Após caminhar por locais simbólicos do Centro do Recife, como a Rua da Imperatriz e a Praça da Independência, o candidato ao governo do Estado da coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), afirmou, na manhã desta sexta (31), que é preciso requalificar a área e oferecer às pessoas que lá trabalham condições de continuar gerando renda.
“O governo de Pernambuco precisa dar aos comerciários e aos micros e pequenos empresários a possibilidade de continuar a ter o seu sustento, dando suporte à gestão municipal. Nós vamos revitalizar o Centro do Recife. Para isso, o governo do Estado, na nossa gestão, estará sempre aberto para fazer parcerias”, garantiu.
Armando disse lamentar as condições em que o Centro se encontra. “Fico entre as lembranças muito boas da beleza e vitalidade do local e o descuido e falta de atenção do governo municipal. Isso afeta a economia. Nosso Centro está se esvaziando em termos comerciais e os pernambucanos e as pernambucanas estão perdendo empregos aqui”, observou.
Ao lado de Armando na caminhada, estiveram o candidato a vice-governador Fred Ferreira (PSC) e os candidatos ao Senado Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB). Armando também foi acompanhado pelo presidente licenciado do Sindicato dos Comerciários, o candidato a deputado estadual Ramos (PTB).
Do JC Online O Brasil registrará o maior salto na taxa de desemprego entre as grandes economias do mundo em 2016 e, durante o ano, 700 mil brasileiros devem perder seus trabalhos. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta para o aumento do desemprego no País […]
Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará
Do JC Online
O Brasil registrará o maior salto na taxa de desemprego entre as grandes economias do mundo em 2016 e, durante o ano, 700 mil brasileiros devem perder seus trabalhos. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta para o aumento do desemprego no País para 7,7% e alerta que a crise econômica levará a uma “queda severa” no mercado de trabalho.
O Brasil será responsável por um a cada três novos desempregados em 2016 no mundo. No total, 2,3 milhões de postos de trabalho serão destruídos no mundo. Desses, 700 mil no Brasil. O mercado brasileiro ainda responderá por mais de um terço de todo o desemprego latino-americano.
Em comparação a 2014, serão 1,2 milhão de novos desempregados no Brasil. “Essa é a maior elevação do desemprego entre as grandes economias”, alertou ao jornal “O Estado de S. Paulo” o diretor do Departamento de Pesquisas da OIT, Raymond Torres. Segundo a OIT, o Brasil “entra numa recessão severa” e nem mesmo as políticas sociais e de promoção de empregos implementadas nos últimos anos serão suficientes para frear o desemprego.
A taxa de desemprego passou de 6,8% em 2014 para 7,2% em 2015 e deve atingir 7,7% ao final de 2016. Para a OIT, essa é uma “alta significativa”. Em números absolutos, a alta é de 7,7 milhões de desempregados no ano passado para 8,4 milhões de pessoas em 2016 Em 2017, a taxa vai cair de forma marginal, para 7,6%.
Mas, ainda assim, os dois próximos anos terão taxas acima da média registrada entre 2008 e 2013. “Será um ano muito difícil economicamente para o Brasil, com uma recessão e, apesar de tudo o que foi feito no passado para a criação de empregos e dos mecanismos institucionais e políticas sociais, nada será suficiente para conter o aumento do desemprego”, declarou Torres.
Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará. Com a pior taxa de crescimento em 25 anos em Pequim, as vendas nacionais devem sofrer e, uma vez mais, o impacto na criação de emprego será sentido e o que mais preocupa a entidade é que a consequência será um freio no combate à pobreza.
Em 2015, 24% dos trabalhadores ocupava postos vulneráveis, sem garantias sociais e salários baixos. Essa taxa, porém, vai continuar pelos próximos dois anos. O número de pessoas ganhando apenas US$ 3,00 por dia também vai aumentar, depois de mais de uma década em queda. Em 2015, 5,1% dos trabalhadores recebiam salários miseráveis e, para 2016, a taxa passa a 5,2%.
