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“Arcoverde mostrou que sabe fazer Carnaval com responsabilidade”, diz Zeca Cavalcanti

Por André Luis

O ciclo carnavalesco de Arcoverde em 2026, realizado entre 31 de janeiro e 17 de fevereiro, registrou a participação de mais de 50 agremiações e 900 brincantes. A programação deste ano homenageou o Maestro Josias e Adriano do Sax (in memoriam), além de Deda da Batucada e da Troça do Urso Branco, figuras centrais da tradição local.

A edição foi marcada pela descentralização da folia, com polos montados nos bairros Dona Didi, JK e São Cristóvão. Segundo a gestão municipal, a estratégia visou ampliar o acesso da população aos eventos e fortalecer a integração comunitária por meio da Folia dos Bois, modelo que concentra bois, ursos e troças da região.

INVESTIMENTOS E ESTRUTURA

O balanço financeiro da festividade aponta um investimento de R$ 75 mil em subvenções para grupos culturais locais. Além disso, a prefeitura garantiu o transporte de oito agremiações para o Concurso de Agremiações Carnavalescas no Recife.

No total, foram contratados mais de 100 artistas e grupos locais e regionais, totalizando um aporte de R$ 275 mil viabilizado por meio de parcerias com o Governo de Pernambuco, Fundarpe, Secretaria de Cultura do Estado e Sesc. A estrutura de segurança e produção mobilizou cerca de 105 profissionais por noite, incluindo Polícia Militar, Guarda Municipal e bombeiros.

AVALIAÇÃO DA GESTÃO

O prefeito Zeca Cavalcanti avaliou o resultado da festa com foco na gestão dos recursos e das tradições. “Arcoverde mostrou que sabe fazer Carnaval com responsabilidade e valorização das suas tradições”, afirmou o gestor.

Para a secretária de Turismo, Esportes e Eventos, Nerianny Cavalcanti, a edição marcou a retomada do protagonismo cultural do município. O secretário de Cultura, Pedro Brandão, reforçou o impacto social dos aportes financeiros: “Investir nas agremiações é garantir a continuidade da identidade cultural do município”, declarou.

“Além do aspecto cultural, o evento impulsionou a economia local, gerando ocupação e renda para o comércio formal e trabalhadores ambulantes durante os 18 dias de festividades”, destacou a assessoria de comunicação.

Outras Notícias

Danilo se reúne com reitor da Universidade Federal Rural de Pernambuco

Pré-candidato a governador, o deputado federal Danilo Cabral (PSB) fez uma visita de cortesia ao reitor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Marcelo Carneiro Leão, na sede da entidade, no Recife, nesta segunda-feira (28). “Todos os estudos apontam para a gente recompor o que foi perdido na Educação, para que a gente possa resgatar […]

Pré-candidato a governador, o deputado federal Danilo Cabral (PSB) fez uma visita de cortesia ao reitor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Marcelo Carneiro Leão, na sede da entidade, no Recife, nesta segunda-feira (28).

“Todos os estudos apontam para a gente recompor o que foi perdido na Educação, para que a gente possa resgatar a cidadania perdida na época da pandemia”, destacou Danilo.

O pré-candidato a governador, a exemplo do que fez no encontro com o reitor da Universidade Federal, pediu que o dirigente da Rural indique quadros da instituição para ajudar na formatação do programa de governo da Frente Popular.

“A UFRPE tem uma participação decisiva e muito a contribuir em questões como sustentabilidade, agricultura, ciência e tecnologia, entre tantas outras”, argumentou Danilo.

Já Marcelo Carneiro Leão se colocou a UFRPE à disposição para contribuir na formatação do plano de governo do pré-candidato. “Educação, ciência e tecnologia é o único caminho do desenvolvimento. É mais que uma opinião, é um debruçar sobre a história da humanidade. A gente precisa mostrar que não é opinião, é uma constatação histórica. Esse é o nosso desafio”, salientou o reitor.

Entre os temas demandados pelo dirigente da UFRPE no encontro com Danilo, estão a intensificação da parceria com a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe); além de um olhar especial na manutenção de auxílios e bolsas, sobretudo, para alunos egressos do interior.

Lula rejeita sancionar aumento de deputados

Correio Brasiliense O presidente Lula (PT) deverá evitar sancionar o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais, aprovado pelo Congresso na semana passada, segundo integrantes do governo e parlamentares governistas. Lula tem até o dia 16 para sancionar o texto, mas aliados dizem que hoje essa possibilidade está descartada. De acordo com […]

Correio Brasiliense

O presidente Lula (PT) deverá evitar sancionar o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais, aprovado pelo Congresso na semana passada, segundo integrantes do governo e parlamentares governistas.

