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Arcoverde: Secretaria de Saúde faz reunião de monitoramento

Por André Luis

saudeA Secretaria de Saúde de Arcoverde reuniu nos últimos dias 12 e 13 de janeiro a equipe de coordenadores para realizar o balanço das ações de 2015 e planejamento para 2016.

Com a criação do Caderno de Metas, o programa de monitoramento mensal foi implantado, em 2015, o que auxiliou na identificação dos acertos e falhas e, consequentemente, na intervenção imediata.

Por meio desse sistema, a Saúde comemora a melhoria nos índices em várias áreas. A realização de exames de mamografias teve um crescimento expressivo. Em 2013, foram feitos 1217 e, em 2015, foram 3663.  No Centro de Fisioterapia, aumentou em mais de dois mil atendimentos, fechando o ano com a realização de 29 mil consultas.

O Centro de Especialidades Odontológicas- CEO dobrou os atendimentos e o Centro do Idoso triplicou, saiu de quatro mil, em 2014, para 12 mil atendimentos em 2105.

“Os desafios dessa pasta ainda são muitos, mas o que podemos ver é que a saúde de Arcoverde deu um salto em 2015 e com o planejamento poderemos melhorar ainda mais em 2016”, avaliou a prefeita. Madalena Britto, que esteve presente na reunião e agradeceu o empenho de cada um dos coordenadores, que ajudou a alavancar os indicadores.

De acordo com a secretária de Saúde, Andréia Britto, precisa ser destacado ainda o trabalho dos profissionais de saúde que estão em contato direto com os pacientes. “Depois do acompanhamento mês a mês, o resultado é muito positivo. O que prova também que não somos apenas um grupo de trabalho, somos uma equipe responsável e comprometida com o objetivo maior de proporcionar ainda mais saúde a população de Arcoverde.”, pontuou Andréia.

No próximo dia 20 de janeiro, a Secretaria de Saúde realiza outra reunião, dessa vez, com todos os profissionais da Atenção Básica. “Precisamos enfatizar que a nossa missão maior é cuidar das pessoas”, finalizou a prefeita.

Outras Notícias

Opinião: O drama da água no Pajeú. De quem é a responsabilidade?

Por Afonso Cavalcanti * Algumas razões estão por trás do drama da água no Sertão do Pajeú. Certamente o clima, responsável pela seca mais severa dos últimos sessenta anos no semiárido, pode, quem sabe, responder pelo colapso dos principais reservatórios do território. Quem não se lembra da barragem de Brotas na lama em 2013? E […]

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Por Afonso Cavalcanti *

Algumas razões estão por trás do drama da água no Sertão do Pajeú. Certamente o clima, responsável pela seca mais severa dos últimos sessenta anos no semiárido, pode, quem sabe, responder pelo colapso dos principais reservatórios do território. Quem não se lembra da barragem de Brotas na lama em 2013? E não foi por falta de aviso…

Em agosto daquele ano as organizações não governamentais e os movimentos sociais realizaram audiência pública e alertaram: se não mudarmos a forma como usamos a água, a barragem vai secar! Além de não comparecer à audiência a população continuou a lavar calçadas, aguar a poeira das ruas, encher barragens particulares de sítios e clubes, enfim, comportou-se como se nem existisse seca.

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E a COMPESA, uma das empresas de distribuição de água mais ineficientes do país, cujas perdas alcançam 53,8%, comparadas aos 45,1% de desperdício na região Nordeste e bem acima do Brasil, que é de 37%, segundo o Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento SNIS (2013), continuou desperdiçando água em suas tubulações.

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Estamos diante de uma nova tragédia anunciada? Brotas secará novamente? Só Deus poderá responder, mas se considerarmos que o reservatório está com apenas 17% da sua capacidade e as previsões pluviométricas para o período de março a maio são de chuvas abaixo da média histórica, em torno de 251 mm, segundo a Agência Pernambucana de Água e Clima – APAC, a possibilidade  da barragem secar novamente é grande.

A APAC também estima que o reservatório de Rosário esteja com apenas 4% de sua capacidade para abastecer os municípios de Iguaracy, Ingazeira, Tuparetama e São José do Egito.

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Afinal, se Rosário secar, de onde virá à água? As respostas são difíceis, sabemos. Mas que tal começarmos pela necessidade de mais investimentos públicos no setor, conclusão das obras da Adutora do Pajeú, modernização das instalações de distribuição de água da COMPESA, mudança de hábitos da população e repensar os empreendimentos demandadores de enormes quantidades de água? Seria um bom começo…

* Afonso Cavalcanti é Engenheiro Florestal da Diaconia

Afogados da Ingazeira se aproxima dos 2.300 casos de Covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que neste sábado (16), foram registrados 35 casos novos para a COVID-19. Destes, todos já estavam em investigação e 29 já receberam alta por cura. Afogados agora conta com 2.293 casos positivos. São 19 pacientes do sexo feminino, com idades entre 3  e 72  anos e 16 pacientes […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que neste sábado (16), foram registrados 35 casos novos para a COVID-19. Destes, todos já estavam em investigação e 29 já receberam alta por cura. Afogados agora conta com 2.293 casos positivos.

