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Armando: “Pernambuco perde um grande homem”

Por Nill Júnior

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Nesse momento de grande tristeza que se abateu no coração de todos os  pernambucanos, o meu sentimento mais profundo se volta para a família de Eduardo Campos.  A perda para Renata, sua esposa, e para seus filhos Maria Eduarda, João, Pedro, José e do pequenino Miguel, é inestimável. Guerreira como ele, certamente ela saberá encontrar forças para superar tamanha dor e sofrimento. Dirijo especialmente a eles a minha solidariedade, de Mônica e da minha família nesse momento tão triste.

Ao longo da minha vida pública, o meu caminhar em vários momentos se cruzou com o de Eduardo e, em que pese divergências ocasionais, naturais da política, eu sempre tive a compreensão dos seus atributos e qualidades indiscutíveis como homem público.  Pernambuco perde um grande líder, de caráter combativo e obstinadamente dedicado ao trabalho. Ele deixa um legado, como político e como administrador, sobretudo pela maneira competente com que governou o nosso Estado por oito anos, inquestionavelmente um marco na nossa história. E foi exatamente esse conjunto de qualidades que o fez se destacar como uma nova e natural liderança no cenário nacional.

Há de se buscar agora, num momento em que todos compartilhamos essa sensação de perda, a inspiração para todos aqueles que continuarão a militar na vida pública. A dimensão humana de Eduardo ia muito além da sua atividade e do seu cotidiano político. O que sempre guardei foi a maneira como ele dedicou-se à família com devoção e amor.  Mesmo em meio ao turbilhão de compromissos que a vida pública impõe, ele sempre encontrou tempo para dedicar aos que mais amava.

Pernambuco reverencia a memória de Eduardo Campos, independente de circunstâncias políticas ou partidárias, que nesse momento ficam muito pequenas diante da dimensão dessa grande perda.

Também gostaria de externar o meu profundo sentimento de pesar aos familiares de Carlos Percol, Geraldo da Cunha, Marcos Martins, Alexandre Severo Gomes, Marcelo Lyra e Pedro Valadares Neto, nesse momento tão doloroso e difícil.

Outras Notícias

Movimento Sindical tenta reaver espaços perdidos com mortes de Pedro Eugênio e Manoel Santos

Três importantes lideranças do Movimento Sindical estiveram no Debate das Dez do programa Manhã Total,da Rádio Pajeú. Aristides Santos, Presidente da Contag, a maior confederação de trabalhadores rurais do país, Doriel Barros, Presidente da Fetape e Carlos Veras, Presidente Estadual da CUT. A presença deles na região é parte de um projeto político que pretende […]

Três importantes lideranças do Movimento Sindical estiveram no Debate das Dez do programa Manhã Total,da Rádio Pajeú. Aristides Santos, Presidente da Contag, a maior confederação de trabalhadores rurais do país, Doriel Barros, Presidente da Fetape e Carlos Veras, Presidente Estadual da CUT.

A presença deles na região é parte de um projeto político que pretende fazer Veras Deputado Federal e Barros, estadual. Diante do atual cenário, avaliam que o movimento sindical perdeu espaços importantes em Brasília e no estado, com as mortes de parlamentares como Pedro Eugênio e Manoel Santos.

Eles tem também defendido a pré candidatura do ex-presidente Lula e não cogitam plano B, sobre a ótica de que “eleição sem Lula é golpe”. Perguntado se a decepção com o governo petista e a corrupção não afastaram o povo das grandes mobilizações contra reformas e o próprio governo Temer, Aristides disse que o estopim pode ser a apresentação da reforma da previdência.

Mais uma vez, não admitem sequer que Lula tinha conhecimento dos desmandos que foram descobertos na Operação Lava-jato. Carlos Veras chegou a comparar com o pai que não tem como saber tudo que fazem os filhos.

Dentro do jeito PT de gerir processos políticos, estão se reunindo com diretórios municipais em busca de apoio no Pajeú. Ontem foi a vez de Afogados da Ingazeira.

Uma unanimidade, não querem ouvir falar em aliança do PT com o PSB de Paulo Câmara. “Não adianta ele dizer como fez na Rádio Pajeú que está de um lado e Temer do outro. O PSB dele traiu Lula e a história de nomes como Arraes”, diz o presidente da CUT.

Com parceria da SES-PE, Cremepe realiza Curso de Reanimação Neonatal no HREC

O curso é voltado para profissionais da área da Saúde. Também será levado para Serra Talhada e outras cidades da região. Por André Luis Voltado para profissionais da área da saúde, como médicos (as) e enfermeiros (as), o Curso de Reanimação Neonatal realizado no Hospital Regional Emília Câmara (HREC), em Afogados da Ingazeira, desde esta […]

O curso é voltado para profissionais da área da Saúde.

Também será levado para Serra Talhada e outras cidades da região.

