Ângelo Ferreira rebate prefeita de Sertânia sobre câmeras: ‘Especialista em mentir’
O ex-prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, subiu o tom contra a atual gestora, Pollyanna Abreu, após declarações de que a retirada das câmeras de monitoramento da cidade teria sido motivada por dívidas herdadas. Ferreira apresentou dados do Portal Tome Contas, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), para contestar o que chamou de “falsos artifícios” da atual administração.
De acordo com a nota divulgada por Ângelo Ferreira, a interrupção do serviço de monitoramento não ocorreu por pendências da gestão anterior, mas por falta de pagamento e anulação de empenhos realizados pela própria prefeita em 2025. O ex-gestor destaca que, em março do ano passado, a prefeitura empenhou R$ 264 mil para a empresa Sinalvida, mas anulou a maior parte do valor em outubro, pagando apenas taxas irrisórias de impostos.
O mesmo padrão teria ocorrido com a empresa Consuma Comercial. Ferreira aponta que, após um ano e dois meses de gestão, a atual prefeita não honrou os compromissos firmados em seu próprio governo.
“Não é verdade que as empresas encerraram o monitoramento devido às dívidas da nossa gestão”, afirma Ferreira na nota.
O ex-prefeito admitiu que deixou um saldo de R$ 34.647,63 em “restos a pagar” para a empresa Sinalvida ao final de 2024, mas ressaltou que o valor refere-se a despesas continuadas dentro da legalidade. Para ele, a tentativa de Pollyanna de transferir a culpa é uma estratégia para esconder falhas administrativas.
Segundo a nota, a prefeita teria passado todo o ano de 2025 e o início de 2026 sem remunerar adequadamente as empresas, resultando na retirada dos equipamentos de segurança. “Pollyanna falta com a verdade e tenta enganar a população, jogando para a gestão anterior os erros de sua administração”, conclui o texto.




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