Fiscal
Para Torres, o Brasil precisa voltar a usar a política fiscal para tirar a economia da recessão. “A política fiscal precisa recuperar o protagonismo que teve nos anos passados, mesmo que o mix seja diferente”, disse. Em sua avaliação, o Brasil deveria “usar melhor o espaço fiscal para investimentos públicos, para o desenvolvimento empresarial e para a mobilização de recursos produtivos, além da ajuda aos trabalhadores”. “Isso precisa ser feito para recuperar a competitividade e evitar que a recessão continue”, defendeu.
O resultado, por enquanto, é que o desemprego no Brasil atingirá um nível bem superior à média mundial, que é de 5,8%. Ao final de 2015, 197,1 milhões de pessoas estavam sem trabalho no planeta e a previsão é de que, em 2016, esse número chegue a 199,4 milhões.
Em comparação a 2007, quando a crise internacional deu seus primeiros sinais, 27 milhões a mais de desempregados existem hoje no mundo. Em 2017, a situação continuará a piorar, com outros 1,1 milhão de desempregados se somando ao número total.
Emergentes
Se nos últimos anos a alta no desemprego foi gerada pelos países ricos e especialmente pela Europa, afetadas pela crise financeira em 2008, desta vez é o mundo emergente o grande responsável pela elevação na taxa mundial. “As perspectivas de emprego se deterioraram nas economias emergentes, em especial no Brasil, China e nos produtores de petróleo”, indicou a OIT.
Em dois anos, os emergentes verão a perda de 4,8 milhões de postos de trabalho. Além dos 700 mil no Brasil, outros 800 mil desaparecerão na China. Oficialmente, porém, a taxa de desemprego de Pequim passará apenas de 4,6% para 4,7% entre 2015 e 2016.
A queda nos preços das commodities ainda custará 2 milhões de postos de trabalho nos mercados emergentes até 2017. Para a OIT, a América Latina deve ser fortemente afetada por essa nova realidade nos preços de matérias-primas e estará contaminada pela recessão no Brasil.
A taxa de desemprego regional passará de 6,4% em 2014 para 6,7% em 2016. A produtividade vai se estagnar e 90 milhões de pessoas estarão em empregos vulneráveis. Os salários também deixaram de subir e o combate contra a pobreza pode sofrer.
Segundo a OIT, a redução da desigualdade social foi estagnada desde 2010 e, dos 15 países avaliados, cinco deles registraram uma alta na disparidade de renda. Para a OIT, portanto, o risco de uma revolta social aumentará em 2016 nos países emergentes, justamente por conta da falta de oportunidades de trabalho.
Emprego informal também deve crescer nos mercados nos emergentes Segundo a OIT, ele atinge já 50% na metade dos países em desenvolvimento e, em um terço deles, a taxa supera a marca de 65%. “A falta de empregos decentes faz as pessoas recorrerem ao emprego informal, com baixa produtividade, baixos salários e sem proteção social”, alertou Guy Ryder, diretor da OIT.
Ricos
Já nos países ricos, a taxa de desemprego caiu de 7,1% para 6,7% entre 2014 e 2015 e, para 2016, ela deve chegar a 6,5%. Na Alemanha, ela será de 4,6%, contra 5,4% no Reino Unido. Mesmo na Itália, com uma das piores taxas da Europa, o desemprego vai cair de 12,7% para 12%.
Nos EUA, a taxa também cai de 5,3% para 4,9% e, pela primeira vez desde 2007, os americanos têm um número absoluto de desempregados abaixo do brasileiro, com 7,9 milhões de pessoas afetadas.
