Notícias

Arcoverde: Madalena Britto programação oficial do São João

Por Nill Júnior

Jornal Portal 052

A Prefeita Madalena Britto realiza coletiva de imprensa nesta terça-feira (14), às 11h, no gabinete na sede da Prefeitura de Arcoverde. Na pauta, será apresentada oficialmente a edição 2016 do São João de Arcoverde, que, este ano, tem como o tema: “Samba de Coco com arte e tradição comemora 100 anos na Capital do São João”.

Na ocasião, será divulgada a programação com as atrações dos pólos de animação oficiais e alternativos, estrutura do evento, parcerias, sistema de segurança, monitoramento e mobilidade.

“Quero convidar a todos e a todas, esse é um momento muito importante para nossa cidade. Estamos fazendo todos os esforços para garantir um São João bonito, animado e seguro”, enfatizou a prefeita Madalena Britto.

Outras Notícias

Afogados: Jair Almeida e Emídio Vasconcelos eleitos Presidente e Vice do PT

O PT de Afogados da Ingazeira realizou durante o dia de hoje eleições diretas para eleger sua nova diretoria. Como só houve uma candidatura,  foi confirmada a eleição  de Jair Almeida para presidente depois de um período afastado. Emídio Vasconcelos foi eleito vice  presidente. A eleição também ratificou os 21 membros do Diretório Municipal. A […]

IMG-20151025-WA0019

O PT de Afogados da Ingazeira realizou durante o dia de hoje eleições diretas para eleger sua nova diretoria. Como só houve uma candidatura,  foi confirmada a eleição  de Jair Almeida para presidente depois de um período afastado.

Emídio Vasconcelos foi eleito vice  presidente. A eleição também ratificou os 21 membros do Diretório Municipal. A eleição aconteceu na Câmara de Vereadores, entre 8h e  17h.

O mandato da nova diretoria vai até 2017.Foram 28  votos a favor, nenhum branco, nenhum contra e nenhum nulo. O quórum mínimo era de 23 votantes. O PT faz oposição `gestão socialista de José Patriota no município.

Pedro Campos aciona Ministério Público e TCE por contratos sem licitação na saúde de PE

O deputado federal Pedro Campos anunciou nesta sexta-feira(15) que irá acionar o Ministério Público de Pernambuco e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) para denunciar o que classificou como “um esquema institucionalizado de contratações emergenciais sem licitação na saúde pública de Pernambuco”. Segundo o parlamentar, o Governo Raquel Lyra transformou a exceção em regra […]

O deputado federal Pedro Campos anunciou nesta sexta-feira(15) que irá acionar o Ministério Público de Pernambuco e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) para denunciar o que classificou como “um esquema institucionalizado de contratações emergenciais sem licitação na saúde pública de Pernambuco”.

Segundo o parlamentar, o Governo Raquel Lyra transformou a exceção em regra e já autorizou cerca de R$286 milhões em gastos sem concorrência pública com instituições privadas responsáveis pela gestão de unidades de saúde em Pernambuco, como o Hospital Mestre Vitalino e seis UPAEs.

“O que era para ser medida excepcional virou método de governo. Emergências fabricadas estão sendo usadas para justificar contratos milionários sem licitação, sem transparência e sem concorrência pública. Isso é gravíssimo”, afirmou Pedro Campos.

O parlamentar aponta que o caso mais emblemático envolve o Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru. Após 47 aditivos contratuais ao longo de uma década, o vínculo da unidade com a organização privada responsável pela gestão chegou ao limite legal e foi encerrado em novembro de 2025. Mesmo assim, o Governo do Estado manteve pagamentos de cerca de R$ 50 milhões durante dois meses sem contrato formal e, em seguida, assinou um novo contrato emergencial sem licitação no valor de R$143 milhões.

Esse não é um cenário pontual. “A mesma situação se repete nas UPAEs de Arcoverde, Serra Talhada, Belo Jardim, Salgueiro, Garanhuns e Afogados da Ingazeira”, denuncia. Na unidade de Arcoverde, diz que a gestão estadual teria mantido quase dez meses de pagamentos sem contrato, além de celebrar posteriormente novo vínculo emergencial sem concorrência pública.

