Armando Monteiro indica seus “preferidos” no Sertão para novembro
Por Nill Júnior
O ex-senador Armando Monteiro, do PTB, defendeu a política de alianças da legenda, falando a este blogueiro no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
Armando disse que em alguns municipios, o PTB ter a candidatos próprios e em outros se aliará a partidos que compuseram com seu grupo em 2018.
Em Serra Talhada, por exemplo, Armando confirmou apoio à candidata de Luciano Duque, Márcia Conrado, do PT. Em Petrolina, apoia a reeleição de Miguel Coelho, pelo alinhamento com o grupo do pai, Fernando Bezerra.
Em Afogados da Ingazeira, o vereador do Podemos, Zé Negão será seu candidato. Ele também fez referência a Edson Henrique, filho de Zé, que será candidato a vereador.
Armando ainda destacou os apoios às candidaturas de Savio Torres em Tuparetama, Anderson Lopes em Itapetim, Francisco Dessoles em iguaracy e ao grupo de Tassio Bezerra em Santa Cruz da Baixa Verde.
Sobre o governo Paulo Câmara, criticou o tratamento à pandemia de Covid, com o estado sendo o quarto maior em número de óbitos do Brasil.
Muitos médicos foram infectados e morreram profissionais por falta de EPIs.
Também reclamou do que chama de “Marketing da Pandemia. Muita propaganda, até fotografando camas vazias. Também há preocupação com o mal uso do dinheiro público nesse processo da pandemia com quatro operações da PF, problemas com OS. Lamento que diante de uma tragédia dessa ainda tenhamos que conviver com mal feitos”.
Sobre sua possível candidatura em 2022 ao governo do estado, afirmou que só tem olhando 2020. E profetizou: “as oposições vão quebrar a hegemonia do PSB aqui em Recife”.
Por André Luis O Partido dos Trabalhadores (PT) de São José do Egito realizará uma plenária municipal no próximo domingo (15), a partir das 9 horas, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais. O evento contará com a participação dos deputados estaduais Doriel Barros e Carlos Veras, que representam a região do Pajeú […]
O Partido dos Trabalhadores (PT) de São José do Egito realizará uma plenária municipal no próximo domingo (15), a partir das 9 horas, na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais.
O evento contará com a participação dos deputados estaduais Doriel Barros e Carlos Veras, que representam a região do Pajeú no legislativo estadual e federal.
De acordo com o presidente do PT em São José do Egito, ex-vereador Ronaldo Rona Leite, a plenária terá como objetivo discutir as questões locais, regionais e nacionais. “As lideranças e filiados do PT de São José do Egito vão ter a oportunidade de discutir e apresentar propostas para os problemas que enfrentamos em nosso município, nossa região e nosso país”, disse Rona Leite.
No evento, o deputado Doriel Barros vai apresentar uma visão geral sobre as questões sociais, política e administrativas em Pernambuco. Já o deputado Carlos Veras fará uma avaliação no tocante ao panorama político no âmbito da administração federal.
A plenária é aberta à participação de filiados do PT e visitantes.
O procedimento, que durou 2h30, beneficiou uma criança de 11 anos. Antes da cirurgia, a paciente precisou usar óculos para melhorar a visão. “Quanto mais jovem o paciente, mais as chances de melhorar a visão e a qualidade de vida. Em adulto, a cirurgia acaba sendo mais por estética”, diz Regina Lucena. A oftalmologista Regina […]
O procedimento, que durou 2h30, beneficiou uma criança de 11 anos. Antes da cirurgia, a paciente precisou usar óculos para melhorar a visão. “Quanto mais jovem o paciente, mais as chances de melhorar a visão e a qualidade de vida. Em adulto, a cirurgia acaba sendo mais por estética”, diz Regina Lucena.
