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O Blog e a História: quando Carlos Evandro criticou meio mundo no Pajeú para justificar elegibilidade

Por Nill Júnior

Em 7 de março de 2014: o ex-prefeito de Serra Talhada Carlos Evandro (PSB) se defendeu da decisão da Câmara de Vereadores de manter a rejeição das contas de 2008 pelo TCE questionando candidaturas até de colegas de legenda.

“Eu vou ser candidato. Não sei porque essa celeuma toda só com meu nome”, disse, para em seguida, citar pré-candidatos que segundo ele também estariam enrolados com o TCE.

“Anchieta Patriota já teve conta rejeitada e é candidato. Rogério Leão teve conta rejeitada e é candidato. Zeca em Arcoverde, Ângelo em Sertânia, todos tiveram e são candidatos. E porque eu não posso ser?” O questionamento foi feito em entrevista a Francys Maya na Rádio A Voz do Sertão.

Carlos Evandro afirmou que a evidência o seu nome se deve ao fato de ele ser um nome forte à disputa e despertar ciúmes políticos.

O ex-gestor ainda se defendeu da acusação de que evitou novamente receber a notificação da sessão que julgou suas contas irregulares. Apesar do presidente da Câmara Zé Raimundo garantir que houve legalidade na sessão e que ele foi procurado em casa, no trabalho e não encontrado, Carlos disse que era sabido que estava em Recife no carnaval.

“Todo mundo, até bandido tem direito à defesa”, voltou a dizer, garantindo que anulará a sessão.

Ele também criticou o fato de a mesma casa que rejeitou suas contas ter mudado a decisão quanto ao primo Geni Pereira. Mais uma vez, foi mais duro com Gilson Pereira, a quem disse, ironicamente,  querer ser “o supra sumo da ética”.

Ouça a entrevista de Carlos Evandro abaixo:

Outras Notícias

Odacy Amorim e Marconi Santana emitem nota de pesar pelo falecimento de Marisa Letícia

Este é um momento de dor em que todos independentes de posição política, se solidarizam com a família Lula da Silva, por causa do desaparecimento de sua esposa. Dona Marisa Letícia foi uma grande companheira, que deu suporte ao presidente Lula e lutou ao seu lado para mudar a realidade do país. Mas, antes de […]

Este é um momento de dor em que todos independentes de posição política, se solidarizam com a família Lula da Silva, por causa do desaparecimento de sua esposa. Dona Marisa Letícia foi uma grande companheira, que deu suporte ao presidente Lula e lutou ao seu lado para mudar a realidade do país. Mas, antes de tudo, é preciso lembrar que hoje partiu uma esposa, mãe e avó, deixando enlutados os seus amigos e familiares.

Deixo aqui o meu abraço fraterno ao presidente Lula e toda sua família. Desejo a todos, neste momento de tristeza, que Deus os abençoe e encha seus corações de paz, na certeza de que dias melhores virão e de que dona Marisa estará sempre viva em no coração e na mente do povo brasileiro.

Deputado estadual por Pernambuco, Odacy Amorim

Temos em Marisa Letícia, um grande exemplo de mulher. A sua partida nos faz refletir sobre o quanto nossas esposas são fundamentais em nossas vidas – principalmente dos que escolheram à vida pública.

Nos momentos mais difíceis e, que por muitas vezes não encontramos um caminho; por achar que não há mais saída, ela está lá, pronta pra nos estender a mão e nos guiar. Assim foi ‘Dona Marisa’, uma mulher presente, firme e companheira.

Descanse em paz! Nosso muito obrigado, por ao lado do ex-presidente Lula proporcionar grandes conquistas a nós brasileiros.

Marconi Santana – Presidente do Cimpajeú

Derrubada do veto à Lei da Dosimetria tem Inconstitucionalidades, diz especialista

O advogado especialista em Direito Constitucional  Raul Lacerda da Silva apontou em reportagem da Agência Radioweb três questões que serão alvo de questionamentos do STF e podem derrubar a sana golpista e anististivista do Congresso, com a derrubada do veto presidencial à PEC da Dosimetria. “Quando um projeto de lei cria uma regra penal visando […]

O advogado especialista em Direito Constitucional  Raul Lacerda da Silva apontou em reportagem da Agência Radioweb três questões que serão alvo de questionamentos do STF e podem derrubar a sana golpista e anististivista do Congresso, com a derrubada do veto presidencial à PEC da Dosimetria.