São 19 pacientes do sexo feminino, com idades entre 3  e 72  anos e 16 pacientes do sexo masculino, com idades entre 12 e 80 anos. 

Entre as mulheres: duas profissionais de saúde, três aposentadas, seis agricultoras, duas estudantes (rede privada), três estudantes (rede pública), uma atendente, uma auxiliar de serviços gerais e uma cozinheira. 

Já entre os homens: um profissional de saúde, dois aposentados, quatro agricultores, um estudante (rede privada), um estudante (rede pública), um eletricista, um autônomo, um vendedor, um agente de registro, um armador de ferro, um atendente e um funcionário público. 

Hoje nenhum caso novo entrou em investigação. 73 pessoas apresentaram resultados negativos para COVID -19. 

Neste sábado, 35 pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e epidemiológica. O município atingiu a marca de 2175 pessoas (94,85%) recuperadas para covid-19. Atualmente, 94 casos estão ativos.  

Afogados atingiu a marca de 10.261 pessoas testadas para covid-19, o que representa 27,53 % da nossa população. 

Casos leves x SRAG/covid- 19 – Leves ( 2220 casos), 96,81 % Graves ( 73 casos), 3,19 %.

Agroecologia no Sertão do Pajeú é o caminho para a convivência com o Semiárido

O ciclo da agroecologia é seguido a risca no quintal da agricultora Jacylene Menezes, de 45 anos. Mãe de três filhos, cuidadora oficial do sítio, amanhece o dia olhando os pés de pinheiros, laranjeiras, bananeiras, e todas as suas frutas e hortaliças. Da comunidade de Lagoa do Almeida, no município de Santa Cruz da Baixa […]

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Jacylene Menezes da Silva, 45 anos, agricultora e integrante do Mulheres na Caatinga, da comunidade de Lagoa do Almeida, Santa Cruz da Baixa Verde – Sertão do Pajeú.

O ciclo da agroecologia é seguido a risca no quintal da agricultora Jacylene Menezes, de 45 anos. Mãe de três filhos, cuidadora oficial do sítio, amanhece o dia olhando os pés de pinheiros, laranjeiras, bananeiras, e todas as suas frutas e hortaliças. Da comunidade de Lagoa do Almeida, no município de Santa Cruz da Baixa Verde, ela mantêm a diversidade da plantação, com uma cisterna que guarda a água nesse período de estiagem. Para as sertanejas, aprender a conviver com o semiárido é manter viva a história e a resistência de suas famílias.

A Jacylene é uma das agricultoras do Projeto Mulheres na Caatinga que refloresta o bioma com plantas nativas, contribuindo para o meio ambiente e no combate à desertificação. Em harmonia com a vegetação, cria pequenos  animais, como ovelha, galinha e porco. E é com a produção agroecológica do seu quintal que se alimenta e a todos de sua família.

Além da experiência de reflorestar, também utiliza o fogão agroecológico para o cozimento de seu alimento. “Esse fogão é bom demais. Sempre que tem lenha seca da caatinga eu cozinho nele. Economiza e ninguém vê fumaça. Depois que eu ganhei, diminuiu muito meu consumo de gás. Um bujão dura muito mais do que antes.”, revela. O Projeto Mulheres da Caatinga, executado pela Casa da Mulher do Nordeste, patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental mobilizou 210 mulheres agricultoras que vivem no Território do Pajeú para intervirem na recuperação de áreas degradadas da vegetação da Caatinga, e produziu e plantou cerca de 46 mil mudas do bioma.

PGJ-PE discute com secretário de saúde processo de vacinação do Estado de Pernambuco

O procurador-geral de Justiça de Pernambuco recebeu, na tarde desta terça-feira (9), o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, e o diretor-geral de Assuntos Jurídicos da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), Taciano Florentino.  O objetivo do encontro foi discutir o acompanhamento do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) quanto à sistemática de vacinação contra a […]

O procurador-geral de Justiça de Pernambuco recebeu, na tarde desta terça-feira (9), o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, e o diretor-geral de Assuntos Jurídicos da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), Taciano Florentino. 

O objetivo do encontro foi discutir o acompanhamento do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) quanto à sistemática de vacinação contra a Covid-19, bem como fortalecer os laços institucionais entre as duas organizações. 

