Amupe pede articulação para garantir abastecimento do Sistema Itaparica
Por Nill Júnior
Nessa quinta-feira (09), o Presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Marcello Gouveia, esteve com uma comitiva de prefeitos no Palácio do Campo das Princesas, no Recife.
Em reunião com o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, o grupo solicitou ao Governo do Estado um maior empenho junto ao Governo Federal para garantir a regularização dos serviços de abastecimento do Sistema Itaparica, no Sertão pernambucano, que atente a uma população de mais de 55 mil pessoas em Pernambuco, entre agricultores e habitantes dos municípios da região.
O presidente da Amupe foi acompanhado pelos prefeitos dos municípios de Santa Maria da Boa Vista, George Duarte; Petrolândia, Fabiano Marques; Orocó, George Gueber; e Tacaratu, Washington Ângelo.
Por Adriano Oliveira Na eleição de 2020, 63% dos prefeitos foram reeleitos. Eleição atípica em razão da pandemia. A estratégia naquele ano foi simples: por conta da pandemia, o prefeito não pôde fazer mais. Portanto, ele precisa de mais quatro para mostrar que pode realizar em ambiente sem crise sanitária. Tal narrativa foi identificada em […]
Na eleição de 2020, 63% dos prefeitos foram reeleitos. Eleição atípica em razão da pandemia. A estratégia naquele ano foi simples: por conta da pandemia, o prefeito não pôde fazer mais. Portanto, ele precisa de mais quatro para mostrar que pode realizar em ambiente sem crise sanitária. Tal narrativa foi identificada em variadas pesquisas qualitativas.
Em 2004, 56% dos gestores foram reeleitos; 2008, 66%; 2012, 55%; 2016, 47%. A média de prefeitos reeleitos em cinco eleições foi de 57,4%. Diante deste resultado, tenho a hipótese de que mais de 50% dos prefeitos serão reeleitos em 2024. Gestores ganham a eleição novamente em virtude de que são bem avaliados. Explicação correta, mas simplista perante a complexidade do eleitor. A indagação relevante é: por que prefeitos não são reeleitos, já que a média de prefeitos reeleitos é de 57,4%?
A prefeitura exerce força centrípeta entre os votantes. Elas têm o poder de atrair eleitores. É comum que em cidades de até 100 mil habitantes existam grupos políticos que polarizam a disputa eleitoral. De um lado, o grupo Z. Do outro, o grupo Y. Não existe 3° via. Os votantes do grupo Z desejam manter o poder e os do Y conquistar. O gestor utiliza a prefeitura para contratar pessoas e, por consequência, manter o poder. A força centrípeta da prefeitura é maior quanto maior for a dependência econômica dos moradores da cidade para com o poder público. Localidades sem atividades econômicas robustas criam indivíduos dependentes da renda pública.
Quando prefeitos não sabem “agradar” as bases, ou seja, distribuir adequadamente os espaços no poder público, eles tendem a perder a eleição. Observo, contudo, que tal possibilidade é remota, pois, mesmo diante das amarras da Lei de Responsabilidade Fiscal, prefeitos criam meios de manterem, em particular com a proximidade da eleição, os contratados da prefeitura recebendo salários. Portanto, uma das razões de gestores não conseguirem a reeleição é a incompetência para utilizar a máquina pública como atração de votos.
O segundo motivo é não cuidar adequadamente da saúde pública. Absolutamente comum as reclamações de moradores para com o estado da saúde pública de variadas cidades. Os votantes reclamam dos postos de saúde, falta de medicamentos e de médicos. Quando as críticas são exacerbadas, a popularidade do prefeito tende a cair. Com isto, ele diminui as chances de conquistar novo mandato. Ao contrário da insegurança pública, a ineficiência do sistema de saúde pública municipal é, para o eleitor, da responsabilidade do prefeito. Governadores e presidente da República são responsabilizados pela insegurança pública. Portanto, o votante sabe, geralmente, apontar os responsáveis pela oferta de serviços públicos.
O atraso de salários é outro motivo. Se os salários dos servidores estão atrasados, os prefeitos estão impopulares. Esta relação é fortemente provável. Lembro o que falei antes: o poder municipal exerce força centrípeta entre os votantes. Portanto, eleitores não desejam salários atrasados por razões excessivamente óbvias. Outro ponto: quando as oportunidades de emprego são escassas, é a renda dos funcionários que movimenta o comércio. Conclusão: salários atrasados paralisa o comércio e gera impopularidade para os gestores.