“Quando um projeto de lei cria uma regra penal visando beneficiar um grupo específico,  ela está violando o princípio da igualdade,  que é um princípio constitucional. O princípio da igualdade ou da isonomia está previsto no artigo  5º da Constituição e ele diz que todos são iguais perante a lei”.

Um dos artigos do PL que beneficia Jair Bolsonaro é o que estabelece concurso formal para os crimes de atentado ao Estado Democrático de Direito e de Golpe de Estado. “As leis penais e as regras de execução penais são leis gerais, não foram criadas para beneficiar um grupo específico. Não há essa previsão legal. A pena, o concurso material,  todo o sistema de execução dessas penas já foram definidos pelo STF. Não cabe ao Legislativo hoje querer alterar essa forma, o que pode gerar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade”.

Por fim, um veto não pode ser derrubado de forma fatiada como quis Alcolumbre na sua manobra. Ou se derruba o veto por inteiro, ou mantém se o veto. O presidente do Senado quis separar os crimes hediondos, para não fazer todos terem o direito, como feminicidas,  chefes do tráfico e outros criminosos.  “Assim é uma nova lei dentro do veto. Também não pode, é inconstitucional”.

Opinião: aposentados são tratados de forma desumana no FUNAPE

É lamentável que em nome da pandemia o aposentado na sede da FUNAPE – Fundação de Aposentaria e Pensões dos Servidores Públicos do Estado de Pernambuco, na Rua Henrique Dias, no Derby, Recife, seja desrespeitado no que existe de mais elementar, receber as informações básicas para procedimento de perícia médica. Apesar de, precariamente, disponibilizarem algumas poucas […]

É lamentável que em nome da pandemia o aposentado na sede da FUNAPE – Fundação de Aposentaria e Pensões dos Servidores Públicos do Estado de Pernambuco, na Rua Henrique Dias, no Derby, Recife, seja desrespeitado no que existe de mais elementar, receber as informações básicas para procedimento de perícia médica.

Apesar de, precariamente, disponibilizarem algumas poucas informações, nada dispensa a presença humana. Após bater em três portas fechadas com cadeado, aparece uma vigilante sem máscara que friamente pede para aguardar. Espera-se em pé mais de 20 minutos e aparece um servidor que explica como proceder. Este, Jadson Afonso de Albuquerque, até atendeu bem, apesar das péssimas condições de espera e do aspecto físico do prédio.

O ambiente é mal higienizado, o teto em situação precária, fiação exposta, dando a qualquer pessoa de bom senso a impressão de total abandono. O FUNAPE está abandonado sob discurso da pandemia.

Registre-se, o atendimento telefônico é péssimo. Quando finalmente atende o vigilante não sabe informar nada. Nem poderia, já que não é sua missão e não há quem possa passar uma informação  em respeito ao cidadão que precisa de seus serviços.

Os canais da Internet oferecidos e disponíveis são vagos em suas informações. Perguntamos ao Governo de Pernambuco: o servidor aposentado e mesmo na ativa merece esse tratamento? Justifica-se em nome da pandemia o atendimento não presencial de forma desumana?

Monsenhor João Carlos Acioly Paz – servidor aposentado e sacerdote católico 

Fernando Bezerra quer investigação sobre cédula a mais em votação de sábado

Durante a terceira reunião preparatória do Senado para a eleição de cargos da Mesa Diretora, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) reforçou, no Plenário, a necessidade de investigação sobre o aparecimento de 82 cédulas (uma a mais que a quantidade total de senadores) na primeira votação à Presidência da Casa, no último sábado (2). Conforme destacou […]

Durante a terceira reunião preparatória do Senado para a eleição de cargos da Mesa Diretora, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) reforçou, no Plenário, a necessidade de investigação sobre o aparecimento de 82 cédulas (uma a mais que a quantidade total de senadores) na primeira votação à Presidência da Casa, no último sábado (2). Conforme destacou Fernando Bezerra, requerimento assinado por ele e pelo senador José Maranhão (MDB-PB), solicitando a rigorosa apuração do fato, foi formalizado tanto ao presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP), na última segunda-feira (4), quanto ao corregedor do Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA).

