A Amupe e seus associados prestam suas condolências a família Monteiro, pelo falecimento do seu estimado pai, homem público e empresário, Armando Monteiro Filho.
Monteiro Filho muito contribuiu para o desenvolvimento de Pernambuco, uma referência para as novas gerações, pelo seu caráter e honradez .
Por Anchieta Santos Assaltada na madrugada do dia 29 de novembro de 2014 a Agência do Banco do Brasil de São José do Belmonte, com pouco mais de dois meses depois ainda não normalizou o atendimento ao público. Apenas os caixas eletrônicos estão funcionando. Na maioria das vezes os clientes estão se deslocando até Serra […]
Assaltada na madrugada do dia 29 de novembro de 2014 a Agência do Banco do Brasil de São José do Belmonte, com pouco mais de dois meses depois ainda não normalizou o atendimento ao público.
Apenas os caixas eletrônicos estão funcionando. Na maioria das vezes os clientes estão se deslocando até Serra Talhada para buscar atendimento.
O comércio da Terra da Pedra do Reino está prejudicado e reclama brevidade nas providências para normalizar o atendimento.
A agência foi assaltada na madrugada do sábado, 29 de novembro. O alarme da agência disparou e quando os policiais militares chegaram ao local constataram o crime. Os criminosos entraram por uma janela e arrombaram o cofre. Até hoje não há pistas deles.
O empresário Emanuel Catori, sócio da empresa Belcher, admitiu nesta terça-feira (24) que participou de uma reunião agendada pelo líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), no Ministério da Saúde. Ele reconheceu ainda que no dia do encontro, em 15 de abril, a Belcher já havia assinado um termo de confidencialidade com a […]
O empresário Emanuel Catori, sócio da empresa Belcher, admitiu nesta terça-feira (24) que participou de uma reunião agendada pelo líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), no Ministério da Saúde.
Ele reconheceu ainda que no dia do encontro, em 15 de abril, a Belcher já havia assinado um termo de confidencialidade com a farmacêutica chinesa CanSino para a venda da vacina Convidecia no Brasil. Apesar disso, Catori negou que tenha negociado a venda do imunizante com o ministro Marcelo Queiroga.
Questionado pelo relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o empresário disse que tentou vender ao governo federal o antiviral Favipiravir. Ele afirmou que não poderia ter negociado a venda da Convidecia porque ainda não contava com a carta de autorização da CanSino. O documento só teria sido emitido quatro dias depois do encontro intermediado por Ricardo Barros no Ministério da Saúde.
— Eu tive apenas dois ou três minutos. Falei apenas do medicamento antiviral Favipiravir — disse.
Renan contestou a declaração do empresário. Para o relator da CPI, há “uma contradição muito grande” no depoimento de Emanuel Catori e “um envolvimento muito sério” do líder do governo na Câmara na negociação de vacinas.
— É a repetição do modus operandi na aquisição de vacinas pelo governo federal. Recusou contatos com a Pfizer e com o Butantan, enquanto priorizou atravessadores com Belcher, Davati e Ricardo Barros. Enquanto brasileiros morriam e continuam a morrer. O senhor tenta passar a ideia de que, no encontro com Ricardo Barros, não poderia ter tratado da questão, uma vez que a CanSino não havia credenciado a Belcher. Mas não é verdade. Já havia uma carta de confidencialidade — afirmou.
O representante da Belcher admitiu conhecer o advogado Flávio Pansieri. Sócio do genro de Ricardo Barros até março deste ano, Pansieri participou de uma reunião na Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o uso emergencial do imunizante Convidecia. Apesar disso, Catori negou que o deputado paranaense tenha atuado como “facilitador político” para a compra da CanSino.
— O deputado Ricardo Barros não fez gestões com órgãos neste sentido. Não há vínculo comercial ou societário direto ou indireto da Belcher ou seus sócios com o parlamentar. Ele não iria receber valores pelo sucesso da negociação da Convidecia. A Belcher não o procurou nas tratativas com vacinas. Participação zero. Em nenhum momento ele me ajudou em nada sobre a vacina — afirmou.
O senador Renan Calheiros perguntou por que a vacina da CanSino era 70% mais cara do que o imunizante da farmacêutica Jansen, que também é aplicado em dose única. Segundo o empresário, isso se deve ao modelo de importação contratado pelo Ministério da Saúde. Enquanto a Jansen foi comprada pelo sistema CIF, em que frete e seguro são pagos pelos fornecedores, a Convidecia seria adquirida pelo sistema FOB, em que essas despesas já estão embutidas no valor final.
