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Após piora, Agnaldo Timóteo é internado no Hospital das Clínicas em São Paulo

Por Nill Júnior

G1

O cantor Agnaldo Timóteo foi internado na manhã deste sábado (8) na UTI do Hospital das Clínicas de São Paulo, logo após chegar de Salvador, onde estava internado no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) desde o dia 21 de maio devido a um acidente vascular cerebral (AVC).

Em nota, a família do cantor afirmou: “A decolagem foi por volta as 7h20 e devido aos riscos do transporte, ele foi entubado e colocado em respiração por aparelhos. Queremos agradecer a toda equipe do Hospital Geral Roberto Santos ( HGRS ) que nos deram toda a atenção e comodismos possível”.

O Hospital das Clínicas confirmou que o cantor foi internado por volta das 11h, e passaria, em seguida, por uma avaliação médica.

Na sexta-feira (7), ele teve um “retrocesso do padrão neurológico” e, por conta disso, passou a realizar ventilação por máscara pressurizada. A assessoria do HGRS informou que o quadro era crítico.

Ainda na sexta-feira, o hospital em Salvador disse que, com a piora no quadro clínico do artista após “curva progressiva de melhora”, poderia haver necessidade de retorno à respiração por aparelhos, o que ocorreu na manhã deste sábado para transferência do artista para a capital paulista.

Márcio, o filho do cantor, disse que, na quinta (6), o pai estava normal, feliz e falando normalmente, mas contou que, na sexta, Agnaldo acordou debilitado e sentindo falta de ar.

“Ontem ele estava bem, estava respondendo bem, mas hoje acordou para baixo. Estava respirando com dificuldades, o semblante bem para baixo”, disse Márcio.

Na quinta-feira, o Hospital Roberto Santos informou que Agnaldo Timóteo estava em uso de antibióticos fortes para combater infecções. A unidade disse, no entanto, que a idade avançada e doença associadas poderiam justificar a fragilidade imunológica e recorrência de infecção enquanto ele esteve no hospital.

Outras Notícias

Prefeitura iniciou desinfecção de ruas em Afogados

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira iniciou ontem (01) a desinfecção de ruas no município. Com bombas costais, e usando o produto químico FarmaseptPlus, equipes da Secretaria de Saúde iniciaram o trabalho pela Rua Manoel Borba, onde funcionam bancos, lotérica, farmácias e supermercados, estabelecimentos cujo funcionamento está autorizado. Foram desinfectadas também a Rua Barão de […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira iniciou ontem (01) a desinfecção de ruas no município.

Com bombas costais, e usando o produto químico FarmaseptPlus, equipes da Secretaria de Saúde iniciaram o trabalho pela Rua Manoel Borba, onde funcionam bancos, lotérica, farmácias e supermercados, estabelecimentos cujo funcionamento está autorizado.

Foram desinfectadas também a Rua Barão de Lucena, no trecho dos açougues, e o beco das lojinhas do “Paraguai”. Nesse primeiro momento serão desinfectadas as ruas do Centro e entorno da Praça Arruda Câmara, que também possuem estabelecimentos autorizados a funcionarem.

Iguaracy: Irah Cadeira vai abrilhantar São João do Gonzagão

A forrozeira Irah Caldeira vai abrilhantar o Forró do Gonzagão em Iguaracy. A artista com grande identidade sertaneja foi confirmada pela Secretaria de Cultura e Esportes do município, em parceria com a Fundarpe. Outras atrações que se somarão à festa serão Forró do Matulão, Acorde matuto e Caio e Guilherme. As quatro atrações estarão se […]

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A forrozeira Irah Caldeira vai abrilhantar o Forró do Gonzagão em Iguaracy. A artista com grande identidade sertaneja foi confirmada pela Secretaria de Cultura e Esportes do município, em parceria com a Fundarpe.

Outras atrações que se somarão à festa serão Forró do Matulão, Acorde matuto e Caio e Guilherme. As quatro atrações estarão se apresentando no dia 24 dentro das festividades juninas tradicionais do município.

