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Arcoverde: vacinação contra Covid-19 passará a ser realizada nos postos de cada bairro

Por André Luis

A Secretaria de Saúde de Arcoverde e o PNI Municipal informam que a partir da próxima segunda-feira (17), as vacinações contra a Covid-19 estarão disponíveis à população, diretamente nos postos de saúde de cada bairro.

Os polos de vacinação que estão montados na AESA e na Praça da Bandeira, serão desativados a partir das 16h do próximo sábado (15). 

Já a sede do PNI Municipal permanecerá disponível para os atendimentos à população e também para informações sobre imunizações.

Outras Notícias

STF envia 10 pedidos de investigação contra Bolsonaro para outras instâncias da Justiça

As decisões seguem o entendimento de que não cabe à Corte processar e julgar autoridades sem foro por prerrogativa de função. Diversos pedidos de investigação do ex-presidente da República Jair Bolsonaro apresentados ao Supremo Tribunal Federal (STF) vêm sendo remetidos à Justiça Federal ou à Justiça do Distrito Federal e Territórios, em razão da perda […]

As decisões seguem o entendimento de que não cabe à Corte processar e julgar autoridades sem foro por prerrogativa de função.

Diversos pedidos de investigação do ex-presidente da República Jair Bolsonaro apresentados ao Supremo Tribunal Federal (STF) vêm sendo remetidos à Justiça Federal ou à Justiça do Distrito Federal e Territórios, em razão da perda de foro por prerrogativa de função. Segundo a jurisprudência da Corte, o término do mandato extingue a competência penal originária do STF para processar ações referentes a condutas criminosas atribuídas a autoridades no exercício do cargo e em razão dele.

7 de Setembro

Esta semana, a ministra Cármen Lúcia remeteu cinco casos ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), para distribuição ao juízo competente na Seção Judiciária do Distrito Federal, que tratam da suposta ameaça ao livre funcionamento do Judiciário e eventual utilização da máquina, de equipamentos e de recursos públicos nos atos antidemocráticos do feriado de 7 de Setembro de 2021. As decisões foram tomadas nas Petições PETs 9910 (apresentada pelo senador Randolfe Rodrigues), 9911 (Partido Democrático Trabalhista – PDT), 9913 e 9914 (ex-deputado Elias Vaz) e 9918 (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, Associação Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia, Associação de Juízes para a Democracia e o Instituto de Pesquisa e Estudos Avançados da Magistratura e do Ministério Público do Trabalho).

Segundo as alegações, isso configura, em tese, crimes de atentado contra a ordem constitucional, o Estado de Democrático de Direito e a separação dos poderes, além de delitos tipificados na antiga Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170/1983) e no Código Penal.

Motociata e racismo

A mesma determinação foi feita pela ministra na PET 10406, em que o ex-deputado federal Alencar Santana questiona a realização de motociata em Orlando, nos, EUA, e nas PETs 10363 e 10364, que haviam sido apensadas, apresentadas pela deputada federal Sâmia Bomfim e pelo deputado federal Orlando Silva a partir de suposta declaração racista de Bolsonaro a um homem negro que seria seu apoiador.

Difamação

A PET 9804 foi remetida pelo ministro Edson Fachin ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), para encaminhamento posterior a uma das varas criminais da Justiça do DF. Trata-se de queixa-crime em que o senador Randolfe Rodrigues acusa Jair Bolsonaro da prática do crime de difamação em razão de publicação em redes sociais, em julho de 2021, que teria atribuído ao senador a negociação de vacinas Covaxin sem licitação, no contexto da pandemia da covid-19.

Injúria

O ministro Luiz Fux também determinou a remessa da PET 8352 ao TJDFT. Na queixa-crime, a ex-presidente da República Dilma Rousseff alega que Bolsonaro teria ofendido sua honra ao publicar vídeo no Twitter depreciando os trabalhos da Comissão da Verdade e supostamente praticando o crime de injúria.