A ausência do prefeito na cidade é mais um motivo. É rotineiro as pesquisas qualitativas da Cenário mostrarem que prefeitos ausentes são impopulares. Os entrevistados afirmam: “Nem aqui ele está”, “Sumiu”, “Não faz nada. Viaja muito”, “Preguiçoso. Difícil de encontrá-lo”. Independent do tamanho da cidade, a relação ausência e impopularidade é observada. Lembrando que as redes sociais são instrumentos de prestação de contas para os políticos na sua relação com o eleitor. Portanto, muitas fotos e vídeos na capital ou em São Paulo; e poucas fotos na localidade que o prefeito administra; produzem prefeitos impopulares.
Por fim, o imponderável não reelege prefeitos, assim como elege. Prefeitos mal avaliados podem ter a sorte de um imponderável, mas talvez previsível: operação da Polícia Federal prender o seu adversário. Ou a ação da Polícia Federal atingir um prefeito com fama de honesto e popular às vésperas da eleição. Mais um imponderável: o falecimento da esposa do adversário de um prefeito popular pode mudar a escolha do eleitor.
Adriano Oliveira, Doutor em Ciência Política. Professor da UFPR. Fundador da Cenário Inteligência – Pesquisas e Estratégias. Artigo originalmente escrito para o Jornal do Commercio/NE10.
Na última sexta-feira (13), o Prefeito de Ouro Velho, Dr. Augusto Valadares, cumpriu uma agenda de governo com inaugurações, ordens de serviço e visitas à obras no município. Durante a agenda, estiveram presentes diversas lideranças além do prefeito, como o deputado estadual Wilson Filho, o vice-prefeito Paulo Júnior, a ex-prefeita Natália, o coordenador de administração […]
Na última sexta-feira (13), o Prefeito de Ouro Velho, Dr. Augusto Valadares, cumpriu uma agenda de governo com inaugurações, ordens de serviço e visitas à obras no município.
Durante a agenda, estiveram presentes diversas lideranças além do prefeito, como o deputado estadual Wilson Filho, o vice-prefeito Paulo Júnior, a ex-prefeita Natália, o coordenador de administração do município, Dr. Júnior e todos os vereadores que compõem o governo.
Também houve a presença de uma comitiva de São João do Tigre, comandada pelo Prefeito Márcio Leite, e outra comitiva de São Sebastião do Umbuzeiro comandada pelo prefeito Adriano Wolff.
Augusto ressaltou a importância desse momento para toda a população de Ouro Velho, que ganhará tantas obras que farão da cidade, cada vez mais um orgulho para todos.
A programação iniciou com um café da manhã na sede da Prefeitura e seguiu um cronograma extenso: visita às futuras instalações da Casa da Cidadania; inaugurações de calçamentos em diversas ruas municipais; visita à obra da Escola Municipal, Praça e Quadra de Esportes; visita à obra da Central de Velórios; visita à obra do Estádio Municipal; inauguração da Passagem Molhada do Sítio Carnaibinha; visita a Adutora dos Barões; visita a obra da Passagem Molhada dos Barões; inauguração da Adutora dos Zuzas; entrega de alevinos no Açude dos Zuzas; distribuição de hortifrutigranjeiros e ovos às famílias carentes, no Clube Municipal.
O deputado estadual Odacy Amorim, do PT-PE, lamentou profundamente o resultado propagado pelos parlamentares em sua maioria, na Câmara Federal, ocorrido neste domingo, 17, para a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, do PT. Ele agora torce para que no Senado, o resultado seja diferente e assim o país não possa […]
O deputado estadual Odacy Amorim, do PT-PE, lamentou profundamente o resultado propagado pelos parlamentares em sua maioria, na Câmara Federal, ocorrido neste domingo, 17, para a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, do PT. Ele agora torce para que no Senado, o resultado seja diferente e assim o país não possa correr o risco de uma ruptura do processo democrático.
“A gente lamenta profundamente esse resultado de abertura do processo do impeachment, de que uma disputa entre as regiões Sul, Sudeste e Nordeste, que foi onde a força de Dilma e de Lula se intensificou, mas de fato chegamos a esse momento. Tem a gora essa disputa no Senado e a gente torce para que isso não seja um processo de interrupção do processo democrático no Brasil. A situação ficou de tal forma que a gente não ouvia nenhum tipo mais de argumento”, avaliou o parlamentar.
Conforme o deputado, Lula e Dilma têm uma lista de grandes serviços prestados ao Brasil, especialmente ao Nordeste. “Sou de uma região de sequeiro e uma das maiores necessidades do sequeiro é pensar em água e das três grandes adutoras em Petrolina, duas foram construídas por Lula e Dilma. A nossa preocupação é que as conquistas que foram adquiridas, possam ser mantidas, que em nome de ajustes, de finanças, não venha um ajuste muito pesado em cima da população daqui para frente”, frisou Odacy Amorim.
