Arcoverde: Secretário de Desenvolvimento Econômico discute projetos com gerente do BNB
Por Nill Júnior
Em reunião privada, ocorrida na manhã desta quarta-feira, 06 de janeiro, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Eventos, Antônio Gibson Siqueira, esteve com o gerente do Banco do Nordeste (BNB) de Arcoverde, Marcelo Santos.
Eles trataram sobre o financiamento de energias renováveis para as secretarias, financiamento para cultura, fomento para pequenos e médios empreendedores, além de convite para participação do Banco do Nordeste no Comitê de Desenvolvimento e Inovação de Arcoverde.
“O encontro foi produtivo e possibilitou que temas de relevância para o incentivo a novos empreendedores locais, entre outros assuntos, pudessem ser discutidos com o Banco do Nordeste no município, gerando definições que em breve estaremos divulgando com mais detalhes”, informou o secretário Antônio Gibson Siqueira.
Durante a Semana Santa, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é uma atração imperdível para o público de todas as idades. Realizado a mais de meio século, o espetáculo é uma mega encenação teatral ao ar livre que conta momentos marcantes da vida de Jesus, começando pelo Sermão da Montanha e terminando com a […]
Durante a Semana Santa, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é uma atração imperdível para o público de todas as idades. Realizado a mais de meio século, o espetáculo é uma mega encenação teatral ao ar livre que conta momentos marcantes da vida de Jesus, começando pelo Sermão da Montanha e terminando com a sua crucificação e ascensão ao céu em uma cena final cheia de efeitos especiais que impressionam e emocionam a todos.
Este ano, a temporada da Paixão de Cristo acontecerá no período de 1º a 8 de abril. A peça é realizada em Nova Jerusalém, o maior teatro ao ar livre do mundo, localizado no município de Brejo da Madre de Deus, a 180 km do Recife. A cidade-teatro é uma estrutura grandiosa construída em uma área de 100 mil metros quadrados cercada por muralhas de pedra de quatro metros e 70 torres de sete metros. Dentro, nove palcos plateia reproduzem a Jerusalém do século I.
Aclamado por milhões de espectadores do Brasil e de vários países, o espetáculo conta com um elenco de mais de 50 atores, além de centenas de figurantes e técnicos, que trabalham para criar uma experiência emocionante e inesquecível para o público. Este ano, entre os artistas convidados estão Klebber Toledo, no papel de Jesus; Luiza Tomé, como será Maria; Eriberto Leão interpretando o governador romano Pilatos; Nelson Freitas vivendo o personagem Rei Herodes e a atriz e influenciadora digital Duda Reis como a rainha Herodíades.
A cada ano, o espetáculo se reinventa, trazendo novidades e muitos efeitos especiais para encantar os espectadores. Segundo pesquisas realizadas a cada temporada, cerca de 98% dos entrevistados consideram o espetáculo ótimo ou bom. Além disso, cerca de 50% do público retorna para assistir ao espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém pelo menos mais uma vez.
“Nós nos esmeramos na riqueza dos detalhes e no realismo das cenas a fim de proporcionar ao nosso público uma viagem no tempo, na qual as pessoas possam viver emoções como se estivessem presenciando os fatos que aconteceram há mais de dois mil anos”, afirma Robinson Pacheco, coordenador geral do espetáculo.
TURISTAS PARTICIPAM DA ENCENAÇÃO
Para os que buscam viver emoções mais fortes, a Pousada da Paixão, instalada dentro da cidade-teatro de Nova Jerusalém, oferece pacotes para os turistas que desejam não só assistir, mas também sonham em participar do espetáculo. São dois dias de hospedagem onde no primeiro dia os turistas assistem à peça e, no segundo, se desejarem, atuam como figurantes, juntamente com todo o elenco (Contatos da Pousada da Paixão-(81) 3732-1574/ (81) 99673-0815/ WhatsApp (81) 99673-0805 /www.pousadadapaixao.com.br).
