Pré-candidato a Deputado Estadual, Marcony Santana (PSD) comemorou os números da pesquisa Veritá para o Governo de Pernambuco.
“É com imensa alegria e o coração cheio de entusiasmo que recebo os números da Pesquisa Veritá! Ver a nossa governadora Raquel Lyra com 57,5% na espontânea e 61,3% de aprovação é a confirmação do que sentimos em cada abraço nas ruas: o povo reconhece quem trabalha com verdade e coragem”.
Seguiu: “Raquel Lyra é uma líder que nos inspira diariamente. Ter a menor rejeição do estado (15,2%) e um empate técnico na estimulada (41,4%) mostra que Pernambuco não quer voltar ao passado. Tenho um orgulho enorme de caminhar ao seu lado e de ver nosso estado avançar sob o seu comando firme e sensível”.
E concluiu: “Parabéns por esse resultado histórico, Raquel! É uma felicidade imensa ver o reconhecimento desse trabalho que está transformando vidas. Estamos juntos, cada vez mais fortes, celebrando essa vitória que é de todos os pernambucanos!”
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, iniciou o processo ajustes na equipe, anunciado há alguns dias. Hoje, foi confirmado que o Secretário de Obras, Cristiano Menezes, não fará mais parte da equipe. A própria prefeita comunicou ao auxiliar, segundo fontes governistas. A repercussão é maior porque Cristiano é da chamada “ala Duquista”, ligado ao […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, iniciou o processo ajustes na equipe, anunciado há alguns dias.
Hoje, foi confirmado que o Secretário de Obras, Cristiano Menezes, não fará mais parte da equipe. A própria prefeita comunicou ao auxiliar, segundo fontes governistas.
A repercussão é maior porque Cristiano é da chamada “ala Duquista”, ligado ao ex-prefeito e Deputado Estadual Luciano Duque, do Solidariedade.
Anildomá Williams, da Fundação Cultural de Serra Talhada, também teria sido comunicado da saída. A prefeitura não informou nada de forma oficial à imprensa, o que aumenta as especulações. Detalhe: Cristiano e Anildomá são filiados ao PT, o último, casado com a presidenta da legenda, Cleonice Maria, que teceu críticas ao apoio de Márcia a Raquel Lyra e pediu votos pra Marília Arraes.
Agora, as atenções voltam-se para o restante da equipe. Dos ligados a Duque, fazem parte nomes como Marta Cristina, Secretária de Educação e Karina Menezes, ex-primeira dama, na Assistência Social. Mexer com essa última é encarado quase como uma declaração de guerra.
Ainda há perspectivas de criação de uma Secretaria da Mulher e uma pasta que acomode Cacá Menezes, filho do ex-prefeito Carlos Evandro, que se aliou a Márcia.
A prefeita ganhou espécie de super poderes políticos, pois por ela passarão também os cargos de órgãos regionais, como X Geres e Ciretran, dada a aproximação política com a governadora diplomada Raquel Lyra, que tratou a gestora petista como a cereja do bolo de sua campanha.
Foco do evento é apresentar ações da Companhia e seus desafios para o futuro, por meio de exposições e apresentações técnicas No próximo dia 13 de novembro, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) realiza na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a mostra “Codevasf no Desenvolvimento Regional”. O […]
Foco do evento é apresentar ações da Companhia e seus desafios para o futuro, por meio de exposições e apresentações técnicas
No próximo dia 13 de novembro, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) realiza na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a mostra “Codevasf no Desenvolvimento Regional”.
O objetivo é apresentar aos parlamentares, empresas parceiras e público em geral o resultado dos investimentos da empresa na sua área de atuação e os desafios para o futuro, por meio de exposições e apresentações técnicas.
A abertura do evento será feita pelo presidente da Companhia, Avelino Neiva, às 10h, no Auditório Nereu Ramos, no anexo II da Câmara dos Deputados. “Com esse evento, queremos dar mais visibilidade à Codevasf. A empresa vem atuando, ao longo de seus mais de 40 anos de existência, em áreas onde a presença do poder público se faz necessária, para dotar territórios carentes de infraestrutura e de acesso a bens e serviços públicos de qualidade”, ressalta Neiva.
No período da tarde, a partir das 15h, será apresentado o painel “Realizações e desafios da Codevasf” com palestras técnicas. O foco das explanações será mostrar os principais resultados e as perspectivas das ações da Companhia com relação aos processos de negócios da empresa nas áreas de agricultura irrigada, segurança hídrica e economia sustentável. No ano de 2017, foram aplicados pela empresa cerca de R$ 827,2 milhões em ações finalísticas.
No hall do auditório, durante todo o dia, os visitantes também poderão conferir exposição com produtos de associações apoiadas pela empresa e frutas cultivadas nos perímetros públicos de irrigação administrados pela Companhia, além de maquetes, kit de irrigação familiar e aquário com espécies de peixes reproduzidos nos Centros Integrados de Recursos Pesqueiros e Aquicultura geridos pela empresa.
