Do Congresso em Foco Importante aliado na eleição do prefeito João Doria (PSDB), em São Paulo, o Movimento Brasil Livre (MBL) declarou guerra ao tucano. Um de seus principais líderes, o vereador paulistano Fernando Holiday (DEM) acusou o prefeito de “navegar no marketing da enganação”, de “traição” e de praticar “estelionato eleitoral”. O movimento e […]
Exigências a motoristas do Uber e outros aplicativos foi estopim da guerra declarada pelo movimento ao prefeito paulistano
Do Congresso em Foco
Importante aliado na eleição do prefeito João Doria (PSDB), em São Paulo, o Movimento Brasil Livre (MBL) declarou guerra ao tucano. Um de seus principais líderes, o vereador paulistano Fernando Holiday (DEM) acusou o prefeito de “navegar no marketing da enganação”, de “traição” e de praticar “estelionato eleitoral”.
O movimento e o prefeito já vinham se estranhando publicamente. Mas a situação ficou incontornável com uma alteração feita por Doria na Resolução nº 16, que cria diversas regras para motoristas de Uber e outros aplicativos de transporte em São Paulo. Entre as exigências previstas na norma estão a realização de curso e o emplacamento específico desse tipo de veículo.
Segundo representantes do MBL, o tucano contraria, com essa e outras medidas, seus compromissos de campanha. Holiday já avisou que pretende se declarar independente e votar até com a oposição, na Câmara Municipal, por causa do distanciamento do prefeito, nas palavras dele, do liberalismo econômico.
“Agora o prefeito que foi eleito com discurso liberal, de empreendedorismo, quando chega ao poder parece que muda de ideia completamente e não cumpre com suas promessas. Entra em pura contradição quando compõe essa resolução”, disse Holiday, em vídeo divulgado no Facebook. O vereador diz que vai apresentar um projeto de decreto legislativo para “sustar essa resolução, ou ao menos uma parte, para que uberistas tenham uma flexibilização” em relação às novas regras.
Nos últimos dias Doria foi chamado de “João Multador” por Kim Kataguiri, outro líder do MBL. A declaração foi uma resposta ao anúncio feito pela prefeitura de que vai multar o MBL por cartazes com críticas ao prefeito espalhados pela cidade. Na campanha, o MBL satiriza o tucano, chamando-o de “João Desempregador”, alegando que cerca de 50 mil empregos de motoristas de aplicativos estão ameaçados com a decisão dele. Durante a campanha eleitoral, o movimento apoiou a candidatura de Doria, que se apresentava aos eleitores com o slogan “João Trabalhador”.
O prefeito de Flores, Marconi Santana que, cumpriu na última semana uma agenda intensa de ordens de serviços para reforma de 4 (quatro) escolas, com investimentos do próprio tesouro municipal, na ordem de R$ 287 mil, comemorou os bons resultados do trabalho realizado no primeiro ano de sua gestão, no tocante aos investimentos garantidos na […]
O prefeito de Flores, Marconi Santana que, cumpriu na última semana uma agenda intensa de ordens de serviços para reforma de 4 (quatro) escolas, com investimentos do próprio tesouro municipal, na ordem de R$ 287 mil, comemorou os bons resultados do trabalho realizado no primeiro ano de sua gestão, no tocante aos investimentos garantidos na pasta de educação.
No Povoado de Santana Almas, Marconi Santana lembrou que, alunos da rede municipal de ensino se deslocavam para cidades vizinhas para estudarem em escola da rede municipal de ensino, “por falta de confiança no ensino que estava sendo oferecido, que era de péssima qualidade”, afirmou o gestor completando:
“Os alunos estão voltando a estudar na rede municipal de ensino. Isso por que estamos garantindo um ensino de qualidade. Estamos garantido o salário em dia, capacitação para os professores, merenda de qualidade, edificações boas, fardamento e kit escolar”, disse o prefeito.
As eleições de 2018 terão quase 350 chapas na disputa pelo Senado. E, entre elas, há casos em que parentes dividem o mesmo palanque para chegar à Casa. Há pai como cabeça de chapa e filho na suplência, marido e mulher na mesma composição e irmãos juntos na disputa. O G1 fez uma busca nos […]
O senador Edison Lobão e o filho, Edison Lobão Filho, compõem chapa ao Senado pelo MDB do Maranhão (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
As eleições de 2018 terão quase 350 chapas na disputa pelo Senado. E, entre elas, há casos em que parentes dividem o mesmo palanque para chegar à Casa.
Há pai como cabeça de chapa e filho na suplência, marido e mulher na mesma composição e irmãos juntos na disputa.
O G1 fez uma busca nos dados eleitorais e constatou pelo menos 7 chapas ao Senado formadas por ao menos dois parentes. A prática não configura qualquer irregularidade.
O ex-senador Gilvam Borges (MDB) tenta neste ano recuperar uma cadeira do Amapá no Senado. É titular na chapa que reúne ainda o irmão, Geovani Borges (MDB), como 1º suplente e o filho, Miguel Gil Borges (MDB), como 2º suplente.
A história se repete no Amazonas, onde o casal Braga tanta refazer o resultado das eleições de 2010. O titular da chapa, Eduardo Braga (MDB), tem a companhia da mulher, Sandra Braga, na disputa por uma das vagas do estado no Senado.