Bebe Água e Dalva Queiroz são empossados prefeito e vice em Betânia

O prefeito eleito Erivaldo Bezerra (PSB), conhecido como Bebe Água, e a sua vice Dalva Queiroz (PSB) juntos aos 9 vereadores eleitos tomaram posse nesta quarta-feira, 1º, em Betânia. O evento ocorreu na Câmara Municipal de Vereadores da cidade.  “Oficialmente prefeito e vice-prefeita de Betânia”, escreveu Bebe Água em um vídeo publicado em suas redes […]

O prefeito eleito Erivaldo Bezerra (PSB), conhecido como Bebe Água, e a sua vice Dalva Queiroz (PSB) juntos aos 9 vereadores eleitos tomaram posse nesta quarta-feira, 1º, em Betânia. O evento ocorreu na Câmara Municipal de Vereadores da cidade. 

“Oficialmente prefeito e vice-prefeita de Betânia”, escreveu Bebe Água em um vídeo publicado em suas redes sociais, registrando, ao lado de Dalva, o momento do juramento na cerimônia de posse, que também serviu para reafirmar o compromisso do novo governo com o povo betaniense. 

“Vamos reconstruir a confiança, o orgulho, o sentimento de pertencimento do povo de Betânia, que há tanto tempo foi perdido. Chegou o tempo de Reconstruir para Avançar e temos a certeza que seremos bem sucedidos, pois temos o povo ao nosso lado, e assim já partimos na frente”, afirmou o prefeito Bebe Água . 

A vice-prefeita também falou sobre um novo tempo, que é de reconstrução. “No início da campanha, nós convidamos a população numa chamada que dizia ‘Recomeçar para Avançar’, porque ao visitar os cidadãos, vimos que muitos não acreditavam mais na política e no que ela pode fazer pelo bem comum. Agora, nós vamos ‘Reconstruir para Avançar’ e esse é um trabalho que deverá ser feito por muitas mãos”, concluiu Dalva.

Negacionismo mata: defensor de tratamento precoce morre de Covid-19

O enfermeiro cabo-friense, Anthony Ferrari Penza, de 45 anos, morreu vítima da Covid-19 no final da noite deste domingo (18). Ele ficou conhecido na Região dos Lagos e em todo Brasil pelos vídeos polêmicos onde se dizia médico atuante em Cabo Frio, e fazia discurso negacionista sobre a pandemia do coronavírus. Antony, que arregimentou milhares […]

O enfermeiro, em sua página na rede social, postava diversos de vídeos negando poder de letalidade da COVID-19

O enfermeiro cabo-friense, Anthony Ferrari Penza, de 45 anos, morreu vítima da Covid-19 no final da noite deste domingo (18).

Ele ficou conhecido na Região dos Lagos e em todo Brasil pelos vídeos polêmicos onde se dizia médico atuante em Cabo Frio, e fazia discurso negacionista sobre a pandemia do coronavírus.

Antony, que arregimentou milhares de seguidores na internet se fazendo passar por médico, usando inclusive jaleco e estetoscópio no pescoço em todos os seus os vídeos, foi parar na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Parque Burle, após complicações da doença. No dia 8 deste mês, ele precisou ser transferido para uma Unidade de Pacientes Graves (UPG) no Hospital Otime Cardoso dos Santos, no Jardim Esperança.

O também ex-candidato a vereador não resistiu e foi a óbito. A informação foi confirmada pela Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Duque de Caxias, mas a família nega, dizendo que Ferrari está em estado grave.

Anthony Ferrari era um grande defensor do tratamento precoce da Covid-19, com uso de cloroquina e ivermectina.

Publicou diversos vídeos nas redes sociais afirmando que estados e municípios recebem dinheiro do Governo Federal por paciente morto com coronavírus.

Segundo ele, os valores chegam até R$ 19 mil. Ferrari disse ainda que cerca de 60% das mortes da Covid-19 são de pessoas que “morreram por estar assustadas”, “morreram porque muitos falaram para ficar em casa”.

Em outro vídeo polêmico, Anthony afirmou que um médico voluntário no ensaio clínico da vacina de Oxford foi “vítima da vacina” e teria morrido. Na verdade, ele faleceu em decorrência de uma pneumonia viral causada pela doença. O médico recebeu apenas placebo durante os testes.

No mesmo conteúdo, o falso médico garante que a vacina poderia causar Alzheimer, doença degenerativa que afeta a memória e fibromialgia.

