Alberto Feitosa acusado de manobrar para barrar projeto que proíbe despejos na pandemia
Por Nill Júnior
O deputado Alberto Feitosa (PSC) está sendo questionado por manobras para sabotar a aprovação do PL 1010/20, de autoria das có-deputadas Juntas.
Ele suspende os despejos enquanto durar a pandemia. Mais uma vez a pauta não foi votada hoje e teve sua definição adiada para a próxima terça-feira, na Comissão de Constituição Legislação e Justiça (CCLJ).
O projeto de lei é tido como necessário para atender as demandas da população vulnerável, que passa fome e pode ficar sem um teto para viver e se proteger do vírus da Covid-19.
O PL está na Casa há 14 meses, e foi debatido em inúmeras ocasiões. A suspensão dos despejos na pandemia já foi determinada pelo colegiado do Supremo Tribunal Federal, igualmente aprovada pela Câmara Federal e está para ser debatida no Senado.
Na reunião o deputado bolsonarista ainda foi acusado de destilar autoritarismo, fake news, racismo, classismo, machismo e trouxe informações que preocupam a democracia e deveriam preocupar bastante a Alepe, segundo movimentos que acompanharam a sessão.
As entidades representativas das categorias integrantes da segurança pública de Pernambuco vêm a público manifestar seu profundo repúdio às reformas previstas na PEC 287/2016, que altera as atuais regras da previdência social, prejudicando toda a classe trabalhadora. O texto encaminhado à análise do Congresso Nacional é altamente danoso aos trabalhadores brasileiros, que já possuem regras […]
As entidades representativas das categorias integrantes da segurança pública de Pernambuco vêm a público manifestar seu profundo repúdio às reformas previstas na PEC 287/2016, que altera as atuais regras da previdência social, prejudicando toda a classe trabalhadora.
O texto encaminhado à análise do Congresso Nacional é altamente danoso aos trabalhadores brasileiros, que já possuem regras rígidas para a aposentadoria. Segundo a PEC, os trabalhadores só poderão se aposentar a partir dos 65 anos de idade, independentemente de sexo. Além disso, para receber o valor integral nas aposentadorias serão necessários 49 anos de contribuição.
No caso específico dos trabalhadores da segurança pública, as novas regras farão com que os profissionais da área permaneçam mais tempo submetidos à estressante e perigosa realidade diária, inerente às atividades de combate à violência. Com a nova regra, em poucos anos, policiais com mais de sessenta anos de idade serão os responsáveis pela investigação de traficantes, grupos de extermínio, quadrilhas de assaltantes de banco e tantos outros, em que a idade média dos criminosos não supera os 25 anos. Nessa situação, o combate à criminalidade está seriamente comprometido.
Policiais idosos permanecerão em vagas que poderiam ser preenchidas por jovens policiais, resultando em forte declínio nos índices de produtividade na atuação policial, prejudicando toda a sociedade, já tão penalizada pelos altos índices de violência.
A sociedade brasileira não pode aceitar esse grande retrocesso que atinge direitos trabalhistas históricos, que custaram décadas para serem conquistados. As medidas propostas visam escravizar o trabalhador brasileiro, impedindo-o de gozar sua aposentadoria de forma digna ou mesmo de alcançá-la.
Não é justo transferir aos trabalhadores brasileiros a conta da crise gerada pela incompetência, corrupção e manutenção dos lucros exorbitantes pagos aos credores da dívida pública brasileira, que consome mais de 40% do orçamento. Enquanto os trabalhadores pagam a conta, o Governo Central deixa de tomar medidas verdadeiramente necessárias, penalizando aqueles que contribuíram a vida toda com a economia do país, negando-lhes o necessário apoio no momento em que mais precisam.
Assinam a nota ADEPPE – Associação de Delegados de Polícia do Estado de Pernambuco, SINPOL – Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco, SINDASP-PE – Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária e Servidores no Sistema Penitenciário do Estado de Pernambuco, APEMOL – Associação Pernambucana de Medicina e Odontologia Legal e APOC – Associação de Polícia Científica.
