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ASA reafirma apoio a Dilma

Por Nill Júnior

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A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), rede formada por cerca de três mil organizações da sociedade civil e dos movimentos sociais voltadas à convivência e viabilização do Semiárido, divulgou nesta terça (14) uma carta de apoio à candidatura de reeleição da presidente Dilma Rousseff.

A ASA ainda diz que repudia as afirmações de todos aqueles e aquelas que caracterizam o Semiárido e o Nordeste como lugar de povo desinformado e incapaz, desmerecem o voto dos povos que aqui vivem e expressam nos meios de comunicação seus preconceitos e desconhecimento da realidade.

Confira a carta na íntegra:

Pelas vidas e dignidade no Semiárido, apoiamos Dilma.

“Quando não tinha nada eu quis.” (Chico César)

A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) é uma rede de grupos de organizações da sociedade civil voltada à convivência e viabilização do Semiárido, e que reúne hoje cerca de três mil organizações reunidas espacialmente em toda região. Quando a ASA foi criada, em 1999, o Semiárido se via em um contexto político e social de grande estiagem, uma questão de origem natural, porém com consequências de ordens políticas e sociais relacionadas às ações focadas no “combate à seca”. Políticas que desconheciam o protagonismo dos agricultores e das agricultoras, sua capacidade de produzir conhecimentos e de tomar a frente dos seus destinos.

Em decorrência das secas, a morte era comum na região, especialmente a morte de crianças. “Um genocídio praticado pelo Estado”, como afirmava o sociólogo Betinho.

As organizações da sociedade civil no Semiárido, reunidas na ASA, tiveram a coragem de lançar ao Brasil uma crítica severa e forte ao modelo de “combate à seca” montado no tripé “coronelismo, enxada e voto”, e propor ações simples, de baixos custos e eficientes para uma política pública na perspectiva da convivência com o Semiárido.

Todavia, foi nestes últimos 12 anos, nos governos Lula e Dilma, a partir dos programas “Fome Zero” e “Brasil sem Miséria”, que a ASA e suas organizações tiveram a oportunidade de propor várias ações que, assumidas hoje como políticas de governo e até mesmo como Políticas Públicas, transformam a realidade na região.

Outras Notícias

Afogados: moradores de bairros debatem Plano Diretor 

Costa, São Sebastião e Centro se reúnem nesta quarta-feira. Ontem, foi a vez das comunidades rurais do Jati, Alça de Peia, Dois Riachos, Jatobá de Dois Riachos, Tamboril, Várzea Comprida e Nazaré A etapa das reuniões comunitárias para elaboração do Plano Diretor chega hoje aos moradores do Centro de Afogados e dos bairros São Sebastião e […]

Costa, São Sebastião e Centro se reúnem nesta quarta-feira. Ontem, foi a vez das comunidades rurais do Jati, Alça de Peia, Dois Riachos, Jatobá de Dois Riachos, Tamboril, Várzea Comprida e Nazaré

A etapa das reuniões comunitárias para elaboração do Plano Diretor chega hoje aos moradores do Centro de Afogados e dos bairros São Sebastião e Costa. Eles poderão participar da reunião que acontece nesta quarta (20), às 18h30, na Escola Gizelda Simões Inácio, e contribuir com sugestões para a elaboração do novo Plano Diretor da cidade.

Nesta terça (19), a Prefeitura de Afogados ouviu os moradores das comunidades rurais do Jati, Alça de Peia, Dois Riachos, Jatobá de Dois Riachos, Tamboril, Várzea Comprida e Nazaré.

A reunião aconteceu na sede da associação do Jati. Divididos em grupos, os moradores expuseram suas ideias e sugestões, de forma democrática, para compor o documento do Plano Diretor. As propostas giraram em torno de segurança hídrica (abastecimento d’água), saúde e educação mais próximas das comunidades. 

“Tivemos uma tarde bastante produtiva e com uma excelente participação das comunidades, ouvindo a população e reunindo elementos para que o plano diretor de Afogados possa projetar o futuro da cidade de acordo com o que quer e pensa os seus moradores,” destacou o coordenador do Plano Diretor, Fernando Moraes. 