Lula tem até o dia 16 para sancionar o texto, mas aliados dizem que hoje essa possibilidade está descartada. De acordo com os relatos, são discutidos dois cenários: ele não se pronunciar a respeito da proposta, e o Congresso promulgar o texto; ou o veto presidencial à medida.

Lula não descarta vetar a proposta, segundo auxiliares, o que ocorreria em meio à queda de braço com o Legislativo após a derrubada do decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Apesar disso, há um movimento no entorno do petista para que nenhuma decisão seja tomada no calor dos eventos recentes.

Aliados ressaltam a impopularidade do projeto que aumentou o número de deputados e dizem que, por ser iniciativa dos parlamentares, não haveria motivos para que o governo se envolva com o tema —sob o risco de, ao sancionar o texto, ser alvo de críticas pela opinião pública num momento de baixa popularidade.

Pesquisa Datafolha divulgada no último dia 17 mostrou que 76% dos brasileiros são contra o aumento de deputados e apenas 20% são a favor.

O cenário mais provável neste momento é que Lula não sancione nem vete a proposta. Assim, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), terá de promulgar o texto.

Apesar de recomendações pelo veto, há um grupo de auxiliares do presidente que desaconselham esse movimento por causa do risco de acirramento ainda maior na tensão entre Palácio do Planalto e Congresso.

Um auxiliar de Lula disse à reportagem que, ao não se manifestar sobre o projeto, o governo evita ser acusado de interferir numa questão interna da Câmara.

Aliados reconhecem, no entanto, que vetos são prerrogativa do presidente da República, assim como o Legislativo pode derrubá-los. Assim, a avaliação do cenário nos próximos dias pode ser decisiva, ainda segundo esses interlocutores.

O projeto de lei complementar aumenta o número de deputados de 513 para 531, com impacto anual estimado por deputados de cerca de R$ 65 milhões com os custos da criação das novas vagas, incluindo salários, benefícios e estrutura para novos congressistas.

A proposta sofreu críticas até mesmo de parlamentares e foi aprovada por senadores num placar apertado. O texto voltou à Câmara e no mesmo dia foi aprovado a jato por deputados, seguindo para a sanção presidencial.

Aliados de Lula lembram que o governo poderá ser cobrado por sancionar a proposta num momento em que é discutida a revisão de gastos e em que integrantes do Planalto e parlamentares aliados têm reforçado a retórica da luta entre pobres e ricos.

Quem defende que o petista não sancione a proposta afirma que a atitude poderia ser uma sinalização da insatisfação do Planalto com os parlamentares após a derrubada do decreto do IOF e uma demonstração de que o Executivo não ficará inerte nesse embate com os congressistas —mas sem gerar grande crise com o Legislativo.

Um vice-líder do governo, por sua vez, diz que o melhor cenário seria se Lula sancionasse a medida, numa sinalização ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que foi um dos principais articuladores do projeto. Na avaliação desse deputado, o presidente mostraria que atendeu a um pedido caro de Motta.

A tensão com o Congresso aumentou após o Legislativo derrubar do decreto do IOF e o governo entrar com ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar reverter a medida. Nesta quarta (2), na Bahia, Lula defendeu a iniciativa e classificou como “absurda” a decisão de Motta colocar o tema em votação, alegando que houve descumprimento de acordo.

“O erro, na minha opinião, foi o descumprimento de um acordo, que tinha sido feito no domingo [8 de junho] à meia-noite na casa do presidente Hugo Motta. Lá estavam vários ministros, deputados, o ministro [Fernando] Haddad com sua equipe e, quando chega na terça-feira, o presidente da Câmara tomou uma decisão que eu considerei absurda”, acrescentou o petista.

O projeto que aumenta o número de cadeiras na Câmara foi articulado pela Casa em reação a uma determinação do STF para que o número de deputados, que varia de estado para estado, fosse proporcional ao número de habitantes medido pelo Censo de 2022.

Em vez de redistribuir as 513 cadeiras entre os estados e o Distrito Federal, o que levaria parte das unidades federativas a perder representantes, a Câmara decidiu criar mais 18, contemplando aqueles que tiveram aumento populacional. Com isso, evitou-se que a bancada da Paraíba, estado de Motta, diminuísse de tamanho, por exemplo.

Com a mudança aprovada no Congresso, devem ganhar mais vagas na Câmara em 2027 os estados de Pará e Santa Catarina (quatro cada um), Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Norte (duas cada), Goiás, Ceará, Paraná e Minas Gerais (uma cada).

Inauguracões e shows abrem Festa de Santa Rosa

O Distrito de Santa Rosa, município de Ingazeira,  vive sua festa religiosa e com atrações musicais. Segundo a prefeitura de Ingazeira em nota, foi possível construir uma boa grade, respeitando também o zelo com os recursos públicos. Outra medida foi a proibição da comercialização de bebidas em garrafas de vidro. O decreto 032/2022 informa que […]

O Distrito de Santa Rosa, município de Ingazeira,  vive sua festa religiosa e com atrações musicais.