Nesta sexta, comuniquei oficialmente a decisão de concluir em dezembro minha missão na presidência da ASSSERPE, a Associação de Rádio e Televisão de Pernambuco. Foram dois mandatos, seis anos, mais um período de transição neste ano de 2025. Com a renúncia de Cacá Marthins em virtude de um novo desafio empresarial que o tirou da […]
Nesta sexta, comuniquei oficialmente a decisão de concluir em dezembro minha missão na presidência da ASSSERPE, a Associação de Rádio e Televisão de Pernambuco. Foram dois mandatos, seis anos, mais um período de transição neste ano de 2025.
Com a renúncia de Cacá Marthins em virtude de um novo desafio empresarial que o tirou da TV Guararapes, dado o pleito dos radiodifusores, me comprometi em assumir a ASSERPE, desde que me fosse dada a permissão para uma transição na entidade.
Após uma conversa com nosso atual vice-presidente, Edmilson Boaviagem e, com o aval dele, estarei concluindo meu ciclo em dezembro.
Já tinha projetos pessoais e profissionais a partir do próximo ano que eram incompatíveis com o exercício da presidência. Também por outros fatores, como a situação que isso pode gerar na ABERT, com um mandato muito longo, possibilidade de menor entrega do que nos dois mandatos anteriores. Ainda porque concluo meu ciclo na gestão da Rádio Pajeú em dezembro, também por minha insistência e iniciativa, dado o planejamento para cuidar do já definido para minha atuação profissional no blog e em outras atividades.
Até dezembro, ainda temos o Encontro ASSERPE (30 e 31/10) e vamos trabalhar uma transição tranquila. A ASSERPE está plenamente administrável, com sua estrutura de representação sólida com o Escritório de Mídia, e terá a mim sempre como um soldado do meio. Como disse aos radiodifusores de Pernambuco, a ASSSERPE nos pertence. E tudo tem seu tempo.
Em Serra Talhada, que tradicionalmente tem uma folia mais discreta, a movimentação de bastidores para as eleições tem status de pula pula de bloco. Uma das notícias recentes de repercussão foi a visita do pré-candidato do PSDB de Serra Talhada, Dr. Nena, juntamente com outros nomes do partido, acompanhando o deputado Antonio Morais e Terezinha […]
Em Serra Talhada, que tradicionalmente tem uma folia mais discreta, a movimentação de bastidores para as eleições tem status de pula pula de bloco. Uma das notícias recentes de repercussão foi a visita do pré-candidato do PSDB de Serra Talhada, Dr. Nena, juntamente com outros nomes do partido, acompanhando o deputado Antonio Morais e Terezinha Nunes, ao governador Paulo Câmara, no Palácio das Princesas.
O Programa Tribuna Popular, da Rádio Líder do Vale FM falou com o médico sobre a visita.Ele jurou de pé junto que a visita ao Governador não significa um afastamento da oposição local. “Um dos assuntos conversados com o governador foi a construção da união entre as oposições de Serra Talhada, para sermos vencedores nas eleições de outubro próximo“, disse.
Ele acrescentou que continua imbuído do sentimento de marchar unido com toda oposição. “Reconhecemos a liderança do deputado Sebastião Oliveira, e isso foi conversado com Paulo Câmara. Estamos juntos, apenas estamos, democraticamente buscando nosso espaço.
Dr Nena voltou a falar do seu projeto para este ano. “É do povo nas ruas que estou ouvindo os apelos para ser candidato, por isso estou com meu nome posto, mas sempre disse que vamos apresentar aquele que melhor representar a vontade popular, aquele que agregar mais qualidades e condições”.
Um homem de 40 anos ficou preso nas ferragens após uma colisão entre um caminhão e um carro de passeio, na noite desse sábado (11), na BR-232, em Serra Talhada. Segundo o Farol de Notícias, o acidente ocorreu nas imediações do bairro Tancredo Neves e o motorista do carro de passeio ficou com a perna […]
Um homem de 40 anos ficou preso nas ferragens após uma colisão entre um caminhão e um carro de passeio, na noite desse sábado (11), na BR-232, em Serra Talhada.
Segundo o Farol de Notícias, o acidente ocorreu nas imediações do bairro Tancredo Neves e o motorista do carro de passeio ficou com a perna esquerda presa, sendo necessário o uso de um desencarcerador (instrumento utilizado para cortar metais), conforme relatou o Corpo de Bombeiros.
