A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) reajustou, nesta terça-feira (29), a tarifa da bandeira vermelha nível 2, que passará de R$ 6,24 para R$ 9,49 por kWh (quilowatt-hora) entre julho e dezembro deste ano —um reajuste de 52%.
A decisão do colegiado contrariou a recomendação da área técnica, que indicou o valor de R$ 11,50 por kWh, única forma de garantir equilíbrio entre receitas e o custo de geração da energia, que explodiu devido ao acionamento das termétricas —muito mais caras.
Com a decisão, a diretoria da agência optou por parcelar o reajuste, repassando cerca de R$ 3 bilhões para as tarifas no próximo ano. O sistema de bandeiras reflete a situação do sistema elétrico ainda muito dependente das hidrelétricas, que hoje se ressentem da pior seca dos últimos 91 anos, segundo o diretor-geral da agência, André Pepitone.
O líder empresarial e ex-senador Armando Monteiro Neto avalia como graves os desequilíbrios econômicos e financeiro do Estado de Pernambuco. Segundo ele, o governo estadual perdeu a capacidade de investir em serviços essenciais, a exemplo do que acontece nas áreas de saúde e educação, e na infraestrutura, principalmente na malha rodoviária do Estado. Armando apresenta […]
O líder empresarial e ex-senador Armando Monteiro Neto avalia como graves os desequilíbrios econômicos e financeiro do Estado de Pernambuco.
Segundo ele, o governo estadual perdeu a capacidade de investir em serviços essenciais, a exemplo do que acontece nas áreas de saúde e educação, e na infraestrutura, principalmente na malha rodoviária do Estado.
Armando apresenta dados do Ranking de Competitividade dos Estados feito pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a Tendências Consultoria Integrada e a Unidade de Inteligência da revista The Economist.
O estudo mostra Pernambuco na última posição dentre os Estados nordestinos no indicador Investimento Público/Receita Corrente Líquida (3,7%). Significa que Pernambuco, com cerca de R$ 870 milhões, investe menos que estados com economias menores, a exemplo de Alagoas (R$ 970 milhões) e Maranhão (R$ 1,4 bilhão). Para se ter uma ideia do volume insuficiente de investimento público em Pernambuco, o Ceará investiu o triplo em valores absolutos, alcançando R$ 2,9 bilhões.
Para destacar ainda mais a realidade dos números em Pernambuco, Armando cita a classificação de risco do Tesouro Nacional para a obtenção de investimentos:
“Pernambuco foi rebaixado e recebeu nota C na classificação do Tesouro Nacional. Com isso não tem acesso a financiamentos, a novos empréstimos”, diz Monteiro. “O Estado nem tem poupança própria para investir nem tem acesso a recursos externos com aval do Tesouro porque sua nota é C na classificação de risco. É preciso sair da série C para voltar a investir na rede hospitalar, completamente deteriorada, como é possível perceber, por exemplo, na situação do Hospital Getúlio Vargas e da Faculdade de Odontologia”, destacou.
Armando Monteiro mostra-se especialmente preocupado com a deterioração da infraestrutura por falta de investimentos. “Malhas viárias fundamentais para o desenvolvimento de Pernambuco, como a BR-232, precisam de reparos urgentes”, alerta, acrescentando: “Mas nem o governo faz o que deve ser feito nem pode investir em algo novo, como expandir a 232 ainda mais para o interior”.
Conforme avaliação do Tesouro Nacional, Pernambuco perdeu capacidade fiscal e foi rebaixado no Nordeste, ficando atrás de estados de menor peso econômico, como o Ceará, Alagoas, Piauí e Paraíba. “Precisamos recuperar a capacidade fiscal do Estado, cuidar do presente, ou seja, reequilibrar as contas públicas, para poder enfrentar os imensos desafios que temos noutras áreas, investir em educação, na formação das pessoas e na infraestrutura”, salienta.
Para Armando, sem equilíbrio fiscal, Pernambuco fica parado, impedido de dar seguimento a projetos fundamentais para destravar o seu futuro, entre eles, o arco metropolitano e as obras de infraestrutura hídrica paradas. Além delas, outras ações permanecem travadas. “Falta articulação para retomar a ferrovia Transnordestina, mas falta também criar um ambiente de negócios melhor para o micro e pequeno empreendedores, que fazem a força da economia de Pernambuco e precisam de menos burocracia e mais acesso acredito”, concluiu.
Desde que implantou o modelo de gestão baseado em monitoramento e avaliação permanente de resultados, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira já recebeu dezenas de Prefeitos, de Pernambuco e de outros Estados, para conhecer ações exitosas aqui implantadas. O processo foi criado pelo ex-prefeito José Patriota, inspirado no modelo da gestão Eduardo Campos. O prefeito […]
Desde que implantou o modelo de gestão baseado em monitoramento e avaliação permanente de resultados, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira já recebeu dezenas de Prefeitos, de Pernambuco e de outros Estados, para conhecer ações exitosas aqui implantadas.
O processo foi criado pelo ex-prefeito José Patriota, inspirado no modelo da gestão Eduardo Campos. O prefeito Sandrinho Palmeira deu sequência à iniciativa.
Na próxima semana o prefeito Sandrinho Palmeira irá recepcionar Prefeitos e Secretários de 14 municípios para conhecer ações e projetos premiados, como a Farmácia Viva, o sistema de reuso de água do Vianão e o Centro de Telemedicina.