Segundo a prefeitura de Ingazeira em nota, foi possível construir uma boa grade, respeitando também o zelo com os recursos públicos.

Outra medida foi a proibição da comercialização de bebidas em garrafas de vidro. O decreto 032/2022 informa que a Vigilância Sanitária ofertará recipientes de plástico para abrigar as bebidas,  em nome da segurança.

Na programação de hoje as atrações são Forró Deu Bom e Cavaleiros do Forró.  Neste sábado,  dia 20, sobem ao palco Vilões do Forró e Bonde do Brasil.

Na semana seguinte, dia 25, Forró do Nosso Jeito e Avine Vinny. Dia 26, Glicio Lee e Walkiria Santos. E dia 27, Seu Marquinhos,  Limão com Mel e Forró D3.

A gestão Luciano Torres também recuperou a imagem de Santa Rosa de Lima, na entrada da comunidade. O trabalho ficou a cargo do artista Edgley Brito.

Também foi reformada a Escola Nossa Senhora de Lourdes, além de entregue o asfaltamento das principais ruas do Distrito, sinalização da Praça de Alimentação e Academia da Saúde,  além do letreiro turístico.

Votos brancos e nulos contrariam previsões de especialistas

No primeiro turno da votação presidencial, Pernambuco foi o estado com o maior percentual de nulos, chegando a 9,5%. Em todo o Brasil, os percentuais de brancos e nulos não alcançaram os patamares que os analistas políticos previam. Da Folha PE Os percentuais de votos brancos e nulos confrontaram as previsões de analistas políticos e não alcançaram patamares elevados no primeiro […]

No primeiro turno da votação presidencial, Pernambuco foi o estado com o maior percentual de nulos, chegando a 9,5%. Em todo o Brasil, os percentuais de brancos e nulos não alcançaram os patamares que os analistas políticos previam.

Da Folha PE

Os percentuais de votos brancos e nulos confrontaram as previsões de analistas políticos e não alcançaram patamares elevados no primeiro turno das eleições.
A porcentagem de brancos nas votação presidencial foi de 2,7%, o menor índice do século -em 2014, foi de 3,8%. Os votos nulos, por sua vez, cresceram de 5,8% para 6,1%.

Enquanto as regiões Sul e Sudeste concentraram os votos brancos, o Nordeste e o Tocantins tiveram as maiores porcentagens de votos nulos. Pernambuco foi o estado com o maior percentual de nulos, chegando a 9,5%, seguido por Sergipe e Bahia, ambos com 8,4%. O Rio Grande do Sul teve o maior índice de brancos, com 3,4%, seguido por Minas Gerais, com 3,1%.

“Havia uma expectativa de que brancos e nulos batessem recorde este ano. Os percentuais gerais estão dentro das médias históricas, mostrando que o eleitor, no meio do processo, aderiu à campanha e foi votar em um candidato”, diz Fabio Vasconcellos, cientista político e professor da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

Os municípios com menor percentual de votos brancos ficam na região Norte, têm IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) médio ou baixo e escolheram Fernando Haddad (PT) para presidente. A menor porcentagem de brancos foi de 0,27%, em Monte do Carmo (TO), cidade de IDHM 0,622.

Vasconcellos pondera que a relação entre baixo IDHM e baixo índice de brancos possa ser explicada pela posição socioeconômica do eleitor. “Quanto mais o eleitor percebe que tem algo a perder, mais ele se interessa em participar”, afirma.

Já os municípios com menor percentual de votos nulos ficam, a maioria, no Rio Grande do Sul e têm IDHM médio ou alto. A maior parte elegeu Jair Bolsonaro (PSL). O menor índice de nulos, 1,2%, foi em Coronel Barros (RS), cidade com IDHM de 0,744.

Para o especialista, a campanha presidencial teve forte componente de plebiscito, opondo petistas a antipetistas e mobilizando os eleitores. Por isso, os votos nulos teriam sido menores nas cidades com maior IDHM, onde o consumo de informação também tende a ser maior.

“Há protesto, há descrença, mas há, também, a percepção reativa à possível volta do PT ao Executivo. Isso, acredito, talvez seja o principal fator explicativo da queda dos nulos em lugares com alto IDHM que, como sabemos, envolve melhores níveis de educação e renda”, afirma.

Os altos percentuais de votos nulos em cidades com baixo IDHM, diz o professor, podem estar associados não só à descrença, mas, em menor escala,a erros na hora do voto. É o que também afirma Mauro Paulino, diretor do Datafolha, relembrando as eleições de 2010. Na ocasião, gráfico do instituto indicava que quanto mais desenvolvido o município, menor era o percentual de votos nulos.