— Isso envolve logística, envolve frete. Por precisar manter uma temperatura de dois a oito graus, é um frete extremamente caro. Por isso tem toda essa diferença de valores — afirmou.
Catori presta depoimento amparado por um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Com a possibilidade de permanecer em silêncio sobre temas que o incriminem, o empresário se recusou a responder, por exemplo, quanto a Belcher receberia de comissão pela venda de 60 milhões de doses do imunizante ao governo brasileiro.
Catori apresentou à CPI um cronograma com datas que envolvem a representação da CanSino pela Belcher. De acordo com o empresário, a farmacêutica chinesa estabeleceu uma carta de autorização para a brasileira no dia 19 de abril. Em 27 de maio, a Belcher solicitou uma carta de intenção de compra junto ao Ministério da Saúde. O documento foi expedido pela pasta apenas uma semana depois, no dia 4 de junho. A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) estranhou a rapidez do processo.
— A carta de intenção foi emitida em apenas oito dias. Por quê? A Pfizer levou vários meses, quase um ano. É muita rapidez. Um tratamento muito diferenciado em relação à empresa. Houve uma agilidade na emissão de carta de intenção, mesmo se tratando de uma vacina 77% mais cara do que outra de dose única. Foi tudo muito rápido. Houve agilidade para tudo — disse Eliziane.
O senador Humberto Costa (PT-PE) reforçou a suspeita de que a Belcher tenha sido privilegiada pelo deputado Ricardo Barros, que foi ministro da Saúde entre 2016 e 2018, na gestão do presidente Michel Temer.
— Vossa senhoria [Emanuel Catori] vai dizer que não tem nada a ver, que caiu do céu. Que o Ministério da Saúde descobriu que sua empresa estava habilitada para isso. A CanSino, lá na China, ouviu dizer que tinha uma empresa lá em Maringá para ser representante no Brasil. É difícil a gente acreditar nessas coisas, que não teria havido algum tipo de ajuda e que isso não teria sido feito pelo senhor Ricardo Barros. Esse argumento não se sustenta. Houve aqui, sim, tráfico de influência e advocacia administrativa — disse.
Hang e Wizard
O sócio da Belcher reconheceu ainda que participou de um encontro com os empresários Luciano Hang e Carlos Wizard. Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, eles teriam atuado para a compra de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19 pelo governo.
Catori disse ter sido procurado pelos empresários entre fevereiro e março deste ano para intermediar a compra de doses da vacina CoronaVac, produzida pelo laboratório SinoVac.
Segundo ele, o imunizante seria doado ao Sistema Único de Saúde (SUS). No dia 17 de março, Catori, Hand e Wizard participaram de uma live sobre o assunto. Mas o representante da Belcher negou que os empresários tenham participado da negociação do imunizante da CanSino.
— Aventou-se a possibilidade de aquisição de 9 milhões de doses prontas da CoronaVac. Essas doses seriam adquiridas e doadas sem fins comerciais. Após a vacinação dos grupos prioritários, 50% iriam para colaboradores das empresas envolvidas na ação. Não há qualquer relação da Convidecia com os empresários. Não houve interferência com a interface institucional realizada pela Belcher junto ao Ministério da Saúde sobre a Convidecia. Também não há relação societária formal ou informal entre os empresários e a Belcher ou qualquer de suas empresas — afirmou.
A Belcher foi representante da CanSino entre 19 de abril e 10 de junho de 2021. Após a emissão da carta de intenção pelo Ministério da Saúde, a farmacêutica chinesa revogou unilateralmente as credenciais da Belcher alegando razões de compliance. Em 28 de junho, a Anvisa encerrou o processo em que a Belcher pedia a autorização emergencial do imunizante em razão do descredenciamento legal da empresa.
O senador Jorginho Mello (PL-SC) lembrou que a Belcher não chegou a vender vacinas ao governo federal.
— É mais uma negociação que não aconteceu. É um barulhão danado — disse. As informações são da Agência Senado.
