesa”, voltou a dizer, garantindo que anulará a sessão.
Ele também criticou o fato de a mesma casa que rejeitou suas contas ter mudado a decisão quanto ao primo Geni Pereira. Mais uma vez, foi mais duro com Gilson Pereira, a quem disse, ironicamente, querer ser “o supra sumo da ética”.
O Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, foi o pontapé inicial para a proposta de formação de um grupo de trabalho que vai buscar unificar o banco de dados de órgãos públicos entre prefeitura, Câmara, Celpe, Compesa e Correios. A finalidade é evitar distorções como a existência de mais de um […]
O Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, foi o pontapé inicial para a proposta de formação de um grupo de trabalho que vai buscar unificar o banco de dados de órgãos públicos entre prefeitura, Câmara, Celpe, Compesa e Correios.
A finalidade é evitar distorções como a existência de mais de um nome para a mesma rua em bairros da cidade. A data da reunião será definida e reunirá os órgãos na Câmara de Vereadores.
O vereador Augusto Martins disse que é necessário que haja um encontro entre esses órgãos criando uma força tarefa para unificar as informações. “Ao todo, 99% das denominações oficiais de ruas partem do Legislativo”. Uma outra alternativa é usar exemplos como o do Bairro Planalto. “Quando as ruas nasceram, o loteador homenageou músicos da cidade. Pegamos esse documento e transformamos o projeto que tomou lei. São 19 ruas. A partir da Lei a prefeitura oficializou isso junto à prefeitura, Celpe e COMPESA”.
De fato ainda há distorções. Muitos ouvintes deram exemplos de ruas que tem dois ou três denominações, além da numeração divergente entre prefeitura, Celpe e COMPESA. Como a prefeitura é o ente oficial que organiza a questão, são os órgãos que devem nivelar suas informações com as do cadastro no o Setor de Tributação.
O programa ouviu Luciano Lima, do Setor de Tributação da Prefeitura, Augusto Martins, vereador que coordena um trabalho que busca nivelar essas informações, Milton Oliveira, autor do livro As Ruas por onde andei, com a história dos nome que dão nomes as ruas da cidade, além de representantes de Correios, Celpe e COMPESA. A Prefeitura, por exemplo, modernizou muito o banco de dados após um recadastramento de imóveis na cidade.
“Quando houve o cadastramento mobiliário identificamos muitos erros com ruas em duplicidade e não havia um mapeamento no município. Esse mapa foi feito e está sendo atualizado”. Segundo ele, os nomes saem da Câmara, são sancionados e já é feita atualização no sistema. Também há uma equipe para numerar casa.
Ele diz que o que falta é uma união dos órgãos solicitando a planta do município com a atualização. Alguns vereadores já procuram o setor para evitar que alguém seja homenageado dando nome a uma rua quando na verdade já há o mesmo nome em outro logradouro. “Já temos o mapa de ruas e imóveis não cadastrados. Hoje temos quase 20 mil cadastrados”, afirmou. Cada rua tem um código, como um CPF, o que facilita a identificação.
Milton Oliveira, que realizou extensa pesquisa para o livro explicou como as ruas eram nominadas na cidade, gerando distorções. “A pessoa que chega numa rua para morar e não tem o nome vai querer receber sua conta de água, luz. Muitas vezes a partir da rua principal faz Primeira Travessa, Segunda Travessa. Às vezes a pessoa não colocou um nome e chega Celpe e COMPESA e colocam o nome. É bom que esse projeto unifique e resolva essa questão”, disse.
Ele fez uma biografia de todas as pessoas que nominam ruas na cidade. Hoje diz que o projeto precisa de versão atualizada diante do crescimento da cidade.
Fernando Ítalo/CBN Recife A atração de companhias internacionais low cost é a principal linha de ação da Secretaria de Turismo de Pernambuco (Setur) para solucionar a crise no transporte aéreo em Petrolina (a 700 km do Recife), gerada pela suspensão dos voos da Avianca. A pasta vem atuando junto ao Governo Federal e à Agência […]
A atração de companhias internacionais low cost é a principal linha de ação da Secretaria de Turismo de Pernambuco (Setur) para solucionar a crise no transporte aéreo em Petrolina (a 700 km do Recife), gerada pela suspensão dos voos da Avianca. A pasta vem atuando junto ao Governo Federal e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com o objetivo de que as empresas globais de baixo custo que se busca trazer para o Brasil incluam o Aeroporto Senador Nilo Coelho em suas malhas. As atenções se voltam especialmente para a espanhola Globalia (ex-Air Europa), que abriu uma filial no Brasil em junho passado.
Crise no transporte aéreo de Petrolina eleva tarifas e derruba movimentação de passageiros em 33%.
“Estamos conversando para que essas companhias operem em Petrolina”, afirma o secretário executivo de Gestão e Políticas Públicas da Setur, Antônio Neves Baptista. Segundo ele, a Globalia aparece como uma possibilidade mais concreta por já estar no Brasil. A espanhola foi a primeira low cost internacional a entrar no país, imediatamente após a abertura do mercado nacional a empresas com capital 100% estrangeiro.