A oftalmologista Regina Lucena é formada pela Universidade de Pernambuco (UPE), com residência na Fundação Altino Ventura, onde também fez especialização em oftalmologia pediátrica, de estrabismo e de baixa visão. Atualmente, ela continua trabalhando no Altino Ventura e uma vez por mês oferece seus serviços em Serra Talhada.
“Nós temos estrutura física, mas não profissionais especializados em estrabismo na região”, ressalta, afirmando que pretende atuar exclusivamente em Serra e na região a partir de 2016.
Já o anestesista Clovis Carvalho, que já foi gerente da Regional de Saúde (Geres) de Serra Talhada, lembra que o município é um importante polo médico do interior do Estado e que vem se desenvolvendo mais com o curso de medicina da UPE local.
Imagem ilustrativa
“De acordo com o plano diretor de regionalização, é preciso ofertar e consolidar os serviços de saúde na região, para que o paciente não precise se deslocar grandes distâncias. Isso aumenta a eficácia e diminui custos. Com o nosso curso de medicina, que está no mesmo nível competitivo que o do Recife, vamos desenvolver ainda mais o sertão pernambucano”, avalia.
A construção da sede definitiva da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Salgueiro, está sendo pauta de uma grande polêmica em todo o Sertão Central. O prefeito de Salgueiro, Marcones Libório, no exercício do terceiro mandato, bateu o pé e não permite a execução do projeto físico (definitivo) do Campus da Univasf […]
A construção da sede definitiva da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Salgueiro, está sendo pauta de uma grande polêmica em todo o Sertão Central. O prefeito de Salgueiro, Marcones Libório, no exercício do terceiro mandato, bateu o pé e não permite a execução do projeto físico (definitivo) do Campus da Univasf no município, numa pendenga desgastante que prejudica a população local e dos municípios vizinhos que integram o Sertão Central.
O projeto de implantação do Campus Salgueiro vem de 2017, na gestão do então ministro da Educação, Mendonça Filho. A Universidade, visando a construção do campus que atenderá todo Sertão Central, visitou 5 terrenos, inclusive em localidades pertencentes a municípios circunvizinhos. Após diversas análises e estudos, os técnicos da Universidade decidiram que o terreno da estação ferroviária era o mais adequado e solicitaram a doação da área ao ex-gestor, Clebel Cordeiro.
A doação foi oficializada em dezembro de 2018. No termo de doação, uma cláusula obrigava a Univasf a construir dentro de dois anos. A Universidade, apesar de estar trabalhando em todo o projeto e de já ter realizado licitação para construção, não conseguiu iniciar no prazo estabelecido por conta da pandemia e, por isso, em dezembro de 2020, pediu a renovação por mais dois anos ao atual prefeito, Marcones Sá.
O prefeito não renovou a doação justificando que só a faria se houvesse dinheiro em conta para iniciar as obras. Em 2022, o montante chegou, quando a Univasf recebeu R$ 6,5 milhões do Governo Federal. Foi quando o próprio Marcones enviou à Câmara um projeto que pedia autorização aos vereadores para realizar a renovação da doação do terreno da antiga estação ferroviária.
Com o dinheiro em conta, o reitor da Universidade à época, professor Julianeli Tolentino, emitiu, em março deste ano, uma Ordem de Serviço autorizando a empresa a iniciar as obras. A empreiteira responsável chegou a Salgueiro ainda em março, com toda mão de obra, materiais e equipamentos necessários para iniciar a primeira etapa de cercamento.
Mas o prefeito, numa inusitada e injustificável iniciativa, enviou dois secretários municipais para ameaçar os funcionários responsáveis pela obra. Segundo os funcionários, a ordem era parar a obra, caso contrário, as máquinas da prefeitura passariam por cima de tudo que estivesse ali.
Segundo o gestor, o terreno era da prefeitura e a Universidade não tinha direito de cercar ou construir no local. Posteriormente, durante uma entrevista à rádio Asa Branca FM, quando perguntando sobre a ameaça de atropelar com trator os trabalhadores da empresa responsável pelo cercamento, o prefeito desconversou e alegou que o serviço ia cercear o direito de ir e vir dos salgueirenses.