COMO CHEGAR À NOVA JERUSALÉM
Quem deseja assistir ao espetáculo deve planejar com antecendência a ida à Nova Jerusalém. Para a maior parte do público, a forma mais cômoda de chegar a Brejo da Madre de Deus é por meio de ônibus de turismo e vans. Esses serviços de traslados têm preços variados e podem ser encontrados facilmente na internet.
Existem também iniciativas independentes de grupos de amigos, igrejas, clubes e associações, que formam caravanas para assistir ao espetáculo. Muitas pessoas também preferem ir de automóvel. A estrada que liga a cidade-teatro à capital pernambucana, Recife, é duplicada na maior parte do trajeto, oferecendo conforto e segurança para os viajantes.
Além disso, os turistas de qualquer parte do Brasil, que optarem por pacotes de hospedagem no Recife/PE, em Caruaru/PE ou na paradisíaca praia de Porto de Galinhas/PE, podem adquirir o passeio para assistir ao espetáculo oferecido pela Luck Viagens (81 3366-6222/ www.luckviagens.com.br), pelas lojas da CVC em todo Brasil e várias outras agências de viagens.
O pacote inclui transporte de ida e volta em ônibus especial para turismo, guia turístico e parada na famosa feira de Caruaru para conhecer o artesanato regional e saborear uma deliciosa comida regional. No Recife/PE, o ônibus sai do aeroporto e, em Porto de Galinhas/PE, o turista tem acesso ao transporte nos hotéis e pousadas.
As entradas para o espetáculo já estão à venda pelo site oficial https://www.novajerusalem.com.br/. Os valores são de R$ 90,00, meia-entrada, e R$ 180,00 inteira para as apresentações na segunda (3), terça (4) e quarta-feira (5). Nos demais dias: R$ 100,00 meia e R$ 200,00 inteira. As compras podem ser feitas em até 12 X nos cartões.
ENCENAÇÃO TEVE INÍCIO NAS RUAS DE UMA PEQUENA VILA
O espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém teve sua origem nas encenações do Drama do Calvário, realizadas nas ruas da pequena vila de Fazenda Nova, que é distrito do município do Brejo da Madre de Deus, Pernambuco, no período de 1951 a 1962. A iniciativa foi do patriarca da família Mendonça, o comerciante e líder político local Epaminondas Mendonça.
Depois de ter lido em uma revista de variedades como os habitantes da cidade de Oberammergau, na Baviera alemã, encenavam a Paixão de Cristo, Mendonça teve a ideia de realizar um evento semelhante, durante a Semana Santa, a fim de atrair turistas e, assim, movimentar o comércio do lugar.
Os primeiros espetáculos da pequena vila contavam com a participação apenas de familiares e amigos dos Mendonça. Com o passar dos anos, as encenações começaram a atrair atores e técnicos de teatro do Recife/PE e a Paixão começou a ganhar fama e notoriedade em todo o Estado. A vila de Fazenda Nova, onde aconteceram essas primeiras encenações, fica a 1 Km do local onde hoje se situa a cidade-teatro de Nova Jerusalém.
A ideia de construir um teatro que fosse uma réplica da cidade de Jerusalém, para que nela ocorressem as encenações da Paixão de Cristo, foi de Plínio Pacheco, jornalista gaúcho, que chegou a vila Fazenda Nova em 1956. Mas o plano só veio a se concretizar em 1968, quando foi realizado o primeiro espetáculo na cidade-teatro de Nova Jerusalém. Desde então, já são 54 anos de apresentações ininterruptas dentro das muralhas, atraindo espectadores de todo o Brasil e do mundo.