Já estão confirmadas as presenças de prefeitos e gestores de Taquaritinga do Norte (agreste), Bodocó (Araripe) e Petrolândia (sub-médio São Francisco). O Prefeito da cidade Paraibana da Prata, Genivaldo Tembório, também presidente do Consórcio Público Intermunicipal de Saúde do Cariri Ocidental, confirmou presença. Também estarão presentes municípios do Pajeú, a exemplo de São José do Egito, Tabira, Iguaracy, Tuparetama, Santa Terezinha, Carnaíba, Solidão, Santa Cruz da Baixa Verde e Ingazeira.
O encontro de boas práticas acontecerá na próxima terça-feira (04), no espaço de recepções Kabanna, com previsão de início às 9h.
No meu comentário para o Jornal Itapuama desta segunda-feira (09), uma análise detalhada sobre o encerramento do Nosso Carnaval, o pré-carnaval de Arcoverde, que se despediu nas primeiras horas de hoje com um saldo considerado positivo. O grande trunfo do evento, segundo o comunicador, reside na inteligência do calendário: ao realizar a festa antecipadamente, a […]
No meu comentário para o Jornal Itapuama desta segunda-feira (09), uma análise detalhada sobre o encerramento do Nosso Carnaval, o pré-carnaval de Arcoverde, que se despediu nas primeiras horas de hoje com um saldo considerado positivo.
O grande trunfo do evento, segundo o comunicador, reside na inteligência do calendário: ao realizar a festa antecipadamente, a cidade se destaca como uma das principais opções do interior de Pernambuco.
Essa janela estratégica permite que a prefeitura consiga atrair grandes atrações nacionais, como Durval Lelys e DIlsinho, com custos mais baixos e maior disponibilidade de agenda do que no período oficial de Carnaval.
Fiz uma ressalva sobre episódios isolados de briga generalizada registrados em vídeos, lamentando que a diversão da juventude ainda seja, por vezes, acompanhada de conflitos.
No campo político, o prefeito Zeca Cavalcanti utilizou a visibilidade do evento para pavimentar alianças, recebendo os irmãos Marcelo e Gustavo Gouveia para reforçar o apoio eleitoral deste ano.
Além disso, um tema delicado entrou na pauta: o debate da Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE – sobre a imposição de um teto para cachês pagos com recursos públicos. O caminho para cidades polo como Arcoverde — que possui eventos de grande porte no São João — pode ser o fortalecimento de parcerias público-privadas.
O modelo sugerido segue o exemplo de Caruaru, que utiliza o aporte de grandes marcas e empresas de apostas (bets) para equilibrar as contas das festividades.
Blog do Magno Faleceu, na madrugada de hoje, o empresário Elpídio Martins, presidente da Engefrio e da rede de concessionárias Honda Pernambuco. Elpidio, 74 anos, liderava pessoalmente os negócios das empresas de gestão familiar, e lutava há 17 dias pela vida, na unidade de terapia intensiva do Hospital Português. André Almeida, diretor da empresa, declarou […]
Faleceu, na madrugada de hoje, o empresário Elpídio Martins, presidente da Engefrio e da rede de concessionárias Honda Pernambuco.
Elpidio, 74 anos, liderava pessoalmente os negócios das empresas de gestão familiar, e lutava há 17 dias pela vida, na unidade de terapia intensiva do Hospital Português.
André Almeida, diretor da empresa, declarou que “Dr. Elpídio era como um pai para mim e toda nossa equipe de trabalho. Dono de um carisma incomparável e cheio de energia. Ele nos deixa cedo demais”.
Por causa da pandemia do novo coronavírus, as informações sobre velório e enterro não foram divulgadas pela família.
A 1ª Formação em Transtorno de Espectro Autista (TEA), realizada na última terça-feira, 02 de abril, no auditório da Secretaria Municipal de Educação e Esportes, envolveu professores regentes, psicopedagogos, profissionais de apoio e especialistas em Atendimento Educacional Especializado (AEE), de Arcoverde. Um dado chamou atenção quanto à inclusão de alunos com autismo e outros transtornos […]
A 1ª Formação em Transtorno de Espectro Autista (TEA), realizada na última terça-feira, 02 de abril, no auditório da Secretaria Municipal de Educação e Esportes, envolveu professores regentes, psicopedagogos, profissionais de apoio e especialistas em Atendimento Educacional Especializado (AEE), de Arcoverde.
Um dado chamou atenção quanto à inclusão de alunos com autismo e outros transtornos na Rede Municipal de Ensino da cidade. “Hoje, 202 alunos com as mais variadas dificuldades, estão matriculados em escolas municipais de Arcoverde. Destes, 47 são autistas”, destacou a secretaria de Educação e Esportes, Zulmira Cavalcanti, responsável pela atividade.
“É um dado animador. O número de alunos com necessidades especiais matriculados é expressivo. O trabalho de inclusão, ora em curso, vai além do enfoque pedagógico e hoje essa atuação é elogiada por entidades como a AACD e outras”, afirmou a coordenadora municipal de Educação Inclusiva, Gláucia Maria Lopes Gouveia.
Na formação, Gláucia passou orientações como a parceria com as famílias envolvidas, além de implicações do autismo no contexto escolar, as necessidades específicas de cada aluno-autista, as formas de avaliação, comportamentos versus conduta, suporte visual e como melhorar a interação social do autista, entre outros tópicos.
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