Apostando em Miguel, Bezerra Coelho defende mais de uma candidatura da oposição no primeiro turno
Por Nill Júnior
O Senador Fernando Bezerra Coelho deu uma entrevista a Tony Alencar e Karen Diniz na Cultura FM.
Ao Sertão Notícias, comentou o mal estar ao ser rifado pelos próprios governistas como líder do governo Bolsonaro à indicação do TCU.
O governo se empenhou pela indicação de Antonio Anastasia, impondo uma derrota histórica ao líder sertanejo.
“Fui surpreendido. Se comunicado fosse faria uma reavaliação sobre a postulação. Houve uma indelicadeza. O governo fez um acordo com o presidente do Senado (Rodrigo Pacheco), para emprestar o apoio da base governista ao seu candidato e não teve a elegância para me comunicar e a gente fazer uma avaliação mais correta”. E tratou o episódio como página virada.
O Senador confirmou que não disputa cargo eletivo este ano e que sua missão é ajudar no projeto de fazer o filho Miguel Coelho governador do estado. Ele defendeu a gestão Miguel em Petrolina e sua aprovação pelo Instituto Ipespe.
Fernando garantiu que o emedebista é candidatíssimo, mas não criticou os projetos de Raquel Lyra e Anderson Ferreira. Ao contrário, criticou Paulo Câmara. “Há um sentimento de frustração e decepção. Paulo Câmara foi nosso governador por dois mandatos, mas a população sente que as entregas foram poucas”.
Sobre estratégia, disse que a oposição só ganhou quando se dividiu, citando a vitória de Eduardo Campos – então oposição em 2006 – quando ele e Humberto enfrentaram o grupo de Jarbas. No segundo turno Campos bateu Mendonça Filho. Fernando defende mais de uma candidata da oposição e todos unidos com quem estiver no segundo turno.
Sobre disputa presidencial, disse que as pesquisas sugerem uma polarização entre Lula e Bolsonaro, mas disse que não está descartado o crescimento de uma terceira via, citando nomes como Simone Tebet e Rodrigo Pacheco.
Bezerra esteve nos estúdios com o médico Waldir Tenório, o vereador Zé Raimundo e o ex-candidato a prefeito Marquinhos Dantas. Marquinhos já confirmou apoio a Antonio Coelho. Eles podem seguir o rumo da oposição na disputa estadual.
FNE será coordenado pelo pernambucano Heleno Araújo O Ministro da Educação, Camilo Santana, assinou portaria para recomposição do Fórum Nacional de Educação (FNE). Em reconhecimento à importância do Fórum no projeto de reconstrução da educação brasileira, o Ministro também assinou portaria que inclui o FNE entre as instâncias responsáveis pela coordenação do processo de avaliação […]
FNE será coordenado pelo pernambucano Heleno Araújo
O Ministro da Educação, Camilo Santana, assinou portaria para recomposição do Fórum Nacional de Educação (FNE). Em reconhecimento à importância do Fórum no projeto de reconstrução da educação brasileira, o Ministro também assinou portaria que inclui o FNE entre as instâncias responsáveis pela coordenação do processo de avaliação e restruturação da política nacional de ensino médio.
A recomposição do Fórum Nacional de Educação foi anunciada por Camilo Santana em solenidade na sede do Ministério da Educação (MEC), na tarde desta sexta-feira (17).
O ato de assinatura reuniu a senadora Teresa Leitão; a ministra dos Povos Indígenas do Brasil, Sônia Guajajara; o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo; a secretária-executiva do MEC, Izolda Cela; e o secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino do Ministério, Maurício Holanda Maia.
Em sua fala, Camilo Santana afirmou que o Ministério da Educação quer contar com a participação dos movimentos sociais, e com o Fórum Nacional de Educação, para construir uma nação mais soberana, fraterna e justa.