Com um orçamento de R$ 30 milhões, a construção do Campus Salgueiro da Univasf vai movimentar a economia do município e região, gerando emprego e renda. Somente no início da obra, paralisada pelo prefeito, serão investidos quase R$ 4,6 milhões. As demais etapas vão injetar mais R$ 25 milhões no município.
Quando a obra for inaugurada, Salgueiro terá um monumental campus, cujo projeto arquitetônico ficou em 1° lugar na edição 2022 do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU/PE).
Informações de bastidores dão conta que a senadora Teresa Leitão (PT) e o deputado Federal Pedro Campos (PSB) já receberam a atribuição de convencer o novo reitor, Télio Nobre, que tomou posse em abril, a não construir o campus no terreno da antiga estação ferroviária.
Dizem também que o senador Humberto Costa (PT) aconselhou a senadora a não se envolver na disputa, porém, Teresa defende o apoio à luta dos aliados políticos e que o seu aliado, Marcones Libório (PSB), precisa que a Univasf não seja construída nesse local, já que o terreno havia sido doado pelo ex-prefeito Clebel.
Mesmo com a forte investida, o professor afirmou que não fará essa mudança. “Eu tenho responsabilidade com as contas públicas. Como eu vou justificar ao Tribunal de Contas que foram gastos mais de R$ 300 mil em projetos e licitações e agora, sem nenhuma justificativa, eu vou mudar o local? Quem vai arcar com esse custo? Eu tenho responsabilidade”, teria questionado o novo reitor.
Na última quarta-feira (30), estudantes participaram de um protesto contra a decisão do prefeito. Os manifestantes mostraram vários cartazes cobrando um posicionamento da reitoria da Univasf. O protesto terminou em frente à sede da prefeitura, com professores reivindicando o reajuste de 14,95% do piso do magistério.
Um dos principais articuladores do protesto, Alysson Monteiro (da União dos Estudantes de Pernambuco) lamentou o posicionamento do chefe do Executivo, uma vez que toda a sociedade salgueirense está favorável à construção do campus na área cedida pela prefeitura.
Segundo ele, “é uma briga de vaidades”, criticou. Alysson informou que a ideia de Marcones é tirar o campus de uma área bem localizada no Centro da cidade para outra, pertencente ao DNIT, bem mais distante. “Isso iria dificultar a logística dos estudantes”, argumentou.
A atitude de Marcones é tão absurda que até os apoiadores do prefeito entendem a vontade do gestor como mero capricho, mas não veem outra alternativa, senão defendê-lo, na tentativa de recuperar a já desgastada aprovação de Marcones. A transferência do campus seria uma espécie de vitória para o gestor municipal, visto que nem mesmo os aliados de primeira hora acreditam mais no sucesso da empreitada. As informações são do blog do Magno.
A presidente Dilma Rousseff se reúne na noite deste domingo com a coordenação política do seu governo para avaliar o cenário político e definir estratégias para enfrentar a crise. O encontro com o grupo integrado pelos ministros mais próximos acontece no Palácio da Alvorada, sua residência oficial, em Brasília. Normalmente, essa reunião ocorre às segundas-feiras, mas foi […]
A presidente Dilma Rousseff se reúne na noite deste domingo com a coordenação política do seu governo para avaliar o cenário político e definir estratégias para enfrentar a crise. O encontro com o grupo integrado pelos ministros mais próximos acontece no Palácio da Alvorada, sua residência oficial, em Brasília.
Normalmente, essa reunião ocorre às segundas-feiras, mas foi antecipada porque na segunda (10) a presidente tem compromisso em São Luís (MA), onde entregará unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida e participará da inauguração do Terminal de Grãos do Maranhão, no Porto de Itaqui.
