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Arcoverde: Novo Pátio da Feira do São Cristóvão já conta com seus feirantes organizados

Por André Luis

12799235_819066598216054_3387756527045412778_nDurante todo o dia desta quinta-feira (25) a Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, realizou o sorteio dos locais de cada feirante que vai comercializar no Pátio Lídio Cordeiro Maciel, no bairro do São Cristóvão.

“Para dar maior lisura a todo o processo de distribuição dos locais no novo pátio nós chamamos todos os grupos para pessoalmente acompanhar o sorteio do seu local”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Wellington Araújo.

Essa etapa de sorteio faz parte de um conjunto de reuniões que aconteceram com os cerca de 500 feirantes que irão trabalhar no novo Pátio da Feira do São Cristovão. Os feirantes foram distribuídos em onze grupos que vão desde a fruta e verdura até o pessoal que vende confecção e calçados.

“A nossa intenção sempre foi buscar o melhor para o nosso povo. Buscamos dar melhor qualidade para quem vende e também para quem compra e neste novo local todos contarão com banheiros, segurança e um grande espaço arejado e coberto para fazer as suas compras”, destacou a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, afirmando que os moradores do entorno da Praça do São Cristóvão pediam há muito tempo a saída da feira daquele local.

Outras Notícias

Padre Antonio Maria canta para multidão de fiéis em Afogados

Fotos: Tito Barbosa O padre Antonio Maria encantou com simpatia e seus grandes sucessos no primeiro aniversário da Devoção dos filhos do Pai Eterno, ontem, na Praça Arruda Câmara, em Afogados da Ingazeira. A programação encerrou a programação organizada pela Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em um tríduo festivo organizado pelo Padre Gilvan […]

Fotos: Tito Barbosa

O padre Antonio Maria encantou com simpatia e seus grandes sucessos no primeiro aniversário da Devoção dos filhos do Pai Eterno, ontem, na Praça Arruda Câmara, em Afogados da Ingazeira. A programação encerrou a programação organizada pela Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em um tríduo festivo organizado pelo Padre Gilvan Bezerra e pelo Conselho Pastoral Paroquial.

O padre se apresentou após a celebração de encerramento da programação. Segundo o Padre Gilvan Bezerra em sua homilia, não era objetivo inicial trazer a Afogados o encontro semanal do grupo de devotos, mas diz que por vontade de Deus houve a oportunidade de que o projeto tivesse início. O grupo tem crescido e, segundo o sacerdote, a perspectiva é de que cada vez mais fiéis se incorporem aos encontros, que ocorrem todas as terças-feiras. Os padres Aldo Guedes e José de Anchieta também acompanharam a programação.

Na apresentação, Padre Antonio Maria começou por “Emoções”, de Roberto Carlos, levando os fiéis ao êxtase. Claro, não faltaram outros sucessos da fé como “Sonda-me”, “Cura Senhor”, “Mãe Pelegrina” e outros.

O padre de 72 anos mostrou disposição e foi muito simpático com os fiéis. Falando à Rádio Pajeú, ele disse que, apesar do cansaço do trajeto até Afogados, foi recompensado pelo envolvimento do público. A programação ainda teve no domingo show religioso com Ana Lúcia, da comunidade Canção Nova.

Bolsonaro sanciona a revogação da Lei de Segurança Nacional

Artigo contra disseminação de fake news é vetado O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos a Lei 14.197, de 2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170, de 1983), criada durante a ditadura militar.  Além de revogar a LSN, o texto aprovado pelo Congresso estabelece uma série de tipos penais em […]

Artigo contra disseminação de fake news é vetado

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos a Lei 14.197, de 2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170, de 1983), criada durante a ditadura militar. 

Além de revogar a LSN, o texto aprovado pelo Congresso estabelece uma série de tipos penais em defesa do Estado Democrático de Direito. 

Bolsonaro, porém, vetou vários artigos, entre eles o que previa até cinco anos de reclusão para quem cometesse o crime de “comunicação enganosa em massa”. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2).

Segundo Bolsonaro, a tipificação das fake news contraria o interesse público “por não deixar claro qual conduta seria objeto da criminalização”. De acordo com o presidente, “a redação genérica” do artigo não especificava se a punição seria para quem gera ou para quem compartilha a notícia falsa. 

“Enseja dúvida se o crime seria continuado ou permanente, ou mesmo se haveria um ‘tribunal da verdade’ para definir o que viria a ser entendido por inverídico a ponto de constituir um crime punível”, argumenta. 

Para Bolsonaro, que é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito das fake news,  o dispositivo poderia “afastar o eleitor do debate político”, “inibir o debate de ideias” e “limitar a concorrência de opiniões”.

