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Arcoverde abre convocatória para comércio temporário na Festa da Divina Misericórdia

Por André Luis

A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, lança nesta quinta-feira, dia 22 de março, o período de inscrições para interessados em promover atividades temporárias de comércio, durante a Festa da Divina Misericórdia. O evento de tradição religiosa no município acontece entre os dias 05 e 08 de abril, no Santuário da Divina Misericórdia, localizado no distrito de Serra das Varas, a 15 km do centro da cidade.

A inscrição pode ser realizada, conforme todos os itens exigidos pelo Edital, disponível no site da Prefeitura de Arcoverde, até o dia 02 de abril. Presencialmente: na sede da Rádio Agnus Dei, localizada na Av. José Bonifácio, 42-54, no bairro do São Cristóvão; ou na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, que fica na Rua Barbosa Lima, s/n°, no centro da cidade. Online, através do e-mail: [email protected] .

Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas sobre o processo de convocatória, está disponível pela coordenação geral do evento o telefone: (87) 3821-9019.

Outras Notícias

Tabira: Missa do Poeta resiste com poesia e tradição

Polêmicas sobre a falta de maior investimento público das esferas municipal, estadual e federal a parte, pode-se dizer que a força cultural de Tabira, a articulação com artistas da região e a organização do evento salvaram a Missa do Poeta em sua 30ª edição em Tabira. O evento , homenagem a Zé Marcolino, foi organizado […]

Foto: Wellington Júnior

Polêmicas sobre a falta de maior investimento público das esferas municipal, estadual e federal a parte, pode-se dizer que a força cultural de Tabira, a articulação com artistas da região e a organização do evento salvaram a Missa do Poeta em sua 30ª edição em Tabira.

O evento , homenagem a Zé Marcolino, foi organizado pela APPTA, Associação dos Poetas e Prosadores do município e durou três dias.

Este ano o evento organizado homenageou também o poeta Walter Marcolino.

Nos três dias de programação, com a maior parte das atividades na Praça Gonçalo Gomes, houve apresentações de artistas de toda a região.

Nomes como Sevi Nascimento, Chico Arruda, Lindomar Souza, BKL, Lula Sabiá, Xaxado Cabras de Lampião, Assisão e a dupla Denílson Nunes e Adelmo Aguiar subiram ao palco.

Houve ainda Chá Poético na Escola Carlota Breckenfeld, o 13º Festival de Violeiros Poeta Zé Liberal, o 9º Encontro de Sanfoneiros, 21ª Mesa de Glosas, 6º Recital Feminino e lançamentos do Livro de Luiz Nunes, Juscelino: vida obra e verso.

Expoentes da cultura tabirense e da APPTA como Dedé Monteiro, Genildo Santana, Verônica Sobral, Adeval e Elizângela Soares e o próprio Sebastião Dias participaram da missa tradicional, presidida pelo padre Aldo Guedes.

‘Revogaço’ desenhado por equipe de Lula esbarra em negociação com Congresso

Debatida antes mesmo da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, a lista de revogações de medidas adotadas pelo governo Jair Bolsonaro abrange áreas como desarmamento, educação, saúde, ambiente e economia.  São regras editadas ao longo dos últimos quatro anos que, a partir de 2023, podem ser anuladas ou substituídas com uma canetada do presidente […]

Debatida antes mesmo da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, a lista de revogações de medidas adotadas pelo governo Jair Bolsonaro abrange áreas como desarmamento, educação, saúde, ambiente e economia. 

São regras editadas ao longo dos últimos quatro anos que, a partir de 2023, podem ser anuladas ou substituídas com uma canetada do presidente eleito. A extensão do “revogaço”, porém, dependerá de negociação com o novo Congresso.

Parlamentares de oposição querem ser chamados para tratativas. Em café da manhã na casa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), na quarta-feira passada, integrantes da chamada “bancada da bala” disseram que estão atentos à pretendida mudança na política armamentista de Bolsonaro. Eles ameaçam resistir.

“Não será da maneira como Lula acha que vai (ser). Temos um Congresso conservador e não vai prosperar um revogaço”, afirmou o deputado federal eleito Alberto Fraga (PL-DF), político próximo de Bolsonaro que volta à Câmara na próxima legislatura.

O encontro dos deputados com Lira ocorreu horas antes de o presidente da Câmara se reunir com Lula. O petista passou a semana em Brasília em articulações para construir a base do governo. Lula conversa com líderes do MDB, PSD e União Brasil para tentar atraí-los e anunciou apoio à reeleição de Lira, o que abre diálogo também com o PP. Leia a reportagem completa do Estadão clicando aqui. 

Augusto César protesta contra venda de terreno destinado a distrito industrial de Serra Talhada

A possibilidade do Governo do Estado vender o terreno onde seria instalado o distrito industrial de Serra Talhada motivou protesto do deputado Augusto César (PTB), durante a Reunião Plenária desta segunda (2). A área de 231 hectares foi desapropriada em 2012 pelo então governador Eduardo Campos. “Apos uma luta de 20 anos para viabilizar esse […]

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A possibilidade do Governo do Estado vender o terreno onde seria instalado o distrito industrial de Serra Talhada motivou protesto do deputado Augusto César (PTB), durante a Reunião Plenária desta segunda (2). A área de 231 hectares foi desapropriada em 2012 pelo então governador Eduardo Campos.