Paralelamente às apresentações técnicas e à mostra de produtos e ações, haverá exposição de uma linha do tempo que destaca os principais marcos históricos dos 44 anos da Codevasf desde a criação da Comissão do Vale do São Francisco (CVSF), em 1948, até hoje. O painel fotográfico ficará exposto no Espaço Mário Covas de 12 a 16 de novembro.
O Prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da AMUPE, José Patriota, participou com outros Presidentes de entidades estaduais representativas de Municípios na tribuna da Câmara dos Deputados de sessão debate para discussão da situação financeira dos Municípios. O Plenário Ulysses Guimarães, principal da Casa, foi cedido para o evento, da CNM. Patriota falou em […]
O Prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da AMUPE, José Patriota, participou com outros Presidentes de entidades estaduais representativas de Municípios na tribuna da Câmara dos Deputados de sessão debate para discussão da situação financeira dos Municípios. O Plenário Ulysses Guimarães, principal da Casa, foi cedido para o evento, da CNM. Patriota falou em nome dos Prefeitos de Pernambuco.
A Comissão Geral reúniu prefeitos, lideranças municipalistas e parlamentares para o debate, que pretendeu apresentar a real condição de caixa dos Municípios do país e, com isso, discutir possíveis medidas para amenizar a crise. A reunião compôs a programação do primeiro dia da XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que vai até quinta-feira, 18 de maio.
Em cinco minutos, o Prefeito de Afogados fez um resumo dos principais problemas enfrentados pelos municípios brasileiros, destacando o subfinanciamento dos programas federais e a falta de um maior comprometimento do parlamento brasileiro para com as causas municipalistas que tramitam em ritmo lento tanto na Câmara quanto no Senado.
Também usaram a tribuna de honra, presidentes de associações municipalistas de outros Estados e o Presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. A sessão foi presidida pelo Deputado Maranhense Hildo Rocha.
Diversos Prefeitos de Pernambuco se fizeram presentes no plenário, junto com Prefeitos de todo o Brasil. Durante a audiência, Patriota encontrou com um velho amigo, o Deputado Miro Teixeira, do Rio de Janeiro, hoje na Rede Sustentabilidade.
Era tão rico que só tinha dinheiro. Por Inácio Feitosa* No Cariri paraibano, em Monteiro, o tempo ensina mais do que corre. Foi ali, numa noite de lua alta sobre a caatinga, sentado à porta da casa grande da Fazenda Jatobá, dos Santa Cruz — terra de meus antepassados — que ouvi esse caso pela […]
No Cariri paraibano, em Monteiro, o tempo ensina mais do que corre. Foi ali, numa noite de lua alta sobre a caatinga, sentado à porta da casa grande da Fazenda Jatobá, dos Santa Cruz — terra de meus antepassados — que ouvi esse caso pela primeira vez. Quem contava era Zé Preto, caseiro antigo, homem de poucas palavras e muita memória. Contava para mim e para meu pai, João Feitosa Santa Cruz, ainda na década de 1980, nós três deitados em redes armadas na varanda, cada qual na sua, enquanto ele enrolava o fumo com calma, cuspia de lado e deixava a história correr como quem puxa conversa para espantar o silêncio da noite. Contava como quem não prega, apenas lembra.
Dizia ele que, certa manhã, o açude estava parado. Água quieta, espessa de silêncio. Três homens pescavam. Pouca fala, nenhum aperreio. O peixe não vinha em fartura, mas vinha. O suficiente para o dia e para a dignidade.
Chegou um homem de fora. Sudestino. Roupa limpa demais para aquele chão rachado. Olhar inquieto, desses que medem tudo como se a vida fosse planilha.
— Por que vocês estão pescando aí? — perguntou.
O matuto respondeu simples, sem tirar os olhos da água:
— Pra comer. Pra levar pra casa.
O homem achou pouco. Pensou alto:
— Você podia botar esses homens pra trabalharem pra você. Comprar mais barcos. Pescar mais.
O matuto esperou um tempo, como quem escuta o vento antes da chuva:
— Pra quê?
— Pra vender mais.
— Pra quê?
— Pra ganhar dinheiro.
— Pra quê?
O sudestino respirou fundo:
— Pra um dia você não precisar mais trabalhar. Ficar tranquilo. Fazer só o que gosta. Pescar com seus amigos.
O matuto sorriu curto, quase piedoso:
— Oxente… é isso que eu já faço.
E voltou ao anzol.
Zé Preto dizia que o homem foi embora calado. A conta estava certa. O sentido, não. E talvez por isso a história tenha ficado.
