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Anchieta e Gleybson fazem o debate mais quente da série na Rádio Pajeú

Por Nill Júnior

Os candidatos a prefeito de Carnaíba fizeram até agora o mais quente dos Super Debates com candidatos da região promovidos pela Rádio Pajeú. Durante todos os blocos, Anchieta Patriota (PSB) e Gleybson Martins (Podemos) se revezaram em questionamentos.

Logo na primeira pergunta, Anchieta Patriota perguntou a Gleybson quais os atuais indicadores de Carnaíba. Gleybson disse que havia avanços creditados aos professores, questionando a aquisição da merenda escolar por aliados do prefeito e disse que faltava às crianças. Anchieta rebateu dizendo que o candidato não havia respondido e dando indicativos. “Ideb foi avaliado 5.6 nas séries finais e 7.5 nas séries iniciais”. Disse que há aquisição de merenda pelo PAA.

Gleybson criticou a gestão Anchieta Patriota por, segundo ele, ter prometido várias ações que não teriam sido cumpridas. Dentre elas, citou o problema de distribuição de água na região do Caroá, que teria recursos empenhados de R$ 1,5 milhão. Anchieta Patriota  disse que era uma Fake. “Não chegou R$ 1,5 milhão para Carnaíba. Quem fez o projeto foi o IPA do Governo de Pernambuco. A empresa contratada pelo Estado falhou. Fizemos foi universalizar a água”.

Um capítulo a parte em todo o debate envolveu o ex-prefeito Zé Mário Cassiano. Gleybson questionou as demandas ainda existentes em um ciclo de 16 anos de gestão. Anchieta rebateu: “você está atacando o seu aliado Zé Mário, cujo filho Jonas é seu assessor”. Gleybson disse que Zé Mário foi vítima da “sede de poder de Anchieta”.

O programa também teve a clássica mostra de documentos sobre as denúncias apresentadas. Gleybson mostrou nota afirmando que Anchieta Patriota prometeu ao lado de Paulo Câmara R$ 1 milhão e meio para a distribuição de água no Caroá. “Quem disse foi o senhor com seu governador”. Anchieta mostrou nota sobre o décimo quarto salário dos vereadores. “Isso não pode acontecer”, antes de dizer que repassa todo mês R$ 166 mil para a Câmara.

Os dois candidatos, apesar de se atacarem mesmo no bloco dedicado ao Grupo Fé e Política, feita pelo padre Luizinho, se comprometeram com a pauta ambiental proposta pelo grupo. Os dois, mesmo que se revezando em críticas, destacar o tratamento de resíduos sólidos como prioridade. Veja como foi o debate clicando aqui.

Outras Notícias

TCE homologa auto de infração contra Evandro Valadares

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) homologou, por unanimidade, o Auto de Infração lavrado contra o prefeito de São José do Egito, Evandro Perazzo Valadares, por sonegação de processo, documento ou informação. A informação foi trazida com exclusividade pelo Blog do Júnior Campos . A decisão foi tomada pela Segunda Câmara do […]

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) homologou, por unanimidade, o Auto de Infração lavrado contra o prefeito de São José do Egito, Evandro Perazzo Valadares, por sonegação de processo, documento ou informação.

A informação foi trazida com exclusividade pelo Blog do Júnior Campos .

A decisão foi tomada pela Segunda Câmara do TCE e teve como relator o Conselheiro Ranilson Ramos. O processo (nº 241010720) trata do não envio de esclarecimentos sobre seis indícios de irregularidades, que permaneceram sem resposta por mais de 60 dias no Sistema de Gerenciamento de Indícios (SGI).

As irregularidades incluem possíveis problemas relacionados a acumulação de cargos, aposentadoria compulsória, falecidos e inativos/pensionistas na folha de ativos, referentes ao exercício financeiro de 2024.

Segundo Datafolha, Raquel e João empatam na Região Metropolitana

Do JC PE A mais recente pesquisa Datafolha sobre a disputa pelo governo de Pernambuco detalha o comportamento do eleitorado de acordo com a região. O cruzamento dos dados revela um cenário de forte competitividade na Região Metropolitana do Recife (RMR), onde Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) aparecem numericamente empatados em uma simulação […]

Do JC PE

A mais recente pesquisa Datafolha sobre a disputa pelo governo de Pernambuco detalha o comportamento do eleitorado de acordo com a região.

O cruzamento dos dados revela um cenário de forte competitividade na Região Metropolitana do Recife (RMR), onde Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) aparecem numericamente empatados em uma simulação de segundo turno, segundo o Datafolha. Já nos municípios do interior, a atual governadora consolida maioria das intenções de voto.

