Artur Amorim participa de encontro do pacto nacional pela consciência vacinal
Por André Luis
O Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira e presidente do COSEMS-PE, Artur Amorim, participou, em Brasília, nesta quarta-feira (30), de um encontro promovido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para o lançamento do Pacto Nacional pela Consciência Vacinal.
Artur Amorim participou da mesa principal do evento representando os secretários e secretárias municipais de saúde de todo o Brasil.
O objetivo da iniciativa é promover uma atuação nacional coordenada – Ministério Público, instituições e autoridades do SUS (União, Estados e Municípios) em busca da consciência sobre a importância das vacinas e da retomada dos índices seguros e homogêneos de cobertura de vacinas em todo o Brasil.
Neste primeiro momento, o foco da atuação será a vacinação contra a poliomielite, cujos números estão em queda expressiva.
“Estivemos participando dessa importante iniciativa, representando todos os secretários e secretárias municipais de saúde do Brasil, o que muito me orgulha, representando também Afogados no cenário nacional. Esperamos que essa iniciativa possa ser a retomada das ações e campanhas de conscientização da nossa população sobre a importância das vacinas para a saúde da nossa população, para a garantia da vida,” destacou Artur Amorim.
O projeto será coordenado pelo CNMP, por meio do presidente, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e pela Comissão da Saúde, presidida pelo conselheiro Jayme de Oliveira.
Além de Augusto Aras e de Jayme de Oliveira, participaram da solenidade o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Richard Pae Kim; a representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil, Socorro Galiano.
Também a presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNPG), Norma Angélica Cavalcanti; o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Nésio de Medeiros; o diretor do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), e Secretário Municipal de Saúde de Afogados da Ingazeira (PE), Artur Amorim; e a diretora da Escola Fiocruz de Governo, Luciana Sepúlveda.
Símbolo de resistência cultural e único cinema de rua em plena atividade no Sertão de Pernambuco, o Cine São José, em Afogados da Ingazeira, acaba de ter aprovado um projeto que irá renovar sua estrutura. Através da Lei Paulo Gustavo, o espaço receberá R$ 300 mil para a troca de cadeiras e tela, modernizando a […]
Símbolo de resistência cultural e único cinema de rua em plena atividade no Sertão de Pernambuco, o Cine São José, em Afogados da Ingazeira, acaba de ter aprovado um projeto que irá renovar sua estrutura. Através da Lei Paulo Gustavo, o espaço receberá R$ 300 mil para a troca de cadeiras e tela, modernizando a sala e garantindo sua continuidade como um importante centro cultural da região.
A iniciativa partiu da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, mantenedora do Cine São José, da Rádio Pajeú e do Museu do Rádio. O projeto foi elaborado por Bruna Tavares, Willian Tenório e Pajeú Filmes, e contou com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco.
“O Cine São José é o ‘São Luiz do Sertão'”, afirma Nill Júnior, diretor da Rádio Pajeú e entusiasta da preservação do cinema. “É um espaço de resistência cultural que precisa ser preservado para as futuras gerações.”
Nill destaca que a conquista dos recursos é resultado de um esforço conjunto. “Agradeço à sensibilidade da governadora Raquel Lyra, da secretária de Cultura Cacau de Paula e do meu amigo Mário Viana Filho, pela compreensão do papel do Cine São José na história dessa região”, diz.
Ele também reconhece o empenho dos guardiões do cinema Carrinho de Lica, Evanildo Mariano, Marcos Antonio, Zé Arlindo e Augusto Martins, e de outros nomes como Sandrinho Palmeira, Edygar Xavier, Waldemar Borges, Daniel Valadares, Rodrigo Novaes, Marília Acioly e Janaína da Fundarpe.
“Manter um cinema de rua sem apoio para o custeio não é fácil”, ressalta Nill. “Por isso, esse apoio da Lei Paulo Gustavo é fundamental para a preservação do Cine São José e de sua história de 81 anos.”
Com a revitalização da sala, o Cine São José se consolida como um importante polo cultural do Sertão pernambucano, garantindo o acesso da população à sétima arte e preservando um patrimônio histórico e cultural da região.
Sobre o Cine São José
Inaugurado em 1942, o Cine São José é o único cinema de rua em atividade no Sertão de Pernambuco. Desde sua fundação, o cinema se tornou um importante centro cultural da região, exibindo filmes, promovendo eventos e preservando a memória da sétima arte.
Em 2003, o Cine São José foi reinaugurado após uma ampla reforma. Desde então, a sala vem se adaptando aos novos tempos, com a instalação de equipamentos digitais e a realização de mostras e festivais de cinema.
Sobre a Lei Paulo Gustavo
A Lei Paulo Gustavo (Lei nº 14.150/2021) foi criada para homenagear o ator Paulo Gustavo, vítima da Covid-19 em 2021. A lei destina R$ 3,86 bilhões para ações emergenciais no setor cultural, incluindo o apoio a projetos de infraestrutura, produção, difusão e formação artística e cultural.