O deputado avalia que é preciso ser otimista e pedir proteção a Deus, mas realista diante da realidade que o país passa viver a partir de agora. “A gente vai acompanhar daqui para frente. Vamos continuar defendendo o que sempre defendemos. É claro que o governo precisa fazer uma autocrítica. A presidente tem como proposta convocar um grande pacto federativo, convocando todas as forças políticas, para tirar o pais da situação em que se encontra. Vamos acompanhar e torcer para que o Brasil não caia no desequilíbrio social”, concluiu o deputado Odacy Amorim.
Na tarde desta terça (28), uma importante solenidade foi organizada na Praça Monsenhor Arruda Câmara, Afogados da Ingazeira, em comemoração solene dos 15 anos do 23°BPM, com sede no município. A solenidade foi presidida pelo Diretor da DINTER II, a Diretoria Integrada do Interior, Coronel Jamerson Pereira e contou com a presença de várias autoridades […]
Na tarde desta terça (28), uma importante solenidade foi organizada na Praça Monsenhor Arruda Câmara, Afogados da Ingazeira, em comemoração solene dos 15 anos do 23°BPM, com sede no município.
A solenidade foi presidida pelo Diretor da DINTER II, a Diretoria Integrada do Interior, Coronel Jamerson Pereira e contou com a presença de várias autoridades civis e militares, a exemplo de Juízes, Promotores, Prefeitos, Delegado Regional da Polícia Civil, bem como representantes da imprensa local.
A mesa solene foi composta pelo Diretor da DINTER II, pelo Comandante do 23°BPM, Alex Bezerra, pelo Delegado Regional Marlon Frota, o promotor Ariano Tércio, a Delegada da Mulher Andreza Gregório, pelos representantes do Corpo de Bombeiro Militar e do Tiro de Guerra, além de vários prefeitos de municípios da AIS 20, como José Patriota, Djalma Alves, Zeinha Torres o o vice de Itapetim Junio Moreira.
O ato solene foi marcado pela entrega de medalhas de tempo de serviço a vários policiais militares do 23°BPM, a entrega de insígnias aos recém promovidos e de certificados operacional e administrativo aos policiais militares que se destacaram no primeiro trimestre do ano de 2019.
O Coronel Alex ainda entregou a várias autoridades, uma placa de “Amigo do 23°BPM”, como forma de reconhecimento pelas parcerias seladas com a Segurança Pública na região do Alto Sertão do Pajeú. Este blogueiro foi u dos agraciados, pelo que agradece imensamente. Os prefeitos e outros nomes como Isilda Sampaio, Glauco Queiroz, Jurandir Pires e Antonio Ângelo também estiveram entre os agraciados.
Em meio às formalidades peculiares ao militarismo, a PM e poetiza Sargento Andreia Mironainda recitou versos que traduziram as características do Batalhão Cel Presciliano Pereira de Moraes ao longo dos seus 15 anos. Uma solenidade onde o civismo e amor a pátria também foram bastante evidentes.
O evento foi abrilhantado pela presença marcante da turma de Patrulheiros Mirins que está em curso, e a Banda Filarmônica de Afogados da Ingazeira, que executou Hino Nacional, a Canção da PMPE e o encerramento, ao toque de “Asa Branca”, música característica do sertão. Veja mais fotos clicando aqui.
Nesta quarta-feira (25/05), o município de Serra Talhada, no Sertão do Estado, sediará o Encontro Regional do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). O evento, que acontece no auditório da Câmara de Dirigentes Logistas (CDL), no centro da cidade, a partir das 08:30h, faz parte da mobilização do processo eleitoral para a renovação […]
Nesta quarta-feira (25/05), o município de Serra Talhada, no Sertão do Estado, sediará o Encontro Regional do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). O evento, que acontece no auditório da Câmara de Dirigentes Logistas (CDL), no centro da cidade, a partir das 08:30h, faz parte da mobilização do processo eleitoral para a renovação dos membros do Comitê.
Na programação, apresentação, orientação e explicação do processo eleitoral do Comitê. A intenção é que o evento atraia as diversas entidades e instituições da sociedade civil para participar da eleição para renovação do quadro de membros do colegiado.
O encontro é a aberto para toda a população da região. Podem participar representantes de organizações da sociedade civil e movimentos sociais, instituições educacionais, comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas, e o poder público, como prefeitos, vereadores, secretários municipais e instituições governamentais.
A previsão de encerramento do evento é às 12h. Outro momento de mobilização está previsto para acontecer no dia 27 de maio na cidade de Pesqueira, no Agreste do Estado.
Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco – É um órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia, na perspectiva de proteger os seus mananciais e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. Para tanto, o Governo Federal lhe conferiu atribuições normativas, deliberativas e consultivas.
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