A pesquisa foi realizada com 1.022 eleitores entre os dias 25 e 27 de maio de 2026, com uma margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Simulação de segundo turno

No cenário direto entre os dois candidatos com maior pontuação, a divisão geográfica do eleitorado fica evidente. Enquanto a disputa é acirrada na capital e cidades vizinhas, o distanciamento se amplia fora da RMR, de acordo com o instituto.
Total do Estado: Raquel Lyra (51%); João Campos (44%); Branco/Nulo (4%).

Total do Estado: Raquel Lyra (51%); João Campos (44%); Branco/Nulo (4%)
Região Metropolitana (RMR): Raquel Lyra (48%); João Campos (48%); Branco/Nulo (3%)

Interior: Raquel Lyra (53%); João Campos (41%); Branco/Nulo (4%)

A pesquisa possui uma margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com o Datafolha, num cenário de primeiro turno, Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) aparecem tecnicamente empatados.

Raquel Lyra (PSD) – 48%;
João Campos (PSB) – 43%;
Ivan Moraes (PSOL) – 2%;
Branco/Nulo – 4%.

Na pesquisa regionalizada, o ex-prefeito do Recife aparece à frente (47%) em relação à atual governadora (43%) na Região Metropolitana do Recife. Ivan Moraes totaliza 3% das intenções de votos.

No interior do estado, de acordo com o instituto, Raquel Lyra aparece à frente (51%), seguida de João Campos (40%).

No interior do estado, de acordo com o instituto, Raquel Lyra aparece à frente (51%), seguida de João Campos (40%). Ivan Moraes aparece com 1% das intenções de votos. Brancos e nulos têm 4%.

Após adiamentos, audiência do caso Jandyson será nesta terça

Do Blog Juliana Lima A audiência instrutória do caso envolvendo Jandyson Henrique está marcada para acontecer nesta terça-feira (9), às 8h da manhã, no Fórum de Afogados da Ingazeira. Após sucessivos adiamentos, a Justiça Eleitoral dará início à instrução da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pela coligação União pelo Povo contra a coligação […]

Do Blog Juliana Lima

A audiência instrutória do caso envolvendo Jandyson Henrique está marcada para acontecer nesta terça-feira (9), às 8h da manhã, no Fórum de Afogados da Ingazeira.

Após sucessivos adiamentos, a Justiça Eleitoral dará início à instrução da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pela coligação União pelo Povo contra a coligação Frente Popular.

A ação questiona o resultado das eleições de 2024 após a prisão em flagrante do então secretário de Finanças do governo Sandrinho, Jandyson Henrique. Na antevéspera da eleição de 2024, o secretário foi detido com uma grande quantia em dinheiro, notas de combustíveis e autorizações de abastecimento em nome da campanha majoritária de Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares, e da Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

O caso foi analisado pela Polícia Federal, que indiciou Jandyson Henrique pelos crimes de corrupção eleitoral, compra de voto e caixa 2. A audiência desta terça marca o início do processo que pode levar à cassação da chapa Sandrinho e Daniel, caso a Justiça Eleitoral siga o relatório da PF e entenda que houve corrupção eleitoral na campanha de 2024.

Da redação

A Audiência de Instrução e Julgamento (AIJ) é a fase crucial de um processo judicial onde se produzem as provas orais (testemunhas, depoimentos pessoais, esclarecimentos de peritos) para formar a convicção do juiz sobre os fatos, preparando-o para decidir o caso, podendo ocorrer a conciliação inicial, e encerrando com os debates e, por vezes, a sentença.

É um momento de coleta de elementos fundamentais, seguindo uma ordem específica (peritos, partes, testemunhas) e buscando confirmar a tese das partes, garantindo o contraditório e a ampla defesa, e pode ser presencial ou virtual. Ou seja, o veredito não sai amanhã.

Adelmo Moura diplomado pela quinta vez prefeito de Itapetim

Na manhã desta quinta-feira (17),  Adelmo Moura, foi diplomado pela quinta vez prefeito de Itapetim. O juiz que realizou a diplomação foi o doutor Carlos Rossi. O vice-prefeito Chico de Laura e todos os vereadores eleitos também foram diplomados. Para a Câmara, Jordania Siqueira (PSB), Junio Moreira (PSB), Junior de Diogenes (PSB), Edilene Lopes (PTB),  […]

Na manhã desta quinta-feira (17),  Adelmo Moura, foi diplomado pela quinta vez prefeito de Itapetim. O juiz que realizou a diplomação foi o doutor Carlos Rossi.