“Estamos realizando uma ampla fiscalização do processo de vacinação em todo o Estado, contribuindo assim, para que as autoridades sanitárias possam fazer valer as diretrizes estabelecidas pelo Plano Nacional de Imunização (PNI). É notória a insuficiência das doses da vacina da Covid- 19 enviadas até o momento, por isso, as autoridades públicas instituíram a ordem de prioridade e o MPPE velará pelo cumprimento dessas diretrizes, coibindo possíveis casos de fura-filas e outras práticas irregulares”, disse o procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto de Freitas.

Segundo o Centro Operacional de Apoio às Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde (Caop Saúde) já foram expedidas cerca de 100 recomendações em diversas promotorias de Justiça do Estado, além de Notas Técnicas que subsidiam as ações dos promotores de Justiça. 

“Estamos procurando atuar de forma uniformizada, respeitada a independência funcional, para garantir que a vacinação ocorra dentro dos parâmetros estabelecidos. Por isso, estamos auxiliando os promotores de Justiça que estão na ponta, no exercício da fiscalização do cumprimento do PNI”, reforçou Freitas. 

“Só temos a agradecer e acreditar na atuação decisiva do MPPE para que a gente consiga com a sociedade e, principalmente, com os gestores, o entendimento do momento que estamos vivendo”, disse André Longo. 

O secretário destacou que vislumbra um segundo semestre mais tranquilo em relação à pandemia, mas, por enquanto, ainda reforça a luta que está sendo travada contra a Covid-19. 

Participaram do encontro, ainda, a chefe de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, Viviane Farias, e o secretário-geral do Ministério Público de Pernambuco, Maviael de Souza Silva. 

Fiscalização – O MPPE tem acompanhado a necessidade dos gestores municipais cumprirem a ordem de prioridade da vacinação contra a Covid-19 em cada unidade de saúde contemplada, estabelecendo a classificação de risco de contágio a ser efetivada por profissional, servidor, órgão, comissão ou entidade acreditada para esse fim, sob pena de, em caso descumprimento, serem adotadas as medidas cíveis, criminais e administrativas cabíveis. 

Os gestores municipais também devem promover ações visando dar transparência à execução da vacinação em seus municípios, divulgando semanalmente as metas vacinais atingidas. Entre outras ações, o MPPE solicitou aos municípios a elaboração de um plano de vacinação local, com a adequação das unidades destinadas à sua execução e o registro diário das informações no sistema informatizado SI-PNI, sem prejuízo de outros correlatos (caso existam), em cumprimento à portaria do Ministério da Saúde (MS). 

Ainda de acordo com as recomendações, tanto prefeitos quanto secretários municipais de Saúde deverão informar se houve compra pelo município, disponibilização pela Secretaria Estadual de Saúde e/ou Ministério da Saúde, dos insumos necessários à concretização do plano de vacinação, tais como seringas, agulhas, caixas para descarte de resíduos, algodão, refrigeradores, acondicionamento adequado, entre outros.

O quantitativo de vacinas recebidas pelo município, bem como de indivíduos que receberam a primeira e/ou segunda dose das vacinas também, deve ser informado pelos municípios.

Tuparetama: Posto de Atendimento ao Eleitor realiza atendimento à populaçãov

O Posto de Atendimento ao Eleitor de Tuparetama está realizando o cadastramento biométrico, fazendo transferências, tirando títulos e emitindo a 2º via de títulos, de segunda à sexta-feira, das 8hs às 14hs. Este tem capacidade de atender diariamente 60 pessoas. O eleitor deve realizar o cadastramento eleitoral apenas uma vez. Todos estes serviços são gratuitos […]

O Posto de Atendimento ao Eleitor de Tuparetama está realizando o cadastramento biométrico, fazendo transferências, tirando títulos e emitindo a 2º via de títulos, de segunda à sexta-feira, das 8hs às 14hs. Este tem capacidade de atender diariamente 60 pessoas. O eleitor deve realizar o cadastramento eleitoral apenas uma vez. Todos estes serviços são gratuitos sendo feitos em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.

Esta é a segunda vez que a Prefeitura Municipal leva o Posto ao município. O posto está localizado na Av. Dep. Carlos Caribé, nº125, no Bairro Bom Jesus, em Tuparetama.

Podem retirar o título de eleitor os jovens que vão completar 16 anos até o dia da próxima eleição. Para estes, o título é facultativo. O Posto de Atendimento ao Eleitor vai estar com atendimento no município até maio de 2020. Este está oferecendo aos munícipes a regularização da situação eleitoral. “Documentando o povo, tornando o cidadão com o direito de fazer a livre escolha nas eleições”, disse o prefeito.

O eleitor que vai fazer o cadastramento biométrico deve levar um documento com foto, CPF e comprovante de residência. O eleitor que vai tirar o título deve levar um documento de identificação oficial, podendo ser a Certidão de Nascimento, a Carteira de Identidade, a Certidão de Casamento, a Carteira Profissional, o Registro no Órgão Profissional, um comprovante de residência original e o certificado de alistamento militar para homens entre 18 e 45 anos.