O lançamento acontece hoje em São José do Egito, na FVP O Cine Teatro São José recebeu, na noite desta quarta-feira (20), a noite de autógrafos do livro Os Leões do Norte, do jornalista Magno Martins, publicado pela editora Eu Escrevo. O evento contou com o apoio do prefeito Sandrinho Palmeira (PSB). Com capacidade para […]
O lançamento acontece hoje em São José do Egito, na FVP
O Cine Teatro São José recebeu, na noite desta quarta-feira (20), a noite de autógrafos do livro Os Leões do Norte, do jornalista Magno Martins, publicado pela editora Eu Escrevo.
O evento contou com o apoio do prefeito Sandrinho Palmeira (PSB). Com capacidade para cerca de 250 pessoas, a plateia ficou praticamente completa, reunindo leitores, autoridades e admiradores da obra de Magno Martins.
O encontro marcou o retorno do jornalista à sua terra natal em um clima de proximidade com o público, que pôde conhecer de perto os bastidores do livro e registrar exemplares autografados.
Onde encontrar o livro em Afogados
Aos que perderam o lançamento de ‘Os Leões do Norte’, ontem, em Afogados da Ingazeira: o livro está à venda na Gráfica Zap, de Dário Martins, meu sobrinho. Fica na praça Padre Carlos Cottart, no centro.
Lançamento em São José do Egito
A noite de autógrafos do livro ‘Os Leões do Norte’, hoje, às 19 horas, em São José do Egito, foi transferida do plenário da Câmara de Vereadores para o auditório da Faculdade Vale do Pajeú, a pedido de Cleonildo Lopes da Silva, o Painha, diretor-presidente da instituição.
Ele recebeu a sugestão de diversas turmas da FVP, interessadas em participar do evento. A Faculdade Vale do Pajeú oferece diversos cursos de graduação reconhecidos pelo MEC, incluindo Administração, Ciências Contábeis, Direito, Enfermagem, Pedagogia, Psicologia e Odontologia.
Durante a Reunião Plenária dessa terça-feira (27), o deputado estadual Fabrizio Ferraz ocupou a Tribuna da Assembleia para destacar a situação da caprinovinocultura no Estado. Na última semana, uma Comissão Especial que atuará com o intuito de fomentar o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor em Pernambuco foi instalada na Casa Legislativa. Ferraz, que ocupa […]
Durante a Reunião Plenária dessa terça-feira (27), o deputado estadual Fabrizio Ferraz ocupou a Tribuna da Assembleia para destacar a situação da caprinovinocultura no Estado. Na última semana, uma Comissão Especial que atuará com o intuito de fomentar o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor em Pernambuco foi instalada na Casa Legislativa. Ferraz, que ocupa a posição de presidente do colegiado, defendeu a valorização da atividade.
“De todas as cadeias produtivas tradicionais, a caprinovinocultura talvez seja a que tenha recebido menos apoio. Sem dúvidas, esse é um relevante passo que a Assembleia Legislativa de Pernambuco está dando no sentido de valorizar, de maneira institucional, essa atividade pecuária tão característica e importante para o nosso povo, e que gera emprego e renda para milhares de pernambucanos e pernambucanas”, afirmou.
Durante o pronunciamento, o deputado Fabrizio Ferraz pediu a atenção dos demais deputados para o Projeto de Lei N° 314/2019, de sua autoria em parceria com o deputado estadual Waldemar Borges, que institui a Política Estadual de incentivo à Caprinovinocultura.
“Entre os propósitos dessa política, está o de promover o ordenamento, o fomento e a fiscalização da atividade, com o objetivo de alcançar, de forma sustentável, o desenvolvimento socioeconômico, cultural e profissional dos que a exercem e de suas comunidades tradicionais. Trata-se, portanto, de um importantíssimo marco legal para o setor, senão o mais importante”, defendeu.
Fabrizio Ferraz destacou ainda as potencialidades econômicas da atividade. “Nosso Estado, hoje, tem o 4º maior rebanho de ovinos do Brasil e o 2º maior de caprinos, ambos com mais de dois milhões de cabeças cada. Nós entendemos que já passou do momento de toda essa representatividade e de todos esses números transformarem, de fato, a realidade social e econômica de nosso povo” considerou.