Escola Cônego Torres abre Semana da Consciência Negra em Serra Talhada

Foi com o Projeto Afro “Entre a territorialidade e a diáspora: Brasil a mátria que nos adotou” que o Colégio Municipal Cônego Torres abriu na noite desta sexta-feira (17), na Quadra José Patú, a programação oficial da Semana da Consciência Negra 2017, promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania de Serra Talhada. O projeto […]

Foi com o Projeto Afro “Entre a territorialidade e a diáspora: Brasil a mátria que nos adotou” que o Colégio Municipal Cônego Torres abriu na noite desta sexta-feira (17), na Quadra José Patú, a programação oficial da Semana da Consciência Negra 2017, promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania de Serra Talhada.

O projeto envolveu diretamente 120 alunos de diversas turmas da escola, que fizeram diversas apresentações de dança, música e poesia, valorizando a cultura dos povos negros no país. Durante o evento funcionaram também stands e barracas contando os adereços da territorialidade e da diáspora a partir de apresentações dos alunos da comunidade local. Além da exposição “Pinceladas sociais sob ótica de Portinari”.

A programação teve início com o Hino da Negritude, Performance Artística “Rogai por Nós”; Ofertório “Missa dos Quilombos”; Ballet afro à moda Kotheban; declamação do poema “ A Dor Negra”, de Cruz e Souza; Congada de São Benedito; – Coral “Vozes de uma diáspora” – Música: Diáspora, de Tribalistas (2017); Grupo de côco – “Rosa do sertão”; Capoeira e Dança de Raiz africana; e Samba de Roda – Na Pisada Brasiliana.

Movimentos sociais prometem intensificar cobranças sobre governo e Parlamento

do JC Online Centro do debate nesses primeiros dias após a divulgação do resultado das eleições, a economia não será o único desafio a tirar o sossego dos governantes que assumirem em 1º de janeiro. Independentemente do apoio dado durante o pleito, organizações sociais prometem intensificar a vigilância e a pressão sobre a presidenta reeleita […]

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do JC Online

Centro do debate nesses primeiros dias após a divulgação do resultado das eleições, a economia não será o único desafio a tirar o sossego dos governantes que assumirem em 1º de janeiro. Independentemente do apoio dado durante o pleito, organizações sociais prometem intensificar a vigilância e a pressão sobre a presidenta reeleita Dilma Rousseff, sobre governadores e parlamentares para ver atendidas suas reivindicações e impedir o que classificam de “retrocessos em direitos sociais”.

 “Vemos os próximos anos como de muitos riscos para os direitos das mulheres e para tudo o que conquistamos com muita luta nos últimos 30 anos. Nossa expectativa é de resistência”, disse à Agência Brasil a diretora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Guacira Oliveira. A preocupação do movimento femininista diz respeito não só à diminuição do número de mulheres eleitas para o Congresso Nacional e para chefiar os executivos estaduais, mas, principalmente, com a nova composição do Parlamento, classificado pelo Cfemea como uma legislatura mais “reacionária, conservadora, anti-igualitária e fundamentalista”.

“Esse sistema político, impermeável ao ingresso das mulheres, favorece os segmentos menos compromissados com a consolidação de um poder democrático, com participação paritária feminina”, defendeu Guacira. “Por isso, lutaremos pela reforma do sistema político, além de continuar cobrando nossas outras bandeiras: direitos sexuais ou reprodutivos, descriminalização do aborto, enfrentamento à violência contra as mulheres, regulamentação da lei do trabalho doméstico e das políticas públicos relativas à infraestrutura de cuidado, como creches e albergues para cuidados com idosos”, completou.

A preocupação também é mencionada por representantes indígenas e indigenistas. “O resultado das eleições nos deixou mais preocupados devido ao fortalecimento de setores econômicos contrários aos povos indígenas e seus direitos. A julgar pela nova composição [do Congresso], o indicativo é que, no Poder Legislativo e nos estados, o processo de ataque [aos povos indígenas] que caracterizou os últimos anos se aprofunde”, declarou o secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Cléber Buzatto.

Sobre a reeleição de Dilma, o dirigente do Cimi disse que espera novos posicionamentos. “Ainda alimentamos a esperança de que, em seu segundo mandato, a presidenta mude em relação aos temas que envolvem estrutura fundiária. Que retome o curso de reconhecimento e homologação das terras indígenas e quilombolas e a reforma agrária”, disse Cléber.