O vice-prefeito Chico de Laura e todos os vereadores eleitos também foram diplomados.

Para a Câmara, Jordania Siqueira (PSB), Junio Moreira (PSB), Junior de Diogenes (PSB), Edilene Lopes (PTB),  Bernardo (PTB), Silvanio de Salvador (PTB), Romão de Piedade (PSB), Lailton Brito (PSB) e Toinha (PSB).

“Vamos continuar lutando e trabalhando como sempre fizemos pelo nosso município e pela nossa gente. O povo de Itapetim merece gestores comprometidos e que façam o melhor pela cidade”, disse o prefeito Adelmo.

PF pede quebra de sigilo de Michelle Bolsonaro em investigação sobre joias

A Polícia Federal pediu a quebra de sigilos fiscal e bancário da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro no inquérito que apura supostos desvios de presentes de alto valor oferecidos por autoridades estrangeiras a Jair Bolsonaro (PL). O ex-presidente também foi alvo do pedido, conforme revelado na última sexta (11), dia de operação da PF contra aliados de […]

A Polícia Federal pediu a quebra de sigilos fiscal e bancário da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro no inquérito que apura supostos desvios de presentes de alto valor oferecidos por autoridades estrangeiras a Jair Bolsonaro (PL).

O ex-presidente também foi alvo do pedido, conforme revelado na última sexta (11), dia de operação da PF contra aliados de Bolsonaro.
Os pedidos foram enviados ao relator do caso, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, que decidirá se autoriza ou não.
A Folha ainda não conseguiu contato com a defesa de Michelle. Na madrugada deste sábado (12), a ex-primeira-dama publicou um versículo bíblico em suas redes sociais. “Há uma promessa linda na Bíblia que diz: Quando for a hora certa, Eu, o Senhor, farei acontecer”.

No dia anterior, o blog da jornalista Andréia Sadi, da GloboNews, divulgou video que mostra a reação de Michelle a mulheres que a questionaram naquele dia sobre o paradeiro de joias dadas por autoridades de outros países.

Michelle foi até a mesa das mulheres, em um restaurante de Brasília, e respondeu: “você é tão mal informada que sabe onde estão as joias”.

A reação mais agressiva partiu do amigo, o maquiador Agustin Fernandez, que xingou as mulheres. O vídeo sugere que ele também jogou um copo de gelo nelas –é possível ouvir o barulho e ver pedras de gelo caindo.

Em nota enviada ao blog de Sadi, a assessoria da ex-primeira-dama afirmou que Michelle “apenas respondeu aos insultos” e repudia esse tipo de ação. Fernandez não se pronunciou.
A investigação sobre as joias e presentes dados por autoridades de outros países a Bolsonaro aponta as digitais do ex-presidente na suspeita de desvio de bens públicos para enriquecimento pessoal.

A ação deflagrada pela Polícia Federal na sexta-feira (11), batizada de Lucas 12:2, dá início à reta final das apurações que podem resultar na acusação de Bolsonaro como líder de uma organização criminosa.

Foram alvo de diligências o general Mauro Lourena Cid, além de seu filho, o ajudante de ordens Mauro Cid, Frederick Wassef, advogado de Bolsonaro, e Osmar Crivelatti, tenente do Exército e que também atuou na ajudância de ordens da Presidência.

A investigação mostra que o grupo do presidente mandou para fora do país, a partir de viagens aos Estados Unidos em julho e em 30 de dezembro do ano passado com o avião presidencial, e tentou vender ao menos quatro conjuntos de presentes.

Uma vez nos EUA, afirma ainda o documento assinado por Moraes, “os referidos bens teriam sido encaminhados para lojas especializadas em venda e em leilão de objetos e joias de alto valor”.

Segundo a apuração, os valores obtidos dessas vendas foram convertidos em dinheiro e ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, sem utilização do sistema bancário formal, visando ocultar a origem, localização e propriedade dos valores.

A defesa de Bolsonaro afirmou na sexta-feira que o ex-presidente coloca sua movimentação bancária à disposição das autoridades e que ele “jamais apropriou-se ou desviou quaisquer bens públicos”.

Disse ainda, em nota, que ele “voluntariamente” pediu ao TCU em março deste ano a entrega de joias recebidas “até final decisão sobre seu tratamento, o que de fato foi feito”.

Procurado, o advogado de Mauro Cid, Bernardo Fenelon, disse que ainda não teve acesso aos autos da investigação que ocasionou as buscas e apreensões. “Por esse motivo não temos como fazer qualquer comentário”, afirmou.

Frederick Wassef ainda não se pronunciou a respeito. A informação é da Folha de S.Paulo.