Nesta sexta-feira (02), o juiz eleitoral em exercício cumulativo na comarca de Sertânia, Dr. Drauternani Pantaleão, juntamente com o promotor de justiça Dr. Júlio César Elihimas diplomarão os eleitos no último pleito municipal. A cerimônia pública ocorrerá as 19 horas na câmara de vereadores. Além do prefeito e vice-prefeito, também serão diplomados os 13 vereadores […]
Nesta sexta-feira (02), o juiz eleitoral em exercício cumulativo na comarca de Sertânia, Dr. Drauternani Pantaleão, juntamente com o promotor de justiça Dr. Júlio César Elihimas diplomarão os eleitos no último pleito municipal. A cerimônia pública ocorrerá as 19 horas na câmara de vereadores. Além do prefeito e vice-prefeito, também serão diplomados os 13 vereadores e seus respectivos suplentes. A informação e do Sertânia News.
A Secretaria de Cultura e Comunicação da Prefeitura de Arcoverde divulgou a grade de atrações que se apresentarão no Polo das Artes Henry Pereira, durante o São João. O nome dado ao polo, que fica localizado no pátio externo do Cecora, é uma justa homenagem ao professor, produtor cultural e ativista Henry Pereira, falecido no último […]
A Secretaria de Cultura e Comunicação da Prefeitura de Arcoverde divulgou a grade de atrações que se apresentarão no Polo das Artes Henry Pereira, durante o São João.
O nome dado ao polo, que fica localizado no pátio externo do Cecora, é uma justa homenagem ao professor, produtor cultural e ativista Henry Pereira, falecido no último mês de maio.
Entre outras inovações a partir deste ano, além de artistas e grupos culturais já conhecidos em níveis regional e estadual, o polo repetirá o sucesso de 2018, com espetáculos teatrais. Entre eles estão: ‘Malassombro’, ‘Valdeville’, ‘Espavento’ e ‘Do Vestido ao Nariz’.
“Percebemos que a linguagem lúdica da lona de Circo, estrutura montada desde o ano passado e aprovada pelo público, conversou muito bem com o parque de diversão, que fica ao lado do Polo das Artes. A platéia é circulante, basta começar que as pessoas vem de qualquer lugar da praça” , explicou a secretária de Cultura e Comunicação, Teresa Padilha.
Na programação de palco, a premissa de ocupar os espaços com o feminino também volta a tona nas Artes, que terá artistas como Renna Costa, na perfomance intitulada de ‘Ser Tão Cygana’, Mayara Pera, Isaar e Jéssica Caitano (Triunfo).
“A ideia é que nessa pegada contemporânea a gente consiga fortalecer a diversidade cultural por meio do feminino. O São João de Arcoverde é diferenciado por isso, traz a tradição, mas também a multiculturalidade, que cabe em vários palcos.”, ressalta, a secretaria Teresa.
São 30 atrações que vão desde os cortejos de agremiações de Bois, quadrilha de pernas de pau, atrações de matrizes africanas (afoxé, maracatus, capoeira), bandas de pífanos, reisado e os grupos de Samba de Coco.
Pela primeira vez no São João, a Filarmônica Joaquim Belarmino Duarte participa do evento com apresentações no cenário do Senadinho, onde estarão contextualizados com os homenageados da festa e tocarão, a partir das 19h, apenas forró instrumental.
Programação:
– Dias: 22, 23, 24, 28 e 29/06, às 19h (no Senadinho), Filarmônica Joaquim Belarmino Duarte
– Dias: 23, 24, 28 e 29/06, às 20h, Mateus e Caterina (Cortejo)
– Dias: 21, 22, 23 e 28/06, às 20h, Banda de Pífanos Santa Luzia (Cortejo)
Sexta-feira, 21/06
19h – Coco Erê mim
20h – Quadrilha Mulambembes
22h – Banda de Pífano Senhores da Terra
23h30 – Coco Pisada Segura
Continuo em Recife, onde como Presidente da ASSERPE, acompanho a reta final de preparativos para o Fala Norte Nordeste 2024, que acontece de 27 a 29 de novembro, no Recife ExpoCenter. Não é um desafio simples, só possível a muitas mãos, com o apoio na organização do Escritório de Mídia, capitaneado por Gorete Vieira e […]
Continuo em Recife, onde como Presidente da ASSERPE, acompanho a reta final de preparativos para o Fala Norte Nordeste 2024, que acontece de 27 a 29 de novembro, no Recife ExpoCenter.