“A reconstrução desse Fórum é um momento importante. O MEC está de portas abertas para ouvir, dialogar, aprender, construir conjuntamente. Só de mãos dadas, e por meio do fortalecimento da Educação, a gente vai conseguir construir um Brasil forte, soberano, fraterno e justo”.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e coordenador do FNE, o pernambuco Heleno Araújo, destacou a assinatura da portaria como um momento histórico.
“O ministro Camilo Santana assumiu o compromisso de recompor o Fórum Nacional de Educação. Esse compromisso é importante para reconstruirmos o Brasil e as políticas educacionais. Vamos juntos debater, discutir e construir os rumos que queremos para a educação em nosso país”, afirmou.
A senadora Teresa Leitão usou as suas redes sociais para comemorar a recomposição e a coordenação do Fórum.
“Eu tinha certeza que esse dia chegaria: a recomposição do Fórum Nacional de Educação, novamente espaço de participação popular. É um dia histórico. Parabenizo a recondução do pernambucano Heleno Araújo como coordenador do FNE. Somos conterrâneos na terra e na luta”, postou a senadora.
FNE – o Fórum Nacional de Educação (FNE) é um espaço de interlocução entre a sociedade civil e o Estado brasileiro; uma reivindicação histórica da comunidade educacional e fruto de deliberação da Conferência Nacional de Educação (Conae) de 2010. De caráter permanente, o Fórum foi criado pela Portaria 1.407/2010, e instituído por lei com a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE).
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), entregou nesta quarta-feira (29) à CPI da Pandemia um parecer do jurista Ives Gandra Martins que afasta a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro na disseminação da Covid-19, refuta a tese de exercício ilegal da medicina e rebate a hipótese de ato de improbidade administrativa na […]
O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), entregou nesta quarta-feira (29) à CPI da Pandemia um parecer do jurista Ives Gandra Martins que afasta a responsabilidade do presidente Jair Bolsonaro na disseminação da Covid-19, refuta a tese de exercício ilegal da medicina e rebate a hipótese de ato de improbidade administrativa na gestão da pandemia.
“Na verdade, a enumeração das supostas infrações que teriam sido cometidas pelo Presidente da República se resume numa coletânea de matérias jornalísticas, contendo apenas opiniões publicamente emitidas pelo Presidente, mas não atos administrativos, decisões ou determinações oficiais. Pode-se até verberar as opiniões como imprudentes ou desabridas, mas não deixam de ser simples opiniões, amparadas pela liberdade de manifestação, assegurada pelo art. 220 da Constituição Federal”, diz o parecer, elaborado por Ives Gandra e outros três juristas a pedido do líder do governo.
O documento considera “fantasioso” responsabilizar alguém pela disseminação da Covid-19 e defende que a participação do presidente em eventos públicos não configura tentativa de expor a vida e a saúde dos brasileiros a perigo direto e iminente. “Em nenhuma dessas ocasiões se mostra possível identificar o elemento dolo na conduta do Presidente da República, nem o viés de promover reuniões com o objetivo precípuo de colocar em risco a vida e a saúde de outrem. Não ficou comprovada, em nenhuma circunstância, que o Presidente da República tenha promovido reuniões com a finalidade precípua de frustrar ordens legais ou para fomentar a difusão da Covid-19.”
Na avaliação dos juristas, a opinião do presidente Bolsonaro sobre imunidade de rebanho ou tratamento precoce não constitui prática de crime contra a saúde pública, exercício ilegal da medicina ou charlatanismo.
“Tem-se que as manifestações do Presidente da República sobre qualquer assunto, inclusive, sobre a eficácia de medicamentos ou efeito rebanho se inserem integralmente na proteção constitucional da liberdade de expressão do pensamento e não podem, sob hipótese alguma serem criminalizadas. Nesse sentido, qualquer tentativa de atribuir crime contra a humanidade às falas do Presidente da República é criminalizar a opinião e aniquilar a liberdade de expressão.”
Ainda de acordo com o parecer, por força da decisão do Supremo Tribunal Federal, o papel da União no combate à pandemia ficou bastante reduzido. O documento lembra que o presidente está sujeito a julgamento por duas diferentes modalidades de crimes: infrações penais comuns e crimes de responsabilidade. Nos dois casos, alertam os juristas, é absolutamente imprescindível a observância da garantia do devido processo legal.