Dia 25, também na Praça Antonio Rabelo, Silvia Regina e Forró Estigado. Véspera de São Pedro, dia 28, no  Bairro Santa Ana, tem  Forró Pé de Serra. A programação ainda terá atrações nos em Irajaí, dia 22, com  Forró Pé de Serra e  Jabitacá, dia 23.

Saúde de Arcoverde intensifica Campanha contra o Sarampo para adultos

A Secretaria de Saúde de Arcoverde, através do Programa Nacional de Imunização – PNI Municipal, informa que está em Campanha contra o Sarampo para adultos na faixa etária entre os 20 e 49 anos, que ainda não foram vacinados. Nos dias 11, 12 e 13 de agosto, uma tenda ficará disponível na Praça da Bandeira […]

A Secretaria de Saúde de Arcoverde, através do Programa Nacional de Imunização – PNI Municipal, informa que está em Campanha contra o Sarampo para adultos na faixa etária entre os 20 e 49 anos, que ainda não foram vacinados.

Nos dias 11, 12 e 13 de agosto, uma tenda ficará disponível na Praça da Bandeira e para se vacinar, basta comparecer munido de RG e Cartão SUS. “Mesmo quem já tenha tomado a vacina contra o Sarampo e esteja com o seu calendário vacinal em dia, precisa se vacinar novamente nesta faixa etária dos 20 aos 49 anos”, ressalta a coordenadora do PNI Municipal, Cláudia Cunha.

O Sarampo é uma doença infecto contagiosa grave, causada por um vírus. Sua transmissão ocorre através das vias aéreas superiores (tosse, fala, espirros, gotículas salivares). Qualquer indivíduo que apresentar febre, coriza, conjuntivite e manchas pelo o corpo (exantemas), deve procurar os serviços de saúde para investigação e notificação do caso.

Chuvas devem banhar carnaval no Sertão. APAC emite alerta:

A partir deste 8 de fevereiro, a probabilidade de chuvas aumenta no semiárido da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará, marcando o início da estação chuvosa. A previsão da APAC indica mudança na condição do tempo neste Carnaval, o tempo deve ficar mais nublado com chuvas em várias regiões. Para o Sertão o […]

A partir deste 8 de fevereiro, a probabilidade de chuvas aumenta no semiárido da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará, marcando o início da estação chuvosa.

A previsão da APAC indica mudança na condição do tempo neste Carnaval, o tempo deve ficar mais nublado com chuvas em várias regiões.

Para o Sertão o tempo já modifica a partir da noite desta sexta-feira na Região do São Francisco, se estendendo para as outras regiões durante todo o sábado. As pancadas com intensidade de moderada a forte devem ocorrer no Sertão.

Esta tarde, nuvens carrecadas já circulam na região, como nesse registro, a partior de Afogados da Ingazeira.

No Litoral, as pancadas de chuvas com intensidade moderada devem ocorrer a partir da madrugada e ao longo do Sábado na Mata Norte e Região Metropolitana.

As demais regiões da Mata Sul e Agreste tem chance de chuva, porém, são mais isoladas e com intensidade menor, de fraca a moderada. É importante acompanhar as atualizações dia a dia no site e instagram da APAC.

“Não existe mais grupo de risco para a Covid-19”, afirmam especialistas 

Internação de jovens nas UTIs brasileiras atingiu recorde na pandemia. Em março, apenas 7% dos pacientes com Covid nas UTIs tinham mais de 80 anos, segundo levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib). Se na primeira onda de Covid-19 os idosos eram considerados o grupo de risco, após um ano de pandemia, o perfil […]

Internação de jovens nas UTIs brasileiras atingiu recorde na pandemia. Em março, apenas 7% dos pacientes com Covid nas UTIs tinham mais de 80 anos, segundo levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

Se na primeira onda de Covid-19 os idosos eram considerados o grupo de risco, após um ano de pandemia, o perfil mudou. Um levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) mostrou que, em março, 52% das internações nas unidades de terapia intensiva foram de pessoas com até 40 anos. A reportagem é de Mariana Garcia/G1.

Segundo três especialistas ouvidas pelo G1, no atual cenário da pandemia no Brasil, é correto falar que não temos mais grupos de risco para a doença, mas sim comportamento de risco.

