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Amupe e MPPE promovem seminário na próxima terça-feira

Por André Luis

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) promovem na próxima terça-feira, 03/03, no auditório da Associação, um seminário de apresentação de três projetos estratégicos do Ministério para os Municípios.

O evento terá a presença do Procurador-Geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, que vai mostrar aos prefeitos os projetos Cidade Pacífica, MPLabs e Pernambuco Verde: Lixão Zero.

Responsável por engajar os municípios no combate à violência, o Projeto Cidade Pacífica, tem por objetivo unir os esforços municipais com a participação da sociedade, para a implementação de ações preventivas voltadas a melhorar a segurança da população. O MPLabs é o laboratório de inovação do MPPE que visa a obtenção de soluções inovadoras para desafios institucionais do Ministério Público.

Quanto ao Projeto Pernambuco Verde: Lixão Zero. Serão apresentados também os termos gerais do Acordo de Não Persecução Penal e perspectiva do Acordo de Não Persecução Cível relacionados aos 79 municípios pernambucanos que ainda depositam seus resíduos em lixões. Segundo dados do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), em 2014, apenas 29 municípios pernambucanos depositavam seu lixo em aterros sanitários. Até fevereiro deste ano, o número era de 104 cidades, o TCE estima que até julho 2020 este número suba para 134.

Para o presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, “o seminário será um importante evento em parceria com o Ministério Público de Pernambuco. Os prefeitos de todo o Estado estão convocados para ouvir o MPPE e ter conhecimento sobre seus projetos que são estratégicos para a melhoria de vida nas cidades”, concluiu.

Outras Notícias

Festa Universitária chegou com programação em cima da hora, mas agradou

Em São José do Egito, a noite do sábado ficou marcada na 45ª Festa Universitária, que homenageou o centenário de Miguel Arraes. Com um ótimo público, a programação começou com o Barracão Universitário que teve Henrique Brandão, Banda Val Patriota, Rafael Moura, repentistas e declamadores. No Palco Principal, a noite ficou por conta de Vozes […]

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Foto: Marcelo Patriota

Em São José do Egito, a noite do sábado ficou marcada na 45ª Festa Universitária, que homenageou o centenário de Miguel Arraes. Com um ótimo público, a programação começou com o Barracão Universitário que teve Henrique Brandão, Banda Val Patriota, Rafael Moura, repentistas e declamadores.

No Palco Principal, a noite ficou por conta de Vozes e Versos, Delmiro Barros, Alcimar Monteiro e Forró da Nanah. Todos os shows mereceram elogios, com destaque para Alcimar Monteiro, provando porque tem razão plena ao questionar a ausência do forró autêntico em pleno São João de Caruaru.

A programação foi concluída no domingo, com o Trio Asas da América. Claro, o fato do evento acontecer em ano eleitoral reuniu pré-candidatos de todos os lados no tradicional oba-oba.

Contas de 2013, primeiro ano da gestão Dêva Pessoa, são aprovadas pelo TCE

A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta quinta-feira (19) e aprovou com ressalvas as contas de 2013 do prefeito de Tuparetama, Deva Pessoa. O Tribunal emitiu parecer à Câmara de Vereadores recomendando a aprovação das contas do gestor. O relator foi o auditor Carlos Pimentel, Conselheiro em Exercício. O processo […]

DSCF9422A Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta quinta-feira (19) e aprovou com ressalvas as contas de 2013 do prefeito de Tuparetama, Deva Pessoa. O Tribunal emitiu parecer à Câmara de Vereadores recomendando a aprovação das contas do gestor.

O relator foi o auditor Carlos Pimentel, Conselheiro em Exercício. O processo tem o número 14700440.

A aprovação da Segunda Câmara da Corte de Contas aconteceu por unanimidade. Agora, a decisão sobre o parecer ficará a cargo da Câmara Municipal de Tuparetama.

Edvan César Pessoa da Silva, o Dêva Pessoa, é prefeito desde 2013. Foi eleito em 2012 ao bater o então candidato governista Valmir Tunu.

Sexta Turma do STJ devolve direitos políticos retirados do Cacique Marcos Xukuru

O processo que condenou o cacique Marcos Xukuru foi reconhecido como falho pelos ministros do STJ. A liderança foi vítima de erro judiciário. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) acolheu um recurso que reconheceu o cacique Marcos Xukuru como vítima de erro judiciário em processo criminal que terminou com a perda dos direitos políticos da […]

O processo que condenou o cacique Marcos Xukuru foi reconhecido como falho pelos ministros do STJ. A liderança foi vítima de erro judiciário.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) acolheu um recurso que reconheceu o cacique Marcos Xukuru como vítima de erro judiciário em processo criminal que terminou com a perda dos direitos políticos da liderança indígena. Em decisão nesta terça-feira (3), a Sexta Turma considerou a sentença proferida falha ao utilizar depoimentos de pessoas com interesse na condenação. 

Para os ministros, a sentença não considerou provas da inocência do cacique, liderança do povo Xukuru do Ororubá, cuja Terra Indígena está localizada no município de Pesqueira, no agreste de Pernambuco.

Lucas Ramos participa de bate papo ao lado de Gonzaga Patriota

Lucas Ramos (PSB) participou na manhã deste sábado (19) de um bate papo no Comitê 40110, no Manga Rosa, em Petrolina. A conversa contou com a participação do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), candidato a reeleição.“Eduardo Campos começou a construir um novo Pernambuco e nós queremos dar prosseguimento, buscando ampliar o número de escolas de […]

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Lucas Ramos (PSB) participou na manhã deste sábado (19) de um bate papo no Comitê 40110, no Manga Rosa, em Petrolina. A conversa contou com a participação do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), candidato a reeleição.

