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Armando apresenta propostas na Rede Brasil

Por Nill Júnior

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Depois de percorrer dez municípios do Sertão do Pajeú em três dias, o senador licenciado Armando Monteiro (PTB) participou na noite desta segunda-feira (11) da rodada de abertura de entrevistas que o Jornal do Estado, da Rede Brasil, exibe com os candidatos a governador durante a semana. Na entrevista, Armando falou suas propostas para as áreas de educação, saúde, mobilidade e atração de investimentos.

Em seis minutos, Armando se debruçou especialmente sobre a educação, “a prioridade das prioridades” do seu plano de governo. “São índices constrangedores. O governo distribuiu tablets, sou a favor da modernidade, mas de que adianta fazer isso em locais onde não há internet?”, questionou. O candidato fez questão de lembrar que o Estado não pode se eximir da responsabilidade das péssimas condições da educação. “Temos que apoiar os municípios com suporte técnico e pedagógico”, afirmou.

Na saúde, Armando detalhou seus planos de priorizar a atenção primária e a atenção básica. A criação de uma rede que possibilite a realização de exames nas regiões, a formação de mais profissionais e a implantação da residência médica nos hospitais do interior foram algumas das propostas na área.

O candidato ainda defendeu a expansão dos corredores exclusivos de ônibus na Região Metropolitana, mas afirmou que vai pleitear a renovação dos trens do metrô, aumentando de 300 mil para 500 mil a capacidade diária de passageiros. Também sugeriu a implantação de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT).

EM OFF – Armando também foi entrevistado pelo apresentador Mario Nero para o programa Em Off que vai ao ar no próximo domingo (17), às 22h. A programação da Rede Brasil é transmitida pelo Canal 14 (TV aberta).

Outras Notícias

Paulo Rubem sobre prefeitos reclamando como arcar com o piso dos professores: “o problema é inversão de prioridades”

O último dia do V Seminário de Educação do Legislativo foi dedicada a debater o financiamento como estratégia para concretizar o Plano Estadual de Educação. O presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Paulo Rubem, defendeu, nesta sexta (5), a necessidade de fortalecer os mecanismos de avaliação e controle dos gastos. “Tem dinheiro. É só olha […]

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O último dia do V Seminário de Educação do Legislativo foi dedicada a debater o financiamento como estratégia para concretizar o Plano Estadual de Educação. O presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), Paulo Rubem, defendeu, nesta sexta (5), a necessidade de fortalecer os mecanismos de avaliação e controle dos gastos.

“Tem dinheiro. É só olha em que base o Estado desenvolve sua política tributária. Temos uma dívida ativa monstruosa e precisamos investigar porque a dívida ativa não é executada de uma forma mais contundente”, disse, lembrando casos em que devedores do Estado de Pernambuco passam mais de 10 anos sem pagar seus empréstimos e tributos.

Para Paulo Rubem, o combate à sonegação fiscal e a revisão da matriz tributária do Estado foram algumas das medidas citadas como capazes de garantir recursos para a educação. “Há muitos governadores e prefeitos reclamando da incapacidade de arcar com o reajuste do piso dos professores e a melhoria da qualidade das escolas, mas o problema não é de escassez fiscal, mas de inversão de prioridades”, frisou.

O presidente afirmou que a política educacional é a mais emancipadora das políticas públicas e classificou como equívoco tratar o financiamento apenas como análise de planilhas de custo. “O financiamento da educação é a estratégia mais importante para assegurar que o Plano Nacional de Educação e os planos estaduais e municipais possam garantir as grandes transformações no combate à desigualdade”, pontuou.

Ao final da palestra, a presidente da Comissão de Educação, deputada Teresa Leitão (PT), fez um balanço do evento. Segundo a parlamentar, o seminário contou com uma participação muito plural, com professores de todos os níveis de educação, gestores municipais e estaduais, além de entidades que compõem o Fórum Estadual de Educação. “Os encaminhamentos apontam a necessidade de aperfeiçoar o Fórum Estadual de Educação e discutir o papel e a formação dos conselheiros”, salientou.

