Quase duas mil pessoas segundo a organização participaram de uma caminhada de Armando Monteiro (PTB), candidato a governador pela coligação Pernambuco Vai Mais Longe, pelas ruas do bairro da Iputinga, no Recife, na manhã deste sábado (12).
Ao lado dos candidatos a vice, Paulo Rubem Santiago (PDT), ao Senado, João Paulo (PT), e de diversas lideranças políticas, Armando garantiu que vai ampliar a oferta de qualificação profissional e aumentar a geração emprego e renda para os jovens de Pernambuco. O dia do petebista começou com um café da manhã e uma visita ao Mercado de Casa Amarela, onde ouviu as demandas de comerciantes e da população da zona norte do Recife.
À população, Armando Monteiro reforçou seu compromisso com a educação e a qualificação profissional, destacando dois planos de ação. “Falar para o jovem é falar para o futuro, falar de esperança. Nosso compromisso se situa em dois planos: a educação profissional e a geração de emprego e renda”, declarou, ressaltando a sua experiência no comando do Sistema S, que congrega o Senai e o Sesi. O petebista frisou ainda políticas que foram implantadas no governo da presidente Dilma Rousseff (PT), como o Pronatec, que, até o final deste ano, terá matriculado mais de 8 milhões de brasileiros em cursos técnicos profissionalizantes gratuitos.
“O Pronatec foi fruto da parceria do Sistema S com o governo. Mais de 300 mil de pernambucanos puderam se matricular nesses cursos. Dirigi o Senai, me dediquei a esses temas. E o ex-presidente Lula, que é ex-aluno do Senai, me falou que a cidadania dele nasceu lá no Senai, quando ele fez um curso”, cravou Armando.
Do blog do Edmar Lyra O governador Paulo Câmara oficializará o deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) na secretaria de Habitação do estado em substituição a Bruno Lisboa. Quem chega ao mandato em Brasília é Luciano Bivar, presidente nacional do PSL, que ficou na primeira suplência da sua coligação. Neste movimento, Kaio ganha uma sobrevida para […]
O governador Paulo Câmara oficializará o deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) na secretaria de Habitação do estado em substituição a Bruno Lisboa. Quem chega ao mandato em Brasília é Luciano Bivar, presidente nacional do PSL, que ficou na primeira suplência da sua coligação.
Neste movimento, Kaio ganha uma sobrevida para buscar a sua reeleição com melhores chances e o PSL que vinha flertando com a oposição ao governador volta a integrar sua base.
Poder 360 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu declarações à imprensa em São Paulo após palestra no SindiMais, que discute o futuro do trabalho. O cacique falou sobre reforma tributária e o pedido de criação de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o vazamento de óleo nas praias nordestinas. Sinteticamente, Maia disse: Reforma […]
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu declarações à imprensa em São Paulo após palestra no SindiMais, que discute o futuro do trabalho. O cacique falou sobre reforma tributária e o pedido de criação de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o vazamento de óleo nas praias nordestinas. Sinteticamente, Maia disse:
Reforma tributária – “Tenho certeza que nós vamos chegar num texto até o final do ano, para debater com senadores e deputados”
Apoio de empresários – “Não é possível que o setor privado não colabore agora [para a reforma tributária]. Na Previdência, que eles são pouco atingidos, todos foram colaborativos”
CPI do Óleo – “O que não pode é transformar uma CPI numa disputa do governo federal com seus adversários no NE. Até segunda-feira vou decidir sobre esse tema”
Segundo o presidente da Câmara, é função da reforma tributária destravar a economia. “Nós temos um miolo de proposta que tem muito consenso na Federação. Temos alguns conflitos com alguns setores da economia”.
Após cobrar maior engajamento do setor empresarial para o avanço nas mudanças do sistema de impostos, o presidente da Câmara fez um aceno: “Não é para ficar reticente, precisa sentar à mesa e a gente encontrar uma solução”.
Sobre o pedido de CPI do óleo, vindo do deputado João Campos (PSB-PE), o presidente da Câmara disse que pode ser 1 bom instrumento para pensar em ações futuras.
