Ao lado de joelson, Fabrizio Ferraz cumpre agenda em Calumbi
Por André Luis
O deputado estadual e candidato a reeleição, Fabrízio Ferraz (Solidariedade), cumpriu agenda em Calumbi, ao lado do prefeito Joelson.
No sábado (6), Fabrizio foi recepcionado na comunidade do Riachão, na casa da vice-prefeita, Cuca do Riachão e de seu esposo, o vereador Vanhim do Riachão.
A informação foi confirmada pelo prefeito Joelson em suas redes sociais.
Ferraz confirmou o apoio de Cuca, Vanhim e do vereador e presidente da Câmara Municipal Zé Luiz.
Segundo Joelson, também participaram do encontro o ex-candidato a prefeito de Flores pelo PT nas eleições de 2020, Onofre de Souza, vereadores e outras lideranças políticas.
“Sem dúvidas, um time preparado e compromissado com o trabalho”, destacou Joelson.
Em nota enviada ao blog, a Prefeitura de Solidão, diz que: através do Prefeito Djalma Alves e equipe da secretaria de finanças informam que está sendo realizado o pagamento dos servidores públicos municipais nesta sexta-feira (29). Os funcionários ativos e inativos (aposentados e pensionistas) recebem nesta sexta. Os contratados até dia 03 de junho – […]
Em nota enviada ao blog, a Prefeitura de Solidão, diz que: através do Prefeito Djalma Alves e equipe da secretaria de finanças informam que está sendo realizado o pagamento dos servidores públicos municipais nesta sexta-feira (29).
Os funcionários ativos e inativos (aposentados e pensionistas) recebem nesta sexta. Os contratados até dia 03 de junho – data em que todos os pagamentos serão efetuados.
Em nota a Prefeitura diz que “a gestão Djalma Alves visa sempre pagar aos servidores sempre no mês trabalhado. O gestor tem um estratégico planejamento financeiro e vem mostrando credibilidade aos solidanenses. O pagamento em dia do servidor público municipal é uma das marcas da gestão”.
Um dia após a revogação da censura a sites que reproduziram um documento da Lava Jato com citação ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, as reações agora são contra o próprio inquérito que apura ofensas contra ministros do STF. Em entrevista nesta sexta (19) à GloboNews, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres […]
Um dia após a revogação da censura a sites que reproduziram um documento da Lava Jato com citação ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, as reações agora são contra o próprio inquérito que apura ofensas contra ministros do STF.
Em entrevista nesta sexta (19) à GloboNews, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, disse que espera que o inquérito seja arquivado. E acrescentou que, ao final das investigações, ele terá que ser enviado ao Ministério Público Federal, que já pediu o arquivamento e concluiu que as provas não serão consideradas.
“Não se pode obrigar o Ministério Público a formular, formalizar uma denúncia perante o judiciário. Portanto, a última palavra, embora o Ministério Público não decida, a decisão é do judiciário, mas essa não propositura da ação cabe ao Ministério Público e não há o que fazer. É arquivar o processo”, disse.
Ayres Brito reforçou que não cabe ao Supremo investigar e julgar ao mesmo tempo: “quem investiga, não julga. Quem julga não investiga. E há no sistema de Justiça órgãos de investigação criminal, penal, por exemplo, a polícia. Órgãos de denúncia, órgão de denúncia que é o Ministério Público, a acusação, denúncia. Ele é o Ministério Público segundo o artigo 129 inciso I da Constituição”.
A investigação foi aberta no dia 14 de março com o objetivo de apurar ofensas ao STF e seus ministros. O inquérito foi instaurado de ofício, por ordem do presidente Dias Toffoli, sem pedido do Ministério Público, como prevê a lei. Além disso, há críticas de que o relator foi escolhido, e não sorteado, como é a norma regimental no Supremo. E que não está claro o alcance da investigação.
Nesta semana, a procuradora-geral, Raquel Dodge, pediu o arquivamento, mas o relator, ministro Alexandre de Moraes, negou. Até agora, a censura foi a única medida do inquérito que foi derrubada. A investigação segue valendo e outras diligências tomadas até agora, como buscas em endereços de suspeitos de ofender ministros.
Nesta sexta (19), cresceram as reações a favor do fim do inquérito. O vice-procurador-geral, Luciano Maia, reforçou a defesa do fim da investigação. Luciano Maia disse que qualquer investigação precisa caminhar com absoluta sintonia com a Constituição e respeitar a legalidade.
O jurista Eduardo de Mendonça questiona a legalidade do inquérito: “por mais grave que seja um crime contra o Supremo e contra seus ministros, a investigação e a acusação em princípio deveriam permanecer com a autoridade policial, com o MP, que certamente se empenharão em levar uma investigação como essa adiante, com o máximo de eficiência e zelo, compatível com a gravidade dos crimes de que se cogita”.
O professor da FGV Michael Mohallem afirmou que o arquivamento é a melhor solução: “ainda há uma expectativa de que o próprio plenário do Supremo se manifeste e corrija os rumos dessa investigação ou até quem sabe, uma solução ainda melhor seja o arquivamento desse inquérito. As diligências, o desenvolvimento dessa investigação avançou sobre direitos garantidos da nossa Constituição, principalmente a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa. A gente teve atos sérios, graves, como a censura a dois veículos da imprensa brasileira. E portanto, ainda que esses atos já tenham sido corrigidos, esses são abusos cometidos no âmbito dessa investigação”.