O Promotor de Justiça Dr. Lúcio Luiz, na condição de Coordenador do Ministério Público na 3ª Circunscrição, compareceu, à solenidade de inauguração da 1ª fase da 2ª Etapa da Adutora do Pajeú (Afogados da Ingazeira-Itapetim), realizada em São José do Egito. Ele levou documento para o Presidente Jair Bolsonaro, contendo cinco pleitos que, segundo ele, […]
O Promotor de Justiça Dr. Lúcio Luiz, na condição de Coordenador do Ministério Público na 3ª Circunscrição, compareceu, à solenidade de inauguração da 1ª fase da 2ª Etapa da Adutora do Pajeú (Afogados da Ingazeira-Itapetim), realizada em São José do Egito.
Ele levou documento para o Presidente Jair Bolsonaro, contendo cinco pleitos que, segundo ele, acenam para a estruturação, desenvolvimento e emancipação produtiva para essa região.
Dr. Lúcio concedeu entrevista hoje à Rádio Pajeú onde esclareceu que esses pleitos fazem parte de uma construção coletiva realizada anteriormente por diversas instituições que tem se articulado com o Ministério Público pensando os problemas da região e propondo soluções. Destacou, ainda, que ninguém faz nada sozinho e buscará manter essa mesma articulação com as organizações da Sociedade Civil e os representantes do Poder Político, Prefeitos, Vereadores e Deputados votados na região para realizar o acompanhamento dos pleitos encaminhados ao Presidente.
Lembrou, por fim, que vem acompanhando o projeto da Adutora desde o início tendo ido várias vezes a Brasília, bem como realizado reuniões de monitoramento da obra na Sede do Ministério Público.
Os cinco pleitos apresentados foram os seguintes:
1) continuidade da obra da Adutora do Pajeú com a viabilização do acesso a água dos municípios de Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, Brejinho e Solidão, dando sequência ao abastecimento até os municípios da Paraíba constantes do projeto;
2) trazer a divisão de Engenharia de Construção do Exército para a região do Pajeú (articulação já iniciada com o Comando Militar do Nordeste) para a construção de estradas e realização de obras de infraestrutura hídrica (poços e barrragens), com ;
3) conclusão da Ferrovia Transnordestina com ramal de acesso ao Pajeú;
4) apoio ao Projeto de criação da Zona Franca do Semi-árido, contemplando essa região;
5) apoio à Estruturação da Cadeia da Caprinocultura de Leite no Pajeú, viabilizando o cumprimento da Lei nº13.789/2019, sancionada pelo Presidente ano passado, que aumentou a cota diária por produtor, garantindo pagamento em dia; estruturação do laticínio da Cooperativa de Caprinocultores do Pajeú para obtenção do SIF, condição de processamento de leite em pó e apoio à exportação.
Diante das limitações do Cerimonial da Presidência da República, o Promotor repassou as duas vias do documento para serem entregues pelo Senador Fernando Bezerra Coelho, que se comprometeu em protocolar formalmente e repassar para o Presidente. “Mas foi importante aproveitar essa oportunidade simbólica de ter o Presidente da República no solo do Pajeú e deixar vivas e renovadas questões da maior relevância que podem transformar vida desse povo Sertanejo”, completou o Promotor Lúcio.
Na sequência, o Promotor teve contato pessoal com o novo Diretor Regional do DNOCS em Pernambuco, Coronel Edilson Monteiro, velho conhecido que já trabalhou no MPPE e com o Diretor Geral, Fernando Leão, falando sobre o pleito de água para Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde, que importa em 20 milhões de reais e está fora da liberação anunciada. Também conversaram sobre o pleito de água para Solidão, que sequer tem projeto elaborado, mas que ficou o compromisso do Diretor Geral, mandar elaborar para depois irem atrás do recurso.