O presidente da República também vetou um dispositivo que permitia aos partidos políticos com representação no Congresso Nacional promover ação privada subsidiária caso o Ministério Público não atuasse no prazo estabelecido em lei. 

A previsão valeria apenas para os chamados crimes contra as instituições democráticas no processo eleitoral (interrupção do processo eleitoral, comunicação enganosa em massa e violência política).

Para Bolsonaro, a medida “não se mostra razoável para o equilíbrio e a pacificação das forças políticas” e poderia “levar o debate da esfera política para a esfera jurídico-penal”. “Não é atribuição de partido político intervir na persecução penal ou na atuação criminal do Estado”, justificou.

O presidente barrou ainda o capítulo que tipificava como crime o atentado a direito de manifestação, com pena que poderia chegar a 12 anos de reclusão. Para Bolsonaro, haveria “dificuldade” para caracterizar “o que viria a ser manifestação pacífica”.

“Isso colocaria em risco a sociedade, uma vez que inviabilizaria uma atuação eficiente na contenção dos excessos em momentos de grave instabilidade, tendo em vista que manifestações inicialmente pacíficas poderiam resultar em ações violentas, que precisariam ser reprimidas pelo Estado”, disse.

Militares

Bolsonaro também vetou o inciso que aumentava a pena para militares envolvidos em crimes contra o Estado Democrático de Direito. Pelo projeto, eles estariam sujeitos a perda do posto, da patente ou da graduação. Para o presidente, o dispositivo “viola o princípio da proporcionalidade”. 

“Coloca o militar em situação mais gravosa que a de outros agentes estatais, além de representar uma tentativa de impedir as manifestações de pensamento emanadas de grupos mais conservadores”, escreveu.

O Palácio do Planalto vetou outras duas hipóteses de aumento de pena nos crimes contra o Estado Democrático de Direito: se cometido com emprego de arma de fogo ou por servidor público. “Não se pode admitir o agravamento pela simples condição de agente público em sentido amplo”, justificou.

O que diz a lei

Algumas regras da extinta Lei de Segurança Nacional foram incorporadas ao Código Penal (Decreto Lei nº 2.848, de 1940) em um título que trata dos crimes contra o Estado Democrático de Direito. Os capítulos punem violações à soberania nacional, às instituições democráticas, ao processo eleitoral, aos serviços essenciais e à cidadania.

A nova lei tipifica o crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, “impedindo ou restringindo o exercício dos Poderes constitucionais”. Nesse caso, a pena é de prisão de 4 a 8 anos, além da pena correspondente à violência empregada. 

Já o crime de golpe de estado propriamente dito — “tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído” — gera prisão de 4 a 12 anos, além da pena correspondente à violência.

Negociar com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra ou invasão pode gerar prisão de 3 a 8 anos — e pena aumentada da metade até o dobro se for declarada guerra em consequência dessa ação. 

Praticar violência ou grave ameaça com a finalidade de desmembrar parte do território nacional para constituir país independente tem pena prevista de 2 a 6 anos, além da pena correspondente à violência.

O texto prevê ainda crimes contra o processo eleitoral (interrupção do processo, violência política e ação penal privada subsidiária) e de sabotagem contra o funcionamento de “serviços essenciais” — os meios de comunicação ao público, estabelecimentos, instalações ou serviços destinados à defesa nacional.

A nova lei também revoga um artigo da Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688, de 1941) que trata dos crimes referentes à paz pública. O dispositivo revogado previa prisão por seis meses para quem participasse em segredo de associação periódica de mais de cinco pessoas.

A nova lei é resultado do projeto de lei (PL) 2.108/2021, que tramitou por 30 anos no Congresso Nacional. O texto foi aprovado por deputados em maio e pelos senadores em agosto deste ano. 

O relator foi o senador Rogério Carvalho (PT-SE). Durante a discussão da matéria, Carvalho sublinhou que a Lei de Segurança Nacional foi usada pelo governo para punir opositores do presidente Jair Bolsonaro. O número de inquéritos instaurados com base na lei aumentou a partir de 2019 e chegou a 51 em 2020. As informações são da Agência Senado.

Em Triunfo, vereador inicia debandada pró Eduardo Melo

O pré-candidato a prefeito de Triunfo, Eduardo Melo, anunciou uma importante adesão ao seu grupo político neste sábado (9). Béa, atual vereador que também deve se lançar a uma reeleição, irá para o grupo de oposição para disputar contra o atual prefeito Luciano Bonfim, a quem seguia aliado até então. “É uma adesão muito importante […]

O pré-candidato a prefeito de Triunfo, Eduardo Melo, anunciou uma importante adesão ao seu grupo político neste sábado (9).

