Ato simbólico reivindica escolas fechadas até que haja vacinação
As pontes do centro do Recife amanheceram nesta segunda-feira (22) com faixas alertando a população para o risco da reabertura das escolas sem vacina.
O sindicato dos profissionais da educação municipal, o Simpere, realizou este ato simbólico reivindicando escolas fechadas até que os professores e administrativos sejam vacinados, e auxílio emergencial para a comunidade escolar atendida pela rede municipal.
A campanha está nas ruas desde o dia 15 de fevereiro, com outdoors, anúncios no rádio e nos canais de televisão, e carros de som pedindo para que os pais, mães e responsáveis não levem seus filhos para as escolas. Foi pensando nas famílias que necessitam deixar os filhos na escola para trabalhar que o sindicato passou a reivindicar a volta do auxílio emergencial.
ESCOLAS ABERTAS, SÓ COM VACINA
Para os trabalhadores em educação, a possibilidade de volta às atividades presenciais neste momento gera insegurança.
“É uma política genocida de Paulo Câmara e de João Campos. Abrir as escolas agora é condenar os trabalhadores, o porteiro, a merendeira, as professoras, administração, gestão e a comunidade escolar a um verdadeiro matadouro”, denuncia a Coordenadora Geral do Simpere, Claudia Ribeiro.
Fevereiro começou com a marca de 3 mil vítimas fatais da covid-19 no Recife, aceleração em 20% de novos contágios e a ameaça da variante P1 de Manaus, ainda mais violenta e contagiosa.



A Prefeitura de Itapetim apresentou, nesta sexta-feira (18), no auditório da Secretaria Municipal de Educação, os novos livros e materiais didáticos adquiridos para reforçar a aprendizagem de alunos da rede municipal. A ação tem como foco a recomposição de conteúdos e a preparação dos estudantes para as avaliações externas, como o SAEB e o SAEPE 2025.
O deputado estadual Rogério Leão recebeu das mãos da vereadora, Suzana de Cabrobó, o Título de Cidadão Cabroboense.
Ascom
O Hospital de Campanha de Arcoverde se encontra nesta terça-feira (13), sem pacientes com Covid-19 internados em um dos seus 30 leitos disponíveis. Esta é a segunda vez neste semestre, que a situação ocorre, desde a sua implantação na sede da Upa Dia, onde atende pacientes exclusivos do município e considerados casos leves e moderados da pandemia.
Maciel Melo












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