“Será que essa estrutura do Ministério do Meio Ambiente é suficiente?”, colocou como uma questão para a possível CPI. Ele mostra preocupação, porém, com a animosidade que provavelmente haveria na comissão.
O líder do governo Márcia Conrado e vice-presidente da Câmara Municipal, Gin Oliveira, defendeu o direito dos aliados da prefeita Márcia Conrado de se manifestarem na Fafopst. “Política é isso, é emoção, quem controla eleitor. A gente tem que entender que isso é democracia”, disse Gin na sessão desta terça-feira (1º). Durante o discurso de […]
O líder do governo Márcia Conrado e vice-presidente da Câmara Municipal, Gin Oliveira, defendeu o direito dos aliados da prefeita Márcia Conrado de se manifestarem na Fafopst.
“Política é isso, é emoção, quem controla eleitor. A gente tem que entender que isso é democracia”, disse Gin na sessão desta terça-feira (1º). Durante o discurso de Gin na tribuna houve bate-boca entre os vereadores.
Já os nomes citados no episódio de provocação a Sebastião Oliveira, Marília Arraes e petistas do último domingo não se manifestaram.
Foram identificados nos vídeos César Kayke e a esposa Marisa Silva, Maysa Conrado (gerente da XI Geres), Lilia Silva (tesoureira da Secretaria de Educação), Emanuela Pereira (gabinete), Leonardo Monteiro (diretor do Hospam), além de integrantes do gabinete da gestão, da Secretaria de Saúde, Geres e Hospam.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que saíram os resultados de dez pacientes que estavam em investigação. Destes, dois casos positivos e oito negativos para covid-19. Os casos positivos são dois pacientes do sexo masculino (26 e 60 anos). Um é profissional da saúde e o outro é contador. Hoje entra em investigação um […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que saíram os resultados de dez pacientes que estavam em investigação. Destes, dois casos positivos e oito negativos para covid-19.
Os casos positivos são dois pacientes do sexo masculino (26 e 60 anos). Um é profissional da saúde e o outro é contador.
Hoje entra em investigação um óbito ocorrido no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru. A paciente tinha 75 anos e apresentava várias comorbidades (Doença Cardíaca, Vascular e Diabetes).
Os casos positivos, além dos seus contatos, estão sendo monitorados pelas equipes de vigilância e atenção básica do nosso município.
Ao analisarmos a Semana Epidemiológica 29 (24 casos), notamos uma diminuição nos casos em comparação com as semanas 27 (32 casos) e 28 (37 casos).
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, neste domingo, 19 de julho, até às 17 horas, registrou cinco novos casos de Covid-19. O boletim diário, portanto, fica com 45 suspeitos, 760 descartados, quatrocentos e quarenta (440) confirmados, vinte e cinco (25) óbitos, e duzentos e cinco (205) recuperados.
Vale lembrar, que dentro dos 440 confirmados, estão contabilizados os 25 óbitos e 205 curados. No total, a cidade tem sete (07) pacientes em UTI e sete (07) em enfermaria.
No Hospital Regional Ruy de Barros Correia, há cinco (05) pacientes de Arcoverde na UTI e (02) na enfermaria. No Hospital de Campanha há cinco (05) internados. No Hospital Memorial Arcoverde há dois (02) pacientes na UTI.
Nas barreiras sanitárias das entradas da cidade foram abordados 208 carros de fora. Não confunda flexibilização do comércio com cura do Covid-19.
Do Estadão Conteúdo O PCdoB, o PDT e o PSOL, que manifestaram apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula no julgamento do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), afirmam que não vão aderir à proposta do PT de uma “ampla” aliança de esquerda na eleição presidencial deste ano. Apesar de defender o direito de Lula […]
O PCdoB, o PDT e o PSOL, que manifestaram apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula no julgamento do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), afirmam que não vão aderir à proposta do PT de uma “ampla” aliança de esquerda na eleição presidencial deste ano. Apesar de defender o direito de Lula se candidatar novamente ao Planalto, os dirigentes partidários ouvidos pelo Estado disseram que não vão desistir das candidaturas próprias, o que deve pulverizar o campo ideológico na disputa.