“Em termos de adoecimento não existe mais grupo de risco. Hoje vemos um maior número de pessoas abaixo de 60, de 50 anos, sendo internadas. Isso ocorre muito por causa da exposição maior, quer seja para trabalho, quer seja nas reuniões e encontros”, explica Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Ethel Maciel, epidemiologista e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), reforça que todos estão em risco.

“Precisamos comunicar essa mudança no perfil dos pacientes com Covid-19. Com as novas variantes, os jovens estão adoecendo mais, estão internando mais, com a forma mais grave da doença, mesmo sem comorbidades”, alerta Ethel.

A infectologista do Hospital Emílio Ribas, Rosana Ritchmann, conta que, atualmente, atender pacientes com mais de 75 anos (grupo que já foi vacinado contra a Covid-19 no Brasil) é mais raro.

“Houve uma mudança muito grande na faixa etária. Hoje é exceção à regra eu atender pacientes acima de 75 anos. Os casos ainda existem, mas a imensa maioria dos pacientes dessa faixa acaba pegando a doença entre as doses de vacina”.

As especialistas explicam que as novas variantes promoveram uma mudança no perfil dos acometidos pela Covid-19. “Quando começaram a falar da variante na Inglaterra, eles notaram uma diferença no perfil. Pessoas mais jovens, inclusive crianças, adoecendo. Não tínhamos visto isso num primeiro momento”, diz Maciel.

Mas outros fatores podem ter colaborado para essa mudança, como o comportamento dos jovens na pandemia. “A variante pode ter sido um fator, mas quem está em contato com outras pessoas? Quem está no transporte público? Quem está trabalhando? Quem está indo para festas clandestinas? O jovem!”, alerta Richtmann.

A vacinação também pode ter ajudado para a alteração na faixa etária. Dados da Amib mostram que apenas 7% dos pacientes com Covid nas UTIs brasileiras em março tinham mais de 80 anos – uma queda de 42% na comparação com o acumulado dos três meses anteriores.

“Houve uma redução significativa na mortalidade nos idosos, principalmente nos que já completaram o esquema de vacinação. Ainda não zerou, porque alguns se contaminaram antes da proteção total, outros não tomaram a segunda dose ou não se vacinaram, mas mesmo assim houve uma diminuição muito expressiva da mortalidade neste grupo”, explica Stucchi.

Essa redução na mortalidade dos mais velhos reflete nos mais jovens. “Já estamos vendo uma diminuição de internação e óbitos no grupo que está sendo vacinado, o que aumenta a proporção de pessoas mais jovens internadas”, completa Maciel.

Vacinação e perfil dos prioritários

Mas se agora os jovens são os mais afetados, por que não iniciar a vacinação desse grupo? Maciel explica que o Brasil precisa finalizar a vacinação dos mais velhos, que foram os que mais morreram em todo o mundo desde o começo da pandemia.

“Precisamos finalizar a vacinação dos idosos e aí começaremos a vacinar o grupo mais jovem. Já vacinamos profissionais da saúde, de todas as idades. Também vamos começar a vacinar pessoas com comorbidades, a partir dos 18 anos, profissionais da educação, força de segurança, trabalhadores essenciais. A população mais jovem entrará nesses novos grupos”.

Stucchi lembra que os dados de mortalidade ainda têm um predomínio de pessoas acima de 60 anos (que ainda não foram vacinados no Brasil), mesmo com a redução.

“O objetivo da vacinação é diminuir a mortalidade, então você precisa vacinar primeiro quem morre mais. Quando pegamos os dados de mortalidade, pessoas com mais de 60 anos ainda estão no topo, assim como pessoas com comorbidades”.

“A letalidade dos idosos, se eles não tivessem vacinando, seria muito maior”, completa Richtmann. A infectologista explica que o mundo inteiro trabalhou com esses grupos prioritários.

“Nós temos que vacinar os idosos, pessoas com comorbidades, profissionais da educação, segurança, os motoristas de transporte público. Mesmo a gente vendo um número maior de jovens com a Covid-19 grave, isso não significa que eles têm um risco maior de morrer do que um doente renal crônico, por exemplo”.