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Auxílio para enfrentamento à Covid-19: veja quanto cada cidade irá receber

Por Nill Júnior
Senado aprovou recursos em sessão virtual

O auxílio financeiro de R$ 125 bilhões a Estados e municípios foi aprovado pelo senado no último sábado (2). O auxílio é uma forma de ajudar a combater os efeitos do coronavírus e será analisado na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (4).

No boletim divulgado nesse domingo (3), o Brasil tem 101.147 casos confirmados da doença e 7.025 mortes. Segundo o levantamento, número de pessoas recuperadas da covid-19 é de 42.991.

O programa de enfrentamento ao coronavírus aprovado pelo Senado destinará aproximadamente R$ 1,5 bilhão a Pernambuco. Estados e municípios repartirão cerca R$ 125 bilhões entre repasses diretos e suspensão de dívidas.

Veja quanto cada município da região do Pajeú e de cidades circunvinhas podem receber de auxílio, segundo levantamento do Afogados On Line:

Município Valor liberado
Afogados da Ingazeira R$ 3.556.164,36
Arcoverde R$ 7.095.148,73
Betânia R$ 1.213.957,82
Brejinho R$ 714.592,52
Calumbi R$ 548.805,53
Carnaíba R$ 1.866.034,23
Custódia R$ 3.542.038,59
Flores R$ 2.159.335,0
Iguaracy R$ 1.167.094,60
Ingazeira R$ 434.081,31
Itapetim R$ 1.299.571,49
Mirandiba R$ 1.468.889,92
Santa Cruz da Baixa Verde R$ 1.201.836,38
Quixaba R$ 650.262,97
Santa Terezinha R$ 1.127.676,05
São José do Belmonte R$ 3.241.197,71
São José do Egito R$ 3.240.434,16
Serra Talhada R$ 8.241.627,33
Sertânia R$ 3.427.123,48
Solidão R$ 573.334,75
Tabira R$ 2.723.411,63
Triunfo R$ 1.455.909,48
Tuparetama R$ 782.835,29

 

Outras Notícias

Madalena e Zeca marcam encontro final de militâncias para mesmo horário e local

E com mesmo nome Em Arcoverde,  cidade onde o tom da campanha esquentou depois do uso pela candidata Madalena Britto da situação da irmã de Siqueirinha para crítica política,  um fato chama atenção. A candidata socialista e o adversário,  Zeca Cavalcanti,  anunciam para a mesma data e com o mesmo nome (haja criatividade dos marqueteiros) […]

E com mesmo nome

Em Arcoverde,  cidade onde o tom da campanha esquentou depois do uso pela candidata Madalena Britto da situação da irmã de Siqueirinha para crítica política,  um fato chama atenção.

A candidata socialista e o adversário,  Zeca Cavalcanti,  anunciam para a mesma data e com o mesmo nome (haja criatividade dos marqueteiros) os eventos de encerramento de campanha.

O “Arrastão da Vitória” de Madalena e Gilsinho terá concentração no Clube do Subtenente às 18h40 da quinta,  dia 3.

Já o “Arrastão da Vitória” de Zeca Cavalcanti tem concentração na Praça do São Cristóvão às 19 horas.

O problema está no desfecho.  Os dois eventos terminam na Duarte Pacheco,  conforme cards de divulgação de Zeca e Madalena.

Importante registrar,  com a campanha de tiro curto, a lei não permite mais o revezamento de eventos,  à exceção de acordos puxados por Ministério Público Eleitoral, por exemplo.

Por outro lado,  não é recomendado dada a reta final da campanha esse choque de militâncias.  Quem avisa, amigo é…

Defesa de juízes para auxílio-moradia beira o escárnio

Leandro Colon – Folha de S.Paulo O dado impressiona: 43% dos juízes da cidade de São Paulo que recebem o auxílio-moradia possuem imóvel na capital. E 215 deles têm mais de um em seu nome. Temos um campeão, o desembargador José Antonio de Paula Santos Neto, proprietário de 60 imóveis. Isso, 60, sendo alguns apartamentos em áreas […]

Leandro Colon – Folha de S.Paulo

O dado impressiona: 43% dos juízes da cidade de São Paulo que recebem o auxílio-moradia possuem imóvel na capital. E 215 deles têm mais de um em seu nome.

Temos um campeão, o desembargador José Antonio de Paula Santos Neto, proprietário de 60 imóveis. Isso, 60, sendo alguns apartamentos em áreas nobres da capital, como Perdizes, Higienópolis e Morumbi.

As informações acima foram reveladas pela Folha no domingo (4). Desde a semana passada, uma série de reportagens publicadas pelo jornal tem mostrado a aberração em que se transformou esse benefício.

O Judiciário, que deveria ser um exemplo de conduta ética, parece não estar nem aí para seu desgaste. Amparados por uma liminar de um colega, o ministro Luiz Fux, do STF, juízes atropelam o bom senso moral em troca de um bônus salarial (que é o que virou o auxílio-moradia) que não faz qualquer sentido.

O mau exemplo vem de cima. Somente em Brasília 26 ministros de tribunais superiores (STJ, TST e STM) recebem o auxílio-moradia mensalmente mesmo sendo donos de imóveis de alto padrão e em zonas valorizadas da capital federal.

Chama a atenção também a reação dos nobres magistrados às informações divulgadas. Ou silenciam ou escorregam em declarações desnecessárias. Nenhum deles até agora colocou a mão na consciência e anunciou que abriria mão da ajudinha de R$ 4.378 no salário.