Ao insistir na candidatura de Lula, a Executiva Nacional do PT aprovou resolução que defende “uma ampla e sólida aliança” da esquerda em torno do líder petista. O documento foi divulgado na quinta-feira passada, um dia depois de a 8.ª Turma do TRF-4 confirmar a condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e ampliar a pena imposta a Lula para 12 anos e 1 mês de prisão. Com a condenação pelo colegiado, a tendência é de que Lula – líder nas pesquisas de intenção de voto – seja enquadrado na Lei da Ficha Limpa e fique inelegível.
O PT promete levar a candidatura do ex-presidente até às últimas consequências, mas os antigos aliados PCdoB e PDT não aceitam abrir mão das pré-candidaturas presidenciais da deputada gaúcha Manuela D’Ávila e do ex-ministro Ciro Gomes, respectivamente.
O PSOL convidou para ser candidato à Presidência o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, nome ligado a Lula. Se aceitar, Boulos repetirá a estratégia de voo solo que o PSOL adota desde sua fundação, em 2004, fruto de uma dissidência da legenda petista.
“O PT é um partido que sempre buscou hegemonia. Nunca tive a ilusão de que eles poderiam apoiar o Ciro. Se não for o Lula, eles vão lançar outro candidato”, disse Cid Gomes, ex-ministro da Educação no governo Dilma Rousseff e irmão de Ciro. “O PT quer lançar uma frente contando que o candidato seja deles. Tem sido a prática nos últimos anos”, afirmou o vice-presidente do PDT e líder da bancada na Câmara, André Figueiredo (CE).
Na avaliação de dirigentes desses partidos, a decisão judicial na segunda instância da Operação Lava Jato piorou as condições para Lula se candidatar sem questionamentos na Justiça Eleitoral Com isso, acreditam que o eleitor em busca de nomes de oposição ao governo Temer tende a encontrar alternativas em outros partidos.
Bancadas
Ao lançar um candidato próprio, essas siglas buscam, fora da órbita petista e sem espaço no governo federal, manter suas bancadas na Câmara dos Deputados, o que lhes garante acesso a recursos públicos.
“Nossa pré-candidatura está consolidada. A Manuela vai expressar nossos pontos de vista. Temos a estratégia de afirmar a identidade do PCdoB”, afirmou o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), ex-ministro do Esporte nos governos Lula e Dilma. “Torcemos para que Lula tenha o direito de concorrer, mas, independentemente de ele ser candidato ou não, nós teremos a Manuela”, disse o deputado.
PSOL e PDT planejam oficializar seus pré-candidatos no início de março. Boulos tem até o dia 11 de março para responder ao convite do PSOL, mas o partido afirma que terá um nome próprio, mesmo que o líder do MTST decida não entrar na disputa. “Nossa mobilização pelo direito de Lula ser candidato não redundará numa aliança eleitoral. Guardamos diferenças profundas programáticas e de princípios com o PT”, disse o presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros.
“A candidatura caminha celeremente para ser a do Boulos. A tendência é ele se candidatar de qualquer forma. Uma coisa foi a luta contra o impeachment e contra a condenação do Lula, porque achamos que não havia provas. Outra coisa é termos um programa político e ideológico alternativo”, afirmou o deputado Ivan Valente (SP).
Ciro se recupera de uma cirurgia de septo nasal e deve ser aclamado como futuro candidato do PDT em evento programado para o dia 8 de março. Ele tem intensificado a participação em eventos políticos, como vem fazendo a deputada Manuela D’Ávila – que participou de encontro com sindicalistas e políticos em Belo Horizonte (MG) na sexta-feira passada e deve cumprir agenda em São Paulo após o carnaval.
Fora do espectro de alianças imaginado pelo PT, a Rede já lançou a pré-candidatura de Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente no governo Lula. Marina é apontada por pesquisas de intenção de voto como potencial beneficiária da ausência do ex-presidente nas urnas, apesar de manter distância do PT e ter sido adversária de Dilma nas duas últimas eleições presidenciais, pelo PV e pelo PSB.
Marina e seu partido não aderiram à defesa pública de Lula. Ao contrário, divulgaram uma nota “exortando o avanço de todas as denúncias de corrupção apresentadas pelo Ministério Público, sem nenhuma distinção partidária e ideológica”.
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