Nova Jerusalém, maior teatro ao ar livre do mundo, é uma cidade-teatro com 100 mil metros quadrados, o que equivale a um terço da área murada da Jerusalém original, onde Jesus viveu seus últimos dias. Toda sua área é cercada por uma muralha de pedras de quatro metros de altura e com 70 torres de sete metros cada uma. No seu interior, nove palcos-plateias reproduzem cenários naturais, arruados, lagos, jardins e palácios, além do Templo de Jerusalém, constituindo um conjunto de obras monumentais concebidas por vários arquitetos e cenógrafos nordestinos e pelo seu fundador Plínio Pacheco.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inicia nesta segunda (20) o calendário de reuniões, com os diversos segmentos que fazem cultura no município, para debater as estratégias e ações para a implantação dos benefícios oriundos da lei Aldir Blanc. A lei visa prestar um auxílio emergencial, nesse período de pandemia, a todos os fazedores de […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inicia nesta segunda (20) o calendário de reuniões, com os diversos segmentos que fazem cultura no município, para debater as estratégias e ações para a implantação dos benefícios oriundos da lei Aldir Blanc. A lei visa prestar um auxílio emergencial, nesse período de pandemia, a todos os fazedores de cultura.
Ao final das reuniões, os diversos segmentos indicarão representantes para a composição de um grupo de trabalho para viabilizar/agilizar a implantação da lei.
“Vamos ouvir e debater as sugestões dos diversos segmentos para, de forma democrática, definir ações para que os recursos possam chegar de forma mais rápida aos nossos artistas e fazedoras de cultura,” destacou o Secretário de Cultura, Turismo e Esportes, Edgar Santos.
As reuniões vão acontecer na própria secretaria, no ginásio desportivo municipal, respeitando os protocolos de distanciamento social, higienização das mãos com álcool em gel e o uso obrigatório de máscara por todos os participantes. Cada reunião deverá contar com no máximo dez pessoas. As categorias e profissionais que não se sentirem contemplados pelo cronograma devem procurar a secretaria de cultura para a busca de soluções conjuntas.
Confira os segmentos envolvidos, a data e horário da reunião com cada um deles:
Segunda, 20 de Julho
9h – Artesanato
11h – Artes visuais (artes plásticas, desenho, pintura, escultura, gravura, design, fotografia e arquitetura)
15h – Audiovisual
17h – Cultura popular de matriz Africana
Terça, 21 de Julho
9h – Literatura e cultura popular de matriz ibérica (repentistas, cantadores, emboladores e cordelistas)
11h – Artes cênicas (teatro, dança, circo e ópera)
15h – Grupos culturais ligados a movimentos sociais
17 – Produtores culturais e pontos de cultura
Quarta, 22 de Julho
9h – Técnicos (profissionais que trabalham com som, luz e estruturas específicas para shows, espetáculos, etc)
15h – Música
Quinta, 23 de Julho
10h – Grupo de trabalho escolhido em votação durante as reuniões anteriores.
O Presidente da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, Ronaldo de Dja (PP), é o convidado da Revista da Cultura, na frequência 92,9 FM. Ele fala do início de seu ciclo na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, como será a condução dos trabalhos, a polêmica sobre o fim ou não do recesso de meio […]
O Presidente da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, Ronaldo de Dja (PP), é o convidado da Revista da Cultura, na frequência 92,9 FM.
Ele fala do início de seu ciclo na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, como será a condução dos trabalhos, a polêmica sobre o fim ou não do recesso de meio de ano e a relação com a gestão da aliada Márcia Conrado.
Tem ainda a avaliação dos dois anos da gestão Bolsonaro, com as participações de Cleonice Maria, Presidente do PT serra-talhadense e do Coronel Meira, Presidente estadual do PTB.
Na pesquisa, se a eleição fosse hoje, você manteria Bolsonaro a frente do país? Acompanhe, participe e concorra a R$ 100 reais e uma cesta básica.
E uma entrevista exclusiva com Franmartony Firmo, Presidente do COSEMS do Amazonas sobre a realidade de falta de oxigênio em Manaus.
Levantamento mostra que aprovação da prefeita chegou a 56%, cinco pontos acima do registrado em novembro do ano passado. Do Farol de Notícias Em mais uma rodada da pesquisa Múltipla, realizada nos dias 7 e 8 de maio, a gestão da prefeita Márcia Conrado (PT) cravou um índice de aprovação de 56% contra 34% que desaprovam. Os números trazem fatos […]
Levantamento mostra que aprovação da prefeita chegou a 56%, cinco pontos acima do registrado em novembro do ano passado.