“Apos uma luta de 20 anos para viabilizar esse espaço voltado à industrialização de Serra Talhada, fomos surpreendidos com a informação de que o Executivo irá vender o terreno para pagar as contas do Estado”, relatou o parlamentar.

“Quero registrar minha indignação com essa decisão, e faço uma apelo para que ela seja revista pelo governador Paulo Câmara”, declarou o petebista. Para Augusto César, não é justo que uma cidade que se tornou um polo da educação e da saúde no Sertão perca um distrito industrial.

Consórcio responsável por Barragem da Ingazeira anuncia aviso prévio a trabalhadores

Por Joel Gomes* O que nos resta de esperanças deságua, mais uma vez, na paralisação das Obras da Barragem de Ingazeira a partir de amanhã. Sob a alegação de não terem recebido nenhum repasse do DNOCS, referente aos recursos sobre a execução física das obras, chega aos ouvidos dos funcionários das empresas consorciadas que constroem […]

imagesPor Joel Gomes*

O que nos resta de esperanças deságua, mais uma vez, na paralisação das Obras da Barragem de Ingazeira a partir de amanhã.

Sob a alegação de não terem recebido nenhum repasse do DNOCS, referente aos recursos sobre a execução física das obras, chega aos ouvidos dos funcionários das empresas consorciadas que constroem a Barragem de Ingazeira que estão todos de Aviso Prévio e que será pedida suspensão das obras pelas empresas.

Toda a documentação necessária para assinaturas dos empregados está sendo preparada no Recife e ainda esta semana chegará no canteiro de obras para ciência de cada trabalhador.

É preciso que o DNOCS se pronuncie sobre este fantasma da paralisação que assombra a todos nós e diga em alto e bom som: o que está havendo? O que diz o Ministério da Integração Nacional?

Uma obra com 70% já realizada que suprirá as nossas demandas de água e produção alimentar, que acalenta os nossos sonhos desde 1941, vai parar?

Espero, sinceramente, o empenho de todas as autoridades e políticos de Pernambuco, municiados das respectivas competências, especificamente aqueles que foram votados na região do Alto Pajeú  e seus respectivos manifestos em favor da Barragem de Ingazeira.

* Joel Gomes  é vereador de Tuparetama

Maia se desculpa por acusar governo de tratar deputados como ‘palhaços’

G1 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu desculpas no plenário, no fim da tarde desta quarta-feira (5), por ter pedido mais cedo que o governo não tratasse os deputados como “palhaços”. Maia deu a declaração depois de o líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), ter afirmado que ainda não há […]

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu desculpas no plenário, no fim da tarde desta quarta-feira (5), por ter pedido mais cedo que o governo não tratasse os deputados como “palhaços”.

Maia deu a declaração depois de o líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), ter afirmado que ainda não há consenso entre os partidos da base acerca do projeto que altera a lei sobre repatriação de recursos no exterior não declarados à Receita, que tem sido discutida há semanas e pode ser votada na Casa ainda nesta semana.

“Quero dizer o seguinte: se essa arrecadação [com os impostos recolhidos sobre os bens repatriados] vier abaixo do que está se esperando, o governo não vai fechar a conta e vai ficar com a conta aberta. Estou dizendo explicitamente: o grande conflito era foto ou filme. Agora, o governo quer de novo filme. Então, não trate a gente como palhaço”, afirmou.

No plenário, enquanto presidia a sessão desta quarta, Maia pediu desculpas pela declaração e disse que reagiu daquela maneira porque tinha recebido uma informação errada sobre o governo ter recuado das mudanças no texto da repatriação.

Ele afirmou que as palavras estavam “fora do tom” e não foram “adequadas”. “Quero aproveitar a oportunidade para me desculpar pelas minhas palavras de hoje mais cedo. Elas não foram adequadas. Eu recebi uma informação que não foi a correta e reagi da forma que eu reagiria se ela tivesse sido a correta”, afirmou.

E acrescentou: “Felizmente, a informação que eu recebi não foi correta. O erro foi meu e eu peço, de público, desculpas pela minha palavra fora do tom por um motivo que não existiu. Se tivesse existido, sem dúvida nenhuma eu a usaria”.

Maia fez o pedido de desculpas depois que o deputado Sílvio Costa (PTdoB-PE), crítico do governo Temer, elogiar o presidente da Câmara pela declaração sobre os “palhaços”.

“Eu queria parabenizar vossa excelência por sua postura altiva, como deve se comportar um presidente de um parlamento. Vossa Excelência foi muito correto, muito duro com o presidente Michel Temer, que realmente está querendo tratar a maioria dos parlamentares como palhaços”, disse Costa.

Na tentativa de desfazer o mal-estar, Maia divulgou ainda uma nota em que reitera que deu a declaração com base em uma informação “que não estava correta” e reagiu de “forma inadequada”.