Não é um desafio simples, só possível a muitas mãos, com o apoio na organização do Escritório de Mídia, capitaneado por Gorete Vieira e Andrea Canto, e da empresa Newcon, através de seu CEO, Paulo Galante, além do suporte da agência MMCI. Na ASSERPE Sertepe, a equipe também tem se desdobrado muito.
As providências são do tamanho do evento, que, mesmo que regional, tem construído um status de congresso “nacionalizado”. Um dos motivos, a data de abertura celebra também os 62 anos da ABERT, Associação Brasileira das Empresas de Rádio e Televisão. Será a primeira vez que a entidade celebrará em solo recifense.
Nomes como o presidente da entidade, Flávio Lara Resende, o presidente da Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) e vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, o Diretor Geral da ABERT, Cristiano Lobato, dentre outros nomes de associações e veículos de todo o país já confirmaram presença.
O Ministro da Comunicação, Juscelino Filho, o Presidente da Anatel, Carlos Manuel Baigorri, também estão entre os convidados.
Do estado, são esperados o prefeito do Recife, João Campos, a governadora Raquel Lyra, o presidente da ALEPE, Álvaro Porto, o presidente do BNB, Paulo Câmara, deputados, dentre outras personalidades. Da região, prefeitos e vereadores do estado, especialmente do Pajeú.
Atenção também para os convidados, a partir do tema, “Capital Humano x Inteligência Artificial: o futuro da comunicação”. A partir dele, um grande debate, com palestrantes nacionais. Para ter uma ideia, Ernesto Paglia, Roberto Cabrini, Natuza Nery, Chico José, Beatriz Castro, Zé Raimundo, Daniel Starck, Raymundo Barros, Roberto Franco, Geraldo Freire, Aldo Vilela, Vlamir Marques, Daniel Queiroz, Fernanda Musardo e Cristiano Stuani são só alguns dos nomes confirmados. Imagine a logística para trazer parte desses nomes de vários estados do Brasil.
Assim, a obrigação de acompanhar toda essa articulação tem me levado a estar mais em Recife do que no Pajeú nos últimos dias. E não deixa de ser uma experiência importante. A Rádio Pajeú tem sido muito bem conduzida pelos profissionais que estão no batente, mantendo seu nível de repercussão e geração de conteúdo, com um jornalismo regional de muita qualidade.
Não deixa de ser o início de uma transição necessária. Em 2025, deixo definitivamente as gestões da ASSERPE e da emissora, para mergulhar em novos projetos, alguns ainda em construção. Como já disse, tudo tem seu tempo. E o Fala Norte Nordeste será um divisor e marcador importante, abrindo janelas para uma nova fase pessoal e profissional. Será o símbolo de um fechar de ciclo de muita doação e dedicação, honrando a confiança que recebi. Isso porque confiança não se paga. Se honra. Sigamos!
Do G1 As contas do setor público consolidado, que englobam o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais, registraram no ano passado o maior rombo da série histórica, que tem início em 2001, informou Banco Central nesta sexta-feira (29). Foi o segundo ano seguido com as contas no vermelho. Em 2015, as contas […]
Recessão na economia e pagamento de ‘pedaladas’ afetou resultado. Após pagar juros, déficit somou R$ 613 bilhões, mais de 10% do PIB
Do G1
As contas do setor público consolidado, que englobam o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais, registraram no ano passado o maior rombo da série histórica, que tem início em 2001, informou Banco Central nesta sexta-feira (29). Foi o segundo ano seguido com as contas no vermelho.
Em 2015, as contas públicas apresentaram um déficit primário (gastos maiores que as receitas, sem a inclusão dos juros da dívida) de R$ 111,24 bilhões, ou 1,88% do Produto Interno Bruto (PIB). Até então, o pior resultado para um ano fechado havia sido registrado em 2014 (-R$ 32,53 bilhões, ou 0,57% do PIB).
O fraco resultado das contas públicas em 2015 está relacionado com a recessão que se abateu sobre a economia brasileira, prejudicando o recolhimento de impostos e contribuições do governo, estados e municípios. Além disso, também foi contabilizado, no último ano, o pagamento integral das chamadas “pedaladas fiscais” pelo governo federal – recursos que eram devidos aos bancos públicos.
Desempenho do governo impulsiona déficit
O desempenho das contas públicas no ano passado está relacionado, principalmente, com resultado ruim das contas do governo central. Em 2015, o governo teve déficit primário de R$ 116,65 bilhões, enquanto estados e municípios tiveram superávit primário de R$ 9,68 bilhões, e as estatais registraram resultado negativo de R$ 4,27 bilhões.
Além da recessão na economia e do pagamento das “pedaladas fiscais” em 2015, o governo também atribui os números ruins das contas públicas aumento do déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em todo ano passado, o déficit da Previdência somou R$ 85,81 bilhões, contra R$ 56,69 bilhões em 2014. Nesta quinta-feira (28), o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, informou que pretende encaminhar ao Congresso Nacional ainda no primeiro semestre deste ano uma proposta de reforma da Previdência Social.