Do Farol de Notícias
Em mais uma rodada da pesquisa Múltipla, realizada nos dias 7 e 8 de maio, a gestão da prefeita Márcia Conrado (PT) cravou um índice de aprovação de 56% contra 34% que desaprovam. Os números trazem fatos novos com a relação a última pesquisa do instituto.
Em novembro do ano passado, a petista tinha 51% de aprovação e 38% desaprovavam. Portanto, houve um crescimento da popularidade em seis meses. Na classificação do governo, Márcia tem 41% de ótimo/bom, 32% bom e 32% regular.
Já 24% classifica o governo como ruim/péssimo, 17% péssimo e 7% ruim.
Foram realizadas 300 entrevistas em Serra Talhada (zona urbana e rural) nos dias 7 e 8 de maio e a margem de erro é de 5,7% para mais ou menos. A pesquisa foi registrada sob o número PE 02593/2026 BR 02602/2026.
Uol O ex-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Marcelo Lavenère disse que, se aprovado, o impeachment da presidente Dilma Rousseff será um “estupro à Constituição”. “Espero que a Câmara tenha um lapso de lucidez e não faça isso”, afirma. Autor do pedido de impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, em 1992 […]
O ex-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Marcelo Lavenère disse que, se aprovado, o impeachment da presidente Dilma Rousseff será um “estupro à Constituição”. “Espero que a Câmara tenha um lapso de lucidez e não faça isso”, afirma.
Autor do pedido de impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, em 1992 –ao lado do então presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Barbosa Lima Sobrinho–, Lavenère diz que nem mesmo a aprovação do conselho federal da OAB em apresentar um novo pedido de impeachment com os fatos revelados pela delação do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e os grampos telefônicos convenceram o jurista a mudar de ideia. Ao contrário, o levaram a criticar a Ordem.
“Disse ao presidente da Ordem que a OAB entrou no mesmo barco dos golpistas; ela não é golpista, mas está acompanhada e está tomando o mesmo barco deles. Tomando as mesmas atitudes [dos golpistas], corre o risco de ser confundida como tal”, disse.
Lavenère participou da votação do conselho sobre o impeachment e se posicionou contra a medida. Acha a decisão da OAB “absolutamente equivocada” por se tratar de uma disputa político-partidária e contaminada pelo “conluio midiático com o pensamento único, com noticiários seletivo e distorcido”. “Não considero nenhum desses argumentos”, complementa.
“Primeiro a OAB não pode fazer um pedido com base em delação premiada, ainda mais nas condições em que estão ocorrendo hoje: prende, ameaça a pessoa e diz que, se ela não falar, ficará 30 anos na cadeia. Fazer isso é a negação do instituto da delação. Outra: não vejo nenhum motivo para que o ex-presidente Lula não possa ser ministro. É um ato de escolha dela [de Dilma]. Espero que o STF [Supremo Tribunal Federal] modifique uma decisão de um ministro [Gilmar Mendes] que não tem o mínimo de equilíbrio para julgar. Ele deveria, por uma questão de ética, se colocar impedido de julgar”, analisou.
Para o ex-presidente da Ordem, a decisão será uma mancha na história da entidade. “Não é adequado, nem compatível com a história, com a biografia, com sua luta a favor dos direitos e da legalidade aprovar uma coisa evidentemente abusiva”.
O jurista acredita que o impeachment de Collor deixou o país fortalecido e com grandes lições. “Depois do impeachment, o país saiu muito renovado nas suas convicções democráticas. O Itamar [Franco] assumiu o governo por dois anos, fizemos eleições sucessivas com muita disputa e mandatos de FHC e Lula. Foram quase 25 anos sem aperto, convulsão ou intolerância”, afirmou.
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