Na pauta do encontro, a relação tensa com o Congresso, especialmente a Câmara, onde Dilma sofreu uma derrota na última semana e viu aliados como o PDT e o PTB se afastarem, deverá ser uma das prioridades. O governo luta para reunificar a base aliada, que se pulverizou e não é mais garantia para aprovação de matérias na Câmara e no Senado.
Também está sendo discutida uma eventual redução de ministérios e uma reforma ministerial. Na quinta-feira (6) à noite, Dilma recebeu o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para uma conversa, onde ele voltou a defender o enxugamento da máquina estatal.
Além de dificuldades na política, Dilma enfrenta um momento delicado na economia do país, com reflexos na sua popularidade, que vive o pior momento. Segundo o instituto Datafolha, o governo Dilma tem o maior índice de reprovação (71%) desde a redemocratização do país.
O espetáculo do Drama da Paixão, no Sertão do Pajeú, abre espaço para a diversidade com uma atriz negra, Ana Oliveira, no papel de Maria. A montagem pode ser vista hoje (6) e amanhã (7), às 19h, em Triunfo Sebastião Araújo – Especial para o blog Resistência. Esta palavra define muito bem a retomada do espetáculo […]
O espetáculo do Drama da Paixão, no Sertão do Pajeú, abre espaço para a diversidade com uma atriz negra, Ana Oliveira, no papel de Maria. A montagem pode ser vista hoje (6) e amanhã (7), às 19h, em Triunfo
Sebastião Araújo – Especial para o blog
Resistência. Esta palavra define muito bem a retomada do espetáculo da Paixão de Cristo de Triunfo, no Sertão do Pajeú, que será apresentado pelo Grupo de Teatro Nós em Cena. Segunda mais antiga do gênero em Pernambuco, ficando atrás apenas do Drama da Paixão de Nova Jerusalém, a atual montagem abre mais espaço este ano para a diversidade, trazendo uma atriz negra, Ana Oliveira, interpretando o papel de Maria.
Outra novidade é que a direção é compartilhada por quatro diretores: Renata Lima, Roberto Araújo, Ranisson Queiroz, Teco de Agamenon e Bruno Alves, que também é o coordenador geral do espetáculo. As encenações são gratuitas e acontecem nesta quinta (6) e sexta-feira (7), às 19h, no espaço do parque Iaiá Gastão, conhecido como Via Verde, localizado no Centro da cidade.
Parada por dois anos devido à pandemia da Covid-19, a montagem conta com mais de 50 participantes, entre atores e técnicos. Os papéis principais estão a cargo dos atores Bosco Araújo (Cristo), Bruno Alves (Pilatos), Fernando Farias (Judas), Victor Douglas (João Batista), Juma Araújo (Maria Madalena), Ranisson Queiroz (Herodes) e Ana Oliveira (Maria). “É emocionante poder trazer de volta esse espetáculo que atrai tanta gente. O nosso objetivo é ressignificar o verdadeiro sentido de todas as dores vividas e de tudo o que Cristo passou para salvar a humanidade”, explica Bruno Alves.
O início de tudo
Os primeiros passos na encenação do Drama da Paixão de Cristo, em Triunfo, começaram a ser dados em 1975, quando o Frei Humberto, pároco local à época, reuniu os integrantes do grupo Jovens Vivendo o Ideal de Cristo (Jovic), missionários e seminaristas na peça que passou a ser encenada durante oito anos no sítio do Convento São Boaventura, situado na região central da cidade.
Depois, a Paixão de Cristo saiu do convento e passou a ser apresentada em outros locais de Triunfo, como na Praça 15 de Novembro e na área verde existente por detrás da Escola Monsenhor Luiz Sampaio, onde foram montados cenários naturais para o espetáculo, que passou a ser exibido durante vários anos pelo Grupo de Teatro de Amadores de Triunfo. De 2017 para cá, o espetáculo passou a ser apresentado pelo Nós em Cena.
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