Finalmente, no mesmo evento, o Promotor Lúcio se encontrou novamente com a Secretária Estadual de Infraestrutura, Fernandha Batista, tendo sido retomada a discussão iniciada em Recife, juntamente com outros Promotores da região, Romero Borja e André Ângelo, antes da pandemia, sobre a necessidade urgente de reestruturação de estradas do Pajeú, como a PE-275, com novo pavimento, sinalização e acostamento, além da retomada da articulação para trazer a Engenharia de Construção do Exército para fazer estradas no Pajeú, esse que também, foi um dos cinco pleitos apresentados ao Presidente.
“Temos que somar forças e lutar por todas essas questões que podem mudar de forma definitiva a realidade dessa região do Pajeú”, concluiu o Promotor Lúcio Luiz.
Termina nesta terça (4) a Hairnor 2024, a maior feira do segmento de beleza do Nordeste, e uma das maiores do Brasil. Tendências em produtos, novidades em procedimentos estéticos e as maiores marcas, os melhores profissionais do segmento de beleza estão presentes no centro de convenções de Pernambuco, em Olinda. A Prefeitura de Afogados garantiu […]
Termina nesta terça (4) a Hairnor 2024, a maior feira do segmento de beleza do Nordeste, e uma das maiores do Brasil.
Tendências em produtos, novidades em procedimentos estéticos e as maiores marcas, os melhores profissionais do segmento de beleza estão presentes no centro de convenções de Pernambuco, em Olinda.
A Prefeitura de Afogados garantiu as condições logísticas para que empreendedores do segmento de beleza que atuam no município pudessem participar da Hairnor.
A Prefeitura disponibilizou, gratuitamente, um ônibus e um microônibus, para que 78 profissionais do segmento pudessem participar do evento.
“Este evento não apenas proporcionou uma oportunidade única para nossos profissionais da beleza se capacitarem e se atualizarem com as últimas tendências e técnicas do mercado, mas também permitiu que eles fizessem importantes conexões e adquirissem os melhores produtos para aprimorar seus serviços. A HairNor é mais do que uma feira, é um espaço de aprendizado, networking e crescimento profissional para todos os participantes”, destacou o secretário de administração e desenvolvimento econômico, Ney Quidute.
Evidências de crime na pandemia Pra quem tem juízo, bom senso, equilíbrio, sem paixões, não precisa desenhar o buraco em que nos metemos com a demora em adquirir vacinas pelo governo Bolsonaro. Os depoimentos colhidos na CPI mais as falas colocadas em contexto temporal de Bolsonaro, Pazuello, Mayra Pinheiro e cia só atestam o óbvio. […]
Pra quem tem juízo, bom senso, equilíbrio, sem paixões, não precisa desenhar o buraco em que nos metemos com a demora em adquirir vacinas pelo governo Bolsonaro.
Os depoimentos colhidos na CPI mais as falas colocadas em contexto temporal de Bolsonaro, Pazuello, Mayra Pinheiro e cia só atestam o óbvio. O governo apostou na teoria do agora desaparecido Osmar Terra, aquele que disse em março do ano passado que a pandemia “só mataria 2 mil pessoas” no Brasil, da imunidade de rebanho.
Tal qual é chamada a sua claque, como gado, achava que ganharíamos imunidade natural. Somando à falácia da eficiência da hidroxicloroquina, ivermectina e outros placebos, ignorados pelo mundo, mais a ineficiência do ciclo Pazuello e as negativas evidenciadas da aquisição de vacinas, chegamos ao caldeirão das 450 mil mortes.
O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, pôs a pá de cal no que já não tinha defesa: afirmou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid que o Brasil poderia ter sido o primeiro país do mundo a começar a vacinação se a instituição não tivesse tido entrave nos contratos com o Ministério da Saúde.
Covas e sua equipe coordenaram os testes e produção da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e testada no Brasil pelo Instituto Butantan. Os testes da vacina no país começaram em julho de 2020 em seis Estados, além do Distrito Federal.