“Não existe surpresa em contratos que vencem depois de dez anos. O Governo Raquel Lyra sabia exatamente o dia em que esses contratos acabariam. Se não houve licitação, foi por decisão política e administrativa. A pergunta que fica é: a quem interessa impedir a concorrência pública?”, declarou.

Na denúncia, o parlamentar também criticou a situação do Hospital Central de Paulista. Comprado pelo Governo do Estado em 2025 por cerca de R$ 170 milhões, com a promessa de funcionar como hospital de retaguarda, a unidade segue sem atendimento à população. “Mesmo assim, o Governo publicou no feriado de 1º de maio uma contratação emergencial sem licitação de R$ 68 milhões para gestão temporária da unidade por 180 dias”, denuncia.

“Depois de três anos sem construir uma nova UPA, o Governo agora tenta transformar usar contratos emergenciais sem licitação em modelo permanente de gestão até para abertura de novas unidades. O povo enfrenta teto desabando, elevador caindo, UTI sem climatização e profissionais denunciando abandono, enquanto milhões são gastos sem licitação. Isso precisa ser investigado com rigor”, afirmou.

O deputado informou que as representações protocoladas no Ministério Público e no TCE pedirão investigação imediata dos contratos, responsabilização dos gestores envolvidos e o afastamento da secretária estadual de Saúde.

“Estamos diante de uma possível improbidade administrativa, realizada com dolo, que drena recursos públicos da saúde e precariza ainda mais o atendimento da população pernambucana. Pernambuco não pode aceitar que contratos emergenciais virem instrumento de maquiagem administrativa e eleitoral”, concluiu.

Tragédia em Patos: a sociedade está doente

O blog tem uma linha editorial que evita espetacularizar violência. Não deixa de trazer informações policiais, mas evita dar um tom que exponha exageradamente. Noticiar suicídios,  por exemplo, estimula outros. E respeita quem tem ou quem mudou para esse perfil por acessos ou likes. Mas, espetacularizar violência gera violência. Só que é impossível não se […]

O blog tem uma linha editorial que evita espetacularizar violência.

Não deixa de trazer informações policiais, mas evita dar um tom que exponha exageradamente. Noticiar suicídios,  por exemplo, estimula outros.

E respeita quem tem ou quem mudou para esse perfil por acessos ou likes. Mas, espetacularizar violência gera violência.

Só que é impossível não se ater à tragedia familiar de Patos, que repercute em nossa região.

O policial militar Sargento Benedito Silva, conhecido por Bené, baleado em casa, confirmou que o próprio filho, um adolescente de 14 anos, atirou na mãe, no irmão de sete anos e depois no pai.

O crime ocorreu na tarde deste sábado (19), por volta das 15h, na Rua Oscar Torres, no Bairro da Maternidade, em Patos.

O motivo? O adolescente teve mais cedo uma desavença com o pai por conta de jogos de vídeo game conhecido por Roblox.

Roblox é um jogo para multijogadores baseado em mundo aberto, multiplataforma e simulação do multiverso, que permite a criação de mundos virtuais chamadas de experiências dentro da plataforma onde todos os outros jogadores podem interagir com essa experiência também.

Aparentemente,  o pai quis proibir ou impor horários dado o vício do filho por horas no jogo. Ou seja, a imposição do não de um pai para o filho adolescente pode ter gerado a revolta que o fez atirar contra a própria família por vingança.

Apesar da mobilização de viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), não havia o que ser feito: mãe e filho de sete anos foram mortos com tiros na cabeça.  O pai foi alvejado com um tiro no peito e, socorrido,  tem quadro de relativa estabilidade,  apesar da gravidade, a ponto de contar o que houve.

O jovem filho do casal foi apreendido e está sendo acompanhado. Deve responder com base no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O tema, sem entrar na dor específica dessa família,  levanta como estamos criando nossos filhos na geração dos games, em que o presente de uma criança que viraliza é um smartphone.  O uso do aparelho até coloca alguns pais na zona de conforto,  enquanto crianças são expostas a esse equipamento que interfere na mente até de adultos e “cria” nossos filhos.

E o poder do não perde força diante da permissividade perigosa do sim pra tudo.  Isso sem falar no fator social, onde crianças crescem sem referências famíliares. Se há dificuldade com ela, a família,  imagine sem. A sociedade está ainda mais doente.