Diário de Pernambuco A manicure Eliane Lopes, que estava na casa de Sarí Côrte Real no momento em que o menino Miguel Otávio morreu, prestou depoimento à Polícia na manhã desta sexta-feira (12). A mulher chegou à Delegacia Seccional de Santo Amaro, na área central do Recife, na por volta das 9h30 e deixou o […]
A manicure Eliane Lopes, que estava na casa de Sarí Côrte Real no momento em que o menino Miguel Otávio morreu, prestou depoimento à Polícia na manhã desta sexta-feira (12). A mulher chegou à Delegacia Seccional de Santo Amaro, na área central do Recife, na por volta das 9h30 e deixou o local às 11h30. Ela não quis falar com a imprensa, mas seu advogado, Irineu Ferreira, explicou que a mulher aguardava ser intimada oficialmente.
“Ela é uma manicure, não esteve presente em todos os momentos do ocorrido. Se manteve o tempo todo dentro do apartamento. Acredito que posteriormente ela possa dar uma declaração, fazer nota a vocês (da imprensa) para trazer tais informações”, disse Irineu, em conversa com os repórteres. Ele também explicou que, segundo Eliane, Sarí estava preocupada com a criança na ocasião.
Quem também prestou depoimento nesta sexta foi o militar reformado Tomaz Silva, gerente de operações do edifício Píer Maurício de Nassau, local onde o menino Miguel morreu. Ele foi uma das pessoas que prestaram socorro à criança.
“Infelizmente, eu senti o garoto indo embora. Ele apertou na minha mão, e eu dizia ‘aperta a mão do tio, a gente ainda vai jogar bola’, e ele apertava a minha mão, mas com um minuto, dois, começou a enfraquecer”, comentou aos repórteres, após deixar a delegacia.
O último depoimento esperado, agora, é o de Sarí Côrte Real. Ainda não há uma data marcada para que a primeira-dama de Tamandaré compareça à delegacia. “Ela continua profundamente abalada, profundamente solidária à dor de dona Mirtes pela perda irreparável. E aguarda ser intimada para ser ouvida formalmente na delegacia, para dar sua versão dos fatos”, comentou o advogado Pedro Avelino, no último dia 8.
Caso Miguel
O menino Miguel Otávio era filho da doméstica Mirtes Renata. Morreu na última terça-feira (2), quando despencou de uma altura de aproximadamente 35 metros, no nono andar do edifício Píer Maurício de Nassau, conhecido como Torres Gêmeas e localizado no Bairro de São José, área central do Recife. Ele havia sido deixado aos cuidados de Sarí Côrte Real, empregadora de sua mãe, Mirtes, que teve que ir passear com os animais de estimação da patroa.
Chorando e procurando pela mãe, Miguel entrou no elevador do edifício duas vezes para buscá-la. Ele chegou a ser impedido pela primeira vez por Sarí, mas conseguiu se desvencilhar na segunda tentativa. Em vídeos de câmeras de segurança, a mulher aparece apertando botões e deixando o menino sozinho, no elevador.
Como Sarí estava com a “guarda momentânea da criança”, ela foi parcialmente culpada pelo acidente, caso previsto no Art. 13 do Código penal, que trata de ação culposa, por causa do não cumprimento da obrigação de cuidado, vigilância ou proteção. Após ser presa em flagrante, pagou uma fiança de R$ 20 mil e foi liberada. Ela está sendo investigada por homicídio culposo, onde não caberia intenção de causar a morte da vítima.
O inquérito está sendo tocado pelo delegado Ramon Teixeira, titular da Delegacia Seccional de Santo Amaro, na área central do Recife, e deve ser concluído até 2 de julho, quando expira o prazo de 30 dias da ocorrência.
Por Juliana Lima Em entrevista à comunicadora Juliana Lima na Rádio Serra FM 87,9 nesta terça-feira (02/06), a gerente da XI GERES, Karla Millene, fez um balanço dos casos de Covid-19 nos dez municípios da regional de saúde. No total, são 192 casos confirmados da doença até o momento, sendo que Serra Talhada lidera com […]
Em entrevista à comunicadora Juliana Lima na Rádio Serra FM 87,9 nesta terça-feira (02/06), a gerente da XI GERES, Karla Millene, fez um balanço dos casos de Covid-19 nos dez municípios da regional de saúde.
No total, são 192 casos confirmados da doença até o momento, sendo que Serra Talhada lidera com 124 casos, seguida de Triunfo com 23, São José do Belmonte com 16, Floresta com 11, Flores com 07, Betânia com 5, Carnaubeira da penha e Calumbi com 02 cada e Santa Cruz da Baixa Verde e Itacuruba com 01 caso cada.