Estiveram participando da reunião os vereadores Raimundo Lima, Douglas Eletricista e Toinho da Ponte. Além das facilitadoras da Secretaria de Agricultura, Valéria Soares e Vilsomary Marques. A ouvidora municipal, Maria José Cerquinha, tem participado de todas as reuniões, e levado a mensagem da Ouvidoria Municipal como um importante elo entre a população e à gestão pública municipal.

Zé Gomes divulga primeira parcial da prestação de contas

O candidato a governador Zé Gomes (PSOL) tornou pública, neste sábado (2/8), sua primeira prestação de contas parciais, encaminhada ao Tribunal Regional Eleitoral . O candidato antecipou-se, assim, à divulgação dos dados pela Justiça Eleitoral, que será feita apenas em 6 de agosto. Conforme o esperado, as doações, neste primeiro mês, foram feitas por pessoas […]

O candidato a governador Zé Gomes (PSOL) tornou pública, neste sábado (2/8), sua primeira prestação de contas parciais, encaminhada ao Tribunal Regional Eleitoral . O candidato antecipou-se, assim, à divulgação dos dados pela Justiça Eleitoral, que será feita apenas em 6 de agosto. Conforme o esperado, as doações, neste primeiro mês, foram feitas por pessoas físicas. A partir da próxima semana, o partido iniciará uma campanha pública de arrecadação.

O total arrecadado foi de R$ 7.400 reais, referente a oito doações de pessoas físicas, sendo R$ 1.500 do próprio candidato.

Foram gastos R$ 7.265,45. Deste valor, R$ 5.050 foram destinados a Assessoria de Imprensa e R$ 1.820 na confecção de material gráfico (panfletos e adesivos).

A coligação Mobilização por Poder Popular (PSOL-PMN) não aceita doações de construtoras, bancos, agronegócio e empresas de transporte. Também veda o recebimento de recursos de empresas que lucram com a privatização da saúde e da educação, que tenham contratos e interesses a serem intermediados com o Estado, ou com passivos trabalhistas e ambientais.

De acordo com Zé Gomes, a campanha mais modesta, baseada em financiamento e militância por parte de pessoas físicas, significa coerência com as propostas apresentadas.

“Os outros candidatos espalham cavaletes nas calçadas, impedindo a passagem, desrespeitam a lei eleitoral, fazem obras de ficção hollywoodianas para o guia eleitoral. E quem financia essas campanha milionárias? Empresas com interesse em receber benesses do Estado. Por isso gente costuma citar o ditado: ‘quem paga a banda escolhe a música’. Esse modelo de campanha reflete a velha política, a do rabo preso, que não nos interessa”, diz Zé Gomes.

Armando visita ExpoSertânia

O candidato Armando Monteiro (PTB), da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, esteve no encerramento da segunda edição da Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos  (ExpoSertânia), em Sertânia, no Sertão do Moxotó, na noite deste domingo (27). Acompanhado de várias lideranças políticas, Armando destacou o crescimento da feira e a vocação de liderança do município na […]

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O candidato Armando Monteiro (PTB), da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, esteve no encerramento da segunda edição da Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos  (ExpoSertânia), em Sertânia, no Sertão do Moxotó, na noite deste domingo (27). Acompanhado de várias lideranças políticas, Armando destacou o crescimento da feira e a vocação de liderança do município na região.

“É uma alegria vir à ExpoSertânia, que é um evento que vem ganhando dimensão e se consolidando no calendário das feiras e exposições de Pernambuco”, afirmou Armando Monteiro. O candidato a governador foi acompanhado por três prefeitos da região – Guga Lins (PSDB), de Sertânia, anfitrião da noite; Luiz Carlos (PT), de Custódia; e Francisco Dessoles (PTC) -, e pelos candidatos a deputado estadual Júlio Cavalcanti (PTB) e federal, Zeca Cavalcanti (PTB) e Pedro Eugênio (PT), além de diversos vereadores da região.

“Nós haveremos de fazer com que Sertânia possa realizar essa grande vocação que tem, para o crescimento, o desenvolvimento e liderança. Acredito que o município vai ser alçado para a condição de líder em toda essa área”, afirmou Armando. “Tenho vínculos com Sertânia que não são apenas políticos, mas sentimentais também. Sou devedor desse povo, que sempre me deu, ao longo da minha vida pública, reiteradas demonstrações de confiança”, acrescentou.

