Augusto Valadares: “torço para o candidato ser Eclérinston”
Por Nill Júnior
A depender do prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares (DEM), o nome governista à sucessão de Evandro Valadares será o do vice, Eclérinston Ramos.
Perguntado sobre o tema no Debate do Sábado, na Gazeta FM, Augusto deixou claro que esse tema só deve ser aprofundado em 2024. Augusto, que também tem tido o nome ventilado, deixou nas entrelinhas que sua prioridade é a disputa em Ouro Velho, onde tem direito à reeleição.
Augusto disse agradecer à lembrança, falou de sua relação com a cidade, mas foi na linha do que defendeu Paulo Jucá. Que gostaria de ver Eclérinston Ramos eleito prefeito. “Torço por ele”, disse.
O prefeito também disse acreditar que o novo pacote de emendas e ações sinalizadas para a gestão Evandro Valadares vão potencializar sua avaliação positiva.
Denúncia é de governistas do município, após sessão de hoje O Presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Francisco de Sales, não colocou em votação o projeto do Executivo que quitava débitos de 180 agricultores com o Banco do Nordeste. Mesmo com o apelo dos governistas, o Presidente manteve o projeto sem apreciação, jogando a […]
Denúncia é de governistas do município, após sessão de hoje
O Presidente da Câmara de Vereadores de Iguaracy, Francisco de Sales, não colocou em votação o projeto do Executivo que quitava débitos de 180 agricultores com o Banco do Nordeste.
Mesmo com o apelo dos governistas, o Presidente manteve o projeto sem apreciação, jogando a votação para a próxima legislatura. Vereadores governistas acusaram o presidente de tomar a decisão por questões políticas, já que hoje é adversário do grupo do prefeito Zeinha Torres.
Ontem, o Secretário Marcos Henrique informou que conseguiu a renegociação das dívidas do PRONAF, para os agricultores que perderam produção por seca e outros fatores.
“Tivemos uma reunião e nos propomos com a Gerente do Banco de renegociar as dívida de 180 agricultores. Vamos quitar esse débito para que fiquem com o nome limpo para acessar outras linhas de crédito. Queremos também que o próximo crédito seja orientado, com assessoria técnica”, afirmou.
O Secretário de Esportes de São José do Egito Henrique Marinho e o adjunto André Araújo visitaram na tarde dessa terça (19), a quadra do povoado de Curralinho. O espaço serve aos desportistas da comunidade, além de ser usado pelos alunos da Escola Municipal Manoel da Costa para aulas de educação física. O secretário foi […]
O Secretário de Esportes de São José do Egito Henrique Marinho e o adjunto André Araújo visitaram na tarde dessa terça (19), a quadra do povoado de Curralinho. O espaço serve aos desportistas da comunidade, além de ser usado pelos alunos da Escola Municipal Manoel da Costa para aulas de educação física.
O secretário foi recebido por moradores da área, que relataram a situação de abandono da referida quadra. Segundo nota ao blog, a praça ficou abandonada na gestão anterior.
“O piso está acabado, com buracos em várias partes. Não tem alambrado nos arredores da quadra, as traves estão quebradas e tomadas pela ferrugem”, diz a nota.
A Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte informou te um cronograma para recuperar todas as quadras do município, mesmo diante da falta de recursos que São José do Egito vem sofrendo.
O gestor da pasta dos esportes, explicou que é de suma importância dar continuidade ao projeto de requalificação dos espaços esportivos do município. Prometeu em breve requalificar o espaço na comunidade.
É com a tristeza da alma que lamento a grande perda que tivemos neste 13 de agosto. Como muitos já disseram, Eduardo Campos foi um líder, um político corajoso e determinado. Mas para mim, além de chefe, companheiro de luta por um Pernambuco melhor e por um Brasil melhor, foi o amigo a quem sempre […]
É com a tristeza da alma que lamento a grande perda que tivemos neste 13 de agosto. Como muitos já disseram, Eduardo Campos foi um líder, um político corajoso e determinado. Mas para mim, além de chefe, companheiro de luta por um Pernambuco melhor e por um Brasil melhor, foi o amigo a quem sempre tive uma profunda admiração e respeito.
A dor é incalculável, mas ele cumpriu sua missão e deixou muitos ensinamentos. Nos deixou principalmente sua coragem e energia para seguirmos adiante.
Meu amigo, por nossos filhos e por você não iremos desistir do Brasil! Siga em Paz… Para dona Madalena, Antonio, Renata, João, Pedro, Eduarda, José e Miguel deixo o meu abraço e que Deus junto da Sua Mãe Santíssima os ilumine.
Diante da falta dos dados que são utilizados para análise da evolução da pandemia, o boletim extraordinário do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (7/1), traz apenas o indicador envolvendo taxas de ocupação de leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) destinados à Covid-19. O momento atual, que conta com a […]
Diante da falta dos dados que são utilizados para análise da evolução da pandemia, o boletim extraordinário do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (7/1), traz apenas o indicador envolvendo taxas de ocupação de leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) destinados à Covid-19.
O momento atual, que conta com a circulação e crescimento rápido de casos de uma nova variante, a Ômicron, logo após as festas de fim de ano e maior circulação de pessoas, desenha um novo cenário epidemiológico.
Em comparação aos registros obtidos em 20 de dezembro de 2021, dados relativos a 5 de janeiro de 2022 mostram aumentos relevantes no número de pacientes internados nesses leitos. A análise aponta que, na entrada de 2022, comparações do indicador entre Unidades da Federação e por Unidade da Federação no decorrer do tempo mostram-se mais complexas.