Ainda durante o socorro à vítima, os Bombeiros informaram que a porta do condutor foi aberta com o equipamento, e somente assim o motorista, que estava com a perna presa, foi retirado. Quem também agiu rápido no salvamento foram os socorristas do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). Eles estabilizaram o homem ferido no local e depois o conduziram ao Hospital Agameon Magalhaes (Hospam). O condutor do caminhão não sofreu ferimentos.
Do Brasil de Fato Nos próximos dias 18 e 19 de março a cidade de Serra Talhada vai sediar o 1º Acampamento Regional do Levante Popular da Juventude no Pajeú. Mais de 200 jovens da região estarão juntos para discutirem o cenário político nacional, a importância da organização da juventude para impedir os retrocessos em […]
Nos próximos dias 18 e 19 de março a cidade de Serra Talhada vai sediar o 1º Acampamento Regional do Levante Popular da Juventude no Pajeú.
Mais de 200 jovens da região estarão juntos para discutirem o cenário político nacional, a importância da organização da juventude para impedir os retrocessos em curso e o uso da cultural popular como ferramenta de luta.
O militante do Levante Popular da Juventude e estudante de fisioterapia José Mário Guerra é um dos que está a frente da organização do Acampamento Regional do Levante. Mário afirma que o grande objetivo do Acampamento é mobilizar e organizar a juventude da região para impedir os retrocessos colocados pela agenda política. “Queremos massificar o número de jovens que ousam lutar nas escolas, universidades, nos bairros e no campo”, diz o estudante.
Para ele, a organização é fundamental para conter a retirada de direitos e, posteriormente, conquistar avanços. “Sabemos que o governo sem votos e o Congresso estão impondo à sociedade brasileira muitos cortes de direitos, tanto sociais como trabalhistas. Mas precisamos resistir”, afirma Guerra. “A juventude precisa estar unida para mostrar que não aceitamos que retirem os nossos direitos. Nós queremos barrar qualquer forma de retrocesso”.
O evento terá um espaço de análise do cenário político nacional facilitada por Felipo Bona, militante da Consulta Popular e professor do curso de Direito da Faculdade de Integração do Sertão (FIS Serra Talhada). A programação prevê ainda rodas de conversa sobre negritude, feminismo e com a temática LGBT, seguido por espaços para debater o movimento estudantil, tanto universitário quanto secundarista.
O Acampamento também recebe dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), da Federação dos Trabalhadores em Agricultura de Pernambuco (FETAPE), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Pastoral da Juventude Rural (PJR), os sindicatos dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada (SINTEST) e de Pernambuco (SINTEPE). Os convidados falarão sobre a importância da organização da juventude.
A programação prevê ainda muita troca cultural. O Acampamento será aberto por uma apresentação do grupo de xaxado Cabras de Lampião. Haverá também um espaço de oficinas culturais de maracatu, facilitado pela Cia Dançarte; turbante, facilitado pelo Coletivo Fuáh; além de oficinas de hip hop, capoeira e free step. A noite cultural do sábado contará com apresentações do Maracatu Nação Império, das bandas de rock Doppamina e Democracia Entre Aspas e o grupo de rap P1 Rappers, de Juazeiro da Bahia.
Os jovens ficarão “acampados” nas salas de aula do Colégio Municipal Cônego Torres, na avenida Afonso Magalhães, centro de Serra Talhada. O colégio dispõe de refeitório e espaço para banho. Os jovens devem levar o chamado “kit militante”, que inclui colchão, lençol, prato, talheres, toalha e material de higiene pessoal. Todas as refeições são gratuitas no Acampamento. Os alimentos foram conseguidos em parceria com organizações de trabalhadores rurais da região, como a FETAPE.
A programação tem início na manhã do sábado, mas expectativa é que todos os participantes oriundos de outras cidades cheguem até as 17h da sexta-feira (17), quando haverá um ato contra a reforma da previdência proposta pelo presidente não-eleito Michel Temer. Além dos jovens de Serra Talhada, o Acampamento do Levante espera participantes dos municípios de Afogados da Ingazeira, Flores, Tabira, Carnaíba, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde, Ouricuri, Salgueiro, Petrolândia, Tupanatinga, Arcoverde, Petrolina, Caruaru e Recife.
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