Fredson Brito cobra mais investimento para a cultura em São José do Egito

Em um  artigo para a imprensa divulgado nesta terça, o  empresário e pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, Fredson Brito, cobra mais apoio e investimento à cultura na Capital da poesia. “São José do Egito, cidade marcada por uma rica história e tradições culturais, como a poesia, atualmente enfrenta uma carência significativa no […]

Em um  artigo para a imprensa divulgado nesta terça, o  empresário e pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, Fredson Brito, cobra mais apoio e investimento à cultura na Capital da poesia.

“São José do Egito, cidade marcada por uma rica história e tradições culturais, como a poesia, atualmente enfrenta uma carência significativa no âmbito cultural. Exemplo disso é o Carnaval que está, praticamente, na porta e a cidade, por mais um ano, ficará para trás. Essa ausência de atenção, ou até mesmo a negação da cultura local, é vista não só neste período, mas nos últimos anos em geral a exemplo do descaso com o Museu da Saudade, uma relíquia cultural localizada no distrito de Riacho do Meio”, diz em nota.

Ele cita o exemplo de Joel Ferreira, fundador do Museu da Saudade, que emerge como uma figura crucial na preservação da história e cultura da região. “Apesar de suas portas estarem abertas, é surpreendente como poucos conhecem a existência desse espaço valioso. O Museu da Saudade tornou-se um símbolo da discrepância entre a importância da cultura e a atenção que ela recebe da comunidade”, diz.

Fredson reproduz uma fala em que Joel, que também é agricultor familiar, expressa sua preocupação com a negligência cultural. “Sem a nossa cultura, perdemos não apenas tradições, mas a própria essência de quem somos.”

De acordo com Joel, “é uma pena que um patrimônio desses não tenha, sequer, um apoio do poder público. A própria população de São José do Egito não sabe da existência deste museu que retrata tanta coisa bonita e que fez parte da vida de tantas pessoas daqui”, disse.

Atualmente, o espaço conta com milhares de peças adquiridas por doações graças à persistência do agricultor que praticamente cedeu sua casa inteira para abrigar o acervo. O espaço já foi visitado por referências como representantes do movimento Cariri Cangaço, que estuda a história na região.

 “O Carnaval, em particular, era uma celebração que unia a comunidade em festividades animadas, ressaltando a riqueza da diversidade cultural presente na cidade”, criticou Fredson.

“É imperativo que a sociedade e as autoridades locais despertem para a importância da cultura na construção de uma comunidade pujante e resiliente. A valorização de iniciativas como o Museu da Saudade, aliada à promoção de eventos culturais, pode ser a chave para resgatar a identidade perdida e reconstruir o orgulho cultural do nosso povo”.

Nesta quinta: Múltipla afere cenário eleitoral em São José do Egito

O Instituto Múltipla, contratado pelo blog, divulga na manhã desta quinta (15), pesquisa realizada na cidade de São José do Egito dentro da série em parceria para as eleições deste ano nas quatro principais cidades da região do Pajeú. A pesquisa busca saber como estão os candidatos Romério Guimarães (PT) que disputa a reeleição e Evandro Valadares […]

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O Instituto Múltipla, contratado pelo blog, divulga na manhã desta quinta (15), pesquisa realizada na cidade de São José do Egito dentro da série em parceria para as eleições deste ano nas quatro principais cidades da região do Pajeú.

A pesquisa busca saber como estão os candidatos Romério Guimarães (PT) que disputa a reeleição e Evandro Valadares (PSB). O levantamento foi registrado sob o número PE-02982/2016. Os dados foram coletados dia 10 com margem de erro: 5,7% para mais ou para menos, intervalo de confiança de  95% e  300 entrevistas.

Também será possível aferir os números na pesquisa espontânea e a corrida pela Câmara de Vereadores.

Clima acirrado: na cidade, há grande expectativa das duas coligações. Não são poucos os que dizem que São José do Egito tem uma das eleições mais acirradas da região, a se guiar pelo clima das ruas.