Ao final da fala, ele defendeu que os produtos do setor sejam utilizados nas compras do Governo do Estado e que haja investimentos em abatedouros públicos. “Todas as adversidades que os caprinovinocultores vêm enfrentando são perfeitamente reversíveis se o poder público e a sociedade civil trabalharem com a sinergia e convergência necessárias. Iremos sugerir no relatório final da comissão que os produtos oriundos dessa atividade, como o leite e a carne, possam ser utilizados em merendas escolares, na rede hospitalar estadual e no sistema prisional, por exemplo.”, finalizou.
Em 24 de janeiro de 2008 A Câmara de Vereadores de Serra Talhada aprovou por sete votos a três as contas do ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato à Prefeitura, Geni Pereira. A decisão contrariou recomendação do TCE que queria sua rejeição. Votaram a favor das contas os vereadores Barbosa Neto, Zé Raimundo, Ronaldo Melo, […]
A Câmara de Vereadores de Serra Talhada aprovou por sete votos a três as contas do ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato à Prefeitura, Geni Pereira. A decisão contrariou recomendação do TCE que queria sua rejeição.
Votaram a favor das contas os vereadores Barbosa Neto, Zé Raimundo, Ronaldo Melo, Euclides Ferraz, Faeca Melo, Edmundo Gaya e Agenor de Melo Lima.
Seguiram a orientação do Tribunal de Contas Persival Gomes, Paulo Melo e Ronaldo de Deja. Prevaleceu então a opinião de Geni que havia “feito pouco caso” do TCE afirmando que ele “não caça mandato de ninguém”. Em suma, vale mesmo o poderio que a liderança política tem na Câmara. Foi o que ele mostrou.
Ciúme na política é pior que no amor: Um leitor de Itapetim informa que o prefeito Adelmo Moura (PSB) talvez seja um dos únicos da região que não morre de ciúmes do colega de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), porque, igualmente, está sendo bem aquinhoado pelo governador Eduardo Campos.
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou neste sábado (14), em nota divulgada em seu site oficial, que acompanha de perto a situação de duas comitivas de autoridades estaduais e municipais brasileiras que estão em Israel desde o início da escalada de hostilidades entre Israel e Irã, na noite da última quinta-feira (12). Segundo a […]
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou neste sábado (14), em nota divulgada em seu site oficial, que acompanha de perto a situação de duas comitivas de autoridades estaduais e municipais brasileiras que estão em Israel desde o início da escalada de hostilidades entre Israel e Irã, na noite da última quinta-feira (12).
Segundo a nota oficial, as delegações brasileiras estão no país a convite do governo israelense e foram surpreendidas pelo agravamento do conflito. Desde o início da crise, o Aeroporto Internacional Ben-Gurion, em Tel Aviv, teve suas operações temporariamente suspensas, dificultando qualquer tentativa imediata de retorno ao Brasil.
A embaixada brasileira em Tel Aviv está em contato direto com as autoridades das duas comitivas. O Itamaraty também realizou gestões junto ao Ministério das Relações Exteriores de Israel para garantir a segurança dos brasileiros e buscar alternativas para seu retorno assim que houver condições seguras de deslocamento.
De acordo com a chancelaria brasileira, o secretário do MRE para África e Oriente Médio conversou por telefone com o representante da chancelaria israelense e solicitou prioridade para a saída segura das delegações do Brasil. As autoridades israelenses, por sua vez, recomendaram que os grupos estrangeiros permaneçam no país até que a situação permita deslocamentos por via aérea ou terrestre.
Ainda segundo o Itamaraty, o ministro Mauro Vieira conversou com o chanceler da Jordânia para tentar viabilizar uma rota de evacuação terrestre pelas fronteiras do país vizinho, assim que houver segurança para o deslocamento dos brasileiros.
O MRE segue monitorando a situação e prestando assistência às delegações.
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