A primeira oferta de vacinas ao Ministério da Saúde, disse Covas, foi feita em julho de 2020. Nesse momento, foram ofertadas 60 milhões de doses que poderiam ser entregues ainda no último trimestre de 2020. Segundo Covas, não houve uma resposta positiva. O contrato com o Ministério da Saúde foi fechado apenas em janeiro de 2021.
Agora, com a nova variante da Índia, sabe-se lá onde vai parar essa carnificina. Assistimos americanos liberados das máscaras em alguns estados, reabertura de atividades, shows e jogos com público em parte da Europa. Aqui, o epicentro mundial da pandemia. E assim seguimos, morrendo sem ar e sem forças para gritar contra tamanha tragédia humana.
Aviso aos navegantes e ignorantes, isso não tira a cobrança a quem eventualmente recebeu e não aplicou corretamente recursos contra a pandemia. Onde existirem, que paguem com todo o rigor da lei. Mas mirar neles e esquecer os absurdos propagados pelo presidente e seus seguidores, a “prevaricada” de quem ignorou as várias ofertas de vacinas que poderiam ter reduzido em 50% as mortes se somadas a medidas de isolamento nunca estimuladas é impossível.
No momento em que mais precisamos de liderança, ignorância. Quando mais necessitamos de apoio, abandono. Quando mais gritamos por ciência, negacionismo. Quando mais apelamos pelo direito à vida, genocídio…
Virado
No dia em que o prefeito Sávio Torres avaliava os cem dias na Rádio Cidade FM, o vice, Diógenes Patriota, fazia sua própria prestação de contas em um carro de som na cidade, a ponto de um aliado pedir uma pausa pra população ouvir o gestor. Só mais uma prova de que Diógenes já anda, pensa, come e dorme pensando em 2024…
Segundou
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, com quase 76 anos, tomou a segunda dose da vacina AstraZeneca. Aproveitou e comemorou nas redes sociais.
Sufoco
Segundo Anchieta Santos com base em informações de familiares, o médico João Veiga, voz a favor do tratamento precoce passou maus bocados após contrair Covid-19. Familiares chegam a falar em “travessia de uma tempestade”, com suporte de aparelhos, perda de sete quilos e complicações, fazendo fisioterapia respiratória. Mas ainda assim, mantém a postura anti-ciência nas redes. Uma pena.
Despronunciamento
Pela primeira vez na história, o aniversário de Emancipação Política de Tabira não teve uma entrevista ou pronunciamento oficial de Chefe do Executivo. Nenhuma novidade, já que Nicinha Melo foi a primeira prefeita da história a ser eleita sem dar nenhuma declaração que não tenha sido treinada, decorada e mal executada. O povo que quis.
Dúvida ativa
O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, que analisa números de Covid na região questionou a testagem recente nas principais cidades, sugerindo subnotificação na gestão Márcia Conrado. Em 25/5, Afogados tinha 231 casos ativos. Serra, com o dobro da população, só 170.
Paz que dão pra Chico…
É simples diferenciar: a PM que permite protestos a favor do presidente Bolsonaro em Boa Viagem, não poderia atirar bombas de efeito moral, spray de pimenta e balas de borracha nos grupos que protestaram contra o presidente no centro do Recife ontem. Nos dois casos, a regra é a democracia.
No olho da liberdade
Daniel Campelo da Silva, 51 anos, nada tinha a ver com o protesto contra o presidente. Atingido por um tiro de bala de borracha da PM, segundo familiares, perdeu o globo ocular.
João vai falar
Às dez da manhã o blog publica uma entrevista exclusiva com o Presidente da Câmara de São José do Egito, João de Maria. Único spoiler, ele continua irredutível e não dá prazo para votar o projeto que cria uma Autarquia para gerir a previdência no município.
Frase da semana: “Repudiamos todo ato de violência, de qualquer ordem ou origem”.
Do governador Paulo Câmara, garantindo apurar excessos da PM contra manifestantes anti bolsonaristas em Recife, em episódio de repercussão nacional.
Você precisa fazer login para comentar.