Pensei nisso muitas vezes depois. Porque o obstinado moderno raramente se reconhece nesse espelho. Ninguém o chama de fracassado. Pelo contrário. Seu nome costuma ser sinônimo de sucesso, disciplina e vitória. Constrói biografias impecáveis, dessas que impressionam em discursos e causam silêncio em reuniões. Trabalha como quem cumpre um chamado — mas esquece de perguntar quem o chamou.
A obstinação começa como virtude. Acordar cedo, insistir, não desistir. Com o tempo, deixa de ser método e vira altar. Tudo passa a girar em torno do desempenho. Deus fica para depois, como se a eternidade pudesse aguardar o fechamento do próximo negócio.
Era tão obstinado que passou a criar mentiras — e acreditar fielmente nelas. Mentiras para justificar ausências, para suavizar durezas, para explicar por que não voltava cedo, por que não ouvia mais, por que não sentia culpa. Repetidas tantas vezes que já não distinguia estratégia de verdade. O autoengano virou abrigo.
A riqueza veio. Veio farta, visível, incontestável. Mas o coração continuava inquieto. Descobriu, tarde demais, que dinheiro compra quase tudo, exceto o silêncio interior. Quando cessava o barulho das metas, surgia um incômodo profundo — um vazio que não aparecia no balanço.
As pessoas foram virando meios. Relações, compromissos adiáveis. Afetos, custos operacionais. Ganhou influência, perdeu intimidade. Estava sempre cercado, raramente acompanhado. A solidão dos obstinados não é falta de gente; é falta de encontro.
Nunca aprendeu a parar. Ignorou o descanso como princípio, acreditando que pausar era sinal de fraqueza. Esqueceu que até Deus descansou — não por cansaço, mas para ensinar limite. O sábado simbólico da vida lhe parecia desperdício, quando era lembrança de humanidade.
Mediu o sucesso por números, não por frutos. Avaliou a vida por resultados, não por virtudes. Confundiu prosperidade com bênção, como se toda abundância fosse sinal de aprovação divina. Esqueceu que a Bíblia nunca prometeu cofres cheios, mas corações inteiros.
Evitava o silêncio. Sabia, no fundo, que é nele que Deus costuma falar. Preferia o ruído constante das ocupações, pois o recolhimento poderia revelar a distância entre tudo o que conquistou e tudo o que negligenciou.
Ajuntou tesouros onde o tempo alcança. Patrimônio, propriedades, poder. Mas esqueceu de construir o que não se perde: memórias, vínculos, fé, sentido. Quando percebeu, havia garantias para o futuro, mas nenhuma paz para o presente.
O matuto do açude da Fazenda Jatobá, em Monteiro, nunca fez conta grande. Não explorava ninguém. Dividia o pouco. Pescava com os amigos. Voltava para casa inteiro. Já vivia aquilo que o outro planejava viver um dia — quando tudo estivesse pronto.
No fim, o paradoxo se impõe sem barulho: há quem ganhe o mundo inteiro e perca a si mesmo. Era rico, sim. Tão rico… que só tinha dinheiro.
Em Iguaracy, estabelecimentos comerciais também foram vistoriados e notificados pela Equipe Abate da FPI Pernambuco. Uma carga de 70 quilos de frango foi apreendida e será destinada à destruição, em razão das péssimas condições em que o produto se encontrava. A coordenadora da equipe, Glenda Holanda, da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado […]
Em Iguaracy, estabelecimentos comerciais também foram vistoriados e notificados pela Equipe Abate da FPI Pernambuco.
Uma carga de 70 quilos de frango foi apreendida e será destinada à destruição, em razão das péssimas condições em que o produto se encontrava.
A coordenadora da equipe, Glenda Holanda, da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco, ADAGRO, afirmou que a população local “se encontra fragilizada em relação à segurança dos alimentos que consome”.
As irregularidades foram encontradas durante visitas à feira, mercado público e estabelecimentos que comercializam produtos de origem animal, no município de Iguaraci.
Segundo a coordenadora, a população local também procurou a equipe da FPI para denunciar a existência de dois abatedouros clandestinos, localizados na zona rural. No entanto, não foi flagrado nenhum abate de animais durante a fiscalização.
“Os problemas são diversos, como venda de peixe sem acondicionamento em gelo, vendedores lavando carne sem estrutura de água corrente, facas e utensílios inadequados, uso de serras sem nenhum equipamento de segurança. E o município, através da sua Vigilância Sanitária, tem que acompanhar de perto essa situação para evitar que a população siga exposta a esse risco”, resumiu Glenda Holanda.
Em conjunto com as ações da VISA, ADAGRO e CPRH, a equipe do CREA-PE monitorou as condições estruturais do mercado público de Iguaraci.
Os técnicos identificaram riscos aos trabalhadores, como instalações elétricas fora do padrão. Um trabalhador, inclusive, denunciou que um equipamento estava dando choque por falta de aterramento. O município será oficiado para corrigir os problemas de infraestrutura no mercado público.
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