Revisão da meta fiscal
Por conta do resultado ruim das contas públicas no decorrer do ano passado, o Executivo enviou ao Congresso, que aprovou, uma nova revisão da meta fiscal de 2015. A meta passou de um superávit, nas contas do setor público, de R$ 8,7 bilhões, ou 0,15% do PIB, para um déficit fiscal de R$ 48,9 bilhões (0,8% do PIB).
Este valor não incluía, porém, o pagamento das chamadas “pedaladas fiscais” (limitadas a R$ 55,6 bilhões) e, também, a frustração de R$ 11 bilhões em receitas previstas com o leilão de hidrelétricas – cuja arrecadação aconteceu somente em janeiro deste ano. Incluindo o pagamento das pedaladas e a frustração de receitas das hidrelétricas, o teto da meta passou para R$ 115,8 bilhões em 2015 para as contas do setor público. Deste modo, a meta revisada foi atingida pelo setor público.
Déficit nominal
Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta, no conceito conhecido no mercado como resultado “nominal”, houve déficit de R$ 613 bilhões no ano passado, o equivalente a expressivos 10,34% do PIB. Trata-se do pior resultado da história para o conceito em 12 meses. Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco na determinação da nota dos países.
Com este valor, o resultado nominal do Brasil só está em melhor situação que países como Antigua (-10,5% do PIB), Algéria (-12,5% do PIB), Brunei (-15,6% do PIB), República do Djibuti (-13% do PIB), Egito (-11,7% do PIB), Guinea Equatorial (-21,4% do PIB), Eritreia (-12,18% do PIB), Líbia (-68% do PIB) e Venezuela (-19,9% do PIB), de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI).
O resultado nominal das contas do setor público – ou seja, após a incorporação dos juros – sofreu impacto, no ano passado, do processo de aumento dos juros (Selic), para conter a inflação, atualmente em 14,25% ao ano, o maior patamar em quase 10 anos. Também houve efeitos dos contratos de swaps cambiais – cujas perdas, que são incorporadas aos juros da dívida pública, somam cerca de R$ 89,67 bilhões em 2015.
O pagamento de juros nominais, em todo ano passado, ainda de acordo com números da autoridade monetária, somou R$ 501 bilhões, ou 8,46% do PIB, contra R$ 311 bilhões, ou 5,48% do PIB, no ano anterior.
Dívida líquida do setor público sobe
Segundo números do Banco Central, a dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) subiu de R$ 1,88 trilhão dezembro de 2014, ou 33,1% do PIB, para R$ 2,13 trilhões no fechamento de 2015 – o equivalente a 36% do PIB. A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais – atualmente ao redor de US$ 370 bilhões.
Dívida bruta também avança
No caso da dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), o endividamento brasileiro também cresceu no ano passado. Esse conceito também é acompanhado mais atentamente pelas agências de classificação de risco.
Em dezembro de 2015, a dívida estava em 66,2% do PIB (R$ 3,92 trilhões), em comparação com R$ 3,25 trilhões, ou 63,4% do PIB, no fim de 2014.
Alguns bancos já projetam a dívida bruta em 70% do PIB nos próximos anos. O próprio Banco Central já admite que, considerando as previsões de mercado para PIB, câmbio, juros básicos da economia e inflação no próximo ano, além de um déficit primário de 1% do PIB (estimado pelos analistas para 2016), a dívida bruta somaria 71,5% do PIB no fim deste ano.
Em setembro do ano passado, a Standard & Poors tirou o grau de investimento do país. A equipe econômica trabalhava para que o Brasil não perdesse o selo de bom pagador de outra agência de classificação de risco, mas acabou não conseguindo atingir seu objetivo e, no fim de 2015,, a Fitch anunciou o rebaixamento da nota brasileira para grau especulativo. Com isso, alguns fundos de pensão, por conta de suas regras, têm de retirar investimentos do país.
Meta fiscal para 2016
Para este ano, o Congresso Nacional aprovou o texto do Orçamento de 2016 estabelecendo uma meta de superávit primário (economia que o governo tem que fazer para pagar os juros da dívida) de 0,5% do PIB, o equivalente a R$ 30,5 bilhões. Esse valor, porém, é para todo o setor público – que inclui a União, estados, municípios e estatais. A parte somente do governo é de R$ 24 bilhões, ou 0,4% do PIB, enquanto R$ 6,5 bilhões são a meta de estados e municípios (0,1% do PIB).
Entre outros pontos, o texto da lei orçamentária prevê arrecadação federal com a criação da nova CPMF – tributo que sofre resistência por parte da sociedade e de parlamentares. Bancos ouvidos pelo Ministério da Fazenda em dezembro, porém, não acreditam que a meta fiscal de 2016 será atingida.
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