Entre os estados, destacam-se Tocantins (23% para 62%, com queda de 122 para 87 leitos), Piauí (47% para 52%, com aumento de 106 para 130 leitos). Nas capitais, chamam a atenção as taxas críticas observadas em Fortaleza (85%), Maceió (85%) e Goiânia (97%), e as taxas na zona de alerta intermediário observadas em Palmas (66%), Salvador (62%) e Belo Horizonte (73%).
Também se sublinha um “estranhamento” frente às taxas do estado do Rio de Janeiro e sua capital, que se mantêm relativamente estáveis em níveis muito inferiores àqueles observados nas demais unidades federativas.
A análise destaca, ainda, a necessidade de acesso, transparência e divulgação das bases de dados e informações para produção de evidências que permitam, por exemplo, indicar o isolamento de pessoas infectadas, restringir contatos, bem como apontar tendências da pandemia, por meio de alertas precoces.
O boletim destaca que, além da nova variante Ômicron – caracterizada até o momento por sua alta taxa de transmissão e baixa letalidade – que vem rapidamente se disseminando no país, o cenário atual conta com uma epidemia de influenza pelo vírus H3N2.
Os pesquisadores do Observatório Covid-19 Fiocruz, responsáveis pelo boletim, observam que unido a isso, elementos como maior circulação de pessoas e eventos com aglomeração nas festas de fim de ano contribuem para impactar negativamente a dinâmica da pandemia e nossa capacidade de enfrentamento, com impactos sobre a saúde da população e o sistema de saúde.
“O enfrentamento de uma pandemia sem os dados básicos e fundamentais pode ser comparado a dirigir um carro em um nevoeiro, com pouca visibilidade e sem saber o que se pode encontrar adiante. Além disso, vai na contramão de outros países, que passaram a produzir e disponibilizar dados de modo público e transparente para melhor compreender e enfrentar a dinâmica da Covid-19”, ressaltam.
Ocupação de leitos de UTI Covid-19
Fundamental em todo período da crise e colapso da saúde em 2021, a taxa ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no SUS o único indicador disponível até o momento para elaboração do Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, que utiliza indicadores estratégicos para traçar o cenário da pandemia no país.
Os indicadores de leitos abordam uma das etapas da infecção e evolução dos casos – a última e mais grave é o óbito, informação que não se encontra em função do “apagão” de dados. As taxas passam a refletir, em muitos estados, também a ocupação de leitos por outras causas como a Influenza, embora ainda predomine a Covid-19.
Em síntese, quatro estados encontram-se na zona de alerta intermediário e vinte e um estados e o Distrito Federal encontram-se fora da zona de alerta. Entre as capitais, três estão na zona de alerta crítico: Fortaleza (85%), Maceió (85%) e Goiânia (97%).
Três estão na zona de alerta intermediário: Palmas (66%), Salvador (62%) e Belo Horizonte (73%). As demais, com taxas divulgadas, estão fora da zona de alerta: Porto Velho (44%), Rio Branco (10%), Manaus (34%), Macapá (40%), São Luís (30%), Natal (34%), João Pessoa (32%), Vitória (56%), Rio de Janeiro (2%), São Paulo (35%), Curitiba (46%), Florianópolis (42%), Porto Alegre (57%), Campo Grande (47%), Cuiabá (36%) e Brasília (57%).
Vale salientar que as taxas observadas não são comparáveis àquelas verificadas no pior momento da pandemia, há quase um ano, considerando a redução no número de leitos destinados à Covid-19.
Ainda é precoce, desta forma, afirmar que há uma nova pressão sobre os leitos de UTI, baseado apenas nos dados disponíveis e apresentados aqui. Entretanto, cabe manter a atenção sobre a evolução do indicador.
Observou-se também pioras mais sensíveis em alguns estados da região Nordeste e Sudeste, com destaque para suas capitais. Os pesquisadores chamam atenção que em um cenário de rápida transmissão, com aumento abrupto de casos novos, a demanda pelo serviço de saúde pode se tornar um obstáculo ao diagnóstico rápido e tratamento oportuno.
Desta forma, ainda que não provoque muitos casos graves e fatais, poderá sobrecarregar o sistema de saúde, caso ele não esteja preparado para enfrentar este novo cenário. Além disso, o Boletim destaca que a situação de recrudescimento da pandemia sem dados epidemiológicos disponíveis para apreciação do que está ocorrendo e estimativa de tendências é gravíssima.
Do blog do Cauê Rodrigues Um carro ficou totalmente destruído e quatro jovens ficaram gravemente feridos na manhã deste domingo 14, em um acidente de trânsito na Rodovia Estadual PE 320, em Carnaíba, no Vale do Pajeú. Segundo informações colhidas pelo Blog do Cauê Rodrigues, os quatro amigos retornavam de Afogados da Ingazeira, onde participavam […]
Um carro ficou totalmente destruído e quatro jovens ficaram gravemente feridos na manhã deste domingo 14, em um acidente de trânsito na Rodovia Estadual PE 320, em Carnaíba, no Vale do Pajeú.
Segundo informações colhidas pelo Blog do Cauê Rodrigues, os quatro amigos retornavam de Afogados da Ingazeira, onde participavam de um show com a Banda Psirico, atração do Bloco Arerê e retornavam para a cidade de Flores, quando nas proximidades da Fabrica de Cimento Pajeú, a 01 Km após a cidade de Carnaíba, perderam o controle do veiculo, capotando e incendiando com rapidez.
Dois dos ocupantes foram socorridos em estado grave para a cidade do Recife com 30% de queimaduras pelo corpo, outros dois foram socorridos para o Hospital Agamenon Magalhães, na cidade de Serra Talhada.
O veiculo até o momento foi identificado como um Fiat Uno, de placas não informadas já que foram destruídas pelas chamas.
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