Por André Luis

Voltado para profissionais da área da saúde, como médicos (as) e enfermeiros (as), o Curso de Reanimação Neonatal realizado no Hospital Regional Emília Câmara (HREC), em Afogados da Ingazeira, desde esta terça-feira (04.02), pelo Cremepe, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e a Associação de Pediatria de Pernambuco.

Nos estúdios da Rádio Pajeú, representantes do Cremepe: o segundo vice-presidente, Fernando Oliveira e o chefe de fiscalização, Sílvio Rodrigues. Representando a Secretaria Estadual de Saúde, Madalena Oliveira.

Fernando explicou que além do Curso de Reanimação Neonatal, o Cremepe também trouxe para a região, mais dois treinamentos específicos em Icterícia e Alta Segura. Também que após Afogados da Ingazeira, a próxima cidade a receber os cursos será Serra Talhada nesta quinta-feira (06.02).

“O Cremepe abriu essa porta com a criação da diretoria especial para o interior, então hoje nós temos um programa de atenção médica de trazer atualização médica para o interior do Estado.” Explicou doutor Fernando e completou: “Outras cidades serão contempladas”.

A médica Madalena, explicou que faz parte Gerencia da Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente da Secretaria Estadual de Saúde e que “a gente acompanha sempre os nascidos vivos e os óbitos. Por que acontecem no estado? A chamada mortalidade infantil que tem sido reduzida ao longo dos anos, mas temos muito ainda para trabalhar e a gente sabe que inúmeros fatores são determinantes para esse óbito acontecer, um deles que mais nos preocupa é relacionado a mortalidade já nos primeiros dias de vida, a chamada mortalidade neonatal precoce, que acontece nos primeiros três dias de vida”, explicou Madalena

Ela explica ainda que a mortalidade neonatal, está muito relacionada a assistência pré-natal em relação a doenças maternas pré-existentes e doenças relacionadas a gestação, “mas também com a assistência ao parto e ao nascimento”.

Madalena diz ainda que um estudo realizado pela Sociedade de Pediatria de Pernambuco, que é quem detém a tutoria do Curso de Reanimação Neonatal, junto com dados da Secretaria Estadual de Saúde mostrou onde ainda existe a prevalência da chamada asfixia neonatal e tranquilizou a sociedade do Pajeú. “Foi feito um levantamento, algumas regiões mostraram uma prevalência maior, sem ser um dado tão preocupante, especificamente o Pajeú, não.”

Já Sílvio explicou que a presença da fiscalização do Cremepe na região dessa vez, é mais uma questão de prevenção. “Não houve nenhuma denúncia. Optamos em fiscalizar ontem a UPA-E, nunca havíamos fiscalizado uma UPA Especialidades aqui na região, somente em Caruaru. Gostamos do que vimos do ponto de vista do que está presente ali de aparelhagem, das especialidades que são ofertadas… a gente sabe que existe uma demanda maior que essa. O papel da gente é trabalhar para otimizar essa demanda, mas o papel da fiscalização é sempre auxiliar messe contexto que está se discutindo aqui”, explicou Sílvio.

EUA, Reino Unido e França lançam ataque contra a Síria em resposta a suposto uso de armas químicas

G1 Os Estados Unidos, o Reino Unido e a França anunciaram na noite desta sexta-feira (13) que lançaram um ataque em conjunto contra estabelecimentos de armas químicas na Síria, em resposta ao suposto ataque químico contra a cidade de Duma no dia 7 de abril. O regime sírio nega o uso de armas químicas, que são […]

G1

Os Estados Unidos, o Reino Unido e a França anunciaram na noite desta sexta-feira (13) que lançaram um ataque em conjunto contra estabelecimentos de armas químicas na Síria, em resposta ao suposto ataque químico contra a cidade de Duma no dia 7 de abril. O regime sírio nega o uso de armas químicas, que são proibidas por convenções da ONU.

As forças aéreas e marinhas dos três países lançaram os primeiros ataques por volta das 21h de Washington (22h, no horário de Brasília), durante o pronunciamento do presidente americano Donald Trump na Casa Branca. Os sistemas de Defesa da Síria reagiram, atingindo 13 mísseis em Al Kiswah, nos subúrbios de Damasco.

O Pentágono anunciou que três alvos foram atingidos na Síria: um centro de pesquisa e produção de armas químicas e biológicas em Damasco, um armazém de armas químicas em Homs, a leste de Damasco – em que os EUA acreditam que estavam estoques de gás sarin – e uma base na mesma cidade que também teria armas químicas.

O presidente disse que o uso de armas químicas na cidade de Duma, no último final de semana, foi uma escalada significativa e que as ações de Assad foram ações “de um monstro”.

“Esta noite, peço a todos os americanos que façam uma prece por nossos nobres guerreiros e nossos aliados enquanto eles cumprem suas missões. Rezamos para que Deus leve conforto aqueles que estão sofrendo na Síria”, disse Trump.