“Eduardo Campos começou a construir um novo Pernambuco e nós queremos dar prosseguimento, buscando ampliar o número de escolas de referência, valorizar ainda mais categorias como professores e médicos”, afirmou Lucas Ramos.

Gonzaga Patriota fez questão de reafirmar o apoio a Lucas Ramos e a importância de termos representatividade da região na Assembleia Legislativa. Ainda neste sábado, o candidato a deputado estadual Lucas Ramos vai para Cristália, zona rural de Petrolina; à noite, o socialista estará em Santa Maria da Boa Vista.

Caciques do Senado na mira da Lava Jato terão reeleição difícil

Folhapress Com o encerramento dos mandatos de dois terços dos senadores, os principais caciques do Senado vão às urnas em 2018 em um cenário adverso: terão de explicar ao eleitor as acusações das quais são alvo, propor saídas para a crise política e enfrentar menor disponibilidade de recursos para financiamento de suas campanhas. Dos 54 […]

Folhapress

Com o encerramento dos mandatos de dois terços dos senadores, os principais caciques do Senado vão às urnas em 2018 em um cenário adverso: terão de explicar ao eleitor as acusações das quais são alvo, propor saídas para a crise política e enfrentar menor disponibilidade de recursos para financiamento de suas campanhas.

Dos 54 senadores cujos mandatos chegam ao fim, 21 respondem a investigações no STF em ações da Lava Jato ou desdobramentos.

Neste quadro, estão nomes de destaque na Casa como Renan Calheiros (MDB-AL), Romero Jucá (MDB-RR), Aécio Neves (PSDB-MG) e o presidente Eunício Oliveira (MDB-CE). Será a primeira eleição geral após o STF ter proibido o financiamento empresarial, em 2015, e depois de a classe política ter sido atingida pela Lava Jato.

Segundo colocado na corrida presidencial em 2014, Aécio agora enfrenta dificuldades para firmar sua candidatura à reeleição. O mineiro enfrentou forte desgaste em 2017 após ter sido gravado pelo empresário e delator Joesley Batista. Foi denunciado pelos crimes de obstrução de Justiça e corrupção passiva e afastado duas vezes do mandato pela Justiça.

Por meio de sua assessoria, o tucano não confirmou se disputará uma vaga no Senado, mas disse que, na avaliação de seu grupo político, “uma candidatura majoritária é o melhor caminho para que o senador possa responder às acusações de que é alvo e repor a verdade”.

Réu no STF por crime de peculato e alvo de inquéritos na Lava Jato, Renan passou a cuidar de sua reeleição desde o início de 2017. Ele se distanciou de Michel Temer e passou a fazer oposição a medidas como as reformas trabalhista e da Previdência.

Além disso, intensificou as agendas no interior de Alagoas ao lado do governador, Renan Filho (MDB). Com a iniciativa, ele pretende minimizar o impacto de recursos mais escassos para a campanha. “Acho que será uma eleição de corpo a corpo. Será preciso gastar sola de sapato e conversar muito com as pessoas. Com menos dinheiro, contará muito o serviço prestado aos municípios nos últimos anos. Teremos que mostrar o que fizemos pelas pessoas”, afirmou, por meio de sua assessoria.

Para se defender das acusações, Renan tem subido o tom nas críticas contra Temer e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, preso no Paraná. “Acredito que a Lava Jato não será um problema para mim. As pessoas já entenderam que houve excessos e acusações injustas”, disse, em nota.

De olho nas urnas, Eunício tem se voltado a agendas com o governador Camilo Santana (PT), no interior do Ceará. Ao lado de Santana, seu adversário nas eleições de 2014, ele tem reforçado que ajudou a levar obras importantes para a região, como a transposição do rio São Francisco.

Empresário com patrimônio de R$ 99 milhões declarado à Justiça eleitoral, Eunício não deve ter dificuldade em custear sua campanha.

O peemedebista afirma que as novas regras trouxeram mais equilíbrio entre os candidatos. “Antes o céu era o limite, o autofinanciamento poderia ser de R$ 1 bilhão, 1 trilhão ou um tostão. Nós botamos o teto. O que aconteceu foi uma evolução.”

Sobre as acusações existentes contra ele na Lava Jato, Eunício diz que ficou “chateado” e que as suspeitas não têm fundamento. Ele é acusado de ter vendido medida provisória. Segundo ele, a delação é infundada. “Tenho convicção de que vai ser arquivado. Eu tenho apenas inquérito, não denúncia.”

Outro cacique investigado e que vai disputar a reeleição é o líder do governo no Senado, Romero Jucá. De Estado com número reduzido de eleitores, ele tem controle sobre a política local e não deve enfrentar dificuldades. Em sua defesa, vem afirmando que as acusações são “armação” do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.

A Lava Jato coloca em risco ainda candidaturas como a da senadora Marta Suplicy (MDB-SP), mencionada nas delações da JBS e da Odebrecht. A senadora enfrentará dificuldade com seu tradicional eleitorado petista, na Grande São Paulo. Ela trocou em 2015 o PT pelo MDB.

Outro senador por São Paulo, o tucano Aloysio Nunes, também terá uma reeleição apertada. Ministro das Relações Exteriores, afirmou via assessoria que pretende se desincompatibilizar em abril para se candidatar.