“É importante que essa matéria possa ser esclarecida para que não paire dúvida sobre a correta atuação daqueles que presidiram o processo de votação”, afirmou Bezerra Coelho, que, junto com José Maranhão, conduziu as votações à Presidência do Senado. O emedebista defendeu que a Casa deve se debruçar na recuperação das imagens do momento do depósito dos votos na urna para a identificação de quem teria votado sem o envelope (80 senadores votaram com a cédula dentro do envelope).

“Houve aqui falas acaloradas, algumas até excessivas, e eu tive o trabalho, junto com a minha assessoria, de recuperar as imagens do momento em que eu e o senador Maranhão votamos; e votamos com envelope”, ressaltou Fernando Bezerra. Hoje, a Presidência do Senado informou que o aparecimento do referido 82º voto resultará em processo investigatório e que ofício de Davi Alcolumbre já foi encaminhado ao corregedor Roberto Rocha.

PACIFICAÇÃO – Nesta quarta-feira, a Casa elegeu – com 72 votos favoráveis, dois contrários e três abstenções – a chapa única formada pelos senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) para primeiro vice-presidente, Lasier Martins (Podemos-RS) para segundo vice-presidente, Sérgio Petecão (PSD-AC) para primeiro secretário, Eduardo Gomes (MDB-TO) para segundo secretário, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para terceiro secretário e Luis Carlos Heinze (PP-RS) para quarto secretário.

Também nesta tarde, no Plenário, Fernando Bezerra elogiou a condução do Senado pelo presidente Davi Alcolumbre. “Por promover a harmonia e a pacificação entre as diversas bancadas e os diversos partidos aqui representados”, destacou.

Na avaliação do senador, “é hora de virar a página e cicatrizar as feridas” entre os 81 senadores e na bancada do MDB na Casa. Fernando Bezerra ainda observou que a confirmação de Eduardo Gomes (MDB-TO) para o cargo de segundo secretário da Mesa Diretora e da eventual escolha de outros emedebistas para comissões do Senado e do Congresso Nacional ratificará a importância do partido tanto no Senado como na Câmara dos Deputados. “Com isso, teremos uma bancada harmonizada e reconciliada”, acrescentou.

Após cartazes ofensivos contra Raquel Lyra, Frente Popular repudia ataques e cobra investigação

Peças associam de forma ofensiva a governadora à morte do marido; autoria ainda não foi identificada. Neste domingo (30), cartazes apócrifos com a fotografia da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram espalhados por pontos do Recife. As peças associam Raquel à morte do marido, Fernando Lucena, e apresentam frases ofensivas. O material […]

Peças associam de forma ofensiva a governadora à morte do marido; autoria ainda não foi identificada.

Neste domingo (30), cartazes apócrifos com a fotografia da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foram espalhados por pontos do Recife.

As peças associam Raquel à morte do marido, Fernando Lucena, e apresentam frases ofensivas. O material não possui identificação de autoria ou informações sobre quem financiou sua produção e distribuição.

Aliados da governadora atribuíram os cartazes a uma suposta estrutura de ataques vinculada à Frente Popular de Pernambuco. Até o momento, porém, não foram apresentadas publicamente provas sobre a origem do material.

A Frente Popular, coligação que tem João Campos (PSB) como candidato ao Governo de Pernambuco, repudiou os ataques e afirmou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para investigar o episódio.

“A Frente Popular de Pernambuco informa que adotará todas as medidas cabíveis perante a Justiça Eleitoral para que a produção e a disseminação de conteúdos apócrifos contra qualquer candidatura sejam rigorosamente investigadas, com a devida identificação e responsabilização de seus autores”, diz a nota.

A coligação também declarou que não aceitará ataques anônimos, crimes contra a honra ou práticas destinadas a degradar o debate público.

“Seguiremos fazendo uma campanha limpa, responsável e baseada em propostas, com respeito à democracia e, sobretudo, ao povo pernambucano”, concluiu.

Fernando Lucena morreu aos 44 anos após sofrer um mal súbito em casa, em Caruaru, no dia do primeiro turno das eleições de 2022. Naquela disputa, Raquel avançou para o segundo turno contra Marília Arraes e foi eleita governadora de Pernambuco.

O episódio ocorre em meio à troca de acusações entre as coligações de Raquel Lyra e João Campos sobre a existência de estruturas digitais dedicadas a atacar adversários. Os dois grupos já recorreram à Justiça Eleitoral com denúncias relacionadas à disseminação de conteúdos nas redes sociais.

Fonte: Blog do Dantas Barreto

Foto: Reprodução/Redes sociais

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