Baptista afirma que o Governo do Estado está muito preocupado com a situação no município que, junto com Juazeiro (Bahia), lidera um dos maiores polos econômicos do Nordeste e um dos centros do agronegócio mais dinâmicos do país, com uma alta demanda na logística de pessoas. “Há uma evidente redução da oferta, concentração de operações, falta de competitividade e encarecimento das tarifas”, avalia.
Para o secretário, a solução desse gargalo passa essencialmente pelo incremento da competição no aeroporto, com a entrada de companhias que tenham capacidade de oferecer um serviço de qualidade com tarifas agressivas. Esse movimento, na visão de Baptista, pressionaria a Azul e Gol a se enquadrarem num novo cenário, com uma concorrência de peso.
Noutra frente, a Setur e a Prefeitura Municipal vêm conversando com a Azul e a GOL sobre expansão da oferta e tarifas abusivas. “As aéreas têm se mostrado, a princípio, abertas ao diálogo. Mas tentam justificar o quadro em Petrolina com diversos argumentos. Sobre o número de voos, argumentam com a dificuldade de elevar as frequências devido à crise econômica no Brasil e a consequente retração do mercado consumidor. Quanto às passagens, sustentam que os preços refletem o impacto do dólar no preço do querosene de aviação”, relata Antônio Baptista. “Dão sempre a mesma resposta e dizem que vão analisar a situação. Não há um avanço além desse ponto”, acrescenta.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Tiago Brito, adverte, no entanto, que o equacionamento da crise, num primeiro momento, precisa incluir essas empresas. “Para o curto prazo, é necessário que se chegue a um consenso sobre o que é possível ser feito pelas aéreas que já estão no aeroporto, a Azul e Gol. E nesse aspecto, o papel do Governo Federal e da Anac é decisivo, pois o nosso poder de pressão no transporte aéreo, assim como o de outros municípios e dos Estados, é bem limitado”, ressalta. “Multamos a Azul recentemente em R$ 500 mil por prática de preços abusivos, porém não temos instrumentos legais para uma atuação mais contundente”, exemplifica.
Quanto à articulação para a entrada de companhias low cost, Tiago Brito pondera que, embora tenha o potencial de um impacto profundo no mercado local, vai precisar de um tempo para amadurecimento e definição por parte das empresas. Algumas sequer decidiram se vão efetivamente entrar no Brasil. Portanto, não é algo imediato, mas para o médio e longo prazos, destaca.
Vale ressaltar que a atração de voos da Latam não é vista como solução para a crise, pois resolveria apenas uma ponta do problema, o da oferta, já que as tarifas da companhia são consideradas muito caras. “Em relação aos preços, a Latam seria trocar seis por meia dúzia”, diz uma fonte ouvida sob anonimato. Por sua vez, a operação da Passaredo no mercado local, articulada pela Prefeitura, é encarada como um paliativo. A companhia afastou o risco de que a região ficasse sem ligação com Salvador após o encerramento do voo Petrolina/Salvador da Avianca. Mas é muito pequena para trazer o choque de competitividade necessário para o Aeroporto Senador Nilo Coelho.
Acompanhe na última reportagem da série, nesta quarta-feira (25), o que dizem a GOL, Azul e Anac sobre a crise aérea em Petrolina.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado inaugurou, na tarde desta segunda-feira (5), a pavimentação de mais oito ruas no distrito de Varzinha. A entrega faz parte das comemorações pelos 174 anos de emancipação política de Serra Talhada e se soma a outras 15 ruas já entregues no distrito no ano passado. “Cada rua calçada […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado inaugurou, na tarde desta segunda-feira (5), a pavimentação de mais oito ruas no distrito de Varzinha. A entrega faz parte das comemorações pelos 174 anos de emancipação política de Serra Talhada e se soma a outras 15 ruas já entregues no distrito no ano passado.
“Cada rua calçada representa mais dignidade, mais mobilidade e mais respeito por quem vive aqui. Varzinha sabe que pode contar com a gente, porque a nossa gestão tem presença, tem ação e entrega de verdade”, destacou a prefeita Márcia Conrado durante a cerimônia. Ela também lembrou que as obras fazem parte de um projeto mais amplo de transformação da região, que inclui ações em saúde, assistência social, abastecimento de água e alimentação.
“Entre os avanços já realizados pela gestão em Varzinha estão o Sistema Simplificado de Abastecimento de Água, que atende dezenas de famílias; a manutenção do poço de Roças Velhas; a implantação do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, que acolhe cerca de 85 pessoas; o programa PAA Leite, que distribui 109 litros de leite semanalmente para 53 famílias; e uma equipe de saúde completa, com atendimento médico regular, coleta de exames e acompanhamento de quase 5 mil moradores”, destaca a assessoria de comunicação.
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