A ação foi confirmada em seguida pela premiê britânica Theresa May e pelo presidente francês Emmanuel Macron. Em comunicado, May disse que a ação não significa uma intervenção na guerra da Síria. Segundo May, a ação não deve escalar a tensão na região e o Reino Unido fará o possível para evitar a morte de civis.

Macron disse que o ataque está “restrito a capacidades do regime sírio de armas químicas”. “A linha vermelha estabelecida pela França em 2017 foi cruzada. Então, ordenei às forças armadas francesas que interviessem esta noite, como parte de uma operação internacional em coalizão com os Estados Unidos e o Reino Unido e direcionada contra o arsenal químico clandestino do regime sírio”, afirmou.

Investigada na Lava Jato, Camargo Corrêa fecha acordo de leniência

A empreiteira Camargo Corrêa fechou nesta sexta-feira (31) um acordo de leniência com Ministério Público Federal (MPF) e a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A empresa é investigada pela Operação Lava Jato, que apura um esquema de corrupção na Petrobras e outras empresas públicas. O acordo de leniência é semelhante à delação premiada, […]

O ex-presidente da Camargo Corrêa Dalton Avancini
O ex-presidente da Camargo Corrêa Dalton Avancini

A empreiteira Camargo Corrêa fechou nesta sexta-feira (31) um acordo de leniência com Ministério Público Federal (MPF) e a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A empresa é investigada pela Operação Lava Jato, que apura um esquema de corrupção na Petrobras e outras empresas públicas.

O acordo de leniência é semelhante à delação premiada, mas é firmado com pessoas jurídicas que desejam cooperar com a Justiça. Para que o acordo seja firmado, é preciso que a empresa colaboradora confesse a participação nos ilícitos, pague ressarcimento pelos prejuízos causados, e revele informações para as investigações.

O intuito deste acordo, conforme a Força-Tarefa que investiga a Lava Jato, é conseguir informações que comprovem a formação de cartel entre empresas que disputaram licitações da Eletronuclearpara a construção da Usina Angra 3, entre 2013 e 2014.

O ex-presidente da Camargo Corrêa Dalton Avancini, em delação premiada, afirmou que houve conluio entre empresas para a construção de Angra 3. Conforme o delator, o esquema de cartel de empreiteiras realizado na Petrobras se repetiu na licitação da Eletronuclear para a construção da usina com o pagamento de propina para agentes públicos.

A Eletronuclear tem economia mista, e o controle acionário é da União. A empresa foi criada em 1997 para operar e construir usinas termonucleares responde hoje pela geração de cerca de 3% da energia elétrica consumida no país, e foi o foco da 16ª etapa da Lava Jato. Nesta etapa, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e 23 mandados de busca e apreensão.

Em nota divulgada nesta sexta, a Construtora Camargo Corrêa diz que: “As informações e documentos apresentados à autoridade são fruto de investigações internas conduzidas pela companhia, com auxílio de especialistas externos e auditoria forense independente. A Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A reafirmou perante o Cade seu compromisso de colaborar com as investigações, bem como de manter os esforços de aprimoramento dos mecanismos internos de compliance”.

Em cidades do Pajeú, eleitores de Bolsonaro comemoram

A noite do domingo foi de festa pró Bolsonaro de simpatizantes em cidades como Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e Tabira. Com o anúncio oficial da vitória do Presidente Jair Bolsonaro, milhares de pessoas foram para as ruas das cidades. Em Serra Talhada, houve fogos de artifícios, carreatas , mas foi no Tunas Clube, no […]

Foto: Wellington Júnior

A noite do domingo foi de festa pró Bolsonaro de simpatizantes em cidades como Serra Talhada, Afogados da Ingazeira e Tabira. Com o anúncio oficial da vitória do Presidente Jair Bolsonaro, milhares de pessoas foram para as ruas das cidades.

Em Serra Talhada, houve fogos de artifícios, carreatas , mas foi no Tunas Clube, no bairro da Várzea, onde houve uma aglomeração dos bolsonaristas mais apaixonados.

Segundo o Farol de Notícias, o movimento Direita Pernambuco comemorou o resultado. O radialista Jô Alves, que fez o chamado na rádio Cultura FM.

Em Afogados da Ingazeira, uma enorme carreata aconteceu. Com bandeiras, buzinaços e fogos, homens, mulheres e um público predominantemente jovem fez a festa. Em Tabira, com palco armado o cantor Wagner Fernando e Banda comandaram as comemorações logo depois do resultado anunciado.

Como o blog noticiou ontem, chama atenção que proporcionalmente, os três maiores municípios do Pajeú foram os em que Haddad teve menor votação e Jair Bolsonaro a menos baixa, fruto de maior mobilização de grupos em prol do candidato nessas cidades. Foram os casos de São José do Egito (78,39% x 21,61%), Serra Talhada (77,27% x 22,73%) e Afogados da Ingazeira (77,25% x 22,75%).