Béa, atual vereador que também deve se lançar a uma reeleição, irá para o grupo de oposição para disputar contra o atual prefeito Luciano Bonfim, a quem seguia aliado até então.

“É uma adesão muito importante que recebemos hoje em nosso grupo, porque Béa sempre foi muito respeitado pelos triunfenses e tem muito a somar. Tenho certeza que é só o começo de uma tendência de adesões que, se Deus quiser, acontecerá naturalmente, pois o povo entende que é a hora da mudança”, afirmou Eduardo Melo.

A mulher de Jorge tem razão 

Caruaru,  Petrolina e Arcoverde descaracterizam o São João e empobrecem nossa maior festa A esposa de Jorge de Altinho fez um desabafo contra a ex-prefeita de Caruaru Raquel Lyra. Antes de deixar o governo, deixou mais uma vez a tradição junina na mão.  A prefeita da Capital do Forró,  de Onildo Almeida, Fulô de Mandacaru, […]

Caruaru,  Petrolina e Arcoverde descaracterizam o São João e empobrecem nossa maior festa

A esposa de Jorge de Altinho fez um desabafo contra a ex-prefeita de Caruaru Raquel Lyra.

Antes de deixar o governo, deixou mais uma vez a tradição junina na mão. 

A prefeita da Capital do Forró,  de Onildo Almeida, Fulô de Mandacaru, Azulão, deixou de fora nomes como Jorge de Altinho e Petrúcio Amorim para chamar Cláudia Leite e DJ Alok,  pra dar dois exemplos.

Em Petrolina,  a festa dará destaque ao sertanejo pop. Miguel Coelho chamou nomes como Zezé di Camargo e Luciano, Gustavo Lima, Wesley Safadão, que consegue a proeza de tocar um ritmo que cada vez mais se distancia do forró nordestino.

Na mesma vibe, Arcoverde. Alok, Léo Santana,  Priscila Sena, Maiara e Maraísa. Não faz muito tempo,  a principal atração na era Madalena Brito foi Anita. Wellington Maciel faz o mesmo caminho.

Nada contra os artistas, que poderiam preencher a grade em inúmeros outros eventos no calendário dessas cidades.  Mas o mercado da música,  o negócio,  o business, os empresários e os prefeitos marionetes não negociam com a tradição da única festa com nossa identidade. 

O turista vem conhecer o São João e vê mais do mesmo. O pior é o estrago cultural, na nossa identidade. 

Salvo exceções,  não se formam mais forrozeiros como antigamente.  A geração de Santana, Elba, Alceu, Maciel Melo, Jorge de Altinho, Petrúcio Amorim, não se renova com a mesma velocidade. 

Aos poucos, os jovens não veem nossos artistas no palco, na TV, no rádio,  com a mesma intensidade.  Vão se inspirar em artistas que não tem identidade com nosso chão. Isso é muito mais profundo que se imagina. Gonzagão e Dominguinhos devem estar se revirando embaixo da terra. Já dizia o movimento: devolvam o nosso São João. Veja abaixo o desabafo de Juliana Souza:

Violência em Serra: casal de idosos é encontrado morto

Um casal de idosos foi encontrado sem vida dentro de uma residência na Rua Isidoro Conrado, no Centro de Serra Talhada, na tarde desta quarta-feira (28). Segundo o Sertão Notícias PE, as duas vítimas foram identificadas pela Polícia Civil como Cirilo Diniz de Carvalho, 87 anos, e sua esposa Maria do Socorro Bezerra Carvalho, 82 […]

Um casal de idosos foi encontrado sem vida dentro de uma residência na Rua Isidoro Conrado, no Centro de Serra Talhada, na tarde desta quarta-feira (28).

Segundo o Sertão Notícias PE, as duas vítimas foram identificadas pela Polícia Civil como Cirilo Diniz de Carvalho, 87 anos, e sua esposa Maria do Socorro Bezerra Carvalho, 82 anos. Os idosos foram mortos com requinte de crueldade

O delegado municipal Alexandre Barros revelou que foram constatadas marcas de violência nos corpos das vítimas, mas será preciso aguardar o trabalho da perícia para definir a causa dos ferimentos.

No momento a polícia trabalha com as hipóteses de duplo homicídio ou latrocínio. Ainda não há informações acerca da autoria dos crimes.

Com estas duas mortes o número de homicídios sobe para 21 em Serra Talhada neste ano de 2022.