Audiência que apura compra de votos em Tupanatinga acontece quinta
Por Nill Júnior
Será nesta quinta-feira, 11 de maio, às 14h, a primeira audiência do processo movido contra o prefeito de Tupanatinga, Severino Soares dos Santos, conhecido politicamente como Silvio Roque.
O processo nº: 292-60.2016.6.17.0060 surgiu por conta de uma denúncia da segunda colocada na eleição municipal, Damacele Tomé dos Santos, denunciando compra de votos. Se comprovada a captação ilícita de sufrágio (compra de votos), Silvio Roque poderá sofrer as punições legais, que vão desde a prisão por quatro anos, multa, o risco de tornar-se inelegível por 8 anos, além da cassação de mandato (Lei nº 9.504/1997). Nesse caso, haverá novas eleições para prefeito em Tupanatinga.
A denúncia se fundamenta em um vídeo, na qual a esposa de Silvio Roque, Rosa Roque parece entregando uma nota de R$ 50 a um eleitor e em troca pede o voto para o marido. Na ocasião, Rosa foi presa, mas pagou fiança e foi liberada. O processo corre na 60ª Zona Eleitoral, e a primeira audiência será no Fórum Dr. João Roma, em Buíque.
O senador Delcídio do Amaral (MS) vai encontrar um cenário complicado na volta às atividades no Senado. Pelo menos é o que projetam colegas de Delcídio ouvidos pelo G1. Os parlamentares preveem que o ex-líder do governo passará por “constrangimento” ao longo dos compromissos legislativos e sofrerá desgaste na defesa do mandato em processo por […]
O senador Jader Barbalho (PMDB-PA) conversa Delcídio do Amaral (PT-MS) durante sessão no Senado, em abril de 2015 (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
O senador Delcídio do Amaral (MS) vai encontrar um cenário complicado na volta às atividades no Senado. Pelo menos é o que projetam colegas de Delcídio ouvidos pelo G1.
Os parlamentares preveem que o ex-líder do governo passará por “constrangimento” ao longo dos compromissos legislativos e sofrerá desgaste na defesa do mandato em processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa.
Na sexta-feira (19), instantes antes de Delcídio deixar a prisão no 1º Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Distrito Federal (1º BPTran), Luís Henrique Machado, um dos advogados do senador, afirmou que Delcídio voltaria às atividades no Senado já na próxima segunda-feira (22).
O senador ficou quase 90 dias preso preventivamente por ter tentado, de acordo com a Procuradoria Geral da República (PGR), atrapalhar as investigações da operação Lava Jato. A prisão de Delcídio foi revogada pelo ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal(STF).
Para o senador Acir Gurgacz (RO), líder do PDT – partido da base aliada ao governo –, o ideal seria Delcídio solicitar licença das atividades parlamentares.
“Eu acho que não tem um clima bom para o Delcídio retornar ao Senado. Eu, se fosse ele, pediria licença por alguns meses e depois retornaria. Vejo a volta dele com muita dificuldade por tudo que aconteceu, tudo que tem que ser explicado”, afirmou Gurgacz. “Vai ser um constrangimento para ele e para os demais senadores”, completou o líder do PDT.
Na mesma linha, o senador da oposição Agripino Maia (DEM-RN), disse que Delcídio terá de lidar com uma situação “esquisita” na volta aos trabalhos.
“A situação em que ele voltará ao Senado será diferente da que ele deixou. Ele vai enfrentar um cenário atípico, uma situação esquisita, a que o Senado nunca assistiu”, projetou. “Agora, eu quero saber como ele será recebido pelo PT, o partido dele. Qual será atitude do PT com relação ao Delcídio?”, questionou Agripino.
Procurado pelo G1, o presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto (PMDB-MA), disse que a revogação da prisão de Delcídio “em nada altera o processo contra o ex-líder do governo”. Questionado sobre o clima que Delcídio encontrará no Senado, João Alberto não quis comentar.
Plataforma condena também grupos públicos da plataforma acessados por meio de links Patrícia Campos Mello/Folha de São Paulo O WhatsApp admitiu pela primeira vez que a eleição brasileira de 2018 teve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas. “Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras […]
Celulares usados em empresa para enviar mensagens de WhatsApp em massa. Foto: Reprodução
Plataforma condena também grupos públicos da plataforma acessados por meio de links
Patrícia Campos Mello/Folha de São Paulo
O WhatsApp admitiu pela primeira vez que a eleição brasileira de 2018 teve uso de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas.
“Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras de envios maciços de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas”, afirmou Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, em palestra no Festival Gabo.
Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, a Folha revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras.
Uma das reportagens noticiou que empresários apoiadores do então candidato Jair Bolsonaro (PSL) bancaram o disparo de mensagens em massa contra o petista Fernando Haddad, que foi derrotado e também acabou multado pelo TSE pelo impulsionamento irregular de conteúdo desfavorável ao seu então adversário.
O TSE veda o uso de ferramentas de automatização, como os softwares de disparo em massa. Além disso, conforme mostrou a Folha, empresários contrataram disparos a favor e contra candidatos, sem declarar esses gastos à Justiça Eleitoral, o que configura o crime de caixa dois. Leia a íntegra da reportagem da Folha aqui.
G1 O Ministro Luiz Edson Fachin decidiu nesta quinta-feira (16) submeter ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de políticos do PMDB para suspender o andamento da denúncia na qual foram acusados com o presidente Michel Temer. Ainda não há data para a análise do plenário. Mas o objetivo de Fachin é levar a […]
O Ministro Luiz Edson Fachin decidiu nesta quinta-feira (16) submeter ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de políticos do PMDB para suspender o andamento da denúncia na qual foram acusados com o presidente Michel Temer.
Ainda não há data para a análise do plenário. Mas o objetivo de Fachin é levar a questão ao plenário ainda neste ano, antes do recesso do Judiciário, que começa em 18 de dezembro.
Os pedidos foram apresentados pelas defesas do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB-BA).
Os advogados alegam que, como Geddel e Cunha foram acusados de forma conjunta com Temer por organização criminosa, devem continuar no mesmo processo do presidente, suspenso por decisão da Câmara dos Deputados.
Na prática, a medida, se atendida, fará com que o processo permaneça único e só volte a tramitar quando o mandato de Temer acabar.
Os pedidos em análise questionam a decisão de Fachin de fatiar a denúncia contra Temer e enviar ao juiz federal Sérgio Moro as acusações contra os demais acusados sem o foro privilegiado.
Além das acusações contra Cunha e Geddel, também foram encaminhadas a Moro as denúncias contra o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (Turismo) e contra o ex-assessor de Temer e ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, todos do PMDB.
Parlamentar se manifestou em suas redes sociais Por André Luis O deputado federal Tadeu Alencar (PSB), afirmou em suas redes sociais que foi convidado pelo futuro ministro da Justiça, Flávio Dino para ser o secretário Nacional de Segurança Pública. O parlamentar destacou que recebeu o convite com alegria e que aceitou o desafio. “Recebi, com […]
O deputado federal Tadeu Alencar (PSB), afirmou em suas redes sociais que foi convidado pelo futuro ministro da Justiça, Flávio Dino para ser o secretário Nacional de Segurança Pública.
O parlamentar destacou que recebeu o convite com alegria e que aceitou o desafio. “Recebi, com alegria, o convite do futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, para ser Secretário Nacional de Segurança Pública. Aceitei o desafio com motivação para colaborar com o avanço do Brasil ao lado de Lula, da sua equipe, e de Dino, que assume uma pasta fundamental”, escreveu Alencar.
Procurador de Justiça, Tadeu Alencar foi deputado federal por dois mandatos, chefe da Casa Civil e Procurador-Geral do Estado do Governo Eduardo Campos.
Formado em direito pela Faculdade de Direito do Recife – Universidade Federal de Pernambuco, ele possui especialização em Administração Judicial.
Tadeu Alencar disputou a reeleição no último pleito em outubro, mas não logrou exito. Ele obteve 55.761 votos.
por Bruna Verlene Na noite deste domingo (19) o Fantástico exibiu uma matéria onde golpistas estão usando nomes de políticos, famosos e empresários para fazer compras e abrir empresas. Um dos nomes que estão na lista do Serasa, como um dos mais usados recentemente, é do o ex-governador de Pernambuco e morto no último dia […]
Na noite deste domingo (19) o Fantástico exibiu uma matéria onde golpistas estão usando nomes de políticos, famosos e empresários para fazer compras e abrir empresas. Um dos nomes que estão na lista do Serasa, como um dos mais usados recentemente, é do o ex-governador de Pernambuco e morto no último dia 13 de agosto, Eduardo Campos.
Segundo o Serasa o nome de Eduardo foi usado 20 vezes, para fazer compras, em seis estados e no Distrito Federal. O Serasa alerta que após o falecimento de um parente, a família deve se dirigir a Receita Federal e cancelar aquele CPF.
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