Em Nova York, o ministro do Supremo, Luis Roberto Barroso disse à TV Globo que as reações contrárias ao inquérito mostram uma sociedade mais mobilizada e consciente: “eu não gosto de falar para fora o que eu posso falar para dentro. Não é difícil de adivinhar a minha opinião. Acho que às vezes os processos históricos têm um ciclo e acabam morrendo de morte natural. Eu acho que nós vivemos no Brasil um momento difícil, que parece sombrio, mas nós estamos passando pelo que precisamos passar para nos aprimorarmos como país e para amadurecermos”.
Em Salgueiro (PE), o ex-prefeito Marcones Libório de Sá (PSB) se manifestou, por meio de nota de sua assessoria, sobre a operação ‘Solaris’, deflagrada pela Polícia Federal (PF) ontem, quarta-feira (28). Segundo Giovani Santoro, chefe de Comunicação da PF, a operação “visa a combater um suposto desvio de recursos públicos identificados na Secretaria de Saúde […]
Em Salgueiro (PE), o ex-prefeito Marcones Libório de Sá (PSB) se manifestou, por meio de nota de sua assessoria, sobre a operação ‘Solaris’, deflagrada pela Polícia Federal (PF) ontem, quarta-feira (28).
Segundo Giovani Santoro, chefe de Comunicação da PF, a operação “visa a combater um suposto desvio de recursos públicos identificados na Secretaria de Saúde da prefeitura municipal”.
Ainda conforme Santoro, “a investigação, que durou cinco meses, não está investigando a atual gestão”. Marcones Libório disse apoiar todas as formas de investigação e está disposto a colaborar com todos os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos pela equipe da PF.
O ex-prefeito ressaltou ainda que nada tem a temer no que diz respeito a indícios que direcionam para algum tipo de irregularidade na saúde durante suas duas últimas gestões à frente do município.
O candidato à Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, do PSD, foi sabatinado no Debate das Dez Especial Eleições. O espaço era destinado ao último debate entre os candidatos à Prefeitura, mas o prefeito Sandrinho Palmeira alegou problemas de agenda e decisão da coordenação de campanha para não participar. Danilo aproveitou o início da […]
O candidato à Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, do PSD, foi sabatinado no Debate das Dez Especial Eleições.
O espaço era destinado ao último debate entre os candidatos à Prefeitura, mas o prefeito Sandrinho Palmeira alegou problemas de agenda e decisão da coordenação de campanha para não participar.
Danilo aproveitou o início da fala para dizer que a ausência provava que Sandrinho não liderava, e sim, era liderado. O candidato disse que, sem Patriota, faltava a ele a liderança para comandar a cidade.
Dentre as revelações críticas, Danilo revelou que, dos R$ 28 milhões a que tinha direito no empréstimo do FINISA, da Caixa, a gestão só havia pego R$ 8 milhões porque, dada a classificação de risco do município, baseada em parâmetros fiscais, ele não pode pegar mais dinheiro, nem com autorização da Câmara.
Danilo voltou a criticar a relação de Sandrinho com nomes da Frente Popular como Anchieta Mascena, da BPM Serviços, e Ney Quidute, Secretário do governo. Sobre o primeiro, voltou a falar que a empresa dobrou os ganhos em relação à última gestão Patriota, indo de R$ 9 milhões para R$ 18 milhões.
Na crítica que fez a secretários que ocupam a mesma cadeira a anos, criticou uma fala de Ney à Rádio Pajeú, quando teria se direcionado a Sandrinho e ironizado um questionamento sobre sua imagem no governo. “Ele disse, olha aí, me tire Sandrinho. Até o respeito com o prefeito não existe. Fosse eu o gestor ele seria demitido no outro dia”, criticou.
Danilo citou o convênio com a empresa Geração Energia Solar, que, criada em dezembro de 2022, que ganhou em junho de 2023 a licitação para fazer o pátio de energia solar do município. “Sem expertise nenhuma. Foi contratada para receber por medição, já recebeu o dinheiro todo e a obra não terminou”
Outra crítica foi a da não oficialização do curso de Medicina em Afogados. Segundo ele, o curso ainda não está aprovado. “Ele doou o terreno, a Unifip está construindo um prédio, mas não pode mentir pro povo dizendo que o curso já está aprovado”. Danilo diz que o curso pode inclusive não constar do hall da instituição.
Também que a gestão Sandrinho e seu grupo se afastou dos princípios da Frente Popular, traindo nomes como Orisvaldo, Giza Simões, José Patriota e até Totonho Valadares, citado pelo próprio candidato.
Por Anchieta Santos A divisão entre PT e PSB em níveis estadual e federal não chegou a São José do Belmonte. Reunido no final de semana o Partido dos Trabalhadores definiu que integrará a aliança formalizada por PSB e PR para a sucessão do Prefeito Marcelo Pereira. No conta milho, 19 filiados disseram sim à união, […]
A divisão entre PT e PSB em níveis estadual e federal não chegou a São José do Belmonte.
Reunido no final de semana o Partido dos Trabalhadores definiu que integrará a aliança formalizada por PSB e PR para a sucessão do Prefeito Marcelo Pereira.
No conta milho, 19 filiados disseram sim à união, contra 12 que se colocaram contrários.
Assim, com apoio do PT a chapa formada pelos médicos Vital Machado (PSB) e Paulo Mendonça (PR) enfrentará o empresário Romonilson Mariano (PHS).
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