Dois argumentos de defesa predominam. Um é que o privilégio é legal. O outro é que a remuneração da categoria está defasada e o benefício é um jeitinho para cobrir o buraco. Esse segundo foi usado por Sergio Moro, que ganha auxílio, apesar de ser dono de imóvel em Curitiba.

Nenhuma versão convence. A da defasagem beira o escárnio. É um salvo-conduto para que os brasileiros com salários supostamente desvalorizados deem de espertos, driblando a moralidade para engordar o seu contracheque no fim do mês.

Ciro pede para visitar Lula na cadeia

O pré-candidato à presidência da República Ciro Gomes ingressou, juntamente com presidente e vice-presidente do PDT, Carlos Lupi e André Figueiredo, com um pedido de autorização para visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Os três se apresentaram como amigos de Lula e enviaram a […]

O pré-candidato à presidência da República Ciro Gomes ingressou, juntamente com presidente e vice-presidente do PDT, Carlos Lupi e André Figueiredo, com um pedido de autorização para visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Os três se apresentaram como amigos de Lula e enviaram a solicitação à 12ª Vara Federal de Curitiba.

Ciro, Lupi e Figueiredo argumentam que não apresentaram qualquer risco ao normal funcionamento da sede da PF e solicitam a flexibilização da visitação a Lula. O ex-presidente cumpre pena de 12 anos após ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região no processo do triplex de Curitiba.

Eles alegam que o pedido deles é diferente do grupo de governadores do Nordeste que tentou visitar Lula e teve autorização negada pela juíza Carolina Moura Lebbos. Além disso, argumentam que a visita é um direito inalienável do condenado, sendo dever do estado promover o respeito à dignidade humana.

Ao negar a visita dos governadores na terça-feira, Lebbos decidiu expressamente ‘não há fundamento para a flexibilização do regime geral de visitas próprio à carceragem da Polícia Federal’. Além disso, ela destacou a decisão de Sérgio Moro de que Lula não deveria ter privilégio de visitações, ‘a fim de não inviabilizar o adequado funcionamento da repartição pública, também não se justificando novos privilégios em relação aos demais condenados”.

Os políticos alegam que isso seria uma violação da Convenção Americana de Direitos Humanos, da Constituição Federal e da Lei de Execuções Penais, pois o Estado Democrático de Direito repudia traços de ditadura.

Vereadora teria filiado um irmão na oposição e outro na situação em Arcoverde

A vereadora Cleriane Medeiros fez o que se pode classificar como dar dois tiros para acertar um. Filiada ao MDB,  ela filiou seus dois irmãos,  Alberto Medeiros e outro conhecido por “Pebinha” em dois blocos diferentes.  Um deles foi para o PRTB, que pode ir para a base de Zeca Cavalcanti e outro na base […]

A vereadora Cleriane Medeiros fez o que se pode classificar como dar dois tiros para acertar um.

Filiada ao MDB,  ela filiou seus dois irmãos,  Alberto Medeiros e outro conhecido por “Pebinha” em dois blocos diferentes.  Um deles foi para o PRTB, que pode ir para a base de Zeca Cavalcanti e outro na base de Cybele Roa.

O mais curioso é que ela tem dito que não será candidata e um de seus irmãos irá disputar. A dúvida que fica: mas que irmão e que lado? O governista ou o ligado a Zeca?

Outra curiosidade que repercute nos bastidores é que  em um fim de noite só ela se reuniu com a prefeita Madalena Brito e depois, com Eduíno Brito, ligado a Zeca.

Um assessor ligado a Zeca Cavalcanti, em contato com o blog, entretanto, buscou minimizar o episódio. Afirmou que um irmão dela se filiou a um partido de João do Skate, o PRTB. João já foi de um bloco independente, mas segundo o aliado de Zeca, não se sabe se será governo ou oposição. Teria inclusive cargo no governo Madalena.

Temer e Cunha tramavam ‘diariamente’ queda de Dilma, diz Funaro em delação

O corretor Lúcio Funaro disse em sua delação premiada que, na época do impeachment, o então vice-presidente Michel Temer tramava “diariamente” a deposição da ex-presidente da República Dilma Rousseff com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A afirmação consta de um dos anexos da colaboração de Funaro, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal […]

O corretor Lúcio Funaro disse em sua delação premiada que, na época do impeachment, o então vice-presidente Michel Temer tramava “diariamente” a deposição da ex-presidente da República Dilma Rousseff com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A afirmação consta de um dos anexos da colaboração de Funaro, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na qual ele descreve a relação com a cúpula do PMDB e nomeia os “operadores” de Temer em supostos esquemas de corrupção.

Conforme Funaro, Cunha sempre foi o arrecadador de propinas para o chamado “quadrilhão” do PMDB, enquanto Temer atuava no núcleo político, viabilizando interesses de empresas que pagavam subornos ao grupo.

Funaro afirmou que a relação de Cunha e Temer oscilava, dependendo do “momento político”. “Na época do impeachment de Dilma Rousseff, eles confabulavam diariamente, tramando a aprovação do impeachment e, consequentemente, a assunção de Temer como presidente”, exemplificou o corretor num dos trechos do anexo.

Temer e seu partido romperam com Dilma meses antes de o afastamento dela ser aprovado e confirmado, mas o agora presidente sempre rejeitou a pecha de “conspirador” ou “golpista”.

Procurado, o Palácio do Planalto ainda não comentou as declarações de Funaro.

A defesa de Eduardo Cunha se manifestou da seguinte forma: “Enquanto não for levantado o sigilo, a defesa de Eduardo Cunha não comentará os supostos termos de delação.”