“É um indício muito forte de que, quando a pessoa quer protestar, mais fácil digitar branco e que, quando há erro, a maior parte se concretiza em votos nulos.” Segundo ele, os erros são mais comuns quando o eleitor precisa escolher dois senadores, como ocorreu em 2018 e 2010.

Paulino relata que a intenção de votar branco ou nulo atingiu taxa recorde um mês antes das eleições. Quando começou a cair, os votos foram majoritariamente transferidos para o candidato do PSL.

“Essa revolta e insatisfação com os políticos em geral acabou se revertendo também em votos para o Bolsonaro.” Os municípios com maiores índices de votos brancos, por sua vez, dividem-se entre Rio Grande do Sul e Minas Gerais e têm IDHM médio. O cientista político José Álvaro Moisés, professor da USP (Universidade de São Paulo), avalia que o voto branco tem caráter de protesto mais acentuado.

“É provável que o voto nulo, principalmente em região de baixo desenvolvimento, represente uma dificuldade das pessoas. Se há mais votos brancos no Sudeste, diria é um indicador de um voto mais de protesto, mais claro.

Tabuleiro político do Pajeú está montado com o encerramento do registro de candidaturas

Com o encerramento do prazo para o registro de candidaturas nesta quinta-feira (15), o cenário político no Sertão do Pajeú está definido para as eleições deste ano. Ao todo, 38 candidatos disputarão 17 cadeiras de prefeito, com nove desses candidatos buscando a reeleição em seus respectivos municípios. Afogados da Ingazeira – O município será palco […]

Com o encerramento do prazo para o registro de candidaturas nesta quinta-feira (15), o cenário político no Sertão do Pajeú está definido para as eleições deste ano. Ao todo, 38 candidatos disputarão 17 cadeiras de prefeito, com nove desses candidatos buscando a reeleição em seus respectivos municípios.

Afogados da Ingazeira – O município será palco de uma disputa entre o atual prefeito, Sandrinho Palmeira (PSB), que busca a reeleição, e o oposicionista Danilo Simões (PSD).

Brejinho – O prefeito Gilson Bento (Republicanos) também busca a reeleição e enfrentará o candidato da oposição, Dr. Túlio (PSB).

Calumbi – O atual prefeito Joelson (Avante), defende a sua reeleição contra o candidato da oposição, Cícero Simões (PT).

Carnaíba – A corrida eleitoral terá Berg Gomes (PSB) representando a situação, enquanto Ilma Valério (Republicanos) será a candidata da oposição.

Flores: Três candidatos estão na disputa: os oposicionistas Adeilton Patriota (Solidariedade) e Dr. Nelson, com o Coletivo (Agir), enfrentarão o governista Gilberto Ribeiro (PSB).

Iguaracy – Dois ex-prefeitos se enfrentarão nesta eleição. Dr. Pedro Alves, como candidato governista, medirá forças com Albérico Rocha (PSB).

Ingazeira – A oposição, representada por Alcineide Professora (PSDB), tentará desbancar o atual prefeito Luciano Torres (PSB), que busca a reeleição.

Itapetim – A candidata governista Aline Karina (PSB), vai enfrentar o candidato oposicionista Anderson Lopes (PSDB).

Quixaba – A disputa será entre o oposicionista Neudiran (PSB) e o prefeito Zé Pretinho (Avante), que tenta se reeleger.

Santa Cruz da Baixa Verde – O prefeito Irlando Parabólicas (PSD) enfrentará Zé Bezerra (PRD) na tentativa de se manter no cargo.

Santa Terezinha Delson Lustosa (Podemos), o atual prefeito, buscará a reeleição contra o opositor Neguinho de Danda (União Brasil).

São José do Egito – A disputa será entre o governista Dr. George Borja (PSB) e o oposicionista Fredson Brito (Republicanos).

Serra Talhada – O maior colégio eleitoral do Pajeú terá quatro candidatos na disputa: a prefeita Márcia Conrado (PT), que tenta a reeleição, enfrentará Miguel Duque (Podemos), Dr. Luiz Pinto (Psol), e o Sargento Jucélio Souza (PL).

Solidão: – A eleição já está decidida, com o candidato governista Mayco da Farmácia (PSB) sendo o único registrado para disputar o pleito.

Tabira – A prefeita Nicinha de Dinca (PP) tentará a reeleição contra o opositor Flávio Marques (PT).

Triunfo – Três candidatos concorrem à prefeitura: o atual prefeito Luciano Bonfim (PSDB) enfrentará Dr. Eduardo (Podemos) e Nego Rico (Republicanos).

Tuparetama – A disputa será entre o governista Diógenes Patriota (PSDB), Danilo (Avante), e Ivaí Cavalcante (PT).

Com o cenário definido, a região do Pajeú se prepara para uma intensa batalha eleitoral, marcada por disputas acirradas, outras nem tanto, e diversas reeleições em jogo.