“Todos os municípios da XI Regional agora estão com casos confirmados de Covid. São 192 casos confirmados até o momento. Destes 192 casos é importante falar que já temos 99 pessoas recuperadas, praticamente mais de 50% dos pacientes que foram acometidos pela Covid-19 já estão recuperados, já estão de volta à sua vida, às suas atividades da vida diária”, relatou Karla Millene.
A regional também registrou aumento no número de óbitos por Covid-19, chegando a 13. Os óbitos aconteceram nos municípios de Serra Talhada (4), Triunfo (4), Floresta (2), Betânia (1), Carnaubeira da Penha (01) e Itacuruba (01).
Sobre leitos de retaguarda para pacientes com baixa complexidade, a gerente informou que os dez municípios da regional pactuaram um total de 98 leitos, sendo 31 em Serra Talhada, 05 em Triunfo, 12 em Belmonte, 16 em Floresta, 11 em Flores, 06 em Betânia, 06 em Carnaubeira da Penha, 03 em Calumbi, 06 em Santa Cruz da Baixa Verde e 02 em Itacuruba.
Perguntada sobre o Hospital de Campanha para Covid-19 que está sendo implantado pelo Governo do Estado no pátio do Hospital Geral do Sertão, Karla Millene informou que a obra está nos ajustes finais.
“Já foram ligados os dois geradores e hoje durante o dia estão sendo feitos os testes com os ar-condicionados, para verificar todo o funcionamento da rede elétrica e refrigeração […] Acredito que nesses próximos dias as duas unidades [para Covid] estarão sendo entregues à população de toda a macrorregião do Sertão”, afirmou. Sobre a lama acumulada no local, disse que a estrutura externa será organizada. A ala para Covid-19 no Hospital Geral do Sertão contará com 10 leitos de UTI.
A “novela da ação contra Flávio Marques” terá seu último capítulo hoje, a partir das 19 horas no TSE. É quando será julgado no TSE o Agravo Regimental impetrado pela defesa da Coligação “Por uma Tabira Melhor”, da ex-prefeita Nicinha Melo e do ex-prefeito Dinca Brandino. Eles recorreram da decisão que derrubou a inelegibilidade de […]
A “novela da ação contra Flávio Marques” terá seu último capítulo hoje, a partir das 19 horas no TSE.
É quando será julgado no TSE o Agravo Regimental impetrado pela defesa da Coligação “Por uma Tabira Melhor”, da ex-prefeita Nicinha Melo e do ex-prefeito Dinca Brandino. Eles recorreram da decisão que derrubou a inelegibilidade de Flávio Marques.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através do Ministro André Ramos Tavares, deu provimento aos recursos especiais interpostos por Sebastião Dias Filho e Flávio Ferreira Marques, na terça-feira, dia 11 de junho de 2024, anulando a inelegibilidade de oito anos imposta anteriormente pelo juízo de Tabira e mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
“Lembramos que todos os envolvidos foram condenados por abuso de poder. A única controvérsia é a aplicação ou não da sanção de inelegibilidade. Para que haja essa sanção, tem que haver prova de anuência ou contribuição direta ou indireta para os atos tidos como abusivos. Até então, todos os entendimentos eram de que haviam (Juízo Eleitoral, TRE/PE, parecer do PGE)”, afirmou a Coligação de Nicinha.
O advogado Walber Agra, que defende Flávio, afirmou à época que as referidas ações “encontram-se natimortas”.
“Essa situação decorre da ausência de comprovação dos fatos alegados, nomeadamente, a contratação excessiva de servidores em 2020, bem como a utilização de grupos de WhatsApp para emprego destes. Não foi apresentada qualquer prova que corrobore tais alegações. Consequentemente, os fatos permaneceram como meras acusações desprovidas de fundamentação probatória”, disse.
“Ademais, cabe ressaltar que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou o mérito de ambas as ações de forma monocrática e antecipada, o que evidencia a clareza da injustiça das acusações. Tal procedimento não é usual no TSE, sendo adotado apenas em casos de manifesta injustiça”, concluiu.
O prefeito Flávio Marques está em Brasília acompanhando a movimentação. O vice-prefeito e secretário de Agricultura de Tabira, Marcos Crente, esteve falando ao Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM.
Perguntado se está com medo ou está tranquilo sobre o julgamento do prefeito Flávio Marques que acontece hoje no Tribunal Superior Eleitoral, Marcos disse que está tranquilo e, sem muitas palavras, finalizou dizendo: “quem não deve não teme”.
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