 

Sábado é marcado por manifestações pró-Bolsonaro

Caminhões de todo o país chegaram a Brasília neste sábado (15) para uma manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que convocou mobilizações em várias capitais brasileiras em reação à sua perda de popularidade e às críticas por sua gestão da pandemia. “Cristãos e ruralistas se unem em apoio ao presidente Bolsonaro” publicaram em suas […]

Caminhões de todo o país chegaram a Brasília neste sábado (15) para uma manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que convocou mobilizações em várias capitais brasileiras em reação à sua perda de popularidade e às críticas por sua gestão da pandemia.

“Cristãos e ruralistas se unem em apoio ao presidente Bolsonaro” publicaram em suas redes sociais a chamada “Marcha da Família Cristã pela Liberdade”, que promove a ação convocada em quase todas as capitais do país, que continua contando mais de 2.000 mortes por dia devido à covid-19.

O Brasil, com mais de 430 mil mortes pela pandemia, número superado apenas pelos Estados Unidos, enfrenta dificuldades para adquirir as vacinas necessárias para imunizar sua população de 212 milhões de pessoas.

Bolsonaro, que minimizou a doença chamando-a de “gripezinha” e questionou a eficácia das vacinas, viu sua popularidade cair para o mínimo histórico de 24%, segundo pesquisa publicada esta semana pelo Datafolha, que também revela que 49% dos brasileiros são a favor do impeachment, enquanto 46% são contra.

A pesquisa, que coloca o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o favorito para vencer as eleições de 2022, foi divulgada enquanto uma comissão do Senado investiga sua gestão caótica da pandemia.

Bolsonaro reagiu desqualificando senadores e convocando manifestações para demonstrar força política.

“Estamos aqui apoiando o nosso presidente. Precisamos de apoio, porque na pandemia a agricultura não parou”, disse Carine de Souza, produtora rural do Mato Grosso.

Bolsonaro sobrevoou a manifestação em um helicóptero e apareceu a cavalo para se encontrar com as dezenas de milhares de seguidores de seu núcleo mais duro que começaram a se reunir cedo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Ele agradeceu aos ruralistas e caminhoneiros e voltou a atacar “alguns governadores e prefeitos” que impuseram medidas de restrição à circulação para conter a pandemia.

Em um breve discurso, o presidente voltou também à acusação contra o sistema de votação eletrônica, que coloca em dúvida sem apresentar provas. Referindo-se a Lula, afirmou que “se não tivermos o voto auditável, esse canalha pela fraude ganha as eleições do ano que vem”.

A defesa do voto impresso também foi central na pequena manifestação em São Paulo, onde menos de uma centena de pessoas ocuparam a Avenida Paulista vestidas com as cores da bandeira nacional.

Rogério Leão e Sebastião Oliveira conquistam apoio de vereador de Pombos

Zé Maria do Gás foi o vereador mais votado do município nas últimas eleições O vereador do município de Pombos, Zé Maria do Gás, anunciou que irá apoiar as candidaturas de Rogério Leão para deputado estadual e Sebastião Oliveira para o congresso federal. Vereador mais votado do município nas últimas eleições, Zé Maria afirmou que […]

Zé Maria do Gás foi o vereador mais votado do município nas últimas eleições

O vereador do município de Pombos, Zé Maria do Gás, anunciou que irá apoiar as candidaturas de Rogério Leão para deputado estadual e Sebastião Oliveira para o congresso federal.

Vereador mais votado do município nas últimas eleições, Zé Maria afirmou que o apoio a essas candidaturas é uma forma de agradecimento, pois os pré-candidatos ajudam muito o vereador com os serviços prestados na cidade.