Uma das 13 chapas ao Senado pelo Ceará é liderada por José Alberto Pinto Bardawil (Podemos). O empresário do setor de comunicação leva o irmão, Walter Pinto Bardawil (Podemos), como 1º suplente.
No Maranhão, a família Lobão tenta renovar uma aliança familiar que já saiu vitoriosa nas eleições de 2010. Novamente, Edison Lobão e Edison Lobão Filho se candidatam, respectivamente, a titular e 1º suplente na chapa de senador. Pai e filho concorrem pelo MDB.
No Pará, por exemplo, o deputado federal Wladimir Costa (SD) concorrerá ao Senado. A vaga de 1º suplente em sua chapa é da mãe dele, Lucimar da Costa Rabelo (SD), com o nome de urna “Nega Lucimar”.
No Piauí, o presidente do PP, Ciro Nogueira, escolheu a própria mãe, Eliane e Silva Nogueira Lima, para o cargo de 1º suplente na chapa. Nogueira já é senador e, caso eleito, terá direito a mais oito anos de atividade na Casa. Ambos concorrem pelo PP.
O Rio de Janeiro se destaca por reunir apenas candidatos com o sobrenome “Pereira” na mesma chapa. Inicialmente, o Pastor Everaldo (PSC) tinha o próprio irmão, Edimilson Dias Pereira, como 2º suplente. Depois, segundo o partido, a vaga passou a ser ocupada por Laércio de Almeida Pereira, filho de Pastor Everaldo. Laércio também é advogado e sócio da “Folha Cristã”.
O nome de Donizeti de Assis Dias Pereira, empresário do setor de transportes, completa a chapa como 1º suplente. A assessoria do candidato afirma, porém, que não há nenhum grau de parentesco entre Donizeti e Pastor Everaldo.
O candidato do PR em Serra Talhada, Victor Oliveira voltou ao Alto Bom Jesus na noite desta segunda-feira. Sábado, o candidato esteve lá acompanhado das principais lideranças da coligação Frente Popular, Sebastião Oliveira, Geni Pereira e Carlos Evandro. Mas na noite desta segunda o candidato republicano, ao lado do candidato a vice, Marcus Dantas, conseguiu a […]
O candidato do PR em Serra Talhada, Victor Oliveira voltou ao Alto Bom Jesus na noite desta segunda-feira. Sábado, o candidato esteve lá acompanhado das principais lideranças da coligação Frente Popular, Sebastião Oliveira, Geni Pereira e Carlos Evandro.
Mas na noite desta segunda o candidato republicano, ao lado do candidato a vice, Marcus Dantas, conseguiu a adesão do mesmo número de pessoas que estavam no sábado e andou pelas ruas próximas a igreja deste bairro que é o mais populoso de Serra Talhada, segundo informação de sua assessoria ao blog.
Ao final da caminhada Dantas fez um discurso relatando que a cada dia mais pessoas estão conhecendo de perto o candidato de Inocêncio Oliveira e comprovam que ele está preparando para ser o prefeito da cidade.
“Mais uma vez olhamos nos olhos dos moradores e vimos neles a vontade de mudar, tenho certeza que a hora da virada está chegando” completou o neto de Inocêncio Oliveira.
A Prefeitura de Serra Talhada emitiu nota tentando pôr uma pedra na recente polêmica envolvendo a Câmara de Vereadores e noticiada na imprensa: segundo o vereador Gilson Pereira, da oposição, o governo Duque teria trocado uma área pública com status de área verde, sem utilização para fins imobiliários, em um apartamento no centro da cidade. A […]
A Prefeitura de Serra Talhada emitiu nota tentando pôr uma pedra na recente polêmica envolvendo a Câmara de Vereadores e noticiada na imprensa: segundo o vereador Gilson Pereira, da oposição, o governo Duque teria trocado uma área pública com status de área verde, sem utilização para fins imobiliários, em um apartamento no centro da cidade. A denúncia foi feita pelo proprietário do loteamento, Francisco de Assis Inácio. A oposição chegou a levantar suspeição sobre a real intenção como negócio do prefeito Luciano Duque.
Segundo a Prefeitura em nota ao blog, de fato o Município apresentou o seu interesse em adquirir um imóvel no bairro Alto da Conceição para que fosse construída uma Unidade Básica de Saúde (UBS). “Nesse sentido iniciou as tratativas com o proprietário de um imóvel que atende as necessidades do empreendimento, apresentando-lhe um imóvel de propriedade do município como alternativa para que, havendo interesse e amparo legal, fossem realizados todos os trâmites legais e burocráticos para a permuta”.
A área em questão, em registro do Caderno 1
O problema, diz a Prefeitura, foi gerado porque houve precipitação por parte do interessado ao utilizar a área antes de cumprir todos os procedimentos jurídicos necessários, o que gerou toda a polêmica apresentada.
“Nesse sentido, a Prefeitura Municipal reitera que em nenhum instante houve perdas para o município, e que buscará o entendimento necessário para que possa resolver todas as questões cabíveis, sobretudo, sem abrir mão de construir uma Unidade Básica de Saúde naquele bairro histórico”. A Prefeitura deu exemplo de permuta semelhante, amparada pela Lei Complementar Municipal n. 244, de 29.12.2014, onde fez permuta para a viabilização do Condomínio Industrial.
Ao final, repudia insinuações de que a troca foi por um apartamento em benefício próprio e particular.
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