Berg Gomes acusa Raquel Lyra de “ingrata e mesquinha”

O prefeito de Carnaíba,  Berg Gomes,  do PSB, acompanhou a devolução da caçamba, da F4000 e de outros veículos que estavam a serviço do município, cedidos pelo Governo do Estado. “Infelizmente, por determinação da governadora Raquel Lyra, esses equipamentos foram recolhidos. Uma decisão que, para nós, representa um ato de retaliação contra Carnaíba”, criticou. Esses […]

O prefeito de Carnaíba,  Berg Gomes,  do PSB, acompanhou a devolução da caçamba, da F4000 e de outros veículos que estavam a serviço do município, cedidos pelo Governo do Estado.

“Infelizmente, por determinação da governadora Raquel Lyra, esses equipamentos foram recolhidos. Uma decisão que, para nós, representa um ato de retaliação contra Carnaíba”, criticou.

Esses veículos eram usados para os serviços da Secretaria de Infraestrutura, especialmente agora, no período de estiagem, em barreiros, estradas e abastecimento de água. “Mesmo diante dessa decisão injusta, assumimos a responsabilidade de não prejudicar as famílias dos motoristas que operavam esses equipamentos”, acrescentou.

Berg disse que não haverá demissões. “Todos serão realocados para que continuem contribuindo com o município e mantendo seus empregos.Lamento profundamente que Carnaíba, um município com altos índices educacionais, reconhecido com selo ouro em transparência pela Atricon e que tantas entregas faz ao povo pernambucano, seja alvo de uma atitude tão mesquinha. Seguimos firmes, trabalhando com respeito, responsabilidade e compromisso com a nossa gente”.

Prefeituras recebem R$ 7 bilhões no primeiro FPM de janeiro

O primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), normalmente, representa quase metade da soma das três parcelas do mês, e o decêndio inicial de janeiro e inaugural de 2025 será de R$ 7.062.506.981,01 – menor que 2024. O montante enviado aos cofres públicos municipais, ao longo desta sexta-feira, 10, fica no valor de […]

O primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), normalmente, representa quase metade da soma das três parcelas do mês, e o decêndio inicial de janeiro e inaugural de 2025 será de R$ 7.062.506.981,01 – menor que 2024.

O montante enviado aos cofres públicos municipais, ao longo desta sexta-feira, 10, fica no valor de R$ 5.650.005.584,81 por conta da retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Parte da arrecadação nacional com os Impostos de Renda e Sobre Produtos Industrializados (IR e IPI), entre os dias 20 e 30 de dezembro passado, a primeira transferência do fundo será 4,19% menor, comparado com os R$ 7,371 bilhões destinados aos governo locais, no mesmo período de 2024. A partir dos dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), os economistas da Confederação Nacional de Municípios (CNM) apontam redução ainda maior, considerando a inflação (–7,74%). 

O resultado acende o sinal de alerta, uma vez que o primeiro FPM de 2024 foi 13,52% maior que o valor enviado às prefeituras no dia 10 de janeiro de 2023. Todavia, segundo levantamento serial da CNM, a arrecadação do IR e IPI aumentou R$ 5,99 bilhões nos últimos dez dias de dezembro de 2024, mas não o suficiente para superar os repasses de 2023.

Redução de 76%

“O principal fator para crescimento da arrecadação foi o IRPJ [imposto de renda de pessoa jurídica] que, no mesmo período do ano de 2023, teve saldo negativo, já em 2024, a arrecadação ultrapassou os R$ 13,66 bilhões”, explica o levantamento da entidade. Na contramão, mais de 76% da base de cálculo do FPM estão concentrados nas arrecadações do IRPJ e do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), nas modalidades de rendimento do trabalho e do capital. Essa última teve retração de 56,5%, reduzindo de R$ 23,49 bilhões para R$ 10,22 bilhões. 

Diante dos desafios do primeiro ano de mandato do poder municipal, das incertezas fiscais do Brasil e da alta do dólar, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, recomenda planejamento na aplicação dos recursos. Os decêndios do FPM podem apresentar sazonalidades ao longo do mês e, uma vez que os planos orçamentários foram definidos com base nos resultados anteriores, espera-se que o bom desempenho do fundo, conferido nos últimos anos, se mantenha. A orientação é de cautela na expansão dos gastos e/ou investimentos e o pleno controle das finanças. As informações são da Agência CNM de Notícias.