Cunha: parecer de relator deixa de fora acusações de propina na Petrobras

O parecer final do processo no Conselho de Ética contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), parlamentar afastado da Presidência da Câmara, vai deixar de fora as suspeitas de que o peemedebista teria recebido propina ligada ao esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (30) pelo relator […]

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Do Uol

O parecer final do processo no Conselho de Ética contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), parlamentar afastado da Presidência da Câmara, vai deixar de fora as suspeitas de que o peemedebista teria recebido propina ligada ao esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato.

A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (30) pelo relator do processo, o deputado Marcos Rogério (DEM-RO). O parecer será apresentado ao conselho nesta terça-feira (31).

O relator disse que seu parecer vai considerar apenas a acusação de que Cunha teria mentido à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras quando afirmou, em março de 2015, não possuir contas no exterior. Posteriormente, a Procuradoria-Geral da República confirmou a existência de contas ligadas a Cunha e seus familiares na Suíça.

Segundo Rogério, o artigo do Código de Ética em que foi enquadrada a possível omissão das contas permite que Cunha seja punido com a cassação do mandato. O relator, no entanto, não quis antecipar qual a punição sugerida no seu parecer.

Rogério afirmou ainda que a decisão de limitar o relatório final segue as decisõesdo 1º vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), atual presidente em exercício após o afastamento de Cunha por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).

“As decisões do vice-presidente afrontam precedentes da CCJ [Comissão de Constituição e Justiça], mas, ainda assim, estou respeitando essas decisões para evitar que a gente tenha um processo interminável no Conselho de Ética”, disse o relator.

“O relatório leva em conta o conjunto das provas. Mas a imputação que estou reconhecendo no parecer é a do inciso cinco, artigo quatro, do Código de Ética e Decoro Parlamentar. Isso possibilita que o parecer seja feito levando em consideração o conjunto das provas e permitindo inclusive, como consequência da apuração, a aplicação de pena seja ela de cassação ou se for o caso de pena alternativa”, afirmou Rogério.

O dispositivo citado por Rogério afirma ser punível com a perda do mandato o ato de “omitir intencionalmente informação relevante ou, nas mesmas condições, prestar informação falsa nas declarações de que trata o art. 18”, diz o Código de Ética da Câmara. O artigo 18 trata das declarações de patrimônio obrigatórias dos deputados.

Oposição aborta anúncio de chapa, mas composição com Victor e Marcus Godoy está encaminhada, diz jornalista

O jornalista Anderson Tennens disse hoje ao programa A Voz da Notícia na Vila Bela FM que, de acordo com a oposição, não acontece hoje o anúncio da chapa que terá o apoio do grupo para as eleições desse ano. Isso porque o líder do grupo, o Deputado Federal Sebastião Oliveira ainda não fechou conversas […]

Segundo Anderson, arrumação com Victor Oliveira pode estar encaminhada. Foto de arquivo

O jornalista Anderson Tennens disse hoje ao programa A Voz da Notícia na Vila Bela FM que, de acordo com a oposição, não acontece hoje o anúncio da chapa que terá o apoio do grupo para as eleições desse ano.

Isso porque o líder do grupo, o Deputado Federal Sebastião Oliveira ainda não fechou conversas com todos os aliados que compõem o bloco.

Entretanto, a chapa dos sonhos do líder do Avante estaria encaminhada com Victor Oliveira na cabeça e Marcus Godoy candidato a vice. Carlos Evandro e aliados estariam cientes de que sua situação jurídica é insustentável.

O problema entretanto estaria na resistência do grupo de Carlos Evandro que seria entusiasta à inversão da chapa, com Marcus na cabeça e Victor na vice.

Victor por sua vez já disse inclusive ao blog não abrir da cabeça.  “Sou pré-candidato a prefeito”, afirmou, deixando claro que levará na oposição ou bloco independente seu projeto até o fim.

Outra informação é a de que Daniel Coelho, do PSDB, tentaria junto a Sebastião convencê -lo a emplacar o nome de Elysandro Nogueira na vice. O próprio Elysandro confirmou a negociação